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  • Temer diz que tropas federais ficarão no Rio até 2018

    O presidente da República, Michel Temer, afirmou neste domingo (6) que a atuação das tropas federais no Rio de Janeiro seguirá até o A declaração ocorre um dia após a megaoperação realizada pelas tropas federais no Rio, que mobilizou cerca de 5.000 profissionais das forças de segurança -3.600 das Forças Armadas- com objetivo de combater o roubo de cargas e o tráfico de drogas. Dois supostos criminosos e um policial morreram.dia 31 de dezembro deste ano e deve ser ampliada para 2018.

    Em vídeo publicado nas redes sociais, Temer diz que a atuação no Rio é um dos eventos "mais amplos" e "longos" do Plano Nacional de Segurança e que a ação pode ser estendida. "Para o Rio de Janeiro, há uma programação extensa que vai inicialmente até 31 dezembro deste ano e depois será ampliada também para o ano que vem", disse.

    Segundo o presidente, reações de criminosos à ação já estavam previstas, mas serão "amplamente" e "fortemente" combatidas. Para ele, a ação das tropas em conjunto com forças estaduais nas últimas semanas teve "grande visibilidade".

    "Além da visibilidade, o fato é que já começaram ações concretas para debelar o crime no Rio de Janeiro. E vejo, como pressentimos, que já há reações, e essas reações se deram agora, dar-se-ão adiante e serão amplamente e fortemente combatidas pelas forças federais", disse.

    +'Proibição das drogas traz lógica de campos de guerra ao Rio'

    'RAZOÁVEL'

    'Neste sábado (5), porém, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que a 

    megaoperação realizada pelas tropas federais no Rio teve saldo não "espetacular", mas "razoável" e que espera que as próximas operações sejam mais bem-sucedidas.

    No total, os militares realizaram incursões em seis comunidades nas zonas norte e oeste da cidade. Três delas contavam com UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora). Foram apreendidas três pistolas, duas granadas, quatro rádios, 21 carros e uma motocicleta e entorpecentes. Nenhum fuzil foi capturado.

    A operação inaugurou a segunda etapa do plano de segurança do governo federal para o Rio, que deve consumir quase R$ 2 bilhões até o fim de 2018 -R$ 700 milhões serão empenhados até o final deste ano.

    Em crise, o Rio vive colapso da segurança pública. O número de mortes violentas no primeiro semestre deste ano (3.457) cresceu 15% em relação ao mesmo período de 2016. Foi o pior primeiro semestre desde 2009 (3.893).(Folhapress)

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  •  Juiz do RJ suspende alta de combustíveis em todo o país

    foto: Marcelo Brandt/G1

    A Justiça Federal em Macaé, no interior do Rio, suspendeu o aumento das alíquotas do PIS e Cofins sobre a gasolina, o diesel e o etanol. A decisão, publicada na tarde desta quinta-feira (3), é válida para todo o território nacional e suspende os efeitos do Decreto 9.101/207, de 20 de julho, que aumentou, em média, em R$ 0,41 o preço do litro do combustível.

    A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que não foi notificada e que irá recorrer, provavelmente nesta sexta (4).

     

     

     

     

    A decisão da Vara Única de Macaé ocorreu após uma ação popular movida por um professor e advogado de Barra de São João, em Casimiro de Abreu.

    "Defiro o pedido de tutela de urgência para suspender todos os efeitos do Decreto 9.101/207. Cumpra-se com urgência", diz a decisão do juíz Ubiratan Cruz Rodrigues.

    Segundo a Justiça Federal, trata-se de uma decisão de 1º grau e, portanto, cabe recurso da União.

    Ao G1, o professor de direito tributário e advogado Décio Machado Borba Netto informou que moveu a ação na última quinta-feira (27). Um dos argumentos é que o reajuste deveria ser feito por lei publicada 90 dias antes de entrar em vigor.

    "Essa é uma ação aberta. Qualquer pessoa pode dar entrada, desde que esteja acompanhada de um advogado. Foi o meu caso. Como eu vi que isso estava errado e é uma coisa que eu passo para os meus alunos, me animei em fazer. Comecei a fazer a fundamentação junto com a minha noiva, que também é advogada", conclui o professor.

    O decreto do governo, de 20 de julho, teve como objetivo aumentar a arrecadação da União e amenizar o déficit fiscal.

    No dia 25 de julho, o Juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal de Brasília, suspendeu o decreto afirmando que as motivações do executivo para aumentar o imposto não são suficientes para editar o decreto. No entanto, no dia 26 de julho, o presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador Hilton Queiroz, suspendeu a decisão.

    Nesta terça-feira (1º), a Justiça Federal na Paraíba suspendeu a elevação da alíquota de PIS/Cofins que incide sobre a gasolina, o gás e o diesel. Mas a decisão é válida apenas para o estado do Paraíba.

    A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de cinco dias para o presidente da República, Michel Temer, prestar esclarecimentos sobre o decreto do aumento dos combustíveis.

    As informações serão usadas para a ministra preparar voto sobre ação do PT que considera o aumento por decreto inconstitucional. Rosa Weber é relatora da ação. O argumento central do PT é que o reajuste deveria ser feito por lei publicada 90 dias antes de entrar em vigor.

     

    Estamos preparados’, diz Meirelles

     

    Antes da decisão de Macaé, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, foi questionado por jornalistas, após evento em São Paulo, se os questionamentos a respeito do aumento do PIS e Cofins preocupam o governo de alguma forma.

    “Eu acho que é uma discussão normal”, respondeu o ministro, mas reforçou o entendimento do governo de que a decisão por decreto está dentro da legalidade. “O parecer da Advocacia Geral da União foi de que sim, neste caso, por razões específicas, o aumento do PIS e Cofins sobre combustíveis, especificamente, pode ser feito por decreto.” Segundo Meirelles, “a AGU está bastante confortável e confiante com isso”.

    Sobre as decisões judiciais contrárias ao aumento, Meirelles disse, citando o caso da Paraíba, que “o questionamento é normal”. “É um processo normal de funcionamento das instituições brasileiras, e nós estamos preparados para isso.”

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  • Tropas começam a deixar ruas do Rio

    RIO - Três dias após iniciar a operação de combate ao crime no Rio, o Ministério da Defesa começou nesta segunda-feira, 31, a retirar as tropas das ruas da região metropolitana. Os militares se concentraram principalmente na Avenida Brasil e no Arco Metropolitano, em movimento que, segundo a pasta, precede a segunda fase da operação, prometida para esta semana. A presença militar, porém, não impediu novos crimes, como o assassinato de um PM aposentado e o ataque de traficantes a uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

    Na nova etapa, segundo o ministro Raul Jungmann, os 8,5 mil militares vão atuar em ações específicas de inteligência, com as Polícias Civil e Militar. Os primeiros dias da operação, diz ele, serviram para que as tropas, em uma ação mais ostensiva, fizessem reconhecimento em áreas críticas do Estado. Isso incluiu operações de guarda em vias e praças – com o uso de carros blindados e soldados com fuzis – e a realização de blitze para checagem de veículos. As ações foram interrompidas durante a madrugada, quando os militares deixaram as ruas para descansar. Não foram registrados incidentes.

    Jungmann afirmou que houve queda nos registros de crime nesse fim de semana, mas não detalhou os dados. O Instituto de Segurança Pública (ISP), órgão oficial responsável por mapear esses indicadores, porém, não confirmou e disse que é preciso tempo para reunir os dados. Mais tarde, Jungmann atribuiu a informação ao briefing que teria sido feito pela Polícia Civil, de manhã, no Comando Militar do Leste (CML).

     

    Guarda. O ministro se reuniu com o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), para pedir a participação da Guarda Municipal nas operações de segurança. Crivella prometeu usar a corporação, de 8,5 mil agentes, para coibir crimes de “baixo impacto”, como roubos de carteiras e celulares e arrastões – promessa que já fizera na campanha de 2016. Assim, a PM ficaria liberada para enfrentar a criminalidade mais grave. A Guarda não pode, por lei, usar armas de fogo. Trabalha com cassetetes e armamento não letal.(ESTADÃO)

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  • Saque de FGTS inativo termina nesta segunda (31); veja se você tem direito

    Foto: Fabiano Neves / Destaquebahia

    O prazo para sacar os valores disponíveis nas contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) termina nesta segunda-feira (31). Segundo a Caixa Econômica Federal, o dinheiro que não for retirado volta para a conta vinculada do empregado.

    Nessa última etapa, o saque está liberado para todos os trabalhadores que têm direito ao benefício, não importa a data de nascimento. Pode fazer o saque quem teve contrato de trabalho encerrado sem justa causa até 31 de dezembro de 2015.

    Mas quem perder o prazo, só poderá usar os recursos nos casos previstos anteriormente, como para a compra da casa própria, aposentadoria, em caso de demissão sem justa causa, quando a conta permanecer sem depósitos por três anos ou no caso de algumas doenças.

    No entanto, quem comprovar que estava impossibilitado de sacar no período estabelecido pelo governo, como no caso de presos e portadores de doenças graves, poderá retirar o recurso até o dia 31 de dezembro de 2018.

    Segundo a Caixa, o decreto publicado pelo governo nessa semana prevendo essa questão será regulamentado amanhã, e vai definir as normas técnicas para os casos das exceções.  Até o dia 20 de julho, foram pagos mais de R$ 43 bilhões, para 25,37 milhões de trabalhadores. (Correio24horas)

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  • Desembargador mantém bloqueio de bens de Lula

    O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que revisa as decisões do juiz federal Sergio Moro em segunda instância, decidiu nesta terça-feira manter bloqueados os bens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado a nove anos e meio de prisão na Lava Jato pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

    O relator da Lava Jato no TRF4, desembargador João Pedro Gebran Neto, considerou que o mandado de segurança, recurso dos advogados de Lula para tentar reverter o bloqueio dos bens, só deve ser concedido quando houver risco de “perecimento de um direito”, o que, para Gebran, não é o caso. A decisão do magistrado é liminar.

    Ao contrário do que afirmam os defensores do petista, o relator da Lava Jato na segunda instância entende que não há risco à subsistência de Lula porque ele recebe auxílio financeiro por ter sido presidente da República. “O pedido de provimento judicial precário esbarra na ausência de urgência. Não socorre o impetrante a alegação genérica de que a constrição é capaz de comprometer a subsistência do ex-presidente, que recebe o auxílio que lhe é devido em decorrência da ocupação do cargo de presidente da República”.(Veja)



  • Aumento do etanol pode ser revisto,diz Henrique Meirelles

    A Receita Federal está refazendo os cálculos do aumento do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) sobre o etanol para verificar se ele está em conformidade com o que estabelece a lei, informou nesta segunda-feira (24), na capital paulista, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

    De acordo com a Receita Federal, "as alíquotas para a Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins não devem ser superiores a 9,25% do preço médio de venda no varejo do etanol, apurado de forma ponderada com base no volume comercializado em cada estado e no Distrito Federal nos 12 meses anteriores". As informações são da Agência Brasil.

    A suspeita é que, somado ao reajuste que houve no início do ano, quando o setor perdeu a isenção de PIS/Confins, o aumento da última semana estaria acima do limite imposto por lei. A Receita Federal esclareceu ainda que "variações de preços no varejo praticados nos estados e no Distrito Federal podem implicar alterações neste limite."

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    Meirelles disse que, na avaliação do órgão, o reajuste está no "limite da lei", mas que recomendou que os cálculos fossem refeitos. Ele disse que o refinamento de contas é "sempre positivo" e que o valor pode ser alterado, caso se constate o erro. "Se não estiver [correto], a lei será obedecida".

    A Receita Federal informou ainda que "está procedendo a atualização destes valores com vistas a verificar se houve variações no limite estabelecido." Com informações da Folhapress.



  • População vai compreender aumento de imposto, diz Temer

    Foto: Reprodução/ NBR

    O presidente Michel Temer disse ao chegar em Mendoza, na Argentina, na noite desta quinta-feira (20) que a decisão anunciada pelo governo de anunciar aumento de PIS/Cofins para gasolina, diesel e etanol está em linha com a responsabilidade fiscal e será bem compreendida pela população. "Vocês lembram que nós abandonamos logo no começo do governo a CPMF, algo que estava no horizonte de todos quando assumimos. (...) Mas agora levamos a efeito um pequeno aumento que diz respeito apenas ao combustível e não diz respeito ao serviço", afirmou. "A população vai compreender porque esse é um governo que não mente", completou Temer, ressaltando que é preciso dizer "exatamente o que está acontecendo". Segundo o presidente, a medida não atrapalhará a retomada da economia. "Pelo contrário, isso (aumento de impostos) é o fenômeno da responsabilidade fiscal. Essa responsabilidade fiscal é que implicou neste pequeno aumento do PIS/Cofins", destacou. Temer negou que a medida - que não precisa de aprovação do Congresso para entrar em vigor - tenha sido tomada por conta da frustração com a não aprovação das reformas. "O Congresso sempre colaborou conosco", disse. Segundo ele, a decisão de aumentar o PIS/Cofins foi adotada por um critério de responsabilidade fiscal. O presidente comentou ainda sobre a 50ª Cúpula do Mercosul, que acontece nesta sexta-feira, e disse que o Brasil terá a honra de assumir a presidência do bloco neste semestre. O objetivo, segundo ele, é continuar o trabalho feito nos últimos meses pelo presidente argentino, Mauricio Macri. "Estamos reformulando o Mercosul, a última reunião se deu em 2015. Estamos retomando, espero continuar o trabalho que Macri vem desenvolvendo". Em relação à Venezuela, Temer afirmou que os países do bloco têm uma relação institucional e de grande preocupação com o povo venezuelano. "Vamos continuar trabalhando para a redemocratização da Venezuela". (Bahia Noícias)



  • Governo vai aumentar imposto sobre combustível para fechar conta

    O presidente Michel Temer decidiu aumentar impostos para fechar as contas deste ano, apesar da crise política e de sua baixa popularidade. O governo já bateu o martelo pela elevação da alíquota do PIS/Cofins que incide sobre combustíveis e não depende do aval do Congresso. A medida pode entrar em vigor imediatamente por meio de um decreto.

    Nos cálculos da área técnica do governo, cada R$ 0,01 de aumento na alíquota do PIS/Cofins sobre a gasolina resulta em uma arrecadação anual de R$ 440 milhões. No caso do diesel, a receita é de R$ 530 milhões.

    A decisão sobre o aumento do imposto veio no dia em que o governo identificou um buraco de aproximadamente R$ 10 bilhões para cobrir no Orçamento. A estimativa inicial era de que parte desse buraco teria que ser coberta por meio da elevação da carga tributária.

    Segundo apurou o Estadão/Broadcast, até quarta-feira, 19, o governo ainda trabalhava com a possibilidade de ter que aumentar outro tributo para compensar a perda de arrecadação. As alternativas seriam o aumento da alíquota de IOF sobre o câmbio ou operações de crédito e a elevação da Cide sobre combustíveis. A decisão, no entanto, ainda não havia sido tomada.

    ++ CIDA DAMASCO Vem aí a alta de impostos

    O desenho final será divulgado nesta quinta-feira, 20, junto com o relatório trimestral de avaliação de receitas e despesas do Orçamento, que mostra como o governo pretende atingir a meta de não ultrapassar o 

    déficit de R$ 139 bilhões em 2017. O presidente Michel Temer vai se reunir com a equipe econômica para fechar os detalhes.

    Embora tenha dito diversas vezes não ter intenção de elevar tributos, a avaliação no Planalto é de que, como as receitas previstas pela área econômica não se confirmaram, um aumento de R$ 0,10 no preço do litro da gasolina não teria grande impacto no bolso do consumidor e ainda ajudaria as contas públicas. O impacto dessa elevação do imposto na inflação seria amenizado porque a gasolina tem sofrido seguidas reduções de preço.

    Fontes do governo reconheceram que elevar o tributo é uma medida difícil, mas pior do que ela seria não cumprir a meta.

    A área técnica da Fazenda trabalhava com a possibilidade de ainda ter que fazer um novo corte de despesas do Orçamento, embora pequeno, e trabalhava para evitar esse caminho. Com o corte de R$ 39 bilhões, atualmente em vigor, ministérios e órgãos enfrentam dificuldade em manter a máquina funcionando.

    Saiba quais são os produtos com a maior carga tributária

    Como uma elevação do PIS é imediata, e a da Cide exige 90 dias para entrar em vigor, o governo pode fazer um movimento conjugado: aumenta o PIS temporariamente até a tributação da Cide entrar em vigor – estratégia que já foi adotada antes.

    O PIS/Cofins do etanol também pode ser elevado. A preocupação no governo era a de que a decisão não prejudicasse a competitividade relativa do etanol frente à gasolina. O preço do açúcar em Nova York disparou ontem e um dos motivos apontados por analistas foi a possibilidade do aumento. O setor ontem esperava uma alta de 11% no PIS da gasolina. A alíquota de R$ 0,67 iria para R$ 0,75. / COLABORARAM IDIANA TOMAZELLI, GUSTAVO PORTO E ANNE WARTH.(ESTADÃO)

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  • Neto de Getúlio Vargas é encontrado morto em Porto Alegre

    PORTO ALEGRE - O neto do ex-presidente Getúlio Vargas, Getúlio Dornelles Vargas Neto, de 61 anos, foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira, 17, em Porto Alegre. Segundo a polícia, o pecuarista, que vivia na capital gaúcha, onde cuidava dos negócios da família, apresentava um ferimento de arma de fogo na cabeça. Vargas Neto foi achado por uma empregada, em seu apartamento, no bairro de Moinhos de Vento.

    Conforme a delegada Roberta Bertoldo, ao lado do corpo foi encontrada uma carta de despedida endereçada à família. Para os investigadores, não há dúvidas de que trata-se de suicídio. Porém, a conclusão oficial será divulgada apenas no final do inquérito, instaurado na tarde desta segunda-feira.

    Vargas Neto era filho de Manuel Antônio Sarmanho Vargas, morto aos 79 anos. Um dos cinco filhos de Getúlio - que se suicidou em 1954, aos 72 - Maneco, como era conhecido, tirou a própria vida em 1997, no interior do Rio Grande do Sul.

    O neto de Getúlio morava com uma filha, que está viajando. Ele deixa quatro filhos.(O ESTADÃO)



  • Operação Aquarius: Operação em 20 estados mira envolvidos no jogo 'Baleia Azul'

    Foto: Divulgação / Polícia Civil

    Uma operação realizada na manhã desta terça-feira (18) por policiais civis em nove estados brasileiros tem como alvo suspeitos de envolvimento com o jogo “Baleia Azul”, praticado em comunidades fechadas em redes sociais como Facebook. O objetivo do jogo, do qual participam geralmente adolescentes, é cumprirem 50 tarefas determinadas pelos “curadores” – o último desafio a ser cumprido é o suicídio. A operação Aquarius, como foi batizada, cumpre mandados em 20 municípios e é coordenada pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática da Polícia Civil fluminense. Um jovem foi preso na favela de Nova Era, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense: Matheus Silva, 23 anos, confessou aos policiais ser curador do jogo. Os agentes também apreenderam telefones celulares e computadores de suspeitos. As ordens judiciais são cumpridos nos estados: Amazonas, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.(Bahia Notícias)



  • Detran de São Paulo lança campanha para motivar as pessoas a sorrirem nas fotos da CNH

    Foto: Reprodução / Twitter

    O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) lançou no Twitter uma campanha para lembrar as pessoas de que elas podem sorrir nas fotos da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A publicação veio à tona depois do caso do fotógrafo Filipe Borges, de Minas Gerais, que insistiu para sorrir na foto do seu documento. "Você pode sorrir pra foto da CNH, sim", dz o tweet do órgão, que fez até uma ilustração parecida com a imagem do fótografo. De acordo com o G1, não há legislação que determina que se o cidadão pode ou não sorrir na foto de documentos, então a autorização cabe ao órgão responsável pela emissão do documento. A história do fotógrafo viralizou na internet depois que ele foi tirar a foto para renovar a carteira e a atendente disse que ele não poderia sorrir. Ela alegou que o sorriso dificultaria a identificação no caso de uma eventual investigação da polícia, e aí Filipe contestou a justificativa dizendo que as pessoas tinham o costume de ser fotografadas sérias por causa do lento processo de registro, que poderia borrar a foto. "O legalé que quando eu saí do exame, a moça veio me dizer que tinha ligado pro Detran e o pessoal falou que eu poderia tirar a foto do jeito que eu quisesse", contou.



  • Após condenação, PT adotará lema ‘eleição sem Lula é fraude’

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Edilson Dantas / Agência O Globo

    O discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a condenação deixou claro que a estratégia do petista para tentar conter os impactos da condenação sobre sua imagem é a antecipação da campanha eleitoral. Cercado pelos principais dirigentes do partido, o ex-presidente disse estar disposto a encarar uma campanha sub júdice e até alertou o seu advogado de que terá trabalho extra ao longo do próximo ano.
     

    O lema adotado pelos petistas agora é: “eleição sem Lula é fraude”. O ex-ministro Jaques Wagner lembrou que o ex-presidente pode se valer de uma liminar para disputar a eleição em caso da condenação em segunda instância, que o enquadraria na Lei da Ficha Limpa. Dirigentes avaliam que a sentença pode ter o efeito positivo de unir a esquerda em torno da candidatura.

    O desafio para Lula até o segundo semestre do ano que vem será conter a ansiedade dos petistas. O senador Lindbergh Farias (RJ), por exemplo, não conseguiu seguir a orientação de não admitir publicamente a hipótese de plano B para 2018 e defendeu que o PT boicote uma eventual eleição sem a presença de Lula. (OGlobo)



     

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  • Reforma Trabalhista: Advogado diz que trabalhadores não precisam entrar em pânico

    Foto: Marcos Santos/ USP Imagens

    A Reforma Trabalhista foi sancionada na tarde desta quinta-feira (13) e modificará cerca de 100 artigos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Como qualquer alteração nas leis de trabalho impactam diretamente na vida do cidadão, a preocupação maior é como ficará as relações entre trabalhadores e patrões assim que a norma entrar em vigor, o que é previsto para daqui a quatro meses. Ao Bahia Notícias, o advogado trabalhista Breno Novelli afirmou que, neste primeiro momento, “as pessoas não precisam entrar em pânico”. Segundo o advogado, os trabalhadores precisam apenas ficar atentos, em alerta, “para saber como as normas trabalhistas vão se aplicar e moldar à prática e aos fatos concretos”. Ele avalia que a tendência da reforma é “proporcionar um maior espaço de negociação entre empregados e empregadores”, e que atende a uma tendência de flexibilização, com “prevalência do negociado sobre o legislado”. “Ou seja, as negociações coletivas prevalecerão sobre as convenções previstas em legislação”, explica. “Ordinariamente, o texto da reforma vai possibilitar uma faculdade, não uma obrigatoriedade”, pontua. Setores diversos da sociedade criticam a proposta por precarizar as relações de trabalho e reduzir o papel da Justiça do Trabalho. “Eu não entendo dessa forma, que a Justiça do trabalho passará a ser um órgão apenas homologador. Eu entendo que se criou um espaço maior de negociação, de interação e de transigência entre as partes”, frisa.

    Reforma Trabalhista: Advogado diz que trabalhadores não precisam entrar em pânico

    Breno Novelli | Foto: Divulgação

    O advogado concorda que alguns aspectos da reforma podem enfraquecer direitos dos trabalhadores. Uma dessas possibilidades é permitir que gestantes trabalhem em lugares insalubres, que representam riscos para sua saúde e do bebê, com liberação médica. “Nós sabemos que há divergências entre opiniões médicas. Um vai entender que aquela insalubridade não representa risco à gestante e lactante e nem ao nascituro, isso pode acabar em um erro”, diz. Essa questão ainda pode ser revista por lei complementar ou medida provisória nos próximos meses, como prometido pelo presidente Michel Temer. Havia expectativa que essa norma fosse vetada na tarde desta quinta. Outra crítica é com relação à criação da modalidade do “autônomo exclusivo”, que não se configura como relação de emprego. “O trabalho autônomo tem as maiores diferenças, como ausência de subordinação e ausência de continuidade. Mas se uma pessoa está trabalhando diretamente sempre para uma determinada pessoa física ou jurídica, ela ainda assim tem tendência de que essa relação seja de emprego. Quando há prestação contínua, sempre para mesma empresa, [o entendimento] é de que haja o reconhecimento”, explica. Ele entende que a reforma é necessária para criação de empregos e manutenção dos postos atuais, por desonerar o custo trabalhista. “O Brasil tem um custo trabalhista dos mais altos do mundo. Isso vai permitir um respiro no setor produtivo do país. Isso é uma tendência que vamos precisar observar se na prática vai se concretizar, e torcer para que haja mais postos de emprego”, expõe. Ainda há o receio dos trabalhadores sobre a negociação diretamente com os patrões. Segundo Breno Novelli, a maioria das negociações continuará sendo coletiva, realizadas pelos sindicatos. “A própria proteção que o trabalhador vai ter é a atuação dos sindicatos. Para isso, a reforma trabalhista prevê o pagamento da contribuição sindical. Eu, particularmente, acredito que a pressão feita pela classe trabalhadora, ou ameaça de não pagamento daquela cota sindical, seja efetiva para melhorar a representatividade dos órgãos de classe”, indica. Diversos pontos geram dúvidas no trabalhador, como a jornada de trabalho. Atualmente, com a legislação que ainda está em vigor, a carga horária mensal não pode ser superior a 220 horas mensais, sendo 8h diárias e 44 semanais, com possibilidade de realização de duas horas extras por dia. A reforma prevê uma nova modalidade de jornada: 12h de trabalho com 36 horas de descanso. Segundo o advogado, a reforma vai tornar lei uma prática que já era exercida a partir de decisões judiciais em áreas como da saúde e vigilância. Novelli assevera que esta jornada não se aplicará a todas as categorias. “A gente precisa ter em mente que nem todas as empresas vão necessitar esse tipo de trabalho intermitente. Em empresas de horário comercial, por exemplo, de 9h às 17h, não seria factível para o empregado uma jornada de 12h. É preciso que haja uma adequação e isso deve ocorrer, sobretudo, para postos de trabalho a serem criados com a reforma trabalhista, ou que haja uma adequação sendo negociada entre o sindicato da categoria. É preciso afastar desse pânico, que a partir de agora, no dia seguinte da sanção, vai haver uma transformação de todos os vínculos de trabalho, e que tinha uma determinada disposição, para se alternar agora, como está previsto na reforma do trabalhista”, assevera.Outro ponto que ainda não está claro para os trabalhadores é o FGTS. Para o advogado trabalhista, o que a reforma estabelece é uma nova possibilidade, uma forma segura de se rescindir um contrato. “Atualmente, nós temos o pedido de demissão e a despedida por justa causa ou sem justa causa. Agora, vai se criar um novo tipo de desligamento, que é uma rescisão negociada”, afirma. O rompimento do vínculo, desta forma, será consensual. “Ou seja, um trabalhador quer sair do trabalho, mas ele não quer pedir demissão para não perder seus direitos, como FGTS e aviso prévio. A empresa, o empregador, também não quer mais ficar com ele, mas não quer demitir sem justa causa, porque vai se obrigar a liberar o seguro desemprego, fazer o recolhimento da multa de FGTS e pagamento integral do aviso prévio. Desta forma, eles podem negociar uma rescisão, com o trabalhador recebendo verbas rescisórias proporcionais. O texto fala em 50% do aviso prévio, 50% da multa do FGTS. Isso não vai ser automático, de quando demitirem pagarem só 50%. Só vai acontecer quando a rescisão for negociada entre as partes”, reforça. O que acontecia era que, na vigência da CLT como ela foi criada, era uma irregularidade, que pode ser considerada uma espécie de lide simulada. O trabalhador pedia demissão e devolvia a multa de 40% do FGTS para o empregador.  A Reforma Trabalhista ainda modificará questões como férias fracionadas, intervalo para almoço ou descanso, plano de cargos e salários, deslocamento para o serviço, trabalho remoto, limitação de danos morais a trabalhadores na Justiça, terceirização, banco de horas, rescisão contratual, ações na Justiça do Trabalho e multa para empresas com empregados não registrados. 

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  • Senado Federal deve concluir nesta terça votação da reforma trabalhista

    O Senado deve concluir nesta terça-feira (11) a votação da reforma trabalhista (PLC 38/2017). Para aprovar o texto, são necessários pelo menos 41 votos dos 81 senadores. A expectativa é de um placar apertado. Segundo a Agência Brasil, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), deu por encerrada as discussões da matéria no plenário da última quinta-feira (6), logo na sesão deliberativa desta terça, marcada para as 11h, os líderes de partidos e de blocos partidários poderão apenas orientar suas bancadas para aprovar ou não o projeto. A votação será feita nominalmente, com divulgação do resultado no painel eletrônico. Se aprovado o texto principal, os senadores vão analisar as emendas apresentadas em plenário. Aquelas que receberem parecer contrário deverão ser votadas juntas de uma vez, possivelmente em votação simbólica. Todas têm parecer pela rejeição. Já as emendas destacadas podem ser seguidas para votação em separado pelos partidos ou blocos partidários e poderá ser encaminhada pelas lideranças. Em caso de o texto ser aprovado sem mudanças, o projeto seguirá para sanção presidencial no dia seguinte. Se reprovado, o texto é arquivado.



  • Pagamento de boletos vencidos em qualquer banco começa nesta segunda (10)

    A partir de segunda-feira (10), boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) começará a adotar, de forma escalonada, uma plataforma de cobrança que permite a quitação de boletos em atraso em qualquer agência bancária. Por enquanto, a novidade só estará disponível para os boletos de valor igual ou superior a R$ 50 mil.



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