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A eleição na Bahia ocorreu, de modo geral, com tranquilidade, com transparência e sem maiores intercorrências. A avaliação é do desembargador geral do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), Abelardo da Matta. Em entrevista ao Correio*, ele destacou ainda a rapidez na apuração. O desembargador destacou as ferramentas digitais e a melhoria de acessibilidade para os eleitores com deficiência. Um dos pontos ressaltados foi o uso filometro, onde o eleitor pode acompanhar em tempo real o andamento das filas no seu local de votação. “Tivemos uma eleição conforme o planejado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia. Uma eleição transparente, segura e cômoda para o eleitor baiano. Tudo transcorreu com serenidade. Tivemos a troca de apenas 131 urnas, o que corresponde ao percentual de 0,36%, ou seja, mais de 99% das urnas não tiveram problemas em todos os municípios. Houve também uma preocupação muito grande com a acessibilidade, fizemos um trabalho ao longo dos meses para que as pessoas pudessem cumprir seu dever físico sem nenhuma dificuldade de acesso”, comentou. Na Bahia, o eleitorado apto para comparecer às urnas nas ultrapassou os 11,2 milhões, conforme dados do TSE, um 390.187 (3,5%) eleitores, em comparação às Eleições Municipais de 2020, quando haviam sido registrados 10.893.320 eleitores. Quarto maior colégio eleitoral do país, a Bahia, teve, ainda de acordo com o desembargador, 28 prisões no decorrer do dia, motivadas por boca de urna e formação criminosa. “Os casos já estão sendo analisados pelos juízes eleitorais. Todas as medidas estão sendo tratadas e adotadas as providências necessárias”, concluiu Abelardo.


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