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  • Tensão entre os EUA e a Coreia do Norte: há razão para temer uma guerra nuclear?

    Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, disse que vai responder às ameaças da Coreia do Norte "com fogo e fúria jamais vistos pelo mundo".

    Enquanto isso, a Coreia do Norte ameaçou lançar mísseis contra a ilha de Guam, território dos EUA no Pacífico habitado por 163 mil pessoas.

    E tudo isso acontece em meio a informações de que Pyongyang possa ter finalmente conseguido miniaturizar uma ogiva nuclear para caber em um míssil intercontinental - uma perspectiva temida há muito tempo pelos Estados Unidos e seus aliados asiáticos.

    Tensão entre os EUA e a Coreia do Norte: há razão para temer uma guerra nuclear?

    Seria isso um prenúncio de um conflito militar?

    Especialistas dizem que não há motivo para pânico. Eis as três razões para isso:

    1. Ninguém quer guerra

    Isso é o mais importante. Uma guerra na península coreana não é do interesse de ninguém.

    O principal objetivo da Coreia do Norte é a sobrevivência - e uma guerra com os Estados Unidos poderia comprometer isso. Como o analista para Assuntos de Defesa da BBC Jonathan Marcus pontuou, qualquer ataque norte-coreano contra os EUA ou seus aliados no contexto atual poderia rapidamente evoluir para uma guerra maior - e é preciso assumir que o regime de Kim Jong-un não é suicida.

    Aliás, é por isso que a Coreia do Norte tem se empenhado tanto em se tornar uma potência nuclear. Pyongyang parece acreditar que ter essa capacidade protegeria o regime - aumentando o preço para derrubá-lo. Kim Jong-un não quer seguir o caminho de Muammar Khadafi, na Líbia, ou Saddam Hussein, no Iraque. Nenhum dos dois possuía armas nucleares.

    Andrei Lankov, da Univeridade de Kookmin, em Seul, disse ao jornal britânico The Guardian que "a probabilidade de conflito é muito baixa", mas que a Coreia do Norte "tampouco estava interessada em diplomacia" a essa altura.

    "Primeiro eles querem ter a habilidade de limpar Chicago do mapa, aí então eles estarão interessados em soluções diplomáticas", disse Lankov.

    E quanto a um ataque preventivo americano?

    Os Estados Unidos sabem que um ataque à Coreia do Norte poderia forçar o regime a retaliar atacando Coreia do Sul e Japão, aliados dos EUA.

    Isso poderia resultar em muitas mortes, incluindo as de milhares de americanos - tropas e civis.

    Além disso, Washington não quer correr o risco de que sejam lançados mísseis contra cidades americanas.

    Por fim, a China - o único aliado de Pyongyang - ajudou a manter o regime precisamente porque seu colapso poderia ser pior para ela estrategicamente. Tropas americanas e sul-coreanas a um passo da fronteira chinesa formariam um cenário que Pequim certamente prefere evitar - e é isso o que aconteceria em caso de guerra. 

    2. Palavras, não ações

    Trump pode ter ameaçado a Coreia do Norte com uma linguagem incomum para um presidente americano, mas isso não significa que os Estados Unidos estejam marchando rumo à guerra.

    Como uma fonte militar anônima disse à agência Reuters: "Só porque a retórica fica mais agressiva não quer dizer que nossa postura muda".

    O colunista do New York Times Max Fisher concorda: "São os tipos de sinais, não os comentários bruscos de um líder, que mais importam nas relações internacionais".

    Além disso, depois dos dois testes de mísseis intercontinentais da Coreia do Norte em julho, os Estados Unidos tentaram uma tática diferente - pressionar Pyongyang através de sanções do Conselho de Segurança da ONU.

    E seus diplomatas têm mostrado otimismo sobre um eventual retorno à mesa de negociações, apontando para o apoio de China e Rússia.

    Esses dois países enviam sinais conflitantes a Pyongyang, mas também moderam a retórica agressiva do presidente Trump.

    Ainda assim, alguns analistas dizem que um movimento mal interpretado no contexto de tensão poderia levar a uma guerra por acidente.

    "Poderia ocorrer uma falha de energia na Coreia do Norte que pudesse ser interpretada como um ataque dos EUA. Ou os EUA podem cometer um erro [na Zona Desmilitarizada]", disse à BBC Daryl Kimball, do centro de estudos americano Arms Control Association. "Então há várias formas de cada lado errar o cálculo e a situação acabar saindo do controle". 

    3. Nenhuma novidade

    Como pontua o ex-secretário-assistente de Estado dos EUA PJ Crowley, Estados Unidos e Coreia do Norte chegaram perto de um conflito armado em 1994, quando Pyongyang se negou a permitir a entrada de inspetores internacionais em suas instalações nucleares. Na ocasião, a diplomacia venceu.

    Com o passar dos anos, a Coreia do Norte fez ameaças incendiárias contra Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul com regularidade, muitas vezes ameaçando transformar Seul em um "mar de fogo".

    E a retórica de Trump não é exatamente sem precedentes para um presidente americano.

    "De várias maneiras diferentes, ainda que de uma forma não tão colorida, os Estados Unidos sempre disseram que, se a Coreia do Norte atacar, o regime deixará de existir", diz Crowley.

    A diferença desta vez, acrescenta ele, é que o presidente dos Estados Unidos parece sugerir que tomaria uma atitude preventiva (apesar do secretário de Estado, Rex Tillerson, ter descartado esse opção depois).

    Esse tipo de retórica belicosa imprevisível vindo da Casa Branca não é comum e preocupa as pessoas, dizem analistas.

    Ainda assim, a Coreia do Sul - o aliado americano que mais tem a perder em um confronto com o Norte - não parece estar muito preocupada.

    Um assessor da Presidência em Seul disse a jornalistas que a situação não chegou a um nível de crise e que é muito provável que tudo seja resolvido pacificamente.

    Isso é motivo para otimismo. (BBC Brasil)

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  • Coreia do Norte confirma plano para atacar Guam com mísseis

    O presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un (Foto: Carlo Allegri/Reuters; KCNA/via Reuters)

    A Coreia do Norte confirmou nesta quinta-feira (10) que planeja disparar quatro mísseis contra a ilha americana de Guam, no Pacífico, alegando que apenas a força faz sentido para o presidente americano, Donald Trump.

    "Um diálogo sensato é impossível com um sujeito assim, desprovido de razão, e com ele só funciona a força absoluta", indicou a agência estatal KCNA, citando o general norte-coreano Kim Rak-gyom.

    A ameaça ocorre após os Estados Unidos advertirem os norte-coreanos, na quarta (9), de que o país está arriscando a sua "destruição" se continuar com o programa armamentista. Trump destacou o poder nuclear americano diante da crescente inquietação internacional, um dia depois de prometer "fogo e fúria" a Pyongyang "como o mundo nunca viu".

    "Espero que nunca tenhamos que usar esse poder", acrescentou Trump, após a sua advertência sem precedentes ao governo de Kim Jong-un, que ameaça atacar o território americano com mísseis nucleares.

    Coreia do Norte confirma plano para atacar Guam com mísseis

    Longe de apaziguar a situação, o secretário americano de Defesa, Jim Mattis, pediu que a Coreia do norte "detenha" o desenvolvimento de armas nucleares e pare de fomentar ações que levem "ao fim de seu regime e à destruição de seu povo".

    Em sintonia com os tuítes de Trump, o chefe do Pentágono minimizou o poderio militar de Pyongyang, afirmando que "perderia qualquer corrida armamentista ou conflito que começasse" com os EUA.

    A repercussão dos tuítes de Trump e de sua incendiária declaração de terça-feira (8) de seu clube de golfe em Nova Jersey, onde está de férias, afetaram a queda do dólar, as principais bolsas mundiais e despertaram inquietações.

    Nesta quinta, o Japão afirmou que "jamais poderá tolerar as provocações" de Pyongyang. "Apelamos firmemente à Coreia do Norte para que leve a sério as reiteradas advertências da comunidade internacional, acate as resoluções da ONU e se abstenha de realizar novas provocações", disse o porta-voz do governo japonês Yoshihide Suga.

    O funcionário japonês destacou que "é muito importante manter o poder de dissuasão americano diante da gravidade da situação de segurança na região".

    Na véspera, a China exortou que se evitem "as palavras e os atos suscetíveis" de agravar a situação, enquanto Berlim pediu "moderação" às partes. A França, no entanto, elogiou a "determinação" de Trump ante Pyongyang.

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, se mostrou "preocupado", e pediu por meio de seu porta-voz que reduzam as tensões e apelem para a diplomacia.

    A pedido de Washington, a Organização das Nações Unidas endureceu há alguns dias as sanções contra Pyongyang por seu programa nuclear, que poderia custar ao governo norte-coreano um bilhão de dólares anuais.(G1)

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  • Disney mostra na TV primeiro “casal lésbico inter-racial” em desenho

    O seriado de animação Doutora Brinquedos [Doc McStuffins, no original] é bastante popular no Brasil, onde é transmitido tanto em canais abertos – SBT – quanto na TV paga: Disney Channel e Disney Junior.

    O episódio que foi ao ar no último sábado (5) pelo Disney Channel dos Estados Unidos mostrou um casal de lésbicas com dois filhos. Com o nome de “The Emergency Plan” [O Plano de Emergência] visava ensinar as crianças o que fazer em casos de terremotos.

    Embora não apresente a relação homoafetiva de duas mulheres como o centro da trama, essa questão é importante para a criadora do desenho, Chris Nee, que é assumidamente homossexual e tem um filho com sua parceira.

    “Sempre imagino o Doutora Brinquedos como um programa que mostre o que é aceitar a todos como parte da comunidade. Na minha família somos duas mães, portanto tenho orgulho de fazer um episódio que reflita o mundo do meu filho”, disse Nee em entrevista recente.

    Esta não é primeira vez que a Disney mostra casais LGBT em seus programas. Em 2014, a série infantil “Boa Sorte, Charlie!” apresentou um casal de lésbicas. No ano passado, mostrou seu primeiro casal gay em desenho animado. Em março de 2017, o episódio “Apenas Amigos”, do desenho animado Star contra as Forças do Mal, mostrou o primeiro beijo gay em um desenho da Disney. Com informações de HuffPost



  • ‘TrumpLeaks’: vazam conversas telefônicas do presidente americano

    Duas conversas telefônicas do presidente dosEstados UnidosDonald Trump realizadas no final de janeiro, uma com o presidente do México e a outra com o primeiro-ministro da Austrália, foram divulgadas na íntegra nesta quinta-feira pelo Washington Post. O jornal obteve as transcrições, feitas pela Casa Branca, mas que não eram públicas, de uma fonte que pediu para não ser identificada.

    No diálogo com o presidente do mexicano, Enrique Peña Nieto, Trump falou sobre o 

    financiamento do muro na fronteira dos dois países, uma de suas principais promessas de campanha, e da potencial tarifação de mercadorias mexicanas. Logo no começo da ligação, Trump diz que considera Peña um amigo, mas conta que não queria fazer uma reunião com o México e que aceitou graças às relações de Jared Kushner, seu genro e conselheiro, com Luis Videgaray, o Ministro das Relações Exteriores de Peña.

    O presidente americano disse que interessa aos Estados Unidos que o México tenha uma economia forte e saudável e indicou saber que o dinheiro para o muro teria de vir de outras fontes, mas pediu que Peña parasse de desafiar publicamente a construção fronteiriça. “Você não pode falar isso na imprensa”, disse. “Se você vai dizer que o México não vai pagar pelo muro, então eu não quero mais me reunir com vocês, porque não posso viver com isso”, completou.

    A conversa com o primeiro-ministro australiano Malcom Turnbull aconteceu um dia depois do telefonema à Pena, em 28 de janeiro. Os dois líderes discutiram sobre o acordo sobre os refugiados, estabelecido pelo ex-presidente Barack Obama, que 

    determina que os Estados Unidos recebam os refugiados detidos ao tentar entrar ilegalmente na Austrália. “Só tenho que dizer que, infelizmente, vou ter que viver com o que foi dito por Obama. Eu odeio isso”, disse Trump.

    O presidente americano não escondeu sua irritação com o Turnbull. “Eu odiei isso. Eu tenho feito essas chamadas o dia todo, e para ser honesto, essa é a ligação mais desagradável até agora”, disse Trump que, mais cedo havia conversado com os líderes do Japão, Shinzo Abe, da Rússia, Vladimir Putin, da França, então comandada por François Hollande, e da Alemanha, Angela Merkel. “Putin foi um telefonema agradável. Isto é ridículo”, completou.(VEJA.com )

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  • Estados Unidos proibem viagens de americanos à Coreia do Norte

    O Departamento de Estado norte-americano emitiu nessa quarta-feira (3) uma restrição de viagem a portadores de passaporte do país para a Coreia do Norte. Além de restringir as viagens à Coreia,  cidadãos americanos que estejam em território norte-coreano terão até o dia 1º de setembro para deixar o país.

    A medida poderá ter exceção para jornalistas e trabalhadores humanitários americanos que estejam ou tenham que viajar para a Coreia do Norte.  Mas com a decisão, o país passará a ser o único destino do mundo para onde os americanos estarão impedidos de viajar. 

    Em junho, o estudante norte-americano Otto Warmbier morreu depois ter recebido, do governo norte-coreano, uma sentença de 15 anos de trabalhos forçados. Ele chegou a ser libertado, após pressão diplomática dos Estados Unidos, mas já estava em coma. Ainda não se sabe por que o estudante teria adoecido durante a prisão no país.

    Na época, o país negou as acusações de tortura que, para familiares e o governo americano, teria causado o coma de Warmbier. Após a morte dele, o Departamento de Estado anunciou que planejava proibir viagens de americanos à Coreia do Norte para evitar detenções e casos como o do estudante.

    Por meio de sua TV estatal,  a Coreia do Norte informou que a morte de Warmbier foi “um mistério” e rejeitou acusações de que ele teria entrado em coma por causa de tortura e agressões sofridas na prisão.(Agência Brasil )



  • Motorista britânico destrói Ferrari uma hora depois de comprá-la

    Motorista britânico destrói Ferrari uma hora depois de comprá-la (Foto: @SYPOperations/Twitter)

    Um motorista britânico destruiu uma Ferrari uma hora depois de ter comprado o carro. A polícia afirma que ele escapou "por milagre", mas o carro não teve a mesma sorte.

    A polícia de South Yorkshire postou fotos do carro destruído e fumegante, afirmando que ele "voou e queimou em chamas" ao lado de uma rodovia no norte da Inglaterra.

    Era uma Ferrari 430 Scuderia, que vale cerca de US$ 260 mil (cerca de R$ 820 mil).

    O motorista teve apenas "cortes menores e escoriações" no acidente ocorrido nesta quinta-feira (27).

    Segundo os policiais, o motorista disse que tinha comprado o carro "uma hora atrás".

    A polícia aproveitou o acidente para alertar os motoristas a dirigir com cuidado nas estradas.(G1)

    Motorista britânico destrói Ferrari uma hora depois de comprá-la

    nono (Foto: SYPOperations/Twitter)



  • Acidente de trem deixa quase 60 feridos em Barcelona

    Pelo menos 54 pessoas ficaram feridas em um acidente de trem nesta sexta-feira (28) na estação da França, centro de Barcelona.

    Segundo as autoridades espanholas, o acidente foi registrado às 7h15 locais. O trem deixou a cidade de Sant Vicenç de Calders às 6h, a cerca de 70 quilômetros de Barcelona. 

    As imagens divulgadas pela televisão mostram o veículo invadindo uma das plataforma da estação da França, no centro histórico da cidade. "O trem chegou em uma velocidade normal, mas não freou e colidiu contra uma barreira de ferro", declarou um agente de segurança da estação à mídia espanhola.

    Testemunhas que viajavam no trem contaram que a sensação era de um terremoto. "No momento do choque, as pessoas foram jogadas umas contra as outras. Vi muitos feridos, com as cabeças e rostos ensanguentados", declarou a passageira Lidia ao jornal La Vanguardia, que estava no primeiro vagão do trem.

    Os serviços de emergência mobilizaram vários veículos e ambulâncias. Segundo as autoridades, entre as vítimas, há um francês e um romeno; o restante dos passageiros eram espanhois.

    Investigação

    A polícia regional abriu uma investigação sobre as circunstâncias do acidente. Já a Renfe, a empresa ferroviária da Espanha,

    ativou o plano de assistência às vítimas e às famílias.

    De acordo com as autoridades, o trem tinha capacidade de transporte de, no máximo, 50 pessoas, mas um número muito mais alto viajava no veículo.

    O acidente aconteceu em plena greve dos ferroviários espanhóis, que haviam garantido uma circulação de, pelo menos, 66% dos trens durante horários de pico.(RFI )

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  • Trump proíbe que transgêneros sirvam nas forças armadas dos EUA

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira sua decisão de proibir que os transgêneros sirvam nas forças armadas do país, após ter consultado "generais e especialistas militares".

    Trump fez o anúncio através de sua conta pessoal no Twitter e detalhou que seu governo "não aceitará nem permitirá" que pessoas transgênero "sirvam em nenhuma capacidade" nas forças armadas americanas.

     

    "As nossas forças armadas devem se concentrar em vitórias decisivas e extraordinárias, e não podem se preocupar com os tremendos custos e interrupções médicas que seriam causadas por transgêneros entre os militares", argumentou Trump em outro tweet.

    Em junho de 2016, o então secretário de Defesa dos EUA, Ashton Carter, anunciou em uma coletiva de imprensa no Pentágono que, "com efeito imediato", as forças armadas estavam abertas aos transsexuais.

    Depois o governo de Barack Obama, cujo mandato terminou no último mês de janeiro, fixou o dia 1º de julho de 2017 como data para começar a recrutar transsexuais para as tropas.

    No entanto, o Pentágono anunciou apenas algumas horas antes desse prazo, em 30 de junho, um adiamento de seis meses, até 1º janeiro de 2018, do recrutamento de transsexuais para ajudar nas forças armadas.

    Durante este período seriam revisados os planos de adesão dos transsexuais e o possível "impacto" na preparação "e poder 

    letal" das forças armadas, detalhou então o Pentágono.

    Esse adiamento não afetava os transsexuais que já se encontram servindo as forças armadas e cujo futuro é incerto com a decisão anunciada hoje por Trump, que não detalhou em seus tweets quando e como se aplicará essa proibição.

    Durante a campanha eleitoral de 2016, Trump se orgulhava de dizer ser um "amigo" da comunidade LGBT (lésbicas, gay, bissexuais e transgênero).

    Além disso, em janeiro, apenas alguns dias após chegar à Casa Branca, Trump prometeu a continuidade de uma ordem executiva de Obama que proíbe as empresas que tenham contratos com o governo federal de discriminar seus funcionários LGBT.(EFE )

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  • Asteroide do tamanho de campo de futebol passará próximo da Terra

    Conhecido como 2017 BS5, este corpo celeste foi descoberto em janeiro pelo observatório de Haleakala (Havaí) e viaja a uma velocidade de 5,8 km por segundo.

    Neste domingo (23), um asteroide de entre 40 e 90 metros de diâmetro passará muito perto da Terra, de acordo com os dados do programa de Objetos Próximos da Terra (NEOs, na sua sigla em inglês) que faz parte do Laboratório de Propulsão a Reação da NASA.

    Conhecido como 2017 BS5, o asteroide foi descoberto em janeiro pelo observatório de Haleakala do Havaí e voa a velocidade de 5,8 km por segundo. O objeto se aproximará a uma distância de 1,9 milhões de km da Terra, o que equivale a 3,2 distâncias lunares.

    A passagem deste corpo celeste não deverá representar nenhum risco e será o primeiro de várias aproximações de objetos semelhantes que já se produziram ao longo do ano.

    Por exemplo, Ron Baalke, cientista da agência espacial, publicou neste maio uma lista de vários asteroides conhecidos que se aproximaram da Terra a menos de 5 luas de distância.

    Entre eles se destaca o 2012 TC4 que passará por nosso planeta em 12 de outubro. Estima-se que o tamanho de seu diâmetro pode variar de 12 a 40 metros e alguns astrônomos asseguram que a probabilidade de um choque contra a Terra é bastante alta, já que voará somente a 0,23 distâncias lunares.No começo de julho, a NASA revelou um plano para desviar asteroides, sendo que este projeto único buscará utilizar "a técnica de impacto cinético", visando, pela primeira vez na história, alterar a trajetória de um asteroide. (SputnikBrasil)



  • Atentado suicida mata dezenas de civis em Cabul, no Afeganistão

    Explosão afetou imóveis em Kabul (Foto: Wakil Kosar / AFP Photo)

    Pelo menos 24 civis morreram e outros 42 ficaram feridos em um atentado suicida nesta segunda-feira (24), em Cabul, no Afeganistão. O veículo explodiu em uma rua próxima a uma área residencial onde vivem funcionários afegãos no oeste da cidade. O Talibã reivindicou a ação.

    O porta-voz do Ministério do Interior, Najib Danish, anunciou, na sua página oficial no Facebook, que todas as vítimas eram civis. A explosão do veículo aconteceu pouco antes das 7h (horário local, 23h30 de domingo, 23, em Brasília), em uma rua no Distrito Policial 3 no oeste da capital afegã.

    Ainda que o local onde tenha ocorrido a explosão fique próximo a uma área residencial, o atentado afetou sobretudo lojas e estabelecimentos situados em ambos os lados da rua. Danish afirmou que 15 lojas e três veículos também foram danificados na explosão.

    O porta-voz dos talibãs, Zabihullah Mujahid, em um comunicado, afirmou que o objetivo era atingir dois micro-ônibus com "interrogadores" dos serviços de inteligência afegãos.

    "Dois micro-ônibus estavam há dois meses sob vigilância e foram atacados depois que pegaram todos os passageiros", disse Mujahid, acrescentando que os veículos iam para a sede dos serviços de inteligência na capital afegã.

    A agência de inteligência Diretório Nacional de Segurança rejeitou a versão dos talibãs, ao afirmar que esse departamento "não utiliza ônibus para transportar seus funcionários".(G1)



  • Terremoto deixa mortos e feridos em ilhas gregas e na Turquia

    Duas pessoas morreram e mais de cem ficaram feridas depois que um terremoto sacudiu a ilha grega de Kos, na madrugada desta sexta-feira (21). O tremor, de 6,7 graus de magnitude, causou ainda importantes danos materiais em outras ilhas gregas e na Turquia.

    Terremoto deixa mortos e feridos em ilhas gregas e na Turquia

    "Temos dois mortos e feridos. O teto de um edifício veio a baixo", disse o diretor do hospital. Segundo os bombeiros, um bar funcionava no prédio que desmoronou no centro da cidade. Um helicóptero com seis membros dos serviços de emergência saiu da ilha vizinha de Rodes para Kos a fim de ajudar na evacuação das pessoas presas nos escombros do bar.

    O prefeito de Kos, Georges Kiritsis, confirmou à agência de notícias grega Ana a morte de duas pessoas na ilha e relatou "numerosos feridos". Segundo Kiritsis, os dois mortos eram "estrangeiros". Uma jornalista de Kos entrevistada pela rádio Skai informou que as duas vítimas fatais não estavam no bar, e sim na rua, onde foram atingidas por um prédio antigo que desmoronou.

    Mais de 100 feridos

    O número de feridos ultrapassa 120, revelou o secretário da Marinha Mercante, Nektarios Santorinios. O terremoto, de 6,7 graus de magnitude, abalou o sudoeste da Turquia e as ilhas gregas do Dodecaneso, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

    O tremor ocorreu à 01h31, no horário local (20h30 de Brasília) e seu epicentro foi situado 10,3 km ao sul de Bodrum, um famoso balneário turco, e a 16,2 km de Kos, a uma profundidade de 10 km.

    Turquia

    O terremoto sacudiu a costa ocidental da Turquia e sobretudo Bodrum, onde provocou numerosas rachaduras nos edifícios, obrigando a evacuar o hospital da cidade por precaução, segundo a imprensa local.

    "O maior problema são os cortes de luz em algumas zonas (da cidade)", declarou ao canal NTV o prefeito de Bodrum, Mehmet Kocadon, acrescentando que não há mortos ou feridos na cidade. O hospital de Bodrum teve de ser evacuado após o surgimento de rachaduras nas paredes.

    A mesquita de Adliye, no centro da cidade, também ficou danificada e a polícia isolou a área por precaução, segundo a agência de notícias Anatólia.

    O terremoto também abalou a península de Datca - outra importante zona turística - e Esmirna, a terceira cidade da Turquia, além da ilha grega de Rodes. Segundo a TV turca, o terremoto provocou ondas diante de Gumbet, na zona de Bodrum, que inundaram uma estrada.

    "Fomos surpreendidos. Ficamos assustados e saímos imediatamente", explicou Teddy Dijoux, um turista que está com a família na ilha de Rodes. "Durou muito tempo. Reuni meus filhos para abandonar o hotel", contou Sylvie Jannot, outra turista.

    Turquia e Grécia estão situadas em uma falha geológica e sofreram vários terremotos nos últimos anos. Em 17 de agosto de 1999, um terremoto de mais de 7 graus na escala Richter na região de Esmirna arrasou amplas zonas do noroeste da Turquia, matando 17 mil pessoas.(RFI )

     

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  • Ex-presidente do Peru é preso por caso Odebrecht

    O juiz peruano Richard Concepción Carhuancho ordenou a prisão do ex-presidente do país Ollanta Humala e de sua mulher, Nadine Heredia, que são acusados de lavagem de dinheiro relacionada ao caso Odebrecht. O casal se apresentou às autoridades após a decisão e foi preso em Lima.

    A ordem, que autoriza 18 meses de detenção para Humala e Nadine, veio após procuradores argumentarem que o casal pode fugir do Peru. O mesmo juiz já havia ordenado a prisão de um outro ex-presidente peruano, Alejandro Toledo, por acusações semelhantes. Toledo está nos Estados Unidos lutando contra pedidos de deportação das autoridades peruanas.

    O procurador Germán Juárez acusou o casal Humala e Nadine de lavar dinheiro nas campanhas presidenciais de 2006 e 2011. Ele explicou que ambos receberam recursos públicos da Venezuela para a campanha de 2006, quando Humala saiu derrotado nas eleições. Em 2011, quando Humala foi eleito, a Odebrecht e a OAS contribuíram com dinheiro que seria destinado a corromper funcionários e obter licitações, segundo o procurador.

    O empresário Marcelo Odebrecht declarou em sua delação que havia entregado ilegalmente 3 milhões de dólares à campanha de Humala, que negou as acusações.

    No Twitter, o ex-presidente e sua mulher negaram as acusações. Humala afirmou que a decisão confirma o “abuso de poder” das autoridades e Nadine disse que “não foram apresentadas provas”.

    Esta es la confirmación del abuso del poder, al que nosotros le haremos frente, en defensa de nuestros derechos y de los derechos de todos.

    — Ollanta Humala Tasso (@Ollanta_HumalaT) July 14, 2017

    Gracias a los que no sentencian antes de tiempo y que creen en la inocencia hasta que existan pruebas en contra. HOY no han sido presentadas

    — Nadine Heredia (@NadineHeredia) July 14, (veja)

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  • Queda de avião militar no Mississippi mata 16

    Fumaça após avião militar cair em uma plantação de soja no estado do Mississipi (Foto: Jimmy Taylor / via AP Photo

    Um avião militar caiu nesta segunda-feira (10) no estado americano do Mississippi, matando as 16 pessoas que estavam a bordo, informou a agência local de emergências, citada pela rede "CNN".

    As 16 vítimas estavam no avião do Corpo de Fuzileiros (Marines) e não há sobreviventes, disse à CNN o diretor da agência de gestão de emergências do condado de Leflore, Fred Randle.

    O jornal local Clarion-Ledger informou que um US Marine Corps C-130, um avião de abastecimento, caiu em uma plantação de soja no limite dos condados de Sunflower e Leflore.

    "Um acidente do USMC KC-130 ocorreu na noite de 10 de julho. Mais informações serão divulgadas assim que estiverem disponíveis", confirmou o Corpo de Fuzileiros Navais.

    O incidente acorreu por volta de 16h do horário local, segundo o Clarion-Ledger, acrescentando que bombeiros pulverizaram a aeronave com enormes camadas de espuma para apagar o fogo.

    Fotos no site do jornal mostram colunas de fumaça negra emergindo de um campo.

    "Por favor, juntem-se a mim e à Deborah nas orações pelos que sofrem por esta tragédia. Nossos homens e mulheres militares se arriscam diariamente para garantir nossa liberdade", disse o governador do Mississippi, Phil Bryant, no Facebook.h(G1)



  • Irã oferece ajuda ao Iraque para reconstruir Mossul

    Imagem deste domingo (9) mostra fumaça após um bombardeio da coalizão dos EUA contra o Estado Islâmico em Mossul (Foto: Ahmad al-Rubaye/AFP)

    O Irã felicitou o Iraque pela vitória declarada por Bagdá sobre os extremistas do grupo Estado Islâmico (EI) na cidade de Mossul (norte) e ofereceu sua ajuda para a reconstrução.

    "Felicitamos a população corajosa e o governo do Iraque pela libertação de Mossul", escreveu no Twitter o ministro iraniano das Relações Exteriores, Javad Zarif.

    O primeiro-ministro iraquiano, Haider Al-Abadi, proclamou no domingo (10) em Mossul a "vitória" sobre o EI, após quase nove meses de batalha violenta.

    A reconquista de Mossul é a mais importante vitória iraquiana desde que o EI assumiu o controle da cidade em uma ofensiva relâmpago em 10 de junho de 2014, antes de dominar grandes partes do coração sunita do país e proclamar seu "califado" em uma área entre o Iraque e a vizinha Síria.(G1)

     



  • Trump ameaça resposta ‘bastante severa’ à Coreia do Norte

     presidente americano, Donald Trump, prometeu nesta quinta-feira uma resposta “bastante severa” à Coreia do Norte, após o lançamento de um míssil balístico intercontinental (ICBM), um dia depois de Estados Unidos e França solicitarem novas sanções contra Pyongyang.

    “Peço a todas as nações que enfrentem esta ameaça global e demonstrem publicamente à Coreia do Norte que há consequências por seu comportamento muito, muito ruim”, 

    declarou Trump durante uma visita a Varsóvia antes de participar da cúpula do G20 em Hamburgo. Washington estuda tomar medidas “bastante severas“, acrescentou, sem dar mais detalhes.

    Horas depois, o seu secretário de Defesa, Jim Mattis, explicou que essas medidas seriam diplomáticas. “Estamos lidando com uma escalada militar muito séria, uma provocação, uma afronta às resoluções do Conselho de Segurança da ONU“, disse Mattis em Washington. “Continuamos na rota diplomática, envolvendo nossos aliados e nações amigas em todo o mundo”, completou.

    Na quarta-feira, os Estados Unidos, com o apoio da França, anunciaram na ONU a intenção de propor novas sanções contra a Coreia do Norte, mas a Rússia bloqueou a iniciativa com o argumento que ainda não havia sido comprovado que o último lançamento feito foi de um míssil intercontinental. Os Estados Unidos e a ONU asseguram que o míssil Hwasong-14 era de alcance intercontinental e poderia atingir o Alasca.  É uma clara e nítida escalada militar”, assegurou a embaixadora americana na ONU, Nikki Haley.

    Nesta quinta-feira, a União Europeia e o Japão também pediram a análise de novas sanções internacionais contra a Coreia do Norte, anunciou o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk. “Concordamos em apelar à comunidade internacional a reforçar as medidas que buscam restringir ainda mais a transferência de bens e tecnologia”, afirmou Tusk após se reunir em Bruxelas com o primeiro-ministro japonês,Shinzo Abe.

    De acordo com Frank Aum, ex-assessor sobre a Coreia do Norte do Departamento de Defesa americano, aumentar as sanções é a única opção realista para os Estados Unidos. “Não acredito que a administração Trump pense em nenhuma outra opção. Já não acreditam realmente nas negociações e pensam que devem aumentar a pressão, sobretudo na área financeira”, disse.

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    O presidente sul-coreano, Moon Jae-In, reiterou a sua oferta anterior de manter diálogos com Kim Jong-Un apesar do teste de míssil, e acrescentou ser perigosa a falta de diálogo.  “Quando as condições estiverem dadas, estarei pronto para me encontrar com o líder norte-coreano”, afirmou em Berlim. Moon também se mostrou partidário de “reagir com algo mais que uma mera declaração” e pediu o reforço das sanções, fiel a sua política de combinar medidas de coerção com esforços para que Pyongyang retorne à mesa de negociações.

    Nos primeiros meses de seu mandato, Trump tentou pressionar a Chinaa controlar as explosões nucleares de seu aliado norte-coreano, sem sucesso. No mais recente sinal de seu crescente atrito com o gigante asiático, Trump afirmou na quarta-feira no Twitter que a Chinaestá minando os esforços dos Estados Unidos e que aumentou o seu comércio com Pyongyang. Pequim respondeu indiretamente, ao defender nesta quinta-feira o uso de uma linguagem moderada por ambas as partes. “Também pedimos que as partes mantenham a calma (…) e se abstenham de palavras e atos que possam aumentar a tensão”, declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Geng Shuang, à imprensa.

    O Conselho de Segurança adotou no ano passado duas resoluções para aumentar a pressão sobre a Coreia do Norte e impedir que seu líder tivesse acesso ao dinheiro necessário para financiar seus programas militares eem  junho, com apoio da China, ampliou as restrições. Estas resoluções apontam diretamente para as exportações de carvão norte-coreano, fonte importante de receitas para o regime. No total, a ONU adotou seis pacotes de sanções contra a Pyongyang desde seu primeiro teste atômico, em 2006.(VEJA.com)

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