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Foto: Reprodução
O Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), órgão delegado do Inmetro na Bahia e autarquia da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) está realizando, até o dia 20 de janeiro, operação intensiva para fiscalização de material escolar. A ação acontece na capital e interior do Estado, com o apoio das oito agências regionais do órgão.
Entre os produtos fiscalizados estão cadernos, lápis de cor, tintas guache, colas, corretivos, massas de modelar, papéis ofício, borrachas e giz de cera, entre outros. Os fiscais estão percorrendo supermercados, mercadinhos de bairro, lojas e papelarias para recolher amostras dos produtos visando a realização de exames laboratoriais. O aspecto quantitativo de cada item será checado conforme o tipo em mililitros, em gramas ou em unidades.
“O objetivo é evitar que o consumidor seja lesado, levando para casa produtos com quantidades inferiores ao que está informado no rótulo. Orientamos aos pais que busquem comprar os artigos escolares no mercado formal e exijam a nota fiscal, que pode ser utilizada para reclamações em caso de irregularidades no produto” destaca o diretor-geral do Ibametro, Randerson Leal.
Fato desconhecido por muitos pais, os artigos escolares devem ostentar o Selo do Inmetro, porque é um atestado de que os produtos atendem a requisitos de segurança para evitar riscos às crianças.
Alguns pontos verificados nos 25 produtos de certificação compulsória regulamentados são: a presença de substâncias tóxicas em itens que possam ser levados à boca ou com risco de serem ingeridas e/ou inaladas; a existência de bordas cortantes ou pontas perigosas, dentre outros requisitos.
Entre os produtos regulamentados pelo Inmetro estão: Apontador; Borracha e Ponteira de borracha; Caneta esferográfica/roller/gel; Caneta hidrográfica (hidrocor); Giz de cera; Lápis (preto ou grafite); Lápis de cor; Lapiseira; Marcador de texto; Cola (líquida ou sólida); Corretor Adesivo; Corretor em Tinta; Compasso; Curva francesa; Esquadro; Normógrafo; régua; Transferidor; Estojo; Massa de modelar; Massa plástica; Merendeira/lancheira com ou sem seus acessórios; Pasta com aba elástica; Tesoura de ponta redonda; Tinta (guache, nanquim, pintura a dedo plástica, aquarela).
O Selo deve estar afixado na embalagem ou diretamente no produto. Se for um tipo de material vendido a granel, como lápis, borrachas, apontadores ou canetas, a embalagem expositora com o Selo Inmetro deve estar próxima ao produto para que o consumidor identifique corretamente.
Caso o produto seja reprovado, o Instituto emite um auto de infração e o fabricante tem prazo de 10 dias para apresentar a defesa. O consumidor também pode denunciar irregularidades à Ouvidoria do Ibametro pelo 0800-711888. A ligação é gratuita. (Secom)
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Foto: Divulgação | SSP
Durante todo ano letivo de 2017, a Operação Ronda Escolar da Polícia Militar, voltada para prevenir e combater a violência em ambiente educacional, realizou quase 12 mil visitas a colégios estaduais e municipais da capital baiana e Região Metropolitana de Salvador (RMS). Em breve, a população do interior deverá contar com esse serviço, dando cumprimento a um projeto que prevê sua expansão já para 2018.
“O comando-geral da PM pretende expandir e fortalecer a atuação da unidade, ampliando, em parceria com batalhões e companhias, a sua capilaridade”, explicou o comandante da Ronda Escolar, o major Adriano Chastinet de Carvalho.
O oficial enumerou as diversas atividades desenvolvidas, dentre elas palestras educativas, visitas, mediações de conflitos no ambiente acadêmico, distribuição de material expositivo (como a cartilha Kids da PM) e confecção de relatórios sobre condições que comprometam a segurança do público, a exemplo de vegetação alta, falta de iluminação e iluminação deficiente.
As exposições abordam temas que incluem bullying e cyberbullying, prevenção ao uso de entorpecentes, respeito às diferenças, civismo e relações interpessoais. As escolhas dos assuntos são feitas pelos policiais militares em parceria com a coordenação pedagógica de cada escola.
A ronda não se limita às ações de prevenção a violência e cidadania. Nos primeiros 11 meses do ano, também foram realizadas mais de 27 mil abordagens em escolas e em locais próximos dos estabelecimentos de ensino e 94 conduções (10 por agressão) para as delegacias. “Primamos por não interferir na rotina escolar e só interferimos a pedido em casos graves”, explicou o major Adriano.
Declarou ainda que os policiais que atuam no Ronda Escolar, além de experiência anterior em termos de policiamento escolar comunitário, passam constantemente por qualificações. (ssp)

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