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Portões dos 15 mil locais de prova fecham às 13h, pelo horário de Brasília.
G1 terá programa ao vivo e correção das provas feita por professores.
Com mais rigor na segurança e nas regras da correção da redação, a edição 2013 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a maior da história, ocorre neste sábado (26) e domingo (27) com recorde de inscritos: 7.173.574 pessoas.
Neste sábado (26), os candidatos farão a prova de ciências humanas e a de ciências da natureza, ambas com 45 questões. O tempo mínimo para permanecer na sala de provas é duas horas, e o tempo máximo para resolver as questões é de 4h30. No domingo (27), as provas serão de linguagens, matemática e redação, em 5h30 de duração.
G1 terá programa ao vivo
Uma hora após o término das provas, o G1 terá programa em vídeo ao vivo com professores do Curso de A a Z, do Rio, e do Projeto Educação, da Globo Nordeste, no Recife, e estudantes que fizeram o exame. Eles comentarão os níveis de dificuldade de cada uma das provas.Candidatos do Enem poderão enviar perguntas e comentários pelo Twitter usando a hashtag #G1noEnem.
Também depois do término das provas, o G1 vai trazer a resolução extra-oficial de cada uma das questões do Enem feita por professores dos cursinhos Etapa, de São Paulo, e Oficina do Estudante, de Campinas (SP).
Portões fecham às 13h (de Brasília)
Os portões dos mais de 15 mil locais de prova pelo país o exame fecharão pontualmente às 13h (do horário de Brasília). Por causa do fuso horário no território nacional é preciso consultar o horário local para não se confundir e perder o exame. Quem não entrar até o fechamento não poderá fazer a prova.
Para fazer as provas o candidato deve usar somente caneta preta feita de material transparente. O uso de canetas de outras cores, bem como lápis, lapiseira e borracha não são permitidos, por isso os estudantes não devem levar esses objetos.
Além disso, nenhum candidato poderá entrar na sala de provas sem apresentar um documento de identificação original com foto. Quem não tiver o documento deverá apresentar boletim de ocorrência emitido no máximo 90 dias antes da data da prova e se submeter a uma identificação especial e preenchimento de formulário próprio.
Os erros do passado fizeram com que o Ministério da Educação fechasse o cerco na segurança da prova aplicada em 1.661 municípios. Todos os 64 mil malotes de provas terão lacres eletrônicos e GPS.
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Bahia Noticias / Foto Reprodução
Com o aumento da cobrança de ICMS sobre bebidas alcoólicas de 17% para 27%, aprovado esta semana na Assembleia Legislativa da Bahia, o produto ficará mais caro a partir de janeiro de 2014, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes na Bahia (Abrasel-BA), Luiz Henrique Amaral. “Não posso precisar quanto será repassado para o consumidor. Hoje, vivemos uma equação perigosa: o serviço é caro para o cliente e a arrecadação é baixa para o proprietário. Isso não é bom porque compromete o investimento no setor”, declarou Amaral, em entrevista para o Correio e CBN. A elevação no percentual do ICMS terá impacto médio de R$ 0,26 por garrafa de 600 ml, de acordo com cálculos da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz).
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Agência Brasil / Foto: Ilustrativa
Os candidatos que vão fazer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos próximos sábado (26) e domingo (27) devem ficar atentos para não serem eliminados por descuido. Algumas atitudes no momento da prova podem desclassificar o estudante: a principal delas é tentar copiar as respostas de outro candidato ou utilizar material externo como anotações e aparelhos eletrônicos.
Na edição de 2012 do exame, o Ministério da Educação (MEC) fez um monitoramento das redes sociais durante os dois dias de prova, e 65 estudantes foram eliminados por postarem imagens na internet, inclusive do caderno de provas e do cartão especial para marcar o gabarito.
O edital do Enem lista as proibições que, caso sejam desobedecidas, estão sob pena de eliminação. Fique por dentro de todas as regras para não correr o risco de ter a sua prova anulada:
O que não pode levar:
Não é permitido portar lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borrachas, livros, manuais, impressos, anotações e quaisquer dispositivos eletrônicos. Por exemplo: calculadora, celular, tablet, iPod, iPad, pen drives, mp3 players, gravadores, relógios ou qualquer tipo de receptor ou transmissor de dados ou mensagens;
Não deixe nenhum objeto eletrônico no seu bolso. Se você levar algum desses objetos no dia da prova deverá guardar na embalagem que será fornecida pelo aplicador. Se for pego com eles durante a prova, ainda que não os esteja utilizando, poderá ser eliminado;
Também não é permitido usar óculos escuros, boné, chapéus, gorros ou viseiras;
Armas de fogo também estão proibidas na sala de prova, mesmo que o candidato tenha porte de arma;
A embalagem porta-objetos deverá ser lacrada, identificada pelo participante e mantida embaixo da carteira até a conclusão da prova.
O que não pode fazer:
O participante não poderá fazer qualquer espécie de consulta ou comunicar-se com outros candidatos durante as provas;
É expressamente proibido ao participante receber quaisquer informações referentes ao conteúdo das provas de qualquer membro da equipe de aplicação do exame;
Não será permitido ao candidato, durante a realização da prova, fazer anotações relativas às suas respostas em quaisquer meios;
O participante não pode deixar a sala antes de duas horas do início das provas.
O que não pode esquecer:
Assim que começar o exame, é importante conferir se não está faltando nenhuma página no seu caderno de provas;
As respostas das provas objetivas e o texto da redação deverão ser transcritos, com caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, nos respectivos cartões de resposta e folha de redação, que deverão ser entregues ao aplicador da sua sala ao término das provas;
As provas do Enem têm diferentes cores – o conteúdo é o mesmo, o que muda é a ordem em que as questões aparecem. Não esqueça de marcar no cartão de respostas a cor do caderno de provas que você recebeu. Sem essa informação, é impossível fazer a correção do gabarito que você marcou e a nota será zero;
Não se esqueça de assinar, nos espaços próprios, o cartão de resposta referente a cada dia de provas, a folha de redação, a lista de presença, a folha de rascunho e os demais documentos do exame;
Na capa do caderno de provas também estará escrita uma frase que você deve transcrever no cartão de resposta. Não esqueça de escrever a frase, caso contrário também será eliminado. Esse é um procedimento de segurança para conferir se a grafia bate com a da assinatura do candidato no documento de identidade.
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Bahia Noticias / Foto divulgação
A Câmara Federal votará a proposta do piso nacional dos agentes comunitários de saúde no próximo dia 12 de novembro. De acordo com o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB), a proposta inicial feita aos líderes partidários no Plenário foi votar o projeto no dia 5 do mesmo mês. Como não obteve resposta, o peemedebista decidiu marcar a votação para o dia 12. O pedido de urgência foi aprovado na quarta-feira (23), mas não houve quórum para a votação da matéria. Alves chegou a sugerir, antes da votação da urgência, o adiamento para assegurar um acordo que viabilizasse a aprovação efetiva da proposta, sem risco de veto presidencial. O projeto aguarda sete anos para ser votado na Câmara. Os agentes são responsáveis pelo acesso a serviços básicos de saúde de famílias brasileiras consideradas de baixa renda ou de áreas isoladas no país.
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Fonte: Jornal Estado de São Paulo / Politica
O Senado tem reembolsado gastos com refeições feito por senadores em contas que chegam a ultrapassar R$ 7 mil, conforme levantamento feito pelo Estado. Os parlamentares têm direito a custear refeições com dinheiro público, o que ajuda a aquecer o mercado da gastronomia em Brasília, que tem atraído grifes de restaurantes de outros Estados.
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) é um bom gourmet. Em homenagem a seu pai, o parlamentar levou amigos e parentes para jantar no Porcão, uma das mais caras churrascarias de Brasília, que oferece rodízio a R$ 105 por pessoa, e apresentou a conta ao Senado. A nota indica que o jantar custou aos cofres públicos R$ 7.567,60.
No mesmo dia do jantar, o plenário do Senado foi palco de uma homenagem ao pai do parlamentar, o ex-senador e ex-governador da Paraíba Ronaldo Cunha Lima, falecido em julho de 2012. Parentes, amigos e colegas do senador vieram a Brasília para participar do evento.
O ex-governador Cunha Lima ficou conhecido por ter disparado três tiros contra o seu antecessor Tarcísio Burity em um restaurante da capital João Pessoa. Em 2007 renunciou ao cargo de deputado federal para não ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo. Morreu sem ser condenado.
O senador Fernando Collor (PTB-AL) é um apreciador de comida japonesa. Neste ano, o Senado reembolsou três contas no restaurante Kishimoto, cada uma delas custando pelo menos R$ 1 mil. A assessoria do parlamentar já veio a público informar que os valores são usados para a alimentação dos funcionários do gabinete, gasto que é permitido pelas normas do Senado.
Na Câmara, a liderança do PSDB é campeã na apresentação desse tipo de nota. A preferência é pelo restaurante Coco Bambu, rede especializada em frutos do mar. Nos primeiros sete meses deste ano, foram 14 notas com valores entre R$ 1.280 e R$ 2.950. O valor total desembolsado pela Câmara nesse caso foi de quase R$ 27 mil.
Procedimentos. Ato publicado pelo Senado em 2011 que regulamenta os procedimentos para o ressarcimento das despesas dos senadores estabelece a apresentação de "nota fiscal ou nota fiscal eletrônica ou cupom fiscal original, em primeira via, datada e com a completa discriminação da despesa, isenta de rasuras, acréscimos, emendas ou entrelinhas, emitida em seu nome". Na nota à qual o Estado teve acesso está escrito apenas "refeições".
A churrascaria em que Cunha Lima ofereceu o jantar está entre as mais caras da capital federal. No cardápio, estão disponíveis carnes nobres e exóticas, como carne de avestruz. Considerando um consumo aproximado de R$ 200 por pessoa, incluindo sucos ou refrigerantes e taxa de serviço, o valor apresentado na nota seria suficiente para oferecer um jantar para 38 convidados.
O gabinete do senador informou que o uso da cota parlamentar é feito da forma mais transparente possível. Por iniciativa própria, todas as notas emitidas pelo parlamentar estão disponíveis em seu site. Segundo a assessoria de imprensa de Cunha Lima, o jantar ocorreu depois da sessão especial do Senado e contou com a presença de "autoridades e parlamentares". Apesar de não informar o número de convidados, o gabinete informou que "o senador é extremamente criterioso com os gastos".
Questionada sobre a ausência do consumo discriminado na nota, a assessoria do parlamentar afirmou que "se o Senado referendou o documento dessa forma, não cabe ao senador responder por isso". A nota foi apresentada na época em que a secretaria responsável por esse controle no Senado era comandada por outro diretor, que foi afastado do cargo.
Mensalmente, cada senador tem direito a usar R$ 15 mil mais o equivalente a cinco passagens aéreas de ida e volta a seu Estado de origem, o que faz com que o valor seja diferente para cada parlamentar. Cássio Cunha Lima pode solicitar reembolso de R$ 35.555,20 todos os meses.
O Senado informou que não há regra que delimite o gasto específico com restaurantes. O senador pode gastar até o valor total da cota com alimentação.
Divergência. Os dados apresentados pelo Portal da Transparência do Senado indicam que a Casa pagou R$ 690,20 a mais pelo jantar, na comparação com a nota arquivada na churrascaria. Um documento do restaurante, ao qual o Estado teve acesso, apresenta o valor de R$ 6.877,40, apesar de ter o mesmo número de série daquele apresentado ao Senado, onde consta o gasto de R$ 7.567,60.
No documento do restaurante, contudo, é possível observar que o valor menor foi escrito em cima do maior. Procurado, o Porcão informou que não adulterou a nota e que a diferença pode estar nos 10% cobrados pelo serviço.
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Foto: Getty Images / Bahia Noticias - Com informações do Portal Terra.
Pesquisadores afirmam que a calcinha estilo fio dental pode ser prejudicial à saúde íntima da mulher. Segundo Jill M. Rabin, professora do Albert Eisten College of Medicine, e a doutora Shieva Ghofrany, do Stamford Hospital, o fio dental não é sempre um risco, mas pode dificultar no tratamento de infecções. “Isso realmente depende da sua propensão para infecção. Se alguém é saudável, não existem riscos”, explicou Jill. “A questão é que se você tem uma predisposição para ter infecções, como urinária ou vaginal, realmente pode ser mais difícil se livrar delas se estiver usando calcinha fio dental”, completou. Muitas calcinhas fio dental, particularmente as mais rendadas e sensuais, são feitas de materiais que não deixam a pele respirar, ao contrário do algodão. No entanto, nem mesmo as calcinhas fio dental de algodão são 100% seguras. Isso porque, de acordo com as especialistas, o modelo cavado deixa a vulva feminina mais exposta a qualquer material que a mulher estiver vestindo, como lycra ou jeans.
As infecções podem ocorrer quando o equilíbrio do ambiente vaginal, incluindo os níveis de umidade de secreções vaginais, está em risco, diz Shieva. Os problemas mais comuns quando isso acontece são as infecções por fungos ou por bactérias, principalmente a vaginose bacteriana. A bactéria extra geralmente se manifesta pelo aumento da secreção, o que Shieva descreve como “ciclo vicioso do uso de fio dental”. O modelo também pode causar a irritação externa. Shieva afirma que já viu muitas pacientes com marcas na pele da vulva e perto do reto, exatamente na marca onde fica o fio dental. Quanto aos riscos médicos mais perigosos, estão problemas como hemorroidas. A especialista afirma que as calcinhas deste modelo não podem causar a doença, mas podem agravá-la. “Pode irritar o reto e inflamar ainda mais as hemorroidas", completa.
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Renato Araújo / Agência Brasil
Auditoria da Controladoria Geral da União realizada em 401 municípios, num universo de 11.686 residências que recebem a Bolsa Família, aponta que é necessário apertar a fiscalização contra fraudes e melhorar a gestão do programa.
“O calcanhar de Aquiles são os municípios. Faltam gestores capacitados para fiscalizar e executar a compatibilidade dos benefícios com as condicionalidades”, disse ao iG , o ministro Jorge Hage, da CGU.
“A reação da elite é compreensível: o povo pobre não depende mais do coronel local. O Bolsa Família é uma pancada na velha política do coronelismo”, cutuca Hage. “O que precisamos é aperfeiçoar os controles”, admite.
Ele afirma que os casos de recebimentos indevidos, detectados entre vereadores eleitos em 2012, representam 3% dos beneficiários e são pequenos diante da dimensão do programa.
“Seria ingenuidade imaginar que num programa que chega a 14 milhões de famílias e distribui mais de R$ 20 bilhões por ano não tentassem praticar desvios. O que não podemos, jamais, é baixar a guarda”, avisa Hage, que há sete anos, desde que tomou posse, está na linha de frente da guerra de “gato e rato” entre os órgãos de controle e os aproveitadores de plantão.
Foi da CGU, por exemplo, a recomendação para que o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) incluísse, já em 2008, no sistema um programa que rastreia e cruza informações sobre vereadores eleitos e os benefícios.
A medida surtiu um efeito surpreendente este ano: 2.272 vereadores foram flagrados recebendo o benefício mesmo depois da posse, em fevereiro deste ano. Na depuração, constatou-se que 104 casos não estavam irregulares e foram reincorporados ao cadastro, mas 2.168 acabaram cancelados.
Se por um lado a descoberta mostra pagamentos irregulares, por outro revela a inclusão de uma pequena fatia dos alvos do Bolsa Família – que chegaram às Câmaras Municipais e, portanto, a melhores salários –, nos sistemas políticos municipais.
A dificuldade em esclarecer se determinada família está ou não incluída entre os beneficiários é um dos defeitos da legislação que define os critérios do programa: a lei não obriga a comprovação da renda, ou seja, o candidato ao benefício apenas declara que tem renda inferior aos R$ 140,00 e passa a integrar o cadastro.
Para o ministro Hage, eventuais mudanças nesse critério só podem ser feitas pelo Ministério do Desenvolvimento Social. Ele afirma, no entanto, que graças às sugestões da CGU e do Tribunal de Contas da União (TCU), o MDS vem aperfeiçoando os controles e agindo rapidamente diante da constatação de irregularidades.
No caso dos vereadores, o pagamento irregular foi descoberto assim que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizou em seu banco de dados a lista dos eleitos em 2012. O resultado sai de um rastreamento automático, que acessa também o banco de dados de outros órgãos públicos. Nele estão informações sobre crédito, programas sociais, formação de empresas, propriedade de veículos e até doações eleitorais para confrontar informações. Não escapam nem os sistemas de crédito a agricultura familiar ou novos donos de carro usado.
Segundo o relatório da CGU, o pente fino localizou um total de 664.978 benefícios irregulares – 273.263 deles em 2011 e 391.715 no ano passado –, num total de R$ 73.582.456,11. No lugar dos que foram cancelados, entrou um número idêntico de famílias que aguardavam na fila.
O levantamento também constatou que em 31% das famílias entrevistadas, as informações cadastrais estavam desatualizadas, 31,4% delas não foram localizadas nos endereços registrados no cadastro do MDS e em 9,3% havia indícios de renda superior. Constatou-se também que em 51 dos 401 municípios não havia acompanhamento das condicionalidades (frequência escolar, vacinação, atendimento a gestantes, etc.), 81 não tinham acesso a informações básicas e em outros 128 faltavam meios adequados para atuar.
O ministro Jorge Hage diz que apesar das falhas, o Bolsa Família tem comprovada eficácia no rompimento do ciclo da pobreza, com a transferência direta de renda, acesso a saúde, educação e assistência social.
“Duvido que algum governante tenha coragem de mexer no Bolsa Família”, desafia o ministro. Segundo ele, os índices de irregularidade podem ser considerados baixos quando comparados com a eficácia do programa e a capacidade do governo em corrigi-lo.
Ele admite, no entanto, que como se trata de um programa de responsabilidade compartilhada, é necessário fortalecer os municípios, melhorando a gestão, capacitando as instâncias de controle social e facilitando o acesso aos bancos de dados. Garante também que o Bolsa Família melhorou a cidadania e o exercício do voto livre.
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9 bilhões de Reais será o custo da criação de novos municípios / Foto: Reproduçã / Fonte: Macaúbas ON-OFF
Nesta semana a União das Prefeitura da Bahia (UPB), presidida por Maria Quitéria (35), prefeita do pequeno município de Cardeal da Silva, conclama as prefeituras da Bahia a fecharem as portas na próxima sexta 25, em protesto a “falência” dos municípios da Bahia.
Para evitar isso os gestores cobram a “aprovação urgente da PEC 39/2013, pela ampliação de 2% nos repasses ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM)”. Em nota, a UPB aponta que “estimativas da Receita Federal e do Tribunal de Contas da União, entre 2009 e 2012, [calcula que] os municípios baianos acumularam prejuízos de R$ 496 milhões”…
Nesta quarta-feira (16) o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei que devolve, depois de 17 anos, às assembleias legislativas a competência para examinar a criação de novos municípios. A proposta cria novas regras para criação, fusão, incorporação e desmembramento de municípios…. A medida abre caminho para a regularização de 57 municípios e ainda permite a criação de outros 400.
Ou seja, enquanto uns gemem outros dançam, enquanto um afogam na lama muitos brindam… E tudo isso no mesmo quintal: Brasil… Parecem que vivem em épocas e territórios distintos…
A criação de novos municípios, segundo estudos, pode gerar gastos anuais em torno de 9 bilhões de Reais. Dinheiro suficiente para tirar do buraco todos os municípios em crise no Brasil, principalmente os nordestinos que sofrem com a seca e o esquecimento dos políticos.
Em ano eleitoral criar novos municípios, criar novos cargos e políticos é o desejo das velhas raposas de gabinetes, dos parasitas da Nação, dos políticos profissionais que não vivem sem mandato ou sem as “tetas públicas”. E assim mais 500 anos…
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Documentos e papéis apreendidos em operação no Detran. (Foto: Guilherme Brito / G1)
Até as 12h, 88 pessoas tinham sido presas, entre elas três PMs.
Operação visa cumprir 122 mandados de prisão e 35 de busca e apreensão
Agentes da Corregedoria do Detran-RJ, com apoio do Ministério Público (MP), da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) e diversas delegacias, tinham prendido 88 pessoas, até as 12h desta sexta-feira (18), durante uma operação para desarticular quadrilha de fraudes de documentação e vistorias.
De acordo com a Corregedoria do órgão, a quadrilha que praticava as fraudes faturava cerca de R$ 2 milhões por mês. "Quase 700 carros foram identificados e acreditamos que a quadrilha faturava R$ 2 milhões por mês. A propina gasta pelos proprietários variava entre R$ 50 a R$ 1 mil pelo serviço", afirmou o Anthony Alves, corregedor do Detran.
A megaoperação visa cumprir 122 mandados de prisão e 35 de busca e apreensão no Rio e outros 16 municípios da Região Metropolitana, Baixada Fluminense e interior do estado. Segundo o Detran, esse é o maior esquema de corrupção da história do órgão.
Ao todo, as promotorias de Santa Cruz, Barra da Tijuca e Campo Grande denunciaram 181 pessoas pelos crimes de associação criminosa, corrupção passiva e ativa, falsidade ideológica, felsificação de documento público, inserção de dados falsos e supressão de documento público. Entre esses, a Justiça requereu a prisão preventiva de 122 pessoas. Entre os procurados estão funcionários de oito postos de vistorias do Detran, entre zangões e despachantes, e pelo menos um dos chefes desses locais.
As investigações sobre a quadrilha do Detran começaram em março deste ano e dão conta que o esquema consiste na aprovação de veículos sem condições mínimas através do pagamento de propina. Em alguns casos, os veículos nem eram levados para os postos e tinham os documentos liberados em troca de propina.
O valor pago aos funcionários variava entre R$ 50 e mais de R$ 1 mil por operação, dependendo do cliente, dos fraudadores envolvidos, da dificuldade e do número de serviços envolvidos. A quadrilha atuava nos postos de Santa Cruz, Campo Grande e Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, Irajá e Vila Isabel, na Zona Norte, Belford Roxo e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, São Gonçalo, na Região Metropolitana, além da sede.
Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça flagraram inúmeras ligações entre os vários denunciados, tratando do funcionamento da quadrilha. Outras 59 pessoas podem ser presas caso não paguem o valor da fiança estabelecido pela Justiça.
Do total de denunciados, 136 eram funcionarios do Detran e, até as 12h de sexta, 88 pessoas já haviam sido presas na ação conjunta entre a corregedoria do Detran, policiais da delegacia de repressao ao crime organizado (Draco) e Ministério Público. Entre os presos estão 3 policiais miliares que atuavam como peritos licenciadores no esquema.
Segundo o corregedor do órgão, muitos funcionários presos não tinham praticado outros crimes anteriormente. "A maioria dos funcionários não conheciam a seara criminal, eram réus primários e agora podem pegar até 20 anos de prisão", comentou.
A polícia identificou um homem como Marquinhos Santa Cruz, da Zona Oeste do Rio, que seria um dos líderes da quadrilha no Detran e que também estaria articulado com milicianos da Zona Oeste.
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Fonte: Blog da Resenha Geral
São 17 anos de entrave e espera. Os estados brasileiros poderão voltar a criar, fundir, incorporar e desmembrar territórios, através das suas Assembleias Legislativas. O Senado da República aprovou ontem (16) Projeto de Lei Complementar nº 98/2002. Agora só falta a sanção da presidente Dilma Roussef e a criação de normas para que vários distritos possam ser emancipados.
No ano de 1983, o distrito de José Gonçalves teve oportunidade de emancipação, mas o NÃO foi vitorioso no plebiscito que contou com apoio do prefeito da época José Pedral Sampaio (MDB).
Na região Sudoeste da Bahia são os seguintes distritos com perfil de emancipação e que já estão na fila a quase 20 anos. Vitória da Conquista tem José Gonçalves, Bate-Pé e Inhobim. Na Serra Geral, Médio São Francisco e Chapada Diamantina estão os distritos de Vila do Café (Encruzilhada); Ibitira (Rio do Antônio); Tauape (Licínio de Almeida); Quaraçu e Lagoa Grande (Cândido Sales); Iguatemi (Livramento de Nossa Senhora); Suçuarana (Tanhaçu); Irundiária (Jacaraci); Lucaia (Planalto); Barra Nova (Barra do Choça); Mutans (Guanambi); Entrocamento (Jaguaquara); Maniaçu e Brejinho das Ametistas (Caetité); Santa Terezinha (Macaúbas) e Ibiajara (Rio do Pires), e outros municípios de outras regiões da Bahia.
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Atriz contou ainda que foi ela quem pediu para participar do episódio
Maitê Proença contou que pediu desculpas à TV Globo após participar do episódio "Maitêndo Fundo", do "Porta dos Fundos". Segundo revelou em entrevista ao "Roda Viva" (Cultura), a atriz disse que pediu desculpas por participar sem pedir autorização.
"Eu tive que pedir desculpas à Globo, sou contratada da emissora, não deveria ter feito essa brincadeira", explicou Maitê, segundo o jornal Folha de S.Paulo. No episódio, considerado um dos mais polêmicos do humorístico, a atriz chega a um set de gravação de um filme pornô sem ter lido o roteiro.
Maitê contou ainda que foi ela quem pediu para participar do episódio, mas disse que não vai mais participar do humorístico. "Eu pedi para eles que o tema fosse uma coisa bem baixa. Para fazer o comum eu faço pela TV, pela porta da frente. Disse a eles que queria que fosse baixo. Daí, claro, eles deitaram e rolaram", contou a atriz. (fonte: correio)
Assista
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Operação Tarja Preta cumpriu mais de 123 mandados em 19 cidades goianas. Esquema movimentou, neste ano, cerca de R$ 15 milhões, segundo MP-GO.
Doze prefeitos goianos foram presos durante a Operação Tarja Preta, deflagrada na manhã desta terça-feira (15) pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO). Eles são suspeitos de participar de fraudes em licitações para a compra de medicamentos. “Até agora sabemos que o esquema movimentou, só neste ano, cerca de R$ 15 milhões de recursos públicos”, explicou o procurador-geral de justiça de Goiás, Lauro Machado Borges.
No total, 27 mandados de prisão foram cumpridos em 19 municípios do estado e nas cidades de Barra dos Garças e Pontal do Araguaia, no Mato Grosso. O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) expediu mandados de prisão temporária (cinco dias) para os prefeitos, que foram levados no fim da tarde para o Núcleo de Custódia de Goiânia.Também foram presos na operação seis secretários municipais, empresários e advogados.
Com os investigados, foram apreendidos cerca de 20 malotes de documentos que serão periciados pelo MP-GO. Entre eles estão licitações, notas fiscais, computadores e R$ 56 mil em dinheiro. "Agora essas provas serão analisadas e tudo indica que os valores movimentados pelo grupo criminoso vão aumentar", ressaltou o procurador-geral.
Os prefeitos presos são: Aurélio Mendes (PSDB) de Aragarças, Delson José Santos (PSDB) de Carmo do Rio Verde, Zilmar Alcantâra (PTB) de Inaciolândia , Janduhy Diniz (PSDB) de Rialma, Glimar do Prado (PP) de Uruana, Romário Vieira da Rocha (PR) de Corumbaíba, Marcos Roger Garcia Reis (PMDB) de Cromínia, Neldes Beraldo Costa (PT) de Perolândia, Sinomar José do Carmo (PMDB) de Aloândia, Fausto Brito Luciano (PSDB) de Araguapaz e Otair Teodoro Leite (PSDB) de Piranhas. Já em Pires do Rio foi efetuada a prisão do ex-prefeito Luiz Eduardo Pitaluga da Cunha (PSD), que foi cassado em 17 de setembro deste ano.
Os advogados do prefeito de Inaciolândia, Zilmar Alcântara (PTB), disseram que vão se pronunciar assim que tomarem conhecimento da situação. Já o defensor do administrador de Cromínia, Marcos Roger Garcia Reis (PMDB), disse que vai entrar com o pedido de relaxamento de prisão.
O prefeito de Rialma, Janduhy Diniz (PSDB), alega que o MP-GO agiu com excesso ao pedir a prisão dele. Em Corumbaíba, a defesa de Romário Vieira da Rocha (PR) disse que ele colabora com as investigações. Já em Uruana ninguém quis se manifestar sobre a prisão de Glimar do Prado (PP).
O G1 também tenta contato com as demais prefeituras envolvidas, mas não obteve sucesso até a publicação da reportagem.
Fraudes em licitações
De acordo com a investigação do Centro de Segurança Institucional de Inteligência (CSI), do MP-GO, em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), a base da organização criminosa era formada por seis empresas do ramo de medicamentos sediadas em Goiânia, que fizeram uma espécie de loteamento de licitações em todo o estado para a venda de produtos superfaturados.“As fraudes tiveram início na última eleição municipal, quando os prefeitos envolvidos foram aliciados pela quadrilha. Em troca do financiamento de campanha, os futuros administradores garantiam exclusividade as empresas para a venda de medicamentos nas cidades”, explicou o coordenador do CSI, José Carlos Nere.
Depois de eleitos, esses prefeitos e demais envolvidos cumpriram o acordo e participavam das irregularidades, fraudando documentos para que a atividade tivesse a aparência de legalidade. “As empresas se dividiam entre elas, pois uma cobria a outra nas falsas licitações. A própria quadrilha montava o edital e já definia alguns critérios que restringiam as concorrentes que não eram do grupo. Com isso, vendiam da forma e com o preço que quisessem”, ressaltou o coordenador.
As fraudes também aconteciam nos casos emergenciais, em que é dispensada a necessidade de licitação. “Esse procedimento era para ser executado somente em casos extremos, mas virou prática rotineira nesses municípios. Além disso, todo o processo era conduzido de maneira a favorecer determinadas empresas”, explicou Nere. Segundo ele, o pagamento as empresas eram feitos por meio de vales e as notas fiscais, com valores superfaturados, eram emitidas com datas retroativas.
Segundo a investigação, um escritório de advocacia de Goiânia chamava distribuidoras de medicamentos para participar do esquema. Esse escritório montava os processos para a concorrência pública, indicando aquela que venceria a licitação como menor preço, já superfaturado.
Em uma das cidades, segundo o promotor do Gaeco, Juan Borges, os funcionários reclamaram da chegada de uma carga de medicamentos de alto custo, usados exclusivamente em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). “No entanto, só havia postos de saúde e nenhum hospital na cidade”, disse.
Em outro caso, uma licitação de remédios, que estava com preços acima dos praticados no mercado, ainda teve o acréscimo de uma “comissão” para o prefeito. “No total, uma compra no valor de R$ 120 mil, já superfaturada, ainda foi acrescida em R$ 20 mil para pagamento de propina e impostos. No fim, a nota ficou em R$ 146 mil”, relatou Borges.
Mandados de prisão
Com o apoio da Polícia Militar, o MP cumpriu 123 mandados. Além de prefeitos, as diligências atingiram secretários de saúde, funcionários da administração pública, empresários e advogados.De acordo com a promotoria, a organização criminosa era investigada há mais de um ano. Eles são suspeitos de formação de cartel, peculato, corrupção, indevida dispensa de licitação, falsificação de documentos e de lavagem de dinheiro. Na somatória dos crimes, segundo o MP-GO, a pena mínima para os crimes é de 15 anos e três meses e a máxima chega a 59 anos de prisão.
A Operação Tarja Preta iniciou por volta das 5 horas da manhã. Participam 70 promotores de Justiça e 386 agentes da PM de Goiás e do Mato Grosso.
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No Brasil, o Dia dos Professores é comemorado hoje, e tem suas origens no dia 15 de outubro de 1827 (que é também dia de Santa Teresa de Ávila) e foi quando D. Pedro I imperador do Brasil institucionalizou o Ensino Elementar no Brasil. Este decreto, além de falar do ensino elementar em todo o Brasil, falava também de salário de professores e até como os professores deveriam ser contratados. Mas, somente em 1947 que a data foi oficialmente criada e dedicada aos professores.
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O Destaquebahia parabeniza á todos os professores pelo seu dia; e dedica esta singela poesia redgida por FABIANO NEVES.
Com o seu jeito especial de ser
Ele (a) ensina, aprende, tolera
seja do Superior ao ABC
O Professor nos conduz a uma nova Era.
As vezes sem a remuneração devida
Pela responsabilidade que tem nas mãos
Atravessa rios, desertos, sertão
Para ensinar, mais que lições de vida.
Como existiria o advogado, juiz, doutor
Se antes por ele não tivesse passado
Pai, mãe, amigo; de tudo um pouco é o professor
Feliz de quem, absorve e pratica o seu legado
Parabéns por este que é o seu dia
Mesmo não tendo muito o que comemorar
Pois o que de direito teria
As vezes no braço e no grito tem que conquistar.
Se o governo não os veem como devia
Não se encham de agonia,
nem muito menos desista de ensinar
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Foto Reprodução/ Fonte Bahia Noticias
O Ministério Público do Distrito Federal quer ouvir o ex-presidente Lula em investigação sobre a suposta prática de caixa dois na campanha na qual o petista foi eleito para o Palácio do Planalto, em 2002. A apuração foi iniciada após denúncia feita no ano passado pelo empresário Marcos Valério, o operador do esquema do mensalão, que também será notificado para prestar depoimento. Como ambos foram chamados como testemunhas, não há obrigatoriedade de comparecer, de acordo com a Folha de S. Paulo. “Devemos chamar os dois, mas não é obrigatória a presença”, afirmou o promotor Mauro Faria, responsável pelo inquérito na Promotoria Eleitoral. O petista anunciou, por meio de sua assessoria, que não iria comentar o assunto. Valério disse, no depoimento do ano passado, que a siderúrgica Usiminas doou R$ 1 milhão à campanha de Lula fora da contabilidade oficial.
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A empresa de telefonia TIM foi condenada a pagar uma indenização de R$ 5 milhões por "danos sociais", por suspeita de derrubar de propósito ligações de clientes de um plano pré-pago. O valor será dividido entre a Santa Casa e o Hospital do Câncer do município de Jales, no interior paulista.
A companhia também terá de indenizar uma consumidora em R$ 6 mil por danos morais. A decisão foi do juiz Fernando Antonio de Lima, do Juizado Especial Cível e Criminal de Jales.
A TIM informa que vai ingressar com recurso contra a decisão e diz que "não está previsto no ordenamento jurídico brasileiro o pagamento de danos sociais".
Ligações de plano pré-pago sofriam quedas
A consumidora que entrou com ação contra a TIM em Jales tinha contratado o plano pré-pago Infinity, que oferecia ligações para outros números da mesma operadora a R$ 0,25. Ou seja: a cobrança era feita por ligação, não por minuto de chamada.
Segundo a cliente, no entanto, as ligações sofriam interrupções constantes, o que a obrigava a fazer novas chamadas e pagar novamente a tarifa. Isso não acontecia quando as chamadas eram feitas para outras operadoras (nesse caso, a cobrança era por minuto).
O juiz considerou que a consumidora tem direito a indenização de R$ 6 mil. Além disso, concluiu que a conduta da empresa provocou um dano coletivo.
Por isso, a TIM também foi condenada a pagar uma reparação por dano social no valor de R$ 5 milhões. Esse valor deverá ser repartido entre a Santa Casa (R$ 3,5 milhões) e o Hospital do Câncer do município de Jales (R$ 1,5 milhão).

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