• Recenseadores do IBGE na Bahia relatam assaltos e má condições de trabalho

    Os recenseadores contratados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para fazer o Censo na Bahia relataram assaltos a mão armada durante o trabalho e reclamam das condições de trabalho. A falta de segurança não é a única reclamação dos recenseadores. Alguns deles dizem ainda que os pagamentos estão atrasados e já abandonaram o serviço. Segundo o IBGE, as desistências estão dentro do esperado. Os trabalhadores começaram a pesquisa no dia 1° de agosto e devem visitar todos os domicílios do estado. A falta dos auxílios para transporte e alimentação também fazem parte das queixas da categoria. Todos os dias, cerca de 12 mil recenseadores entrevistam moradores de cidades baianas. De acordo com eles, o problema é que as condições de trabalho têm levado uma parte desses trabalhadores a abandonar o serviço. Conforme o IBGE, 614 foram desligados em menos de um mês. Apenas 16 saíram por decisão do órgão. Sobre a insegurança, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística informou que orienta os servidores a não se expor a situações de risco e quando necessário buscar suporte dos supervisores. Já sobre as metas, o IBGE disse que para o Censo, todos os domicílios da Bahia precisam ser visitados.




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