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O Instituto Futura Inteligência, em pesquisa encomendada pelo banco Modalmais, divulgou nesta sexta-feira (7) seu primeiro levantamento de intenção de voto para presidente da no segundo turno. No levantamento, Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) parecem na pesquisa divulgada na manhã desta sexta em empate técnico com vantagem para o ex-presidente. Lula aparece com 49,3% das intenções de voto e Bolsonaro com 46%. Os dois também aparecem empatados tecnicamente com relação à rejeição do eleitorado. O atual presidente tem 49,3% de rejeição e o petista 46,2%. Entre a maior preocupação a continuação do governo e a volta do PT mostram a mesma porcentagem de 45%. Foram entrevistadas 2 mil pessoas por sistema eletrônico telefônico entre os dias 3 e 4 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08263/2022.
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A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, no segundo turno, começa nesta sexta-feira (7). Ela será veiculada nas emissoras que operam em VHF e UHF, bem como nos canais de TV por assinatura administrados pelo Senado, a Câmara dos Deputados, as assembleias legislativas, a Câmara Legislativa do Distrito Federal e as câmaras municipais. Deverão ser utilizados recursos de acessibilidade, como legendas em texto, janela com intérprete de Libras e audiodescrição sob responsabilidade dos partidos, federações e coligações. Agora, o tempo de propaganda é dividido igualmente entre os dois candidatos a presidente da República e os 24 a governador que disputam o segundo turno. A propaganda será veiculada até o dia 28 de outubro, dois dias antes da votação, marcada para 30 de outubro. Pelas normas eleitorais, a propaganda para presidente da República será veiculada na TV de segunda-feira a sábado, das 13h às 13h10, e das 20h30 às 20h40. No rádio, a propaganda para presidente vai ao ar das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10. O primeiro a se apresentar será o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por ter obtido maior número de votos no primeiro turno. A partir daí é feita a alternância com o presidente Jair Bolsonaro, que tenta a reeleição e ficou em segundo lugar. Os candidatos têm 25 minutos de inserções por cargo, de segunda-feira a domingo, para veicular peças de 30 segundos a 60 segundos ao longo da programação.
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Muito comuns no começo da pandemia, sintomas como febre, perda de olfato e dor de cabeça estão se tornado cada vez mais raros em pacientes com Covid-19. Com o surgimento de novas variantes e a vacinação da população, os sinais da doença mudaram. Nesta quarta-feira (5), a Organização Mundial de Saúde (OMS) informou que a Europa deve se preparar para uma nova onda de Covid, pois casos e hospitalizações estão crescendo à medida que a temperatura cai e as chances de contágio aumentam. De acordo com especialistas em saúde, desta vez, a dor de garganta é um dos principais sintomas de alerta para um possível diagnóstico de Covid. Segundo dados do Zoe Healthy Study, pesquisa em saúde realizada no Reino Unido via aplicativo de celular, até dois terços das pessoas infectadas recentemente vem apresentando o sintoma. A preocupação dos profissionais de saúde é que, por conta das mudanças na manifestação da doença, muitas pessoas não relacionem o que estão sentindo à possibilidade de terem sido infectados pelo coronavírus.
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Uma nova pesquisa PoderData feita entre 3 e 5 de outubro traz Lula (PT) com 52% das intenções de voto contra 48% de Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições. O placar é referente aos votos válidos –os atribuídos a algum dos candidatos, excluindo-se brancos e nulos. A pesquisa, realizada por meio de ligações para telefones celulares e fixos, ouviu 3.500 pessoas em 301 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual para um intervalo de confiança de 95%. O registro no TSE é: BR-08253/2022.
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou, nesta última segunda-feira (3/10), que o Censo Demográfico 2022, cuja operação começou em agosto e estava prevista para ser concluída em outubro, foi prorrogada para o início de dezembro. A principal dificuldade reconhecida pelo órgão é a escassez de recenseadores, mas há também obstáculos como a recusa dos domicílios de renda mais alta em receber o recenseador. Diante dessa situação, o instituto está implementando uma série de estratégias para garantir a conclusão da pesquisa com qualidade. O número de recenseadores em ação está em 95.448, o equivalente a 52,2% do total de vagas disponíveis para a operação. Em dois meses, quase metade da população (48% de cerca de 215 milhões) foi contabilizada. Em 2010, o número era de 86,9% após 60 dias, totalizando 154 milhões de brasileiros recenseados. A maior parte dos questionários (99,5%) foi respondida de forma presencial, sendo que 81.620 domicílios optaram por responder pela internet e 85.309 pelo telefone.
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A Justiça Eleitoral (JE) oferece às eleitoras e aos eleitores, às candidatas e aos candidatos e a toda a sociedade diversos aplicativos que permitem o acompanhamento e a fiscalização, em tempo real, da apuração e da totalização dos resultados das Eleições Gerais. Os apps Boletim na Mão e Resultados podem ser baixados gratuitamente nas lojas virtuais da App Store e Google Play. Por meio do aplicativo Boletim na Mão, qualquer cidadã ou cidadão pode conhecer os resultados apurados nas urnas eletrônicas. O app oferece, de maneira rápida e segura, os conteúdos dos Boletins de Urna (BU) impressos no encerramento das atividades de votação em cada seção eleitoral. O BU é o documento que traz o total dos votos recebidos por cada candidata e candidato, dos votos nulos e em branco e das abstenções ocorridas naquela seção eleitoral, entre outras informações. Já o aplicativo Resultados permite a qualquer pessoa acompanhar a contagem dos votos em todo o Brasil, a partir da consulta por nome da candidata ou do candidato. Também informa os nomes das pessoas eleitas e, se for o caso, daquelas que vão disputar o segundo turno.
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Foto: João Miguel Júnior/Globo
Os candidatos à Presidência da República deixaram em segundo plano as propostas de governo e deram mais atenção às ofensas mútuas e aos embates agressivos no último debate antes da votação em primeiro turno. O encontro promovido pela TV Globo, que avançou pela madrugada de hoje e reuniu sete postulantes, foi uma oportunidade para embates diretos entre os dois candidatos que lideram a disputa pelo Planalto. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) estiveram frente a frente no primeiro bloco do debate e reproduziram o clima mais acirrado da disputa presidencial. Também participaram do evento Ciro Gomes (PDT), Felipe d’Avila (Novo), Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União Brasil) e Padre Kelmon (PTB). Conforme pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, Lula lidera a disputa ao Palácio do Planalto com 50% dos votos válidos. Bolsonaro tem 36%. Entre acusações e direitos de resposta concedidos pela organização do debate, os rivais se acusaram da prática de corrupção. "Nós não podemos continuar no País da roubalheira", afirmou Bolsonaro, que repetiu uma dobradinha com Padre Kelmon, do PTB, e em referência aos governos do PT. O chefe do Executivo federal disse que Lula montou uma "quadrilha" quando governou e que o País vivia uma "cleptocracia". A troca de agressões entre os dois candidatos que, segundo as pesquisas, disputam na prática a eleição, simbolizou um encontro eleitoral marcado também pela indisciplina dos postulantes. Por diversas vezes, o mediador, William Bonner, precisou repreender os candidatos - principalmente Padre Kelmon - para que respeitassem as regras.
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Termina nesta quinta-feira (29) o prazo para a realização de comícios, debates no rádio e na televisão e da propaganda eleitoral gratuita. O TSE, no entanto, informa que, no caso de comícios de encerramento de campanha, eles poderão ser prorrogados por mais duas horas. Hoje é também a data limite para que os tribunais regionais eleitorais divulguem, na internet, os pontos de transmissão de dados. A partir desta quinta-feira, começa o prazo que permite ao juízo eleitoral ou ao presidente da mesa receptora, expedir salvo-conduto em favor de eleitora ou eleitor que venha a sofrer violência moral ou física na sua liberdade de votar. Amanhã, será o último dia para divulgação paga, na imprensa escrita, de anúncios de propaganda eleitoral. Será também o último dia para a publicação do edital de convocação de representantes do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil e de fiscais e delegados dos partidos políticos, das federações de partidos e das coligações, “para acompanhar a emissão da Zerésima do Sistema de Gerenciamento da Totalização”.
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A partir desta terça-feira (27) e até 48 horas depois do primeiro turno de votação, no próximo domingo (2), nenhum eleitor poderá ser preso por qualquer autoridade, a não ser que seja pego em flagrante delito ou condenado por crime inafiançável. A outra exceção é se a pessoa impedir o salvo conduto (direito de transitar) de outro cidadão, prejudicando assim o livre exercício do voto. Quem for pego praticando o delito poderá ser preso pela autoridade policial. A regra e as exceções constam no Artigo 236 do Código Eleitoral (Lei 4.737/1965). A lógica do dispositivo, herdado de normas eleitorais antigas, é impedir que alguma autoridade utilize seu poder de prisão para interferir no resultado das eleições. O artigo é o mesmo que veda a prisão de candidatos, fiscais eleitorais, mesários e delegados de partidos nos 15 dias que antecedem o pleito. A vedação não se aplica a quem for pego cometendo crime, ou logo depois de cometê-lo. Isso inclui crimes eleitorais. No dia da votação, por exemplo, poderá ser detido quem desrespeitar algumas proibições, como fazer propaganda de boca de urna, tentar arregimentar eleitores, usar equipamento de som na rua e promover comícios, entre outros. Neste ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu proibir a presença de armas de fogo num raio de 100 metros de qualquer seção eleitoral. As poucas exceções incluem apenas agentes de segurança. A regra vale mesmo para quem possui permissão para o porte e vigora nas 48 horas que antecedem o pleito até as 24 horas que o sucedem.
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No dia 2 de outubro, reservado para o primeiro turno das eleições 2022, as forças armadas vão ajudar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Isso foi o que informou o Ministério da Defesa, nesta terça-feira (20). Em agosto, o decreto presidencial 11.172 autorizou o emprego da Forças Armadas para garantia da votação e da apuração das eleições. De acordo com o órgão, serão enviadas tropas para garantir a logística de distribuição das urnas e a segurança das eleições, sendo que o trabalho será realizado por meio do acionamento dos comandos militares do Norte, Nordeste, Oeste, Leste, Planalto e da Amazônia. Ainda segundo a pasta, militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica vão garantir a segurança de zonas eleitorais e auxiliar na logística de distribuição das urnas eletrônicas e do transporte de pessoal para comunidades localizadas em áreas rurais, indígenas e ribeirinhas.
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Divulgada na noite de terça-feira (20), a mais recente pesquisa Pesquisa Quaest apontou uma diferença de 10 pontos percentuais entre o primeiro e o segundo colocado na disputa pela Presidência da República. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando com 44% das intenções de voto, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 34%. O petista retornou ao índice que tinha há duas semanas, oscilando dois pontos para mais em relação ao último levantamento, publicado no dia 13 de setembro. Já Bolsonaro se manteve no mesmo patamar da semana passada. Considerando os votos válidos Lula tem 48,9% dos votos válidos, o que, levando em consideração a margem de erro, indica a possibilidade de uma vitória no primeiro turno. Em terceiro lugar aparecem empatados Ciro Gomes (PDT), com 6%, e Simone Tebet (MDB), com 5%. Na pesquisa da última semana, o pedetista tinha 7% e a emedebista, 4%. Soraya Thronicke (União) se manteve com 1%. Os demais candidatos não pontuaram. A pesquisa entrevistou 2.000 pessoas face a face, entre os dias 17 e 20 de setembro. Segundo o instituto, o índice de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-04459/2022.
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O ex-presidente Lula (PT) decidiu não comparecer ao debate do SBT, marcado para o sábado (24). O petista tomou a decisão depois de uma reunião com coordenadores de sua campanha. O candidato manteve, no entanto, a decisão de comparecer ao debate da TV Globo, que está marcado para a quinta (29), três dias antes do primeiro turno das eleições, em 2 de outubro. No sábado, quando o SBT estiver exibindo seu programa, Lula já tem dois comícios agendados em São Paulo. Nesta manhã, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, confirmou para a coluna Radar, da revista Veja, que o presidente Jair Bolsonaro (PL) participará do debate organizado por VEJA em parceria com SBT, CNN, Terra Nova Brasil e Estadão/Eldorado. Vale lembrar que o ministro é genro de Silvio Santos, o dono do SBT. Este é o segundo dos três debates que estão previstos entre os presidenciáveis. O último será na TV Globo, no dia 29 de setembro.
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A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (19) nova redução no preço do diesel vendido às distribuidoras. A diminuição foi de R$ 5,19 para R$ 4,89 por litro, uma redução de R$ 0,30 por litro, equivalente a 5,8%. Os demais combustíveis, como gasolina e etanol, não tiveram os preços modificados. Os preços dos demais combustíveis não foram alterados. "Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio", diz a petroleira em nota. No entanto, o diesel ainda acumula alta de 46% em relação ao início do ano. Já comparado ao final de 2020, a alta chega a 146%.
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O fechamento das escolas por causa da pandemia de coronavírus resultou em uma queda de aprendizado dos alunos de escolas públicas e privadas em todas as etapas da educação básica, mostram os resultados de avaliação federal realizada em todo país em 2021. Os dados foram divulgados nesta sexta (16). A maior perda ocorreu em matemática no 5º ano do ensino fundamental, cuja nota na avaliação passou de 227,88, em 2019, antes da pandemia, para 216,85 pontos em 2021. Isso considerando as redes pública e privada. Essa queda interrompeu uma tendência de melhoria experimentada desde o início da série histórica, em 2005. Na rede pública, a queda foi de 12,36 pontos (passando de 222,41 para 210,05). Essa perda equivale ao aprendizado de um ano, segundo a escala do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica). A avaliação compõe o principal termômetro da educação brasileira. A aplicação é feita a cada dois anos pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão do MEC (Ministério da Educação). A avaliação, que envolve provas de português e matemática, compõe um indicador chamado Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), ao combinar resultados de aprovação escolar. Como na pandemia as redes de ensino seguiram orientação de não reprovarem os alunos, os dados do Ideb ficaram prejudicados, indicando um comportamento artificial de melhora.
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Levantamento feito pelo Instituto Brasmarket a pedido da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro aponta Jair Bolsonaro (PL) na liderança na disputa pela Presidência da República. Segundo a pesquisa, ele teria 43,5% das intenções de voto se as eleições fossem hoje contra 30,5% do ex-presidente Lula, uma diferença de 13 pontos percentuais às vésperas do primeiro turno. Em relação aos primeiros colocados, os dados divulgados pelo Brasmarket são totalmente diferentes de outros institutos de pesquisa. Dafatolha, Ipec (ex-Ibope) e BTG/FSP mostram Lula na dianteira. Segundo a sondagem, o pedetista Ciro Gomes aparece em terceiro com 7,6% das intenções de voto e Simone Tebet (MDB) em quarto, com 4,6%. Soraya Thronicke (União), Felipe D’Ávila (NOVO), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB), Constituinte Eymael (DC), Leonardo Péricles (UP) e Vera Batista (PSTU) têm menos de 1%. Segundo o Brasmarket, a pesquisa foi realizada entre 10 e 14 de setembro deste ano, ouviu 2,4 mil pessoas em 504 cidades brasileiras. O nível de confiança é de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais. Todas as entrevistas foram realizadas por telefone.
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