• Inspirado no Fricote de Luiz Caldas, peruano é finalista do Prêmio de Música Contemporânea

    Quando soube que a proposta do I Prêmio de Música Contemporânea da Bahia (PMCB) era unir a axé music com a música erudita, Emílio Otero, peruano de 45 anos, ficou confuso. "Vários colegas meus ficaram um pouco apreensivos, sem saber como era a mistura pra fazer uma espécie de fusão ou confusão entre uma coisa e outra. Ficou uma série de dúvidas porque, na verdade, era uma interpretação muito livre com o tema", desabafa. Sua interpretação, no entanto, pareceu adequada, já que Otero é o terceiro finalista da premiação, que acontece na próxima terça-feira (20), na Reitoria da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Como graduando da Faculdade de Música da Ufba, ele afirma que sabia do prêmio “antes mesmo de acontecer”. "Teve uma divulgação muito legal, um site muito bonito, muito claro. Eu fiquei sabendo pelo Facebook e na escola de música, também", conta. Da inscrição à composição de "Dança do Esquisito", foram várias pesquisas.

     

     

     

     




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