Segundo o Inep, responsável pela aplicação do exame, cada candidato sabatista custa para o governo R$ 16,39 a mais do que os demais participantes, por conta das despesas extras de ter de aplicar o exame no período noturno. Como o custo médio de cada participante é R$ 68,71, o sabatista gera uma despesa de R$ 85,10 para o MEC.
Se a regra estivesse vigorando no ano passado, o governo teria economizado cerca de R$ 646 mil com os 76 mil sabatistas que fizeram as provas. No total, o exame de 2016 foi o mais caro da história com custo de R$ 788 milhões e arrecadação de R$ 136 milhões com inscrições.
Além da pergunta sobre se a aplicação do Enem deve manter o formato atual, em dois dias, ou ser realizada em apenas um, com uma prova de até 100 questões e redação, e 5 horas e 30 minutos de duração, a consulta possui mais outras três questões. A segunda questão complementa a anterior.
Caso o exame continue sendo aplicado em dois dias, ela pergunta aos cidadãos que dias deveriam ser adotados: domingo e segunda-feira (que se tornaria um feriado escolar), dois domingos seguidos ou a manutenção do formato atual, com provas no sábado e domingo. Em todos os casos será mantida a redação, segundo o governo.
Na última atualização, até as 8h desta quinta-feira (16), segundo o Inep a consulta havia recebido 570 mil respostas. As perguntas podem ser respondidas pelo portal www.inep.gov.br.
O governo anunciou que o edital do Enem 2017 com as possíveis mudanças será divulgado no mês de março. (Globo.com)

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