• De Ipiaú, médico baiano morre no Rio de Janeiro após ataque em quiosque

    Pelo menos 33 tiros foram disparados pelos criminosos que mataram os três médicos - entre eles um baiano e o irmão da deputada Sâmia Bomfim - em um quiosque no Rio de Janeiro. O ataque aconteceu na madrugada desta quinta-feira (05/10). Câmeras da região registraram o ataque que durou 20 segundos.O médico baiano foi identificado como Perseu Ribeiro Almeida, 33 anos, estava no quiosque com colegas de profissão. Antes do ataque, as vítimas tiraram uma foto e postaram nas redes sociais. Perseu aparece usando uma camisa do Bahia. Perseu fez Medicina no Instituto Mantenedor de Ensino Superior da Bahia, onde se formou em 2017. Ele fez residência médica em Ortopedia e Traumatologia no COT Martagão. Ele fazia especialização em andamento em Cirurgia do Pé e Tornozelo no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo. O secretário estadual de Polícia Civil do Rio de Janeiro, José Renato Torres, afirmou que o homicídio dos três médicos ocorrido na capital fluminense, não ficarão impunes. Segundo ele, todas as equipes da corporação estão à disposição do Departamento de Homicídios para elucidar o crime.

    De Ipiaú, médico baiano morre no Rio de Janeiro após ataque em quiosque

    Uma das possibilidades investigadas pela polícia para a execução dos médicos no Rio de Janeiro é a semelhança física entre o baiano Perseu Ribeiro de Almeida, de 33 anos, e o miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, de 26. Segundo o jornal O Globo, Perseu tem peso, altura, cabelo e barba parecidos com Taillon, que costumava frequentar o local onde ocorreu o crime. Taillon de Alcântara Pereira Barbosa é apontado pelo Ministério Público do Rio como integrante de uma quadrilha que atua em regiões da Zona Oeste da cidade. Em dezembro de 2020, ele teve a prisão preventiva decretada pelo crime de organização criminosa. O miliciano mora na Avenida Lúcio Costa, na mesma avenida onde os médicos foram assassinados. Seu apartamento fica a 750 metros do quiosque onde aconteceu o crime. Morador de Jequié, a cidade no sudoeste da Bahia que é considerada a mais perigosa do Brasil, o dia a dia do médico envolvia atendimentos ortopédicos na região. Ele costumava viajar 54 km para trabalhar em Ipiaú, no sul do estado, onde atendia na clínica que herdou do pai, que também era médico ortopedista.




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