• Deputado Roberto Brito aparece na lista dos investigados do 'Lava Jato'

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    Leão, Negromonte, Luiz Argôllo e Roberto Brito são os quatro da Bahia que serão investigados.

    O rastreamento de correspondências eletrônicas do doleiro e de aliados já havia mostrado que deputados do PP são citados como beneficiários de transferências. Nelson Meurer (PR) foi beneficiário de R$ 500 mil, Roberto Teixeira (PE) recebeu R$ 250 mil e o parlamentar baiano Roberto Britto ficou com R$ 100 mil. Todos declararam esses valores ao Tribunal Superior Eleitoral.

    A Bahia foi contemplada com quatro políticos na lista divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) com 47 nomes que serão investigados como suspeitos de participação no esquema de corrupção da Petrobras revelado pela Operação Lava Jato. São eles o atual vice-governador João Leão, o ex-ministro das Cidades e atual conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios Mário Negromonte, Roberto Brito, deputado federal (PP) e o ex-deputado Federal Luis Argôllo (ex-PP e Solidariedade).

    Mário Negromonte era deputado federal pelo PP e foi ministro das Cidades no primeiro mandato de Dilma. Aliado do ex-governador Jaques Wagner, foi nomeado conselheiro do TCM em julho de 2014 e colocou seu filho Mário Negromonte para disputar uma vaga na Câmara. Foi o segundo federal mais votado da Bahia. João Leão e Negromonte são velhos amigos. Leão foi o escolhido para compor a chapa que elegeu Rui Costa (PT) governador da Bahia. É o atual vice-governador e secretário de Planejamento da Bahia.




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