• Vitima de acidente em que veículo caiu da ponte e pegou fogo é o Médico Agenor Miranda

    O filho do médico Agenor Miranda, Isak (foto) falou ao Destaquebahia

    Familiares compareceram na manhã desta terça - feira ao IML de Brumado onde os restos mortais se encontravam, sendo transferido posteriormente para Vitória da Conquista de onde será dado o prosseguimento no processo de identificação.


    Na manhã desta terça-feira (24), a reportagem do Destaquebahia falou com Isak Miranda, filho do médico Agenor Miranda de 85 anos, vítima de um acidente ocorrido no inicio da tarde de ontem (23), na BA – 142, trecho que liga o Distrito de Sussuarana, município de Tanhaçu ao Trevo da BA – 262, no município de Anagé.


    Para a Polícia Técnica, a comprovação de que os restos mortais encontrados no veículo trata – se de Agenor Miranda só será confirmada após exames de DNA que serão realizados em Salvador, mas a família tem como certo, levando em contas várias evidencias de que, trata – se do Ginecologista e médico Obstetra Agenor Miranda.


          

    O acidente aconteceu em uma localidade conhecida como Riacho Dantas, o condutor  perdeu o controle da direção de um veículo Frontier, saiu da pista e caiu de uma ponte, vindo a pegar fogo.


    Ainda muito abalado, Isak Miranda, filho da vítima, disse “ meu pai era supervisor de alguns médicos do programa Mais Médicos e ele tinha uns médicos para supervisionar nas cidades de Ituaçu e Tanhaçu; ele saiu pela manhã de Vitória da Conquista sozinho no veículo e, no retorno, acreditamos nós, no inicio da tarde no trecho entre sussuarana e Anagé veio a sofrer esse acidente que o vitimou” disse Isak, acrescentando que “ mesmo o corpo tendo sido carbonizado, o carro foi identificado e pelas evidencias, infelizmente trata – se do meu pai, porém, os restos mortais só será liberado para que possamos fazer os procedimentos fúnebres após a identificação por parte da polícia técnica, através de exames de DNA que são realizados em Salvador” disse Isak Miranda, demonstrando além da tristeza pela morte do pai, a decepção de ter que aguardar um processo de identificação o qual é lento e pode durar até dois meses “pelo que a gente viu é algo bem demorado o processo de identificação, pois, só tem um laboratório em Salvador que faz e, segundo a gente ficou sabendo, teve um caso parecido em junho e que os familiares só tiveram o resultado em setembro, então isso é muito triste, um estado como a Bahia nos fazer passar por este constrangimento de ter que esperar tanto tempo para ter a liberação” concluiu.

             

    O médico Agenor Miranda (foto) deixa três filhos e esposa. Ainda segundo informações obtidas pela reportagem do Destaquebahia, o médico atuava na supervisão de médicos em Presidente Jânio Quadros, Maetinga, Vitória da Conquista onde residia e demais regiões como Ituaçu e Tanhaçu, onde prestou seus últimos serviços.




MAIS NOTÍCIAS

Estamos nas redes sociais