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Filiado ao PMDB, Bruno Júlio afirmou que 'tinha era que matar mais' e 'tinha que fazer uma chacina por semana' nos penitenciárias e depois reafirmou declarações.
O secretário nacional de Juventude, Bruno Júlio, pediu demissão após dar uma declaração polêmica sobre as chacinas nos presídios de Roraima e Manaus, informou a assessoria do Palácio do Planalto, e o pedido foi aceito pelo presidente da República, Michel Temer.
Bruno Júlio, que é filiado ao PMDB e havia sido nomeado para a secretaria em junho, afirmou que tinham que ter matado mais presos e que deveria haver uma chacina por semana - e reafirmou a declaração em sua página pessoal no Facebook, antes de pedir demissão.

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