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Ítalo Fernando Monteiro Santana, 22 anos, foi acusado de participar do crime que terminou com a morte do padre Antônio Alves de Almeida, na última segunda (10), na Boca do Rio, em Salvador. Durante a coletiva realizada no audiório do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na tarde desta quarta-feira (19), os delegados titulares Marcelo Sansão e Rogéria Araújo afirmaram que Ítalo confessou apenas ter estado no local crime e outros dois comparsas envolvidos teriam cometido o assassinato.Ainda na coletiva, os delegados informaram que na noite do crime, vizinhos acionaram a polícia alegando que haviam homens suspeitos dentro da casa do padre. Os policiais da 6°e 9° Delegacias Territoriais (DTs) foram até ao local e tentaram capturar os outros dois suspeitos que conseguiram fugir pelos fundos da residência.No local, o corpo foi encontrado com cordas amarradas nos braços, pescoço e pés. De acordo com a polícia, Antônio foi atacado com vários golpes de facas de serra no tórax e abdômen, além de pedradas na cabeça. A intenção inicial era roubar os pertences de valor do padre Almeida.A quantidade de suspeitos foi ampliada durante a investigação, pois de acordo com a polícia, o padre tinha o costume de fazer torneios de ping-pong dentro da sua casa, que era bastante frequentada. Ainda segundo a polícia, um dos autores do crime tinha contato com o padre.O caso foi investigado pela 6° e 9° DTs, em conjunto desde a noite do crime. A polícia tenta negociar a apresentação dos outros dois supeitos entrando em contato constante com os familiares. A doutora Rogéria Araújo salientou durante a entrevista, que é importante a participação dosÍtalo não tinha antecedentes por latrocínio mas segudo a delegada, estava com um inquérito em aberto na polícia de um roubo a veículo praticado há dois meses, quando ele e mais dois espancaram uma vítima e tentaram roubar o carro. O acusado, em depoimento, disse que também não participou do crime e foi convidado apenas a dirigir o carro.A polícia continua investigando os materiais genéticos deixados no local, como impressões digitais e amostras de sangue dos acusados. (Bocão News)

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