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A terceira empresa classificada no processo de licitação para implantação de câmeras nas fardas de policiais militares na Bahia passa pela Prova Conceito, que analisa características previstas em edital e especificações tecnológicas do material, nesta quarta-feira (4). O edital foi aberto em maio, mas ainda segue sem definição após as duas primeiras empresas aprovadas serem desclassificadas, uma por falta de documentos e outra por ‘inconsistências nas imagens’. Superintendente tecnológico e organizacional da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP), o Coronel Marcos Oliveira explica que a prova avalia o funcionamento de requisitos estabelecidos para o uso prático do equipamento nas ruas. “Nós queremos ver se determinado requisito de uso vai funcionar na prática como, por exemplo, a robustez da câmera e se ela aguenta alguns intempéries. A gente quer ver se a câmera grava ininterruptamente, a duração da bateria. É preciso checar se está sujeita a violações, se as imagens podem ser corrompidas em algum momento. Temos toda essa preocupação no sentido de que, no momento que essas imagens forem solicitadas, elas estejam totalmente preservadas para retratar o que aconteceu”, destaca o Coronel. A Prova Conceito é acompanhada por especialistas da Superintendência de Gestão Tecnológica e Organizacional (SGTO), que faz parte da SSP, e por profissionais da Superintendência de Gestão Integrada da Ação Policial, das polícias Militar e Civil, de outras empresas candidatas, do Ministério Público Estadual (MPE), da Procuradoria Geral do Estado, da Defensoria Pública do Estado (DPE) e de movimentos sociais. Se aprovada, a empresa ganha uma licitação com contrato anual de R$ 43 milhões, que pode ter um aditivo de 25%, de acordo com a SSP.

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