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  • Avião com 118 pessoas a bordo é sequestrado na Líbia; imprensa informa ameaça de explosão

    Foto: Divulgação

    Um avião da companhia aérea Afriqiyah Airways que fazia um voo interno na Líbia foi sequestrado nesta sexta-feira (23) e desviado para Malta. O Airbus A320 estaria com 118 pessoas a bordo, segundo a Agência Ansa. A imprensa local informou que dois sequestradores ameaçaram explodir a aeronave. O primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscat, confirmou a informação em sua conta no Twitter. "Informado da possível situação de sequestro em um voo interno líbio desviado para Malta. Operações de segurança e emergência em espera", escreveu.



  • Suspeito de atacar feira em Berlim é morto na Itália, dizem agências

    Anis A. em imagem divulada pela agência de investigação federal alemã (Foto: BKA/Reuters)

       O suspeito de atacar uma feira de Natal em Berlim, na Alemanha, foi morto em um tiroteio em Milão, na Itália, nesta sexta-feira (23). A informação foi divulgada nesta manhã pelas agências Reuters, France Presse, Ansa e Associated Press. O ministro do interior italiano deve dar uma coletiva em breve.

    O tunisiano Anis Amri foi fotografado em uma mesquita horas depois do atentado. Segundo a polícia, ele dirigia o caminhão que atropelou uma multidão, deixando 12 mortos e 48 feridos, na noite de segunda-feira (19). Ele estava desaparecido.

    Suspeito de atacar feira em Berlim é morto na Itália, dizem agências

    As fotos, divulgadas pelo jornal alemão “Bild”, mostram Anis Amri com um casaco de frio e um gorro na entrada de uma mesquita em um tradicional bairro operário de Moabit, no centro de Berlim. As imagens mostram o tunisiano em imagens capturadas em de 14 e 15 de dezembro e depois na segunda-feira à noite.

    Essa mesquita é conhecida, segundo o Serviço Secreto Alemão, pela ligação dos seus organizadores com o Estado Islâmico. Polícia alemã tinha câmera na saída da mesquita, segundo informações do Jornal da Globo. O “Bild” afirma que a polícia chegou a essa conclusão após escutas telefônicas.

    Logo depois do atentado, a polícia prendeu um paquistanês, que foi considerado suspeito por deixar o local do atentado correndo. Um civil alemão o perseguiu e avisou a polícia. No dia seguinte, ele foi liberado por falta de provas.

    A polícia só começou a perseguir Anis Amri depois que autorização de residência provisória foi encontrada sob o banco do caminhão. Na quinta-feira (23), os investigadores divulgaram ter encontrado digitais de Anis Amri na porta e no volante do veículo.

     

    Vídeo

     

    Um vídeo obtido com exclusividade pela agência de notícias Reuters mostra o momento em que o caminhão invadiu a feira natalina. O vídeo foi registrado por um taxista que estava perto da praça Breitscheid. Veja o vídeo.

    Intensificação das buscas

    Na quinta, policiais fizeram operações de busca em Berlim e na cidade de Dortmund. A caçada internacional ao principal suspeito no ataque gerou questionamentos e a ira da opinião pública na Alemanha, segundo a Deutsche Welle. Muitas pessoas se perguntam como foi possível Anis Amri evitar a prisão e a deportação, embora estivesse no radar das agências de segurança da Alemanha.

    A Alemanha anunciou, na quarta, que oferece uma recompensa de até 100 mil euros (equivalente a cerca de R$ 350 mil), para quem tiver pistas sobre o suspeito.

     

    Investigação

     

    A chanceler alemã, Angela Merkel, tentou tranquilizar seu país, dizendo nesta quinta que espera a rápida prisão do tunisiano.

    A Associated Press afirmou que o tunisiano estava sob investigação desde 14 de março, por ser considerado uma ameaça - ele estaria tentando comprar armas automáticas para usar no ataque. Amri já havia sido acusado de envolvimento com tráfico de drogas e de participar de uma briga em um bar. Mas como não havia provas, a vigilância foi suspensa em setembro.

    Segundo a CNN, ele já havia sido preso em agosto, no sul da Alemanha, quando viajava para a Itália, por portar documentos falsificados. Na ocasião, ele foi liberado por um juiz.

    De acordo com o jornal "Süddeutsche Zeitung", o tunisiano esteve em contato com a rede de um importante ideólogo islâmico conhecido como Abu Walaa, recentemente preso por provável ligação com o Estado Islâmico.(G1)

     
     
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  • Sobe para 12 número de mortos após caminhão invadir Feira de Natal em Berlim

    Foto: Berliner Morgenpost

    Subiu para 12 o número de mortos após um caminhão invadir a área do Feira de Natal de Breitscheidplatz, em Berlim, na Alemanha, na noite desta segunda-feira (20). Segundo informações da rede CNN, também há dezenas de feridos. A maior suspeita é de que o caso seja um ataque terrorista – nesta terça (20), a polícia declarou que o caminhão, carregado com 25 toneladas de aço, “estava se dirigindo deliberadamente para a multidão”. “A polícia avalia que um suposto ataque terrorista em #Breitscheidplatz está ocorrendo a todo vapor e todas as precauções necessárias estão sendo tomadas”, afirmou a corporação, em seu perfil oficial no Twitter. O caminhão que atropelou parte do público da feira pertencia a uma companhia polonesa e teria atravessado a fronteira para realizar os ataques. O proprietário da empresa, Ariel Zurawski, suspeita que seu sobrinho, responsável pela direção, possa ter sido sequestrado. Ele relatou que a esposa do sobrinho fez várias tentativas de falar com o marido, mas não conseguiu. 



  • Coreia do Sul abre processo de impeachment contra presidente

        A  Assembleia Nacional (parlamento) da Coreia do Sul aprovou, nesta sexta-feira (9), o prosseguimento do processo de impeachment da presidente Park Geun-hye, envolvida em um escândalo de corrupção que paralisou sua administração e provocou grandes protestos em todo o país.

    A moção que destitui a chefe de Estado passou com mais de dois terços dos votos e levou pouco mais de uma hora para ser votada: foi aprovada com 234 votos a favor, 56 contra, 7 nulos e duas abstenções.

    O resultado transfere imediatamente os poderes de Park ao primeiro-ministro, Hwang Kyo-ahn, à espera da decisão do Tribunal Constitucional, que deve ratificar ou invalidar a decisão parlamentar. O processo no Tribunal Constitucional só prosseguirá se for aprovado por seis dos nove juízes.

    Todo o processo pode levar 180 dias, embora especialistas sul-coreanos estimam que esse tempo pode ser reduzido para dois meses.

    Coreia do Sul abre processo de impeachment contra presidente

    Com a decisão do parlamento, a presidente, primeira mulher a comandar o país, está privada de todos seus poderes à frente do Estado, desde o controle do Exército até o direito a veto ou decisões de política externa, em benefício do primeiro-ministro Hwang Kyo-ahn.

    O processo contra a chefe de Estado surgiu após a imprensa sul-coreana ter revelado que Choi Soon-Sil, amiga de Park há 40 anos, aconselhava a presidente nos assuntos de Estado sem exercer nenhuma função oficial ou ter habilitação para isso, além de usar sua proximidade com o poder para obter vantagens pessoais.

    Choi, de 60 anos, é chamada de "Rasputina" pelos meios de comunicação locais, em referência a Rasputin, o místico que exerceu uma grande influência sobre o Czar Nicolau II da Rússia no início do século 20.

    Acusada de ser uma “cartomante xamânica” pela oposição, Choi é filha de uma misteriosa figura religiosa, Choi-Tae-Min, chefe autoproclamado de uma seita chamada Igreja da Vida Eterna.

    Ele, que já era ligado ao pai da presidente, converteu-se em mentor de Park Geun-Hye depois do assassinato de sua mãe, em 1974. De acordo com um relatório da agência de inteligência coreana da década de 1970 citado pelo “New York Times”, o religioso se aproximou de Park dizendo que conseguia se comunicar com a mãe dela em sonhos.

    Segundo a imprensa, Choi Soon-Sil teria herdado de seu pai, morto em 1994, uma influência pouco apropriada sobre a presidência. O ex-marido de Choi Soon-Sil, inclusive, havia sido um dos principais adjuntos de Park até sua eleição, em 2012.

    Rumores dizem que Choi teria criado um grupo secreto de conselheiros presidenciais não oficiais chamado “as oito fadas” ou “as oito deusas”, mas não há detalhes sobre quem seriam essas oito pessoas.(G1)

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  • Após acidente com a Chapecoense, diretor-geral da LaMia é preso na Bolívia

    Polícia boliviana faz operação na sede da LaMia | Foto: Reprodução / TV Globo

    Os procuradores do Ministério Público da Bolívia realizaram nesta terça-feira uma operação de busca e apreensão na sede da LaMia, na cidade de Santa Cruz de la Sierra, prenderam o diretor-geral da companhia aérea, Gustavo Vargas Gamboa, e confiscaram documentos e computadores dentro de sua investigação sobre o acidente que causou a morte de 71 das 77 pessoas que estavam a bordo da aeronave que levava a delegação da Chapecoense a Medellín, na Colômbia. Oprocuradores detiveram Vargas e o levaram à sede do Ministério Público Departamental de Santa Cruz. O diretor é um ex-militar da Força Aérea Boliviana, que entre 2001 e 2007 foi o piloto de vários presidentes do país - incluído o atual, Evo Morales.Além de Vargas, foram detidos uma secretária e um técnico da companhia, que também foram conduzidos à sede do Ministério. Vargas é o pai de Gustavo Vargas Villegas, até a semana passada um dos funcionários do alto escalão da Direção Geral de Aeronáutica Civil (DGAC) e que foi suspenso de suas funções devido à investigação sobre o funcionamento da companhia aérea. Os procuradores ordenaram as prisões após ficarem várias horas revisando a documentação e os computadores da empresa. O material foi confiscado e levado em duas caminhonetes à sede do Ministério Público. 

    As prisões aconteceram na véspera de uma reunião de autoridades judiciais de Bolívia, Brasil e Colômbia, que investigam a tragédia com o único avião da LaMia. O Procurador-geral da Bolívia, Ramiro Guerrero, disse que a investigação em seu país sobre o caso está aberta a princípio por um crime de descumprimento de deveres, mas que "certamente pode chegar a crime de homicídio culposo" contra os responsáveis. Horas antes da detenções, os procuradores bolivianos também foram ao escritório da Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea (AASANA), no Aeroporto Internacional de Viru Viru, em Santa Cruz. Neste caso, o alvo da busca e apreensão foi a sala da funcionária Celia Castedo, que questionou o plano de voo do avião da LaMia antes do acidente na Colômbia. Na última segunda-feira, Castedo deixou a Bolívia rumo ao Brasil, passou o dia em negociações com seu advogado e autoridades brasileiras e foi levada à noite à delegacia da Polícia Federal da cidade de Corumbá (MS) para que apresentasse um pedido de refúgio.o ministro de Governo boliviano, Carlos Romero, afirmou que ela saiu do país ilegalmente, por isso a sua estadia no Brasil também seria ilegal. "(Castedo) Não utilizou nenhum ponto legal de controle migratório. Sua saída do país foi ilegal, sem passar pelos postos de controle migratório". De acordo com ele, a saída de Castedo da Bolívia é "um claro sinal que visa evitar a ação da justiça" local.

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  • Piloto do avião da LaMia tinha mandado de prisão decretado, diz ministro boliviano

    Foto: Reprodução / Facebook

    O piloto do avião que transportava a delegação da Chapecoense para a Colômbia, Miguel Quiroga, tinha mandado de prisão decretado por ter desertado da Força Aérea. A informação foi passada pelo ministro boliviano da Defesa, Reymi Ferreira, nesta segunda-feira (5), segundo o qual os pilotos assumem compromisso de, após formados, não se retirarem da Força Aérea até cumprirem com os anos de serviço militar previstos. Quiroga teria evitado a prisão com recursos na Justiça, de acordo com O Globo. O piloto boliviano, um dos sócios da LaMia, tinha 36 anos e estava responsável pelo avião que caiu com o time da Chapecoense, jornalistas e convidados na última terça-feira (30). A delegação seguia para a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional, em Medellín.



  • Avião da LaMia caiu por falta de combustível, conclui Aeronáutica da Colômbia

    Foto: Reprodução / Twitter Policiantioquia

    As autoridades colombianas apresentaram nesta quarta-feira, em Medellín, as primeiras conclusões sobre o acidente aéreo do voo que transportava a Chapecoense até a cidade para jogo contra o Atlético Nacional, pela final da Copa Sul-Americana. 

    Segundo o Secretário Nacional de Segurança Aérea da Colômbia, Freddy Bonilla, a aeronave da companhia boliviana LaMia estava sem combustível no momento do choque, o que indica a possibilidade de ter existido nos instantes anteriores uma pane elétrica. "Podemos afirmar claramente que o avião não tinha combustível no momento do impacto. Uma das hipóteses com que trabalhamos é que como o aeronave não tinha combustível, os motores se apagaram e houve pane elétrica, como foi relatado pelo piloto para a torre de controle", disse Bonilla em entrevista coletiva no aeroporto Olaya Herrera, no centro da cidade. O avião que transportava a delegação da Chapecoense caiu entre as cidades de La Ceja e La Unión, na região metropolitana de Medellín, capital do departamento de Antioquia. As investigações preliminares foram apresentadas pela primeira vez nesta quarta-feira, logo depois do vazamento de conversas de áudio entre o piloto do avião e a torre de controle do aeroporto José Maria Cordóva mostrarem um diálogo desesperado para pousar o quanto antes, já que os tanques estavam vazios. De acordo com Bonilla, a ausência de combustível é uma desobediência grave às regras do transporte de passageiros. "Qualquer aeronave no mundo precisa ter no mínimo uma quantidade extra de reserva para aguentar 30 minutos além do tempo previsto de voo e ainda mais 5 minutos ou 5% da distância, para que assim se tenha uma segurança. Vamos investigar para saber por que a tripulação não contava com combustível suficiente", explicou. Os órgãos colombianos confirmaram que o voo fretado saiu de Santa Cruz de la Sierra com destino a Medellín sem previsão para escalas. O tempo do deslocamento seria de 4 horas, porém a queda se deu antes de se chegar a esse prazo. O avião se chocou com uma montanha a uma altitude de 2,2 mil acima do nível do mar, em velocidade aproximada de 250 km/h. O secretário desmentiu um boato que circulava na Colômbia sobre o voo da Chapecoense ter ficado no ar para ter que aguardar a liberação da pista. Segundo ele, minutos antes da aproximação da aeronave com a equipe catarinense, a pista teve, sim, de receber o pouso de emergência de um voo que saiu de San Andrés, ilha colombiana no Caribe, com destino a Bogotá. Porém, de acordo com Bonilla, isso não fez com que a viagem do time de futebol fosse afetada. "Às 9h41 da noite o voo da Chapecoense foi autorizado a se aproximar. Às 9h52 o avião que vinha de San Andrés e estava sem combustível, pousou na pista, após desviar seu destino. Nesse mesmo instante o voo da companhia aérea LaMia comunicou a situação de emergência", explicou. Quatro minutos antes desse pedido de socorro, o piloto boliviano solicitou prioridade na pista. No horário colombiano (três horas a menos que o do Brasil) das 9h57 da noite de segunda-feira foi feito o último contato. Nessa conversa, a LaMia declarou à torre de controle a falha completa do sistema elétrico, assim como o tanque vazio. Houve perda de contato e a posterior queda do avião, que causou morte de 71 pessoas. 

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  • Sobrevivente diz que escapou da morte em queda de avião ficando em posição fetal

    Erwin Tumiri, sobrevivente acidente Chapecoense (Foto: Arquivo pessoal)

    Um dos sobreviventes da tragédia com o voo da Chapecoense, o boliviano Erwin Tumiri contou que escapou da morte seguindo um protocolo simples de segurança no caso de acidentes aéreos. Tripulante da aeronave, ele contou que ficou em posição fetal, com uma mala entre as pernas, o que amenizou o impacto que seu corpo sofreu com a queda. 

    "Sobrevivi porque segui todos os protocolos de segurança. Com a situação de pânico, muitos se levantaram dos assentos e começaram a gritar. Coloquei umas malas entre as pernas e fiquei na posição fetal, recomendada para acidentes", disse ele ao jornal boliviano La Razón.

    Além de Erwin, outro membro da tripulação sobreviveu - a assistente de bordo Ximena Suárez, também boliviana. Os pilotos Miguel Quiroga, Ovar Goitia e Sisy Arias, além dos tripulantes Rommel Vacaflores, Alex Quispe, Gustavo Encinas e Angel Lugo morreram no acidente. 

    Ao todo, 71 pessoas morreram, incluindo atletas, técnico e dirigentes da Chapecoense e dezenas de jornalistas. O grupo seguia para a Colômbia para o primeiro jogo do time catarinense pela final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional.



  • Avião com equipe da Chapecoense cai na Colômbia e deixa mortos

    O avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, sofreu um acidente na madrugada desta terça-feira (29), informam autoridades colombianas. Segundo autoridades colombianas, há 76 mortos e cinco sobreviventes. O avião da LaMia, matrícula CP2933, decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com 81 pessoas a bordo: 72 passageiros e 9 tripulantes. Segundo o Aeroporto Internacional José Maria Cordova, de Medellín, os cinco sobreviventes são os jogadores Alan Ruschel, Danilo e Follmann, o jornalista Rafael Henzel e a comissária Ximena Suarez.

    O ex-jogador Mario Sergio, comentarista do canal FoxSports, está entre as vítimas, segundo o Bom Dia Brasil. Os jogadores da equipe de Santa Catarina são os goleiros Danilo e Follmann; os laterais Gimenez, Dener, Alan Ruschel e Caramelo; os zagueiros: Marcelo, Filipe Machado, Thiego e Neto; os volantes: Josimar, Gil, Sérgio Manoel e Matheus Biteco; os meias Cleber Santana e Arthur Maia; e os atacantes: Kempes, Ananias, Lucas Gomes, Tiaguinho, Bruno Rangel e Canela. O acidente Segundo a imprensa local, a aeronave com o time catarinense perdeu contato com a torre de controle às 22h15 (local, 1h15 de Brasília) e caiu ao se aproximar do Aeroporto José Maria Córdova, em Rionegro, perto de Medellín. O Comitê de Operação de Emergência (COE) e a gerência do aeroporto informaram que a aeronave se declarou em emergência por falha técnica às 22h (local) entre as cidades de Ceja e La Unión. Anteriormente, a imprensa colombiana informou possível falta de combustível como causa do acidente. Mas a mídia local informou que o piloto despejou combustível após perceber que o avião iria cair. Segundo a rede de TV Caracol, da Colômbia, a aeronave sumiu do radar entre La Ceja e Abejorral. Uma operação de emergência foi ativada para atender ao acidente. A Força Aérea Colombiana dispôs helicópteros para ajudar em trabalhos de resgate, mas missões de voos foram abortadas nesta madrugada por causa das condições climáticas. Choveu muito na região na noite de segunda, o que reduziu muito a visibilidade. Equipes chegaram ao local do acidente por terra, mas o acesso à região montanhosa é difícil e a remoção é lenta. Final de campeonato O time da Chapecoense embarcou para a Colômbia na noite de segunda (28), para disputar a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, na quarta (30). Inicialmente, a delegação embarcou em um voo comercial de São Paulo até a Bolívia. Lá, o grupo pegou um voo da LaMia. Em comunicado, o clube de Santa Catarina informou que espera pronunciamento oficial da autoridade aérea colombiana sobre o acidente. Em seu perfil no Twitter, o Atlético Nacional lamentou o acidente e prestou solidariedade à Chapecoense: "Nacional lamenta profundamente e se solidariza com @chapecoensereal pelo acidente ocorrido e espera informação das autoridades". O primeiro jogo da decisão, marcado para esta quarta-feira (30), foi cancelado, segundo a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). O Itamaraty, pelo telefone, informou que a embaixada do Brasil em Bogotá está em contato com as autoridades colombianas para obter informações sobre o acidente. A assessoria informou que as notícias ainda chegam desencontradas. O Ministério das Relações Exteriores vai esperar um posicionamento oficial sobre vítimas e circunstâncias do acidente para se pronunciar. Está previsto que divulguem uma nota oficial ainda agora de manhã. O embaixador em Bogotá se chama Julio Bitelli. A companhia A LaMia (Línea Aérea Mérida Internacional de Aviación) é uma companhia de aviação que foi inicialmente constituída na Venezuela no ano de 2009 e depois mudou sua sede para a Bolívia (Santa Cruz de la Sierra). A empresa vem sendo desenvolvida para voos não regulares (charter), com o objetivo de permitir o desenvolvimento de atividades no país e no exterior, com aeronaves de grande porte - de passageiros e de carga. (G1)

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  • Fidel Castro, ex-presidente de Cuba, morre aos 90 anos

    O ex-presidente de Cuba Fidel Castro participa da cerimônia de encerramento do 7º congresso do Partido Comunista Cubano em Havana (Foto: Omara Garcia/AIN/Reuters)

    O ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, morreu à 1h29 (hora de Brasília) deste sábado (26), aos 90 anos, na capital Havana. A informação foi divulgada pelo seu irmão Raúl Castro em pronunciamento na TV estatal cubana.

    "Com profunda dor compareço para informar ao nosso povo, aos amigos da nossa América e do mundo que hoje, 25 de novembro do 2016, às 22h29, faleceu o comandante da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz", disse Raúl Castro.

    "Em cumprimento da vontade expressa do companheiro Fidel, seus restos serão cremados nas primeiras horas" deste sábado, prosseguiu o irmão.

          

    Figura controversa


    Visto como um grande líder revolucionário por uns, e como ditador sanguinário por outros, Fidel foi saindo de cena progressivamente ao longo da última década, morando em lugar não divulgado e fazendo aparições esporádicas nos últimos anos.

    As últimas imagens de Fidel Castro são do dia 15, quando recebeu em sua residência o presidente do Vietnã, Tran Dai Quang. Antes, ele foi visto em um ato público foi no dia 13 de agosto, na comemoração de seu 90º aniversário. A festa reuniu mais de 100 mil pessoas. Na época, Fidel apresentou um semblante frágil, vestido com um moletom branco e acompanhado pelo seu irmão Raúl e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

    Despedida


    Em abril, durante o XVII Congresso do Partido Comunista de Cuba, Fidel reapareceu e fez um discurso que soou como uma despedida, onde reafirmou a força das ideias dos comunistas.

    "A hora de todo mundo vai chegar, mas ficarão as ideias dos comunistas cubanos, como prova de que neste planeta se trabalha com fervor e dignidade, é possível produzir os bens materiais e culturais que os seres humanos necessitam, e devemos lutar sem descanso para isso", afirmou Fidel Castro na ocasião.

    Desde que ficou doente, em julho de 2006, e cedeu o poder ao seu irmão Raúl Castro, o líder cubano se dedicou a escrever artigos, assim como livros sobre sua luta na Sierra Maestra e a receber personalidades internacionais em sua residência, no oeste de Havana.

     

    Doença e saída do poder

    Na noite de 31 de julho de 2006, Fidel Castro surpreendeu Cuba e o mundo com o anúncio de que cedia o poder ao irmão Raúl, em caráter provisório, depois de sofrer hemorragias. Foi a primeira vez que saiu do poder.

    Sem revelar qual doença o afetava, Fidel admitiu que esteve à beira da morte. Perdeu quase 20 quilos nos primeiros 34 dias de crise, passou por várias cirurgias e dependeu por muitos meses de cateteres.

    Em dezembro de 2007, o comandante cubano já havia expressado em uma mensagem escrita que não estava aferrado ao poder, nem obstruiria a passagem das novas gerações, mas em janeiro foi eleito deputado e ficou tecnicamente habilitado para uma reeleição – o que não ocorreu.

    Desde março de 2007, já afastado do cenário público, sendo visto apenas em vídeos e fotos, Fidel Castro se dedicava a escrever artigos para a imprensa sob o título de "Reflexões do Comandante-em-Chefe".

    Fidel deixou o poder definitivamente em fevereiro de 2008. Em um texto publicado no jornal estatal “Granma”, ele anunciou sua renúncia.

    Trajetória
    Fidel nasceu em 13 de agosto de 1926, na província de Holguín, sul de Cuba, e foi batizado durante a infância de Fidel Hipólito. Sua mãe trabalhava para a mulher de seu pai, o bem sucedido latifundiário espanhol Ángel Castro.

    Apenas quando Fidel era adolescente seu pai se separou da primeira mulher e assumiu a família com a mãe de Fidel, Lina Ruz Gonzalez, com quem teve outros cinco filhos. Nesta época, Fidel foi assumido oficialmente pelo pai e recebeu o nome de Fidel Alejandro Castro Ruz.

    Apesar de não ter sido registrado pelo pai na infância, Fidel cresceu estudando em escolas particulares e em meio a um ambiente de riqueza bastante diferente da pobreza do povo cubano.

    Bastante inteligente, o jovem era mais interessado nos esportes do que nos estudos. Mesmo assim, o líder cubano iniciou seus estudos na Universidade de Havana em 1945, onde conheceu o nacionalismo político cubano, o anti-imperalismo e o socialismo, e se formou em direito em 1950.

    Em 1948, Fidel viajou para a República Dominicana em uma expedição para tentar derrubar o ditador Rafael Trujillo, que foi fracassada.

    Ao voltar para a faculdade, ele se juntou ao Partido Ortodoxo, fundado para acabar com a corrupção no país.

    Casamentos

    No mesmo ano, Fidel se casou com Mirta Diaz Balart, de uma rica família cubana. Eles tiveram apenas um filho, Fidelito. O casamento com Mirta acabou em 1955. Durante a união, ele teve um relacionamento com Naty Revuelta, com quem teve uma filha, Alina Fernández-Revuelta. Em 1993, ela fugiu da ilha se fazendo passar por uma turista espanhola. Alina pediu asilo nos Estados Unidos e passou a fazer fortes críticas a seu pai.

    Com sua segunda mulher, Dalia Soto del Valle, Fidel teve outros cinco filhos homens cujos nomes começam com a letra "A": Alexis, Alexander, Alejandro, Antonio e Ángel.

    Além da filha Alina, uma das irmãs de Fidel, Juanita Castro, também se mudou para os EUA, no início da década de 1960.

    Revolução

    Durante o casamento, Fidel teve contato com as famílias ricas de Cuba, e se candidatou a um posto no parlamento. Entretanto, o golpe do general Fulgêncio Batista derrubou o governo da época e cancelou as eleições.

    Junto com outros membros do Partido Ortodoxo, Fidel organizou uma insurreição. Em 26 de julho de 1953, cerca de 150 pessoas atacaram o quartel de Moncada, em Santiago de Cuba, em uma tentativa de derrubar Batista. O ataque falhou e Fidel foi capturado. Após julgamento, ele foi condenado a 15 anos de prisão. Entretanto, o incidente o tornou famoso no país.

    Em 1955, Fidel foi anistiado, e fundou o movimento 26 de Julho, de oposição ao governo. Nessa época, ele se encontrou pela primeira vez com o revolucionário Ernesto ‘Che’ Guevara e se exilou no México.

    Em 1957, junto com Guevara e mais 79 expedicionários, chegou a Cuba a bordo de um navio e tentou derrubar o presidente, mas foi surpreendido pelo Exército e derrotado. Fidel, seu irmão Raúl e Che conseguiram escapar e se refugiaram na Sierra Maestra, onde travaram combates com o governo.

    Em 30 e 31 de dezembro de 1958, as vitórias revolucionárias assustaram Batista, que fugiu de Cuba e foi para a República Dominicana. Aos 32 anos, Fidel conseguiu o controle do país.

    Reforma para o comunismo


    Um novo governo foi criado, e Fidel assumiu como primeiro-ministro em 1959, após a renúncia de Jose Miro Cardona. Nesta época, foram iniciadas as relações com a então União Soviética.

    O líder passou então a sua reforma para o comunismo. Em 1960, Fidel nacionalizou a indústria açucareira de Cuba, sem pagar indenizações. Três anos depois ele estatizaria as fazendas, ampliando a reforma agrária.

    Em 1961, o governo proclamou seu status socialista. Houve uma fuga em massa dos ricos do país para Miami, nos Estados Unidos, que rompem as relações diplomáticas com Cuba.
     

    Crise com os EUA

    Em abril, Castro formalizou Cuba como um estado socialista. No dia seguinte, cerca de 1,3 mil exilados cubanos apoiados pela CIA atacaram a ilha pela Baía dos Porcos, em uma tentativa de derrubar o governo.

    O ataque foi um fracasso – centenas de pessoas foram mortas e quase mil capturadas. Os EUA negaram seu envolvimento, mas revelaram que os exilados foram treinados pela CIA. Décadas depois, o país confirmou que a ação vinha sendo planejada desde 1959.

    O incidente fez Castro consolidar seu poder. Em maio do mesmo ano, ele anunciou o fim das eleições democráticas no país e denunciou o imperialismo americano. Che Guevara assumiu o Ministério da Indústria.

    Em 1962, os EUA ordenaram o bloqueio econômico total à ilha, isolando o regime, uma política que se seguiu até a atualidade.

    Fidel passou a intensificar sua relação com a União Soviética, aceitando financiamento e ajudas militares. Em outubro de 1962, o país concebeu a ideia de implantar misseis nucleares em Cuba, gerando uma crise com os EUA e quase uma guerra nuclear.

    Dias depois, o premiê soviético concordou em remover os mísseis com o comprometimento americano de não invadir Cuba. Castro foi deixado de lado nas negociações.
     

    Governo

    Em 1965, Che deixa o país para expandir a revolução. Dois anos depois, ele foi assassinado na Bolívia, deixando Fidel como único rosto da revolução.

    Ainda em 1965, Fidel se posicionou como líder do Partido Comunista cubano. Pouco a pouco, ele começou uma campanha para apoiar a luta armada contra o imperialismo na América Latina e na África.

    Apesar do comprometimento dos EUA de não invadir a ilha, houve ataques de outras formas, como o bloqueio econômico e centenas de tentativas de assassinato contra Fidel ao longo dos anos. Fidel chegou a dizer que se escapar de tentativas de assassinato fosse um esporte olímpico, ele teria ganhado medalhas de ouro.

    Durante seu governo, Fidel investiu na educação – foram criadas cerca de 10 mil novas escolas, e a alfabetização atingiu 98% da população. Os cubanos têm um sistema de saúde universal, que reduziu a mortalidade infantil para 11 a cada mil nascidos vivos.

    Execuções e prisões
    Entretanto, as liberdades civis foram confiscadas. Sindicatos perderam o direito de realizar greves, jornais independentes foram fechados e instituições religiosas perseguidas. Castro removeu seus opositores com execuções e prisões, além do exílio forçado.

    Centenas de milhares de cubanos fugiram do país ao longo das décadas, muitos seguindo para a Flórida, bastante próxima da costa da ilha. A maior saída ocorreu em 1980, quando o governo anunciou a autorização de saída, e 125 mil pessoas deixaram Cuba – 15 mil delas se jogaram ao mar amarradas e canoas, pneus e botes.

    Em 1986, instituições de defesa dos direitos humanos realizaram em Paris o “Tribunal de Cuba”, onde ex-prisioneiros da ditadura deram seu testemunho. Entidades calculam que cerca de 12 mil pessoas morreram nas mãos do governo.

    Em 1989, com a queda do muro de Berlin, a União Soviética retira seus 7 mil militares da ilha e acaba com a ajuda comercial à Cuba.

    Em 1996, Cuba bombardeia dois aviões civis pilotados por exilados cubanos em Miami, retomando as tensões com os EUA. No ano seguinte, Fidel apontou seu irmão, Raúl, como seu sucessor.

    Em 2002, os EUA criam uma prisão para suspeitos de terrorismo em uma base militar Guantánamo, no território cubano. O então presidente George W. Bush inclui o país na lista dos que apoiam o terrorismo.
     

    Segredos

    Desde que caiu doente e entregou o poder provisoriamente a Raúl, Fidel deixou claro que sua doença era um assunto delicado e não um assunto de domínio público.

    "Devido aos planos do império (EUA), meu estado de saúde se converte em um segredo de Estado a respeito do qual não se pode ficar constantemente divulgando informações", afirmou.

    Os segredos em torno do ex-dirigente são guardados com tanto afinco que não se conhecia nem mesmo o local onde Fidel se recuperava.

    Conta-se que, durante anos, Fidel jamais dormiu duas noites no mesmo lugar.

    Ele circulava por Cuba em uma caravana com três carros Mercedes Benz pretos idênticos, e a presença dele nas cúpulas realizadas no exterior nunca está 100% confirmada antes de sua chegada.

    Até a ideologia comunista dele foi objeto de mistério nos primeiros anos da revolução.
    Diferentemente de outros líderes mundiais, a vida privada de Fidel não comparece aos jornais.

    O único dos filhos dele que ocupou um cargo público é Fidel Castro Diaz-Balart, o "Fidelito", um engenheiro nuclear que trabalhou como assessor científico do Conselho de Estado.

    Fidel nunca abandonou suas ideias sobre estratégia militar. Em 1953, quando organizou o ataque contra o quartel Moncada, em Santiago de Cuba, sua primeira e desastrosa ação militar, quase todos os seus companheiros só ficaram sabendo do objetivo da investida no último minuto. (Fonte: G1)

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  • Astronautas chineses retornam à Terra depois de 30 dias no espaço

    Os exploradores chineses partiram no dia 17 de outubro de uma base situada no deserto de Gobi na nave espacial Shenzhou-11 (Nave divina-11, em português)

    Dois astronautas chineses retornaram à Terra nesta sexta-feira, às 14h07 (4h07  no horário de Brasília). Após os ‘taikonautas’, como são chamados os astronautas chineses, ficarem 30 dias no espaço, a cápsula espacial posou no Norte da China. A missão espacial tripulada foi considerada a mais longa realizada pelo país.

    A conclusão da viagem espacial é fundamental para o projeto ambicioso da China de instalar, no prazo de seis anos, uma estação chinesa espacial tripulada permanente, quando a Estação Espacial Internacional (ISS) não estará mais funcionando.

    Os astronautas Jing Haipeng e Chen Dong seguirão para um hospital da região para passar por revisões médicas e depois seguirão para Pequim, onde realizarão um processo de readaptação à gravidade que pode durar algumas semanas, segundo especialistas.

    Haipeng e Dong viveram e trabalharam no laboratório espacial Tiangong-2 (em português, Palácio Celeste-2) desde 18 de outubro, data em que ingressaram no local. No ambiente, os dois cultivaram verduras, criaram bichos-da-seda e realizaram reparos na estação, de acordo com a agência estatal Xinhua.

    Os exploradores chineses haviam partido em 17 de outubro de uma base situada no deserto de Gobi na nave espacial Shenzhou-11 (em portiguês, Nave divina-11).(veja)

    Astronautas chineses retornam à Terra depois de 30 dias no espaço

    Os astronautas Jing Haipeng e Chen Dong seguirão para um hospital da região para passar por revisões médicas e depois seguirão para Pequim, onde realizarão um processo de readaptação à gravidade que pode durar algumas semanas, segundo especialistas. Haip



  • Surpreendente: Donald Trump é eleito presidente dos EUA

    O bilionário Donald Trump surpreendeu e venceu a candidata democrata Hillary Clinton na disputa pela presidência dos Estados Unidos. A apuração dos votos que teve início na noite de terça - feira (08) e finalizou na madrugada desta quarta - feira (09), deu vitória ao bilionário, motivo de alegrias para uns e tristezas para outros.
    Nos estados decisivos como,  como Michigan, Carolina do Norte e Flórida, o republicano levou a melhor e derrotou Hillary Clinton.
    Em 22 estados, os eleitores puderam votar antecipadamente. Em Miami, houve recorde de votação no estado em relação à eleição em 2012. Votaram cerca de 6,6 milhões de eleitores.



  • Parlamento venezuelano declara ‘ruptura da ordem constitucional’

    Presidente Nicolás Maduro | Foto: Ismael Francisco / Cubadebate

    A Assembleia Nacional (Parlamento) da Venezuela aprovou nesta segunda-feira (24) um acordo declarando que o governo do presidente Nicolás Maduro impulsionou "uma ruptura da ordem constitucional" ao suspender a realização de um referendo para revogar o mandato presidencial. Segundo o Parlamento, a ruptura ocorreu por meio de instituições como o Supremo Tribunal de Justiça, o Conselho Nacional Eleitoral e sete tribunais regionais, em uma situação que a oposição interpreta como "golpe de Estado" e a instauração de "uma ditadura". De acordo com a Agência Lusa, o texto foi aprovado com o voto favorável da maioria parlamentar opositora. A aprovação ocorreu cinco horas após o início do debate, interrompido durante meia hora por simpatizantes do regime que entraram no local e levaram uma câmera do canal de televisão Globovisión. O incidente deixou pelo menos um ferido. Segundo o texto do acordo, a Assembleia Nacional decidiu ainda "solicitar à comunidade internacional que ative todos os mecanismos necessários para garantir os direitos do povo da Venezuela, em especial o direito à democracia". Foi também decidido "formalizar uma denúncia, perante o Tribunal Penal Internacional e demais organizações competentes, contra os juízes [dos tribunais venezuelanos] e as reitoras do Conselho Nacional Eleitoral, responsáveis pela suspensão do processo de referendo revogatório, e [contra] os demais funcionários responsáveis pela perseguição política ao povo" venezuelano. A assembleia vai iniciar um processo "para determinar a situação constitucional da Presidência da República", a fim de definir se o presidente Nicolás Maduro tem nacionalidade colombiana. Uma sessão especial foi convocada para esta terça-feira (25), "para avaliar e decidir sobre a matéria", como afirmam os opositores. Uma comissão especial será criada para “restituir a ordem constitucional” e exigir às Forças Armadas que "não obedeçam nem executem qualquer ato ou decisão que sejam contrários aos princípios constitucionais ou prejudiquem direitos fundamentais do povo.(Bahia Noticias)



  • Superlua ocorrerá na noite deste domingo; saiba o que é o fenômeno

    Casal observa superlua em 2014 nos Estados Unidos (Foto: Charlie Riedel/AP)

    Na noite deste domingo (16) será possível observar no céu um fenômeno conhecido como “superlua”, que ocorre quando a lua cheia está mais próxima da Terra do que de costume.

    A explicação está no fato de a órbita da Lua ser elíptica. Por isso, a distância até nosso satélite natural varia, e a menor distância até a Terra (chamada de perigeu) é bem diferente da maior distância (chamada de apogeu): o perigeu da Lua se dá por volta de 362.600 km da Terra e o apogeu, na média, por volta de 405.400 km.

    Também chamada de “lua de perigeu”, a superlua pode ser 14% maior e 30% mais brilhante do que uma lua cheia de apogeu, segundo a Nasa (a agência espacial americana).

    Esta será a primeira das três superluas previstas para 2016. O fenômeno volta a se repetir em 14 de novembro e em 14 de dezembro.

    A previsão é que a do dia 14 de novembro seja a maior de todas, já que ela deve ser a lua cheia mais próxima da Terra não só neste ano mas também do século 21 até agora. O cálculo dos especialistas é que ela só voltará a ficar tão perto da Terra no dia 25 de novembro de 2034. (G1)



  • 'O Senhor nos guardou', diz Carla Perez após passagem de furacão

    Carla Perez posa com os filhos Camilly e Victor na igreja (Foto: Reprodução/Instagram)

    Carla Perez agredeceu neste domingo (9) o "livramento" por sua família não ter sido afetada pela passagem do furacão Matthew, que deixou mais de 870 mortos no Haiti e 11 nos EUA. Carla, o marido Xanddy e os filhos Victor e Camilly vivem desde o início do ano na Flórida. 

    "Olá meus amores. Hoje pela manhã fomos à casa do Pai para agradecer pelo livramento. Glórias a Deus, o Senhor nos guardou. Obrigada Paizinho. Quero também agradecer pelas orações e pelas vibrações positivas de todos vocês que se preocuparam com a gente. Obrigada pelo carinho de todos", escreveu a ex-loira do Tchan. 

     

    A apresentadora pediu que todos orem pelas pessoas afetadas pela tragédia. "Estamos tristes por aquelas famílias que foram destruídas pelo furacão Matthew, orando por aqueles que estão passando por dificuldades. Desejamos bençãos e forças. Vamos todos orar com muito amor, carinho e solidariedade a todos do Haiti, de Cuba, de Bahamas e da Flórida".

    O furacão chegou à Flórida nas categorias 3 e 2 - no Haiti, a intensidade foi 4, mais forte. (Correio24horas)

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