A manifestação ocorrerá junto à greve de outras categorias (como servidores públicos, bancários e trabalhadores metroviários e da Sabesp, em São Paulo) e, além das reformas, vai mirar demandas específicas dos funcionários em relação à empresa de entregas.
“As batalhas pontuais nos Correios, contra o DDA, CDD Virtual e OAI, por condições de trabalho, por exemplo, além das arbitrariedades e ataques ao plano de saúde da categoria serão denunciadas”, afirmou a Fentec em comunicado aos associados.
Até o último sábado, os sindicatos que representam os estados de Alagoas, Amazonas, Mato grosso, Paraná, Sergipe e o do município de Campinas (SP) não haviam confirmado adesão à greve.
Já em São Paulo, cidade com maior volume de entregas e vendas de e-commerce, trabalhadores dos Correios vão se reunir amanhã (14), no CMTC Clube, às 19h, para oficializar a paralisação. “A assembleia vai estar lotada e a categoria vai aprovar a paralisação no dia 15 e ações posteriores”, prometeu o Sintect-SP, sindicato que representa a categoria.
Procurados, os Correios responderam, em nota, que “não há indicativo de greve por parte dos seus empregados, uma vez que desde a assinatura do acordo coletivo de trabalho, todas as cláusulas vêm sendo cumpridas pela empresa.”
“Fusão”
Na última sexta-feira (10), a estatal confirmou que vai fechar 250 agências em municípios acima de 50 mil habitantes. A empresa defendeu o que chamou de “projeto de fusão” das unidades e garantiu melhor atendimento após a expansão da medida.
“O projeto para fusão de agências dos Correios em todo o país vai tornar a rede de atendimento mais eficiente e melhorar a prestação de serviços à população. A implantação das mudanças será gradual para minimizar os impactos aos clientes com as adequações”, disse em nota, frisando que os fechamentos são reflexo da crise financeira pela qual passa a instituição.

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