Apesar da fraca produção industrial em alguns dos nossos mercados e do excesso de capacidade global que ainda afeta nossos clientes, estamos colhendo frutos de iniciativas de melhorias implementadas nos últimos anos, como maior controle de custos e despesas, melhor gestão de compras e de capital de giro.” O executivo ressaltou ainda a melhora nas margens da companhia. “Nossa rentabilidade também aumentou, com as margens bruta e Ebitda atingindo 34,1% e 16,5%, respectivamente, 200 pontos-base e 110 pontos-base sobre o ano anterior. Essa melhora é notória diante de pressões inflacionárias na América do Sul e queda nas vendas”. O semestre foi marcado pela queda na produção de aço em mercados importantes para a Magnesita, como a América do Sul e Europa Ocidental. No Brasil, o ambiente ainda continua pressionando as vendas da companhia, principalmente por conta da indústria de cimento, que enfrenta forte ociosidade. Apesar do ambiente econômico adverso, Lopes afirma que as perspectivas para o segundo semestre são mais construtivas em algumas regiões, especialmente os EUA, principal mercado da companhia.

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