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Foto: Divulgação
Uma carta escrita pela avó materna e um sonho realizado. Foi assim a comemoração do quarto ano do pequeno Paulo Alessandro, na tarde desta segunda-feira (30). Enquanto ele e os coleguinhas, de dois anos e meio a seis anos de idade, aguardavam a hora do lanche para cantar os parabéns numa escola do bairro de Águas Claras, duas viaturas e 10 bombeiros militares chegaram à festa. Com uniformes operacionais, os bombeiros já entraram na unidade de ensino tirando as dúvidas das crianças e entrando no imaginário infantil com as histórias operacionais.
Quando viu as viaturas, o aniversariante ficou muito animado. Na hora dos parabéns, os bombeiros militares fizeram questão de participar ao lado de Paulo Alessandro.
Em forma de brincadeiras, eles ensinaram aos pequenos a como evitarem acidentes domésticos, e a turminha aprendeu rápido. “Essa é a fase ideal para começarmos esses ensinamentos. Essas crianças se tornarão adolescentes e adultos diferenciados. Levarão o aprendizado para o resto da vida e aprendem da melhor forma possível, brincando. É uma atividade muito gratificante, primeiro pela receptividade das crianças e segundo pela interação”, explicou o subtenente BM, Evilásio Limoeiro.

A avó Sueli Santana, destacou a importância do momento para o neto. “A alegria do meu neto é a minha. Ele é apaixonado pelos bombeiros. Estou adorando só de ver a felicidade no rostinho dele. Nunca imaginei que, a partir de uma carta manuscrita de forma despretensiosa, ele teria uma festa assim, com a participação de todos esses militares e das viaturas”, disse a avó. “É uma felicidade sem tamanho saber que vocês atenderam com tanta simplicidade e alegria o sonho do meu filho”, completou a mãe de Paulo Alessandro, Carolina Santana.
Crianças de outras turmas também participaram
“Quando soubemos que eles (os bombeiros militares) viriam, entramos em contato com as professoras das outras turmas para que as outras crianças também participassem desse momento que para nós, é muito importante para o aprendizado deles, e eles estão aqui extasiados”, ressaltou a professora de Paulo Raísa Lavínia.
A carta da avó de Paulo foi entregue no 1º Grupamento de Bombeiros Militar (1ºGBM), na Barroquinha no início de julho.
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