BUSCA PELA CATEGORIA "POLÍTICA"

  • Quem tá com a Razão, vereador Welinton ou o prefeito Gil Rocha?

    Foto: Composição Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    A pergunta só será respondida pela justiça, pois, se depender do vereador Weliton Lopes, as suas palavras não voltarão atrás, palavras estas proferidas no último dia 02 e que atingiu em cheio os municípios vizinhos [Guajeru, Rio do Antônio e Aracatú], sendo que apenas o prefeito de Guajeru, Gil Rocha , se “inflamou”  com as declarações, e exigiu retratação por parte do parlamentar brumadense, além de repudiar as declarações do último dia 02, onde, segundo Lopes, Pessoas de Guajeru, Rio do Antônio e Aracatu estão sendo atendidas com base na mentira; sobrecarregando o Hospital Magalhães Neto e desrespeitando a cota do Sus.

    O prefeito de Guajerú, Gil Rocha, emitiu uma nota à Câmara de Vereadores de Brumado e que provavelmente será lida no dia 16, já que na sessão do último dia 09, um tumulto produzido por parentes de um dos vereadores, fez com que a sessão terminasse antes do tempo previsto, deixando assim, alguns do materiais para o próximo dia 16, como a leitura da nota enviada a Casa em repúdio as declarações de Welinton Lopes, o qual promete rebater a nota enviada por Gil Rocha e ainda, reforçar as suas declarações.



  • PT diz que 'panelaço' da noite de domingo fracassou

    Vice-presidente do partido e secretário de comunicação comentaram o ato. Para eles, há indícios de financiamento de partidos de oposição.

    O secretário nacional de Comunicação do PT, José Américo Dias, e o vice-presidente do partido, Alberto Cantalice, disseram em entrevista ao site oficial da sigla que o "panelaço" da noite deste domingo (8), realizado em algumas cidades do país em protesto contra a presidente Dilma Rousseff, "fracassou em seu objetivo".
     
     

    Os protestos ocorreram durante discurso de Dilma em cadeia nacional de rádio e TV. A presidente admitiu dificuldades econômicas no país e pediu paciência aos brasileiros, porque a "situação é passageira". Veja aqui a íntegra do pronunciamento.

    Gritos, vaias, panelas batendo e buzinas foram ouvidos em algumas cidades, como São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Goiânia.

    "Foi um movimento restrito, que não se ampliou como queriam seus organizadores”, afirmou o secretário José Américo.

    Ele diz ainda que há indícios de que o movimento é financiado pela oposição. “Tem circulado clipes eletrônicos sofisticados nas redes, o que indica a presença e o financiamento de partidos de oposição a essa mobilização”.

    Cantalice criticou o movimento. “Existe uma orquestração com viés golpista que parte principalmente dos setores da burguesia e da classe média alta”, afirmou o petista.

    Protestos
    O "panelaço" registrado neste domingo foi uma resposta à convocação para protestos que circulou neste domingo nas redes sociais. Ele ocorreu em cidades como:

    - São Paulo, em bairros como Aclimação, Pinheiros, Santana, Vila Leopoldina, Brooklin, Vila Mariana, Perdizes, Moema, Itaim Bibi e Morumbi.
    - Brasília, em Águas Claras, no Sudoeste, em Guará, nas Asas Norte e Sul e Eixo Monumental.
    - Rio de Janeiro, no Recreio dos Bandeirantes e em Ipanema.
    - Goiânia, no Jardim Goiás, no Alto da Glória, em Bueno, em Bela Vista, em Pedro Ludovico e Marista.
    - Curitiba, no Batel, Água Verde e Bigorrilho.
    - Vitória, na Praia do Canto e Mata da Praia.
    - Vila Velha (ES), na Praia da Costa e Itapuã.
    - Belo Horizonte, nas regiões Centro-Sul, Noroeste e Oeste. (G1)

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  • Deputado Roberto Brito aparece na lista dos investigados do 'Lava Jato'

    Foto reprodução

    Leão, Negromonte, Luiz Argôllo e Roberto Brito são os quatro da Bahia que serão investigados.

    O rastreamento de correspondências eletrônicas do doleiro e de aliados já havia mostrado que deputados do PP são citados como beneficiários de transferências. Nelson Meurer (PR) foi beneficiário de R$ 500 mil, Roberto Teixeira (PE) recebeu R$ 250 mil e o parlamentar baiano Roberto Britto ficou com R$ 100 mil. Todos declararam esses valores ao Tribunal Superior Eleitoral.

    A Bahia foi contemplada com quatro políticos na lista divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) com 47 nomes que serão investigados como suspeitos de participação no esquema de corrupção da Petrobras revelado pela Operação Lava Jato. São eles o atual vice-governador João Leão, o ex-ministro das Cidades e atual conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios Mário Negromonte, Roberto Brito, deputado federal (PP) e o ex-deputado Federal Luis Argôllo (ex-PP e Solidariedade).

    Mário Negromonte era deputado federal pelo PP e foi ministro das Cidades no primeiro mandato de Dilma. Aliado do ex-governador Jaques Wagner, foi nomeado conselheiro do TCM em julho de 2014 e colocou seu filho Mário Negromonte para disputar uma vaga na Câmara. Foi o segundo federal mais votado da Bahia. João Leão e Negromonte são velhos amigos. Leão foi o escolhido para compor a chapa que elegeu Rui Costa (PT) governador da Bahia. É o atual vice-governador e secretário de Planejamento da Bahia.



  • Em rede social, Joaquim Barbosa ataca ministro da Justiça e adversários

    Ex-presidente do STF disse que José Eduardo Cardozo não deveria receber advogados de empreiteiras da Lava Jato

    O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa criticou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, por ter recebido em audiência advogados de defesa das empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato. 

    Segundo o ministro aposentado, "se você é advogado num processo criminal e entende que a polícia cometeu excessos/deslizes, você recorre ao juiz. Nunca a políticos!", enfatizou em publicação no Twitter.

    Barbosa argumentou que quando os advogados procuram a autoridade política, o objetivo é tentar corrompê-la. "Os que recorrem à política para resolver problemas na esfera judicial nao buscam a Justiça. Buscam corrompê-la. É tão simples assim", opinou Barbosa.

    O ministro aposentado, que relatou o processo do mensalão do PT - a Ação Penal 470 - que condenou lideranças importantes do partido, também disparou contra seus críticos.

    "Meus críticos fingem não saber que hoje sou um cidadão livre. Cidadão livre: livre das amarras do cargo público. Cidadão na plenitude dos seus direitos, pronto para opinar sobre as questões da 'Pólis'".

    Num recado às "plumes-à-gage", expressão usada para ironizar pessoas que escrevem a favor de outras, Barbosa aconselhou: "experimentem ser livres! Sei que isso seria extremamente penoso e 'custoso' para vocês".

    Em resposta, José Eduardo Cardozo disse que não há nenhuma ilegalidade no fato de o ministro da Justiça receber advogados.

    Barbosa pretende retomar a carreira de advogado. Em outubro do ano passado, a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF) concedeu o registro profissional. 
    (Fonte: Portal IG)



  • Dilma Rousseff é criticada pela base aliada e por integrantes de seu próprio partido

    Jorge William / Agência O Globo

    A queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff, com avaliação negativa do governo, terá reflexo direto nas votações do Congresso. Já com problemas para controlar sua base de apoio, a presidente enfrentará sérias dificuldades para aprovar medidas "impopulares" e , como as mudanças nas leis trabalhistas, e a votação do Orçamento para 2015, desde o ano passado pendente. Essa é avaliação de integrantes da cúpula dos partidos que apoiam Dilma.

    — Claro que isso torna difícil para o governo a aprovação de medidas impopulares, como as mudanças no seguro desemprego e no abono salarial — diz um cacique peemedebista.

    O líder do PDT, André Figueiredo (CE), afirma que Dilma precisará aumentar a negociação com sua base aliada para sair desse momento difícil.

    — Vai ter que negociar muito. Terça mesmo vou fazer pronunciamento contra essas medidas (trabalhistas). Infelizmente a equipe econômica se orienta por um viés do sistema financeiro. E ela tem que abrir diálogo com Congresso — disse Figueiredo.

    As medidas do governo na área trabalhista ampliaram o prazo para que os trabalhadores possam acessar o seguro desemprego e reduziram os valores a serem pagos a título de abono salarial. Há ainda mudanças em relações a pensões. Os temas são alvo de Medida Provisória e terão de ser votados pelo Congresso a partir do mês de março. Orçamento pode ser votado nas próximas semanas. (OGlobo)



  • Renan Calheiros é reeleito presidente do Senado Federal

    Renan Calheiros durante discurso no plenário do Senado neste domingo (1º) (Foto: GloboNews)

    O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi reeleito neste domingo (1º), por 49 votos de 81, para mais dois anos à frente do cargo mais alto do Legislativo. Ele venceu o colega de partido Luiz Henrique (PMDB-SC), que se lançou na disputa sem apoio do PMDB.

    Renan presidirá a Casa em 2015 e 2016 juntamente com a nova Mesa Diretora, que será escolhida na próxima terça-feira (3). Luiz Henrique obteve 31 votos e houve um nulo.

    A votação, que é secreta, foi feita em cédulas de papel e depositadas em uma urna. A apuração dos votos foi feita em voz alta pelo líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE).

    Este será o quarto mandato de Renan Calheiros na presidência do Senado. O primeiro foi em fevereiro de 2005. Foi reconduzido em 2007, mas acabou renunciando ao cargo em meio a denúncias de que usou dinheiro de lobista para pagar pensão de uma filha fora do casamento. Reeleito senador, foi escolhido novamente para a presidência em 2013.

    Nos últimos dois anos em que esteve à frente do Senado, Renan teve confrontos com o Supremo Tribunal Federal (STF), ao qual acusou de interferir nos trabalhos do Legislativo, e ajudou o Palácio do Planalto a garantir a aprovação de projetos importantes, como a Lei dos Portos e a alteração da meta de superávit de 2014.



  • Eleito, Cunha diz que deputados reagiram a 'interferência' do governo

    Eleito em primeiro turno presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDBRJ), afirmou, em seu primeiro discurso no cargo, que a Casa “reagiu no voto a uma tentativa de interferência do governo” na eleição.

    Ele disse, porém, que não haverá “retaliações” e pregou “serenidade”. “Passada a disputa, a palavra agora é de serenidade. Não terá qualquer tipo de sequela”, afirmou.

    O peemedebista reforçou sua bandeira de campanha, de que garantirá “independência” ao Legislativo face ao Executivo.

    “A gente deixou muito claro que ia buscar altivez e independência do parlamento. Aqui é palco de exercer os grandes debates que a Casa precisa e vai fazer. Nunca em nenhum momento falamos que seríamos oposição. Não falamos também que seríamos submissos. Não há aqui da nossa parte nenhum jogo de retaliação”, afirmou.



  • Marquinhos Viana e todos os prefeitos do PV podem deixar partido

    Fotos: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    Brigado com a nova direção estadual do PV, o deputado estadual Marquinhos Viana pode deixar a legenda junto com os sete prefeitos que o partido tem na Bahia e mais 12 membros. Em contato com o Bahia Notícias, o parlamentar disse que “não tem mais clima no partido”. “Ajudei o partido a crescer e não tem nenhum lugar do Brasil como Barra da Estiva, onde o partido tem tantos filiados”, afirmou, ao lembrar da cidade que o lançou à vida política. Segundo Viana, um documento com as insatisfações do grupo PV Democrático foi enviado à presidência nacional da agremiação e, caso não tenha as queixas atendidas, o grupo vai procurar "saídas legais". “O documento diz da insatisfação com o Luiz Penna (presidente nacional) e com Ivanilson (Gomes, residente estadual). Se não formos atendidos, vamos pedir desfiliação na justiça”, relatou Marquinhos. Na aba da indignação do verde, sobrou até para o secretário da Cidade Sustentável, André Fraga - fiel a Penna. De acordo com o deputado, a “Cidade Sustentável é para cabide de empregos e não faz nada que preste”. “Penna é ditador e tem medo de perder o controle do partido que recebe, todo ano, mais de R$ 2 milhões de fundo partidário”, acusou. Além de Viana, Célia Sacramento, vice-prefeita de Salvador, já deu sinais de que vai deixar a sigla em um futuro próximo. O destino de Célia, segundo ventila-se, é o Partido Ecológico Nacional (PEN).
     



  • Rompimento de Rui Costa com PDT mostra antecipação por 2016

    Fotos: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    O rompimento do governador Rui Costa (PT) com o PDT, anunciado ontem pela manhã, foi o auge da crise interna que levou o partido a uma disputa fratricida e à demissão da secretária de Agricultura, Fernanda Mendonça, apenas 20 dias depois da posse. Além de expor a queda de braço entre os dois principais líderes da legenda na Bahia - o presidente da Assembleia, Marcelo Nilo, e o deputado federal Félix Mendonça Júnior, que comanda a sigla no estado -, o fim das relações de Rui com o PDT mostra claramente a disposição do petista em antecipar os movimentos no xadrez eleitoral de 2016.

    “Fomos ao presidente nacional, Carlos Lupi, explicitamos a ele a posição política do novo governo, de que era preciso escolher um lado. Nós somos abertamente adversários do prefeito de Salvador (ACM Neto, do DEM) e avisamos que não dá para estar com os dois ao mesmo tempo”, afirmou o secretário de Relações Institucionais, Josias Gomes, que comunicou a ruptura a Félix Júnior em um telefonema ontem pela manhã. “Eles queriam algo mais que a gente não pode dar”, disse Félix, ao se referir à imposição de Rui para que o PDT deixasse os cargos na prefeitura.

    Costura por fora
    Tanto Josias Gomes quanto Félix Júnior admitem que o corte nas relações entre Rui Costa atingirá somente o PDT em nível institucional e a ala ligada ao presidente da sigla no estado. Daí a demissão relâmpago de Fernanda Mendonça, prima de Félix, e a manutenção de Nestor Duarte, ligado a Marcelo Nilo, na Secretaria de Administração Prisional. Quase que imediatamente ao anúncio, os cinco deputados estaduais eleitos e reeleitos foram chamados para reafirmar aliança com Rui e escolher quem ocupará os cargos que eram da cota de Félix. Aposta-se alto que a pasta de Agricultura será controlada pelo deputado Paulo Câmara.

    Caso de polícia
    Ao mesmo tempo, a guerra entre Félix Júnior e Marcelo Nilo caminha para os tribunais, com direito a ação penal e boletim de ocorrência. Irmã de Félix, a ex-vereadora Andréa Mendonça, secretária de Desenvolvimento, Trabalho e Renda de ACM Neto, contratou o renomado criminalista Gamil Föppel para processar Nilo com base na Lei Maria da Penha. Andréa o acusa de tê-la agredido com palavras de baixo calão durante a tumultuada reunião de anteontem na sede do partido, na Mouraria, quando o PDT decidiu manter-se ao lado de Neto em Salvador. O episódio foi confirmado à Satélite por três testemunhas presentes ao encontro.

    Moinho político
    Félix Júnior não esconde a decepção com a ofensiva deflagrada por Rui Costa, parte da operação petista contra a base de alianças de ACM Neto. “Agora, que já não precisam mais do apoio e do tempo de televisão do partido, de que tanto precisaram para a eleição do ano passado, fica fácil nos descartar. Mas vamos arrumar as coisas e ver como elas ficam. Como disse Carlos Lupi, após saber da decisão, é seguir em frente, tem muita água para correr debaixo da ponte”, afirmou. (Fonte: Correio24hora)

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  • Racha no PV: dissidentes procuram saída jurídica para retirar Ivanilson da presidência

    Fotos: Divulgação e Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

    A volta de Ivanilson Gomes à presidência do PV na Bahia provocou um racha dentro da sigla que não deve ser resolvido nem com uma aproximação com o governador Rui Costa (PT). De acordo com o deputado estadual Marquinhos Viana, uma dissidência formada pelo ex-presidente Alan Lacerda, os sete prefeitos da sigla no estado e o próprio deputado, dentre outros, se reunirá nesta quarta-feira (14) para buscar uma saída jurídica que desfaça a nomeação de Ivanilson. “Tentamos contatar o deputado Marcell Moraes e a vice-prefeita de Salvador Célia Sacramento também. Célia ainda não se posicionou. A nomeação de Ivanilson foi de encontro ao estatuto do partido”, afirmou Viana. O parlamentar disse que o diretório nacional interferiu diretamente para Ivanilson voltasse ao posto máximo da sigla no estado, apenas porque ele é amigo pessoal de José Luiz de França Penna, presidente nacional do partido.



  • Projeto exige diploma superior para cargos no Executivo e Legislativo

    O deputado Irajá Abreu (Foto: Alexandra Martins/Agência Câmara)

    Tramita no Congresso uma emenda à Constituição que exige diploma de curso superior para presidente, vice, governadores, prefeitos e parlamentares. O autor é o deputado Irajá Abreu (PSD-TO), filho de Kátia Abreu, ministra da Agricultura. (FELIPE PATURY)



  • Sobe audiência de Aécio nas redes sociais

    Aécio Neves (Foto: AP Photo/Andre Penner)

    O PSDB avalia o sucesso do senador Aécio Neves (MG) nas redes sociais como um elemento que o consolida diariamente como líder da oposição. Desde o fim da eleição presidencial, a audiência do perfil de Aécio no Facebook saltou 66% e alcançou 4,5 milhões de seguidores. No mesmo período, a página da presidente Dilma Rousseff cresceu 53% e chegou a 2,3 milhões de seguidores. (Fonte: época)



  • Desautorizado pela presidente Dilma, Barbosa recua de mudança no mínimo

    Desautorizado pela presidente Dilma, Barbosa recua de mudança no mínimo

    Após um telefonema, ele divulgou uma nota esclarecendo que o critério de correção seguirá o que está em vigor

    Um dia depois de anunciar que o governo proporia uma nova regra de reajuste do salário mínimo, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, recuou. Ele foi desautorizado pela presidente Dilma Rousseff, que descansa na Base Naval de Aratu, na Bahia.
     

    Após um telefonema na manhã de sexta-feira, 2, ele divulgou uma nota esclarecendo que o critério de correção seguirá o que está em vigor. É um giro de 180 graus em relação ao que havia afirmado. “O cálculo do salário mínimo, nós vamos enviar ao Congresso em momento oportuno. A regra atual ainda vale para 2015. Vamos propor uma nova regra para 2016-2019 ao Congresso nos próximos meses”, disse.

    Ele ainda garantiu que, qualquer que fosse o novo critério, o piso seguiria tendo aumentos acima da inflação. Hoje, o mínimo é corrigido conforme a variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, acrescida do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos atrás. Essa política de valorização do salário mínimo vigorou até 2015, e foi com base nela que o piso deste ano foi fixado em R$ 788,00.

    Especialistas em contas públicas, porém, defendem que essa regra seja alterada para que as despesas obrigatórias do governo tenham um crescimento mais próximo do das receitas. O próprio Barbosa, que até o final do ano passado estava na Fundação Getulio Vargas, defendia uma regra diferente, que associaria o mínimo aos ganhos de produtividade da economia brasileira.

    Assim, uma mudança no critério de correção seria um ingrediente importante do ajuste fiscal que Barbosa e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, preparam para implantar este ano. Há, no entanto, compromissos políticos a observar.

    No dia 8 de dezembro, Dilma já havia garantido, durante reunião com dirigentes de centrais sindicais, que neste ano enviaria ao Congresso projeto de lei renovando a atual política de reajuste do salário mínimo, da forma como está. “Essa será uma briga de foice no escuro”, previu Dilma no encontro com os sindicalistas, ao avisar que enviará o novo projeto ao Congresso, no primeiro trimestre.

    A presidente prevê resistências à proposta. Os ganhos reais do salário mínimo foram, inclusive, ressaltados por Dilma em seu discurso de posse. “No novo mandato vamos criar, por meio de ação firme e sóbria na economia, um ambiente ainda mais favorável aos negócios, à atividade produtiva, ao investimento, à inovação, à competitividade e ao crescimento sustentável”, disse Dilma.

    “Tudo isso voltado para o que é mais importante e mais prioritário: a manutenção do emprego e a valorização, muito especialmente a valorização do salário mínimo, que continuaremos assegurando.”



  • Deputado Marquinho Viana fecha o ano prestigiando os eventos da região

    Foto: Divulgação

    O Deputado Marquinho Viana chega ao fim de 2014, ano de muitas vitórias alcançadas, prestigiando os seus amigos e aliados políticos, participando de mais uma cavalgada em Sussuarana, município de Tanhaçu, onde esteve com o presidente da Câmara, Tôe Brito, o vereador Chicão, além dos vereador do município de Anagé, Rogério e Laizinho do município de Caetanos e o grande forrozeiro, Netinho do Forró.
    No último domingo (28/12/14), o deputado Marquinho foi a Ituaçu, onde participou com seus amigos: Zé Fausto, Vailsom, Luquinhas e sua esposa, Nil e sua esposa, Ronaldão, João Vaz e Marcolino Moura do município de Rio de Contas, da tradicional cavalgada que reuniu também outros amigos do Deputado residentes no município de Ituaçu.



  • Dilma anuncia Jaques Wagner, Cid Gomes e mais 11 novos ministros

    Foto Altier Souza /www.destaquebahia. com.br

    Após intensas negociações com partidos da base aliada, a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (23), por meio de nota oficial, os nomes de 13 novos integrantes do primeiro escalão do governo federal. Entre os ministros que atuarão no segundo mandato da petista estão os governadores da Bahia, Jaques Wagner (PT), do Ceará, Cid Gomes (PROS), e o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD).

    Segundo o Palácio do Planalto, Jaques Wagner assumirá o Ministério da Defesa, Cid Gomes ficará no comando do Ministério da Educação e Kassab administrará a pasta das Cidades. O Palácio do Planalto também confirmou a permanência no primeiro escalão do ministro do Turismo, Vinicius Lages, indicado pelo PMDB. A presidente também definiu os nomes dos novos titulares de outros nove ministérios: Agricultura, Aviação Civil, Ciência e Tecnologia, Controladoria-Geral da União (CGU), Esportes, Igualdade Racial, Minas e Energia, Pesca e Portos. (veja no final desta reportagem a lista de ministros indicados nesta terça pela presidente). Com esse último anúncio, Dilma Rousseff já definiu os chefes de 17 pastas do seu segundo mandato. A expectativa em Brasília é que a presidente divulgue os nomes dos titulares dos 22 ministérios que ainda estão sem definição na próxima segunda-feira (29), dia em que ela retornará de um curto período de descanso com a família no litoral da Bahia. A presidente deve embarcar nesta quinta (25) com a filha, Paula, e o neto, Gabriel, para a Base Naval de Aratu, localizada na península São Tomé de Paripe, no subúrbio ferroviário de Salvador. Neste novo lote de ministros, Dilma contemplou o PMDB, seu principal sócio no governo. O partido comandado pelo vice-presidência da República, Michel Temer, teve sua reivindicação atendida pela chefe do Executivo e passará a comandar seis pastas a partir de 2015. No primeiro mandato, a legenda aliada esteve à frente de cinco ministérios. Os peemedebistas deixarão a gestão do Ministério da Previdência, porém, passarão a administrar as secretarias da Pesca e dos Portos, que também têm status de ministério. Além disso, o partido permanecerá à frente das pastas da Agricultura, das Minas e Energia, da Aviação Civil e do Turismo. Já estavam confirmados desde o final de novembro os futuros titulares da equipe econômica: Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento), Alexandre Tombini (Banco Central) e Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio). Mesmo sem terem sido empossados, os quatro futuros ministros da área econômica já vinham trabalhando no processo de transição. Segundo o comunicado do Palácio do Planalto, todos os novos ministros assumirão os cargos somente no dia 1º de janeiro, após a posse da presidente reeleita. Negociações Envolvida pessoalmente com os últimos ajustes para anunciar nesta terça-feira parte de seus futuros ministros, Dilma passou a maior parte do dia no Palácio do Planalto. Por volta das 13h, ela fez uma rápida pausa nas articulações da reforma ministerial para participar de um almoço de confraternização de fim de ano com ministros e congressistas da base governista no Palácio da Alvorada. Entre os convidados estavam os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), José Eduardo Cardozo (Justiça), Aldo Rebelo (Esportes) e Thomas Traumann (Comunicação Social), além do futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Também compareceram à confraternização natalina da Presidência os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do líder do PT na Câmara, Vicentinho (SP), e do PMDB, Eduardo Cunha (RJ). O almoço na residência oficial da Presidência durou cerca de 40 minutos. Tão logo acabou a celebração, a presidente retornou ao Planalto para mais uma série de conversas e reuniões que definiriam os futuros integrantes do governo federal. Minutos antes de anunciar os 13 novos ministros, a petista estava reunida, a portas fechadas, com Mercadante, e com o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, para o ajuste fino da reforma ministerial. Mapa dos partidos As indicações anunciadas por Dilma nesta terça-feira contemplam seis partidos que a apoiaram na campanha pela reeleição: PT, PMDB, PROS, PSD, PCdoB e PTB. No entanto, nesta última etapa da reforma ministerial, apenas PMDB e PTB ganharam espaço na Esplanada dos Ministérios. Além do partido do vice-presidente Michel Temer, que aumentará de cinco para seis o número de ministros, o PTB também assegurou um assento no primeiro escalão. O senador Armando Monteiro (PTB-PE), ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), administrará o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio. No primeiro mandato de Dilma, o PTB não administrou nenhuma pasta. Mulheres na Esplanada Primeira mulher eleita para a Presidência da República, Dilma anunciou, em 2011, nove mulheres para seu primeiro escalão. Porém, ela fechou o primeiro mandato com sete mulheres na Esplanada dos Ministérios. Até o momento, dos 17 ministros anunciados para integrar a equipe ministerial a partir de 2015, apenas duas são mulheres: Kátia Abreu (Agricultura) e Nilma Lino Gomes (Igualdade Racial). Presidente da Câmara Cotado para assumir uma pasta na Esplanada dos Ministérios, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), divulgou nota oficial nesta terça na qual informou ter solicitado ao vice-presidente da República, Michel Temer, que seu nome não fosse incluído na reforma ministerial. Na última sexta-feira (19), reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" afirmou que o nome de Henrique Alves faz parte de uma lista de 28 políticos supostamente mencionados na delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. No comunicado, o presidente da Câmara diz que antes de ter seu nome analisado para o primeiro escalão, quer esclarecer o que o antigo dirigente da estatal declarou ao Ministério Público Federal. Nesta terça, um dia após Dilma informar que consultaria o Ministério Público para verificar se políticos cotados para o primeiro escalão haviam mesmo sido citado pelo ex-diretor da Petrobras, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, negou repassar ao governo federal qualquer informação sobre políticos citados nas delações premiadas de investigados pela Operação Lava Jato. De acordo com o titular da Justiça, Janot informou que o conteúdo das delações premiadas está sob sigilo. Veja abaixo a lista completa de ministros anunciados nesta terça pela presidente: Agricultura: Kátia Abreu (PMDB-TO) Senadora de Tocantins, Kátia Abreu, 52 anos, é presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). Ela foi a primeira mulher a assumir a presidência da entidade. Em 1998, foi eleita pelo antigo PFL primeira suplente na Câmara dos Deputados. Assumiu a cadeira por dois anos, tendo comandado a bancada ruralista na Casa. A aproximação com a presidente Dilma ocorreu nos primeiros meses do primeiro governo da petista. Aviação Civil: Eliseu Padilha (PMDB-RS) O ex-deputado federal Eliseu Padilha é um dos políticos mais próximos ao vice-presidente da República e presidente do PMDB, Michel Temer. Padilha foi ministro dos Transportes no governo Fernando Henrique Cardoso e tem histórico de confronto político com o PT no Rio Grande do Sul. Apesar de ter apoiado o PSDB nas campanhas presidenciais de 2002 e 2006, ele aderiu à base aliada da presidente Dilma Rousseff por orientação da cúpula do PMDB. Por conta do histórico de alinhamento ao PSDB, a indicação de seu nome enfrentou resistência no Planalto. Cidades: Gilberto Kassab (PSD-SP) O novo ministro Gilberto Kassab já foi opositor do governo do PT na época em que integrava o DEM. Kassab assumiu a prefeitura da cidade de São Paulo em 2006, quando José Serra deixou o cargo para disputar o governo paulista. Em 2008, foi eleito para mais um mandato. Em 2011, criou o PSD e se tornou um dos nomes mais influentes da política nacional. Ao deixar a legenda oposicionista, conseguiu enfraquecer a oposição – na época, o DEM perdeu 11 de seus então 46 deputados federais – e se aproximar do Palácio do Planalto. Atualmente, o PSD de Kassab tem 45 deputados federais, a quarta maior bancada da Câmara. Ciência e Tecnologia: Aldo Rebelo (PCdoB-SP) Ex-presidente da Câmara dos Deputados, o alagoano Aldo Rebelo, 55 anos, será deslocado para o Ministério de Ciência e Tecnologia a partir de 2015. Ele estava no comando do Ministério dos Esportes há quatro anos. No período em que esteve à frente da pasta, coordenou as obras públicas federais da Copa do Mundo e os preparativos para a Olimpíada de 2016, que será sediada no Rio. Entre 2004 e 2005, durante o governo Lula, Aldo chefiou a Secretaria de Relações Institucionais. Controladoria Geral da União (CGU): Valdir Simão (sem partido) Escolhido pela presidente Dilma Rousseff para substituir Jorge Hage no comando da CGU, Valdir Simão é auditor de carreira da Receita Federal, mas nos últimos anos ocupou posições estratégicas em ministérios, secretarias e na Previdência Social. Conhecido por ser um "gestor eficiente", ele ocupa hoje o cargo de secretário-executivo da Casa Civil. Defesa: Jaques Wagner (PT-BA) Governador da Bahia desde 2007, Jaques Wagner foi um dos principais coordenadores da campanha de Dilma Rousseff à reeleição. Um dos fundadores do PT, o político foi ministro do Trabalho no governo do ex-presidente Lula. Em 2005, no momento mais delicado do governo do ex-presidente – quando se revelou o esquema do mensalão – assumiu a Secretaria de Relações Institucionais (SRI). É tido como um político “conciliador” pelo Planalto. Educação: Cid Gomes (PROS-CE) Filho de prefeito, irmão de um ex-ministro de Estado e de um deputado estadual, Cid Gomes é governador do Ceará desde 2007. Sobral, a cidade natal de Cid, inspirou programas nacionais de educação. O Programa de Alfabetização na Idade Certa, desenvolvida inicialmente em Sobral, foi a base para a criação do Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa, do Governo Federal. O programa foi criado quando Cid era prefeito de Sobral e executada a partir de 2007. Esportes: George Hilton (PRB-MG) Líder do PRB na Câmara, o deputado federal George Hilton, 43 anos, está em seu terceiro mandato por Minas Gerais. Ele assumirá o Ministério do Esporte no lugar de Aldo Rebelo (PCdoB), que ficará com a pasta de Ciência, Tecnologia e Inovação. Hilton foi indicado na cota do PRB, partido da base aliada do governo federal. Igualdade Racial: Nilma Lino Gomes (sem partido) Sem filiação partidária, a futura ministra é graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mestre em Educação pela UFMG, Nilma tem doutorado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado, em Sociologia, pela Universidade de Coimbra (Portugal). Ela fará parte da cota pessoal de Dilma no primeiro escalão. Em 2013, Nilma se tornou a primeira mulher negra a assumir a direção de uma universidade federal, quando foi empossada reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Minas e Energia: Eduardo Braga (PMDB-AM) Líder do governo no Senado, Eduardo Braga governou o Amazonas entre 2003 e 2010, ano em que renunciou para concorrer a uma vaga no Senado. Nas eleições deste ano, tentou eleger-se novamente ao governo do Amazonas, mas foi derrotado por José Melo (PROS). Como líder do governo, foi um dos articuladores políticos do novo Código Florestal no Congresso. Em sua trajetória política, também foi vereador, deputado estadual, deputado federal, vice-prefeito e prefeito de Manaus. Pesca: Helder Barbalho (PMDB-PA) Indicado para a Secretaria da Pesca e Aquicultura na cota do PMDB, Helder Barbalho é filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA). Natural de Belém, Helder tem 35 anos. Até então, o cargo público mais alto que havia exercido era o de prefeito de Ananindeua, município do interior do Pará. Neste ano, ele disputou o governo paranaense, mas perdeu a eleição para Simão Jatene (PSDB). Portos: Edinho Araújo (PMDB-SP) Ex-prefeito de São José do Rio Preto (SP) e de Santa Fé do Sul (SP), Edinho Araújo foi filiado à Arena – partido que apoiou o regime militar – e ao PPS antes de ingressar no PMDB. Em 2014, ele se elegeou para seu quarto mandato na Câmara dos Deputados. No Legislativo, Araújo relatou o projeto de lei que criou a Comissão Nacional da Verdade. Turismo: Vinicius Lages (PMDB-AL) Antes de assumir o Ministério do Turismo, em março deste ano, Vinicius Lages, 57 anos, ocupava o cargo de gerente da Unidade de Assessoria Internacional do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa). Neste ano, Lages coordenou o programa do Sebrae de apoio e preparação de empresas para a Copa do Mundo. O ministro do Turismo fez doutorado em Economia do Desenvolvimento na França. Ele também tem especialização em Economia de Serviços, Turismo e Desenvolvimento de Negócios.

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