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  • Tarifa de energia elétrica deve subir, em média, 5,6% em 2023 diz Aneel

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima que a tarifa de energia elétrica deve subir, em média, 5,6% em 2023. O dado foi apresentado nesta quarta-feira (23) ao grupo de Minas e Energia do governo de transição. A projeção da agência é que, no próximo ano, sete distribuidoras tenham reajuste superior a 10%; 15 distribuidoras, reajuste entre 5% e 10%; 17 distribuidoras, reajuste entre 0% e 5%; e 13 distribuidoras, reajuste inferior a 0%. No relatório apresentado durante a reunião com o grupo de transição, a Aneel destacou que os percentuais de reajuste dependem de premissas que podem ser alteradas até a homologação dos processos tarifários. No encontro com o grupo de Minas e Energia, foram abordados ainda temas como a abertura do mercado livre, a evolução das tarifas, a qualidade do serviço, questões relativas à tarifa social, universalização, qualidade do serviço e satisfação do usuário.







  • Erasmo Carlos morre aos 81 anos no Rio de Janeiro

    O Brasil se despede nesta terça-feira (22) do Tremendão. Erasmo Carlos morreu aos 81 anos na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O artista tratava uma infecção pulmonar desde o início do mês de outubro. O músico tinha sido internado em dezembro de 2021 após um diagnóstico de Covid-19. Na época, ele já estava vacinado e ficou em observação no hospital apenas por precaução da família. No início deste mês de novembro, o artista comemorou alta após duas semanas de internação no Barra D'Or para realizar exames e tratar uma síndrome edemigênica. Na terça-feira (22), voltou a ser internado e foi intubado. O cantor publicou uma foto com a esposa Fernanda para comemorar a recuperação.  “Ressuscitei no Dia de Finados e tive alta do hospital! Obrigado a Deus, a todos que cuidaram de mim, rezaram por mim e se torceram pela minha recuperação… Essa foto com a Fernanda traduz como estamos felizes”, postou na ocasião. Erasmo Carlos participou efetivamente junto com Roberto Carlos e com Wanderléa do programa Jovem Guarda, onde recebeu o apelido de Tremendão. Entre os maiores sucessos de sua carreira estão as músicas “Gatinha Manhosa” e “Festa de Arromba”. Em 2014, Erasmo se despediu do seu único filho, Alexandre Pessoal, vítima de um acidente de moto. Erasmo deixa a esposa Fernanda Passos, de 32 anos de idade.



  • Gasolina sobe pela 6ª semana seguida mesmo sem reajuste da Petrobras

    A gasolina subiu de preço nos postos de abastecimento pela sexta semana seguida, e permanece acima dos R$ 5 por litro, mostra levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desta vez, entre 13 e 19 de novembro, diz a ANP, o preço médio do litro do combustível nas bombas subiu 0,6%, para R$ 5,05, ante R$ 5,02 na semana imediatamente anterior. Já são seis aumentos semanais seguidos ao consumidor, apesar de a Petrobras manter o preço do combustível congelado há 83 dias em suas refinarias. A gasolina sobe desde 2 de outubro, quando o litro chegou a R$ 4,79. Desde então, o produto acumula alta de 5,4% nas bombas. Os aumentos mais recentes se devem, sobretudo, à alta de preços do etanol anidro, que compõe 27% da mistura da gasolina. Na semana de referência, o litro do biocombustível recuou 0,73%, para R$ 3,27. Nas últimas dez semanas, porém, a alta acumulada do insumo já chega a 15,2%. Esse aumento vai sendo aos poucos repassado ao preço final da gasolina. Nas semanas anteriores, pesaram aumentos pontuais no preço da gasolina realizados por refinarias privadas, importadores e varejistas. Mas a maior dessas refinarias totalmente privadas, a de Mataripe (BA), da Acelen, vem reduzindo seus preços há pelo menos três semanas. A Acelen responde por cerca de 14% da produção nacional de gasolina.







  • Petrobras reduz preço do gás de cozinha nas refinarias em 5,2%

    A Petrobras anunciou uma redução de 5,2% no preço médio do GLP, o gás de cozinha, vendido em suas refinarias a partir desta quinta-feira, 17. Segundo a estatal, o preço médio de venda de GLP da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,7842/kg para R$ 3,5842/kg, uma redução de R$ 0,20 por quilo do produto. Com isso, o preço do botijão de 13 quilos, amplamente consumido pela população, vai cair R$ 2,60, para R$ 46,59. No comunicado, a Petrobras informou que a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da empresa. Essa política, informa a companhia, "busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio". Na última sexta-feira, 11, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostrou, em seu levantamento semanal, que o preço médio botijão de 13 quilos de GLP ao consumidor subiu 0,5%, de R$ 109,86 para R$ 110,42, entre os dias 6 e 12 de novembro.



  • Saiba quem são os integrantes da equipe de transição de Lula até aqui

    A equipe de transição do governo do presidente eleito, Lula (PT), que é dividida em 31 áreas temáticas, tem tido anúncios de novos membros ao longo das semanas pós-eleição. Os novos membros são anunciados pelo coordenador da transição e vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB). Até aqui, já foram anunciados alguns nomes, que não necessariamente continuarão no novo governo, mas alguns podem assumir ministérios ou secretarias. 
    Coordenação executiva- 
    Floriano Pesaro, ex-deputado federal; 

    Coordenação de articulação política
    Gleisi Hoffman, presidente nacional do PT

    Coordenação de grupos técnicos
    Aloizio Mercadante, um dos fundadores do PT

    Coordenação de organização da posse
    Rosângela Silva, a Janja, esposa de Lula, futura primeira-dama e socióloga

    Grupos técnicos:

    Assistência social
    Simone Tebet (MDB);
    Márcia Lopes, assistente social e professora;
    Tereza Campello, economista;
    André Quintão, deputado estadual.

     

    Cidades e Habitação
    Guilherme Boulos, deputado federal eleito (PSOL);
    Márcio França (PSB), ex-governador de São Paulo;
    Ermínia Maricato, arquiteta e urbanista;
    Evanise Lopes Rodrigues, mestre em urbanismo;
    Geraldo Magela, ex-deputado federal;
    Inês Magalhães, ex-ministra das Cidades;

    Comunicações
    Paulo Bernardo, ex-ministro das Comunicações;
    Jorge Bittar, ex-deputado federal;
    Cezar Alvarez, ex-secretário do Ministério de Comunicações;
    Alessandra Orofino, especialista em economia e direitos humanos formada na Universidade de Columbia.

    Desenvolvimento Regional
    Randolfe Rodrigues, senador (Rede Sustentabilidade-AP);

    Direitos Humanos
    Maria do Rosário, deputada federal e ex-ministra de Direitos Humanos;
    Silvio Almeida, advogado;
    Luiz Alberto Melchetti, doutor em economia;
    Janaína Barbosa de Oliveira, representante do movimento LGBTQIA+;
    Rubens Linhares Mendonça Lopes, do setorial do PT para pessoas com deficiência;
    Emidio de Souza, deputado estadual (SP);
    Maria Victoria Benevides, socióloga, professora doutora.

    Economia
    André Lara Resende, economista;
    Guilherme Mello, economista;
    Nelson Barbosa, economista;
    Pérsio Arida, economista.

    Educação
    Henrique Paim, ex-ministro da Educação;
    Andressa Pellanda, coordenadora da Campanha pelo Direito à Educação;
    Alexandre Schneider, ex-secretário municipal de Educação de São Paulo;
    Binho Marques, ex-governador do Acre;
    Claudio Alex, presidente Conif;
    Heleno Araújo, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE);
    Macaé Evaristo, deputada federal eleita por MG;
    Maria Alice Setubal, presidente do Conselho Consultivo da Fundação Tide Setubal;
    Paulo Gabriel, ex-reitor da UFRB;
    Priscila Cruz, presidente executiva do Todos Pela Educação;
    Ricardo Marcelo Fonseca, presidente da Andifes;
    Rosa Neide
    Teresa Leitão

    Esporte
    Ana Moser
    Edinho Silva
    Isabel salgado
    José Luís Ferraresi
    Marta Sobral
    Mizael Conrado
    Nádia Campeão
    Raí Souza de Oliveira
    Verônica Silva Hipólito

    Infraestrutura
    Alexandre Silveira
    Gabriel Galipolo
    Maurício Muniz
    Miriam Belchior
    Paulo Pimenta
    Vinicius Marques
    Fernanda Batista
    Marcos Cavalcante

    Juventude
    Bruna Chaves Velaz
    Gabriel Medeiros de Miranda
    Gilberlândio Miranda Santana
    Keli dos Santos Araújo
    Marcos Barão
    Nádia Beatriz Martins Garcia Pereira
    Nilson Florentino Júnior
    Thiago Augusto Morbac
    Sabrina Santos

    Cultura 
    Áurea Carolina, deputada federal (PSOL-MG);
    Lucélia Santos, atriz e ex-candidata a deputada federal pelo PSB
    Márcio Tavares, Secretário Nacional de Cultura do PT;
    Margareth Menezes, cantora

    Igualdade Racial
    Nilma Lino Gomes, ex-ministra de Igualdade Racial;
    Givânia Maria Silva, quilombola e doutora em sociologia;
    Douglas Belchior, professor;
    Thiago Tobias, do Coalizão Negra;
    Ieda Leal, Movimento Negro Unificado (MNU);
    Martvs das Chagas, secretário do Planejamento de Juiz de Fora;
    Preta Ferreira, movimento negro e movimento de moradia.

    Indústria, Comércio e Serviços
    Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul;
    Jackson Schneider, executivo da Embraer e ex-presidente da Anfavea;
    Rafael Lucchesi, diretor-geral do Senai Nacional;
    Marcelo Ramos, deputado federal (AM); 

    Pequenas Empresas
    Paulo Okamotto, ex-presidente do Sebrae e do Instituto Lula;
    Paulo Feldmann, professor da USP;
    Tatiana Conceição Valente, especialista em economia solidária;
    André Ceciliano, presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

    Mulheres
    Anielle Franco, diretora do Instituto Marielle Franco e irmã da vereadora morta;
    Roseli Faria, economista;
    Roberta Eugênio, mestre em direito, pesquisadora do Instituto Alziras e ex-assessora de Marielle Franco;
    Maria Helena Guarezi, ex-diretora de Itaipu e amiga pessoal de Janja;
    Eleonora Menicucci, ex-ministra da Secretaria de Política para Mulheres;
    Aparecida Gonçalves, ex-secretária Nacional da Violência contra a Mulher.

    Planejamento, Orçamento e Gestão
    Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda;
    Enio Verri, deputado federal (PT-PR);
    Esther Dweck, economista e professora da UFRJ;
    Antonio Corrêa de Lacerda, presidente do Conselho Federal de Economia.

    Saúde
    Humberto Costa, senador (PT)

    Conselho político de transição
    Antônio Brito, deputado federal (PSD);
    Carlos Siqueira, presidente PSB;
    Daniel Tourinho, presidente do Agir;
    Felipe Espírito Santo, direção do Pros;
    Guilherme Ítalo, direção do Avante;
    Jader Barbalho, senador (MDB);
    Jefferson Coriteac, vice-presidente do Solidariedade;
    José Luiz Penna, presidente do PV;
    Juliano Medeiros, presidente do PSOL;
    Luciana Santos, presidente do PC do; B;
    Renan Calheiros, Senador do MDB;
    Wesley Diógenes, porta-voz da Rede;
    Wolney Queiroz, deputado federal (PDT).

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  • Menino de 9 anos filma próprio estupro para convencer a mãe: 'Agora você tem a prova'

    Um menino de apenas 9 anos filmou o próprio estupro para convencer a mãe de que estava sendo abusado sexualmente pelo ex-namorado dela. O caso aconteceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, e, segundo a Polícia Civil, o autor é um homem de 55 anos que foi preso na manhã desta quinta-feira (10), durante a Operação "Rompendo o Silêncio". O relacionamento entre a mãe da vítima e o suspeito aconteceu há cerca de 10 anos, mas o homem seguiu frequentando a casa da família por ter feito amizade com avó do menino. A criança contou que há cerca de três meses tinha sido acariciada pelo homem. O estupro gravado pelo menino aconteceu há 15 dias. "O vídeo feito pela própria criança demonstra o ato libidinoso. O homem frequentava a casa, almoçava com a família e tinha uma relação de confiança com o próprio menino", disse a delegada Alessandra Aparecida Azalim, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). No vídeo o menino diz "viu, mãe, agora você tem a prova do que está acontecendo".  Ainda de acordo com Azalim o homem confessou o crime. "Ele mostrou o vídeo para a família, que procurou a Polícia Civil. Instauramos inquérito policial e representamos pela prisão temporária dele", explicou a delegada. Ele foi levado para a Penitenciária Ariosvaldo Campos Pires.



  • Mercado reage mal a fala de Lula, que diz: 'Fica nervoso à toa'

    O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva publicou nas redes sociais vídeo de sua declaração à imprensa em que relativiza a reação do mercado financeiro às suas críticas à "estabilidade fiscal". Junto ao vídeo, Lula escreveu: "Podem ficar tranquilos". Conforme o Broadcast Político noticiou há pouco, ao deixar o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede do governo de transição, Lula afirmou que o mercado financeiro fica "nervoso à toa" no Brasil. "Nunca vi tão sensível como o nosso", afirmou. "Engraçado que mercado não ficou nervoso com quatro anos de Bolsonaro", acrescentou, com leve risada e tom de ironia. O dia foi de liquidação dos ativos brasileiros após Lula, em discurso, criticar "a tal da estabilidade fiscal" e defender a ampliação de gastos públicos para combater a miséria.







  • Câmara aprova projeto que torna hediondos crimes sexuais contra criança e adolescente

    A Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (9), um projeto de lei que aumenta as penas de crimes sexuais contra crianças e adolescentes, classificando-os como hediondos. Agora, a proposta segue para o Senado. O Projeto de Lei 1776/15, de autoria dos deputados Paulo Freire Costa (PL-SP) e Clarissa Garotinho (União-RJ), prevê que o condenado por crimes mais graves dessa natureza, previstos no Código Penal ou no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), não terá direito à saída temporária, passível de concessão para presos com bom comportamento. Pelo texto aprovado, passam a ser considerados hediondos crimes como: maus-tratos ou lesão corporal e abandono de criança ou adolescente seguidos de morte; registrar, vender, expor à venda, possuir ou adquirir cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente; aliciar, assediar, instigar ou constranger criança ou adolescente com o fim de que ela pratique ato libidinoso; submeter criança ou adolescente à exploração sexual, entre outros. O condenado por crime hediondo não pode contar com anistia, graça, indulto ou fiança; começa a cumprir a pena em regime fechado; e precisa cumprir mais tempo no presídio para contar com o regime semiaberto. Atualmente apenas o estupro de vulnerável e o favorecimento de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável são considerados crimes hediondos.



  • PRF ampliará fiscalização nas estradas no feriado prolongado do dia 15

    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou, na madrugada de hoje (11), a Operação Proclamação de República 2022. É para garantir segurança e fluidez nas rodovias federais, bem como prevenir acidentes  e criminalidade em locais onde as estatísticas indicam maiores riscos. O policiamento será reforçado principalmente nas estradas mais movimentadas. A operação está prevista para terminar no fim do dia 15 de novembro, na próxima terça-feira, o que, segundo a PRF, deve resultar em uma maior circulação de veículos devido ao feriado prolongado - fatores que, na avaliação do órgão, “contribuem para o aumento da violência no trânsito, podendo provocar elevação na quantidade de acidentes graves, feridos e mortos”. A fim de prevenir maiores problemas, a PRF vai direcionar ações de policiamento e fiscalização com foco na segurança viária, “em especial na prevenção e redução da gravidade dos acidentes de trânsito, bem como intensificar o enfrentamento à criminalidade”.







  • Covid-19: Nova variante da Ômicron assusta brasileiros após eleições

    A diminuição dos casos de Covid-19 nos últimos meses permitiu que os brasileiros relaxassem nas medidas de combate à doença. Porém, o surgimento de uma nova variante, aliado a pouca adesão às doses de reforço das vacinas e as aglomerações durante campanha eleitoral, aumentaram a taxa de transmissão. Com isso, ampliou as internações e o risco de uma nova onda às vésperas das festas de fim de ano. A morte de uma mulher em São Paulo, contaminada pela subvariante BQ.1, acendeu o alerta de vez.A BQ.1 é uma das mais recentes variantes, pertencente a sublinhagem de BA.5, da Ômicron, que carrega, mutações em pontos fundamentais do víros. Ao menos cinco estados já contabilizam casos da subvariante no país: São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Amazonas. Até então, a BQ.1 revela uma vantagem de crescimento considerável sobre outras sublinhagens da Ômicron circulantes em muitos locais, incluindo Europa e Estados Unidos.



  • Relatório das Forças Armadas não encontra fraude nas urnas eletrônicas

    O Ministério da Defesa divulgou, às 19h de ontem-feira (9), o “relatório do trabalho de fiscalização do sistema eletrônico de votação” feito pelas Forças Armadas. O documento não destaca elementos que indiquem possibilidades de fraude no pleito do último dia 30 de outubro, no qual ficou definido que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será o próximo presidente da República. O texto, assinado pelo ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, e encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destaca dois pontos observados pelos especialistas das Forças Armadas. O primeiro é que “foi observado que a ocorrência de acesso à rede, durante a compilação do código-fonte e consequente geração dos programas (códigos binários), pode configurar relevante risco à segurança do processo”. 

    O segundo, dos testes de funcionalidade, realizados por meio do Teste de Integridade e do Projeto-Piloto com Biometria, para o Ministério da Defesa, “não é possível afirmar que o sistema eletrônico de votação está isento da influência de um eventual código malicioso que possa alterar o seu funcionamento”. Apesar de levantar a suspeita, o documento não diz como o sistema poderia ter o funcionamento alterado ou se isso ocorreu. Assim, a Defesa sugere que seja realizada uma investigação técnica para melhor conhecimento do ocorrido na compilação do código-fonte e de seus possíveis efeitos; a promoção de análise minuciosa dos códigos binários que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas; além da criação de comissão específica, “integrada por técnicos renomados da sociedade e por técnicos representantes das entidades fiscalizadoras”.

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  • Confira os nomes cotados para assumir ministérios no novo governo Lula

    Em transição, o governo do presidente eleito Luis Inácio Lula da Silva já tem especulações sobre a distribuição de cargos entre partidos. MDB, PSD, PSB, PSOL e Rede aparecem com prováveis ocupantes de cadeiras na Esplanada.Outros partidos também devem ser cotados para participar do governo, com o objetivo de ampliar o apoio a Lula no Congresso. Os nomes ainda não foram confirmados, mas já circularam nos bastidores da política. O PSB, do vice Geraldo Alckmin, pode ficar com duas pastas na gestão: a Controladoria-Geral da União e a Tecnologia, segundo a CNN. Já a Rede Sustentabilidade deve ficar com o Meio Ambiente, que tem os nomes do senador Randolfe Rodrigues e a ex-ministra Marina Silva cotados. O PSOL pode assumir o ministério dos Povos Originários, com a deputada federal eleita Sônia Guajajara. Já o PCdoB deve ficar com a Cultura, e a também deputada federal eleita Jandira Feghali estaria à frente da pasta. Nome importante na campanha do segundo turno de Lula, Simone Tebet, do MDB, é dada como nome certo para compor o governo. Ela pode ficar à frente da Educação ou da Cidadania. O ex-governador Eduardo Braga, também do MDB, pode ir para Minas e Energia. O PSD deve ser representado pelo senador Carlos Fávaro (PSD), que foi coordenador da campanha de Lula à Presidência para o agronegócio. Ele pode ficar com a Agricultura. O PSDB tem os nomes do ex-governador Tasso Jereissati e o ex-chanceler Aloysio Nunes cotados para o Ministério da Indústria e Comércio. O Solidariedade, de Paulinho da Força, pode ficar com o ministério do Trabalho. O Avante, de André Janones, é cotado para Comunicações ou Micro e Pequena Empresa.



  • Tite divulga a lista dos 26 jogadores da Seleção Brasileira para a Copa

    O técnico Tite divulgou nesta segunda-feira (7) a lista dos 26 jogadores convocados para a Seleção Brasileira que vão disputar a Copa do Mundo de 2022. A novidade foi o retorno do veterano lateral-direito Daniel Alves. O Mundial do Catar vai começar no próximo dia 20, um domingo. A estreia do Brasil está programada para 24 do mesmo mês, uma quinta-feira, contra a Sérvia, às 16h no horário de Brasília. A apresentação dos jogadores está marcada para o dia 14 de novembro, na próxima segunda, em Turim, na Itália. Cinco dias depois, a delegação embarca para Doha, no Catar. Integrante do Grupo G, após o jogo contra a Sérvia, o Brasil encara a Suíça no dia 28, uma segunda-feira, às 13h. Depois, em 2 de dezembro, o time Canarinho encerra a participação na primeira fase medindo forças com Camarões. 

    Confira a lista de convocados para a Copa:

    Goleiros: Alisson (Liverpool), Éderson (Manchester City) e Weverton (Palmeiras)
    Laterais: Alex Sandro (Juventus), Alex Telles (Sevilla), Danilo (Juventus), Daniel Alves (Pumas)
    Zagueiros: Thiago Silva (Chelsea), Marquinhos (PSG), Éder Militão (Real Madrid), Bremer (Juventus)
    Meias: Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), Fabinho (Liverpool), Fred (Manchester United), Lucas Paquetá (West Ham), Everton Ribeiro (Flamengo)
    Atacantes: Antony (Manchester United), Gabriel Jesus (Arsenal), Gabriel Martinelli (Arsenal), Neymar (PSG), Pedro (Flamengo), Raphinha (Barcelona), Richarlison (Tottenham), Vinicius Júnior (Real Madrid), Rodrygo (Real Madrid)



  • Casos de Covid podem subir no Brasil nas próximas semanas, alertam especialistas

    A nova onda de Covid que já avança na Ásia, na Europa e nos Estados Unidos acende um alerta para o Brasil, segundo especialistas. A retirada das medidas contra a Covid, como o uso de máscaras, e a maior interação das pessoas já se refletem em uma subida de casos, o que pode levar a um aumento nas hospitalizações e mortes, ainda que consideravelmente menor do que nos anos anteriores da pandemia. Segundo Rosana Richtmann, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, já é nítido um aumento do número de casos. "Nós infectologistas já notamos, nas últimas duas semanas, crescimento de atendimentos de Covid, e isso já se reflete na maior procura nos prontos-socorros, que são nosso termômetro. Nas próximas duas semanas acredito que já vamos detectar um aumento expressivo nos novos casos", diz.
    A tendência de aumento, verificada por meio dos dados de média móvel de casos e óbitos no país, é algo que ocorreu também em outros picos da pandemia. Embora ainda seja cedo para saber se os novos casos vão refletir em um cenário como o do início deste ano, o pesquisador afirma que é melhor prevenir do que remediar. "Apesar de ainda serem números abaixo de 200 [novas internações no estado de São Paulo], considerando que chegamos a ter 2.000 por dia, é uma situação para ficar em alerta, especialmente com o período de festas de final de ano que se aproxima", explica.



  •  Bolsonaro fala 2 dias após perder eleição, não cita Lula e diz que protestos devem ser pacíficos; Ciro Nogueira diz que foi autorizado a iniciar transição

    O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez nesta terça-feira (1º), dois dias após o resultado do segundo turno das eleições, o primeiro discurso após perder a eleição. O presidente fez um pronunciamento curto em que agradeceu os votos que recebeu e disse que continuará cumprindo a Constituição. Ele disse também que "manifestações pacíficas são bem-vindas" e criticou ocupações. "Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro. Os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral. As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedade, destruição de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir", afirmou o presidente. Bolsonaro afirmou que sempre respeitou a Constituição e continuará com esse comportamento."Sempre fui rotulado como antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição. Nunca falei em controlar ou censurar a mídia e as redes sociais. Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição", continuou.







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