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É uma vacina nova aqui no Brasil, mas há 50 países no mundo que utilizam, quase 175 milhões de doses da vacina aplicadas”, diz Ministério da Saúde / BN / Foto: Reprodução
Dois casos graves de reação à vacina anti-HPV, aplicada em meninas entre 11 e 13 anos, são investigados pela Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul. Nos dois registros, as vítimas tiveram convulsões cerca de uma hora após a aplicação da primeira dose da medicação e precisaram de atendimento médico. Não foram divulgados nomes e idades das adolescentes, mas elas passam bem e não correm risco de vida. Apesar do regsitro dessas ocorrências, o Ministério da Saúde assegurou que a imunização não oferece riscos. “É uma vacina que tem quase dez anos de uso no mundo inteiro. É uma vacina nova aqui no Brasil, mas há 50 países no mundo que utilizam, quase 175 milhões de doses da vacina aplicadas”, ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. A vacinação contra o HPV, que pode causar até câncer de colo de útero, continua normalmente e encerra no dia 10 de abril. Para Barbosa, o medo de tomar a vacina pode gerar casos de tontura ou até desmaio e que isso ocorre “com qualquer injeção”. “Por isso que o Ministério da Saúde recomenda que a menina seja vacinada sentada e que ela não faça esforços físicos logo após tomar a vacina”, recomendou. O secretário também mencionou sintomas como vermelhidão e pequeno inchaço no local onde foi aplicada a vacina como comuns e sem motivo de preocupação. Barbosa ainda afirmou que há uma orientação para que os 35 mil postos de saúde registrem todas as reações às vacinas, não somente contra o HPV.
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