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  • Operação contra facção no RN tem 21 mandados de prisão

    Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior unidade prisional do Rio Grande do Norte, é um dos locais onde são cumpridos mandados da operação Juízo Final (Foto: Ney Douglas)

    Após quase dois anos de investigação, o Ministério Público do Rio Grande do Norte deflagrou nesta sexta-feira (16) uma operação contra integrantes de uma facção criminosa que coordenavam – de dentro de presídios – ações relacionadas ao tráfico de drogas, roubo de veículos, estouros de caixas eletrônicos, homicídios, estruturação da facção, entre outros.

     
     

    Denominada Juízo Final, a operação busca o cumprimento de 129 mandados de busca e apreensão, 21 mandados de prisão e 24 conduções coercitivas. As medidas estão sendo cumpridas em Natal, Parnamirim, Ceará Mirim, Macaíba, Baía Formosa, Mossoró, Itajá, Felipe Guerra, Baraúna, Caraúbas, Martins, Pau dos Ferros, São Francisco do Oeste, Tenente Laurentino Cruz.

    Também há cumprimento de mandados na Penitenciária Rogério Coutinho Madruga (Pav. 5), Penitenciária de Alcacuz, Cadeia Pública de Natal, CDP Zona Norte, Complexo Penal João Chaves, CDP Pirangi, Penitenciária Estadual de Parnamirim, CDP Parnamirim, Cadeia Pública de Mossoró, Presídio Mário Negócio, Cadeia Pública de Caraúbas, Presídio de Pau dos Ferros, CDP Patu, CDP Parelhas, CDP Jucurutu.

    A investigação mostrou que os alvos comandam o tráfico de drogas de dentro dos presídios apresentando uma área de atuação em praticamente todo o sistema carcerário potiguar e mantendo articulações com integrantes da investigada facção em outros estados do Brasil.

    Cadernos apreendidos apontam a relação dos integrantes da facção criminosa com data de batismo, função e número de telefones. Além disso, documentos com dados bancários foram apreendidos, o que colaborou para demonstrar a movimentação financeira do grupo.

    Os alvos da operação vão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, entre outros. O material apreendido no cumprimento de outros mandados será analisado junto com o que já estava em posse dos promotores que atuaram na operação.(G1)

     
     
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  • Com Lava Jato, construtoras médias começam a avançar em infraestrutura

    Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

    O desmonte provocado pela Lava Jato no setor da construção virou oportunidade para empresas que até então não conseguiam disputar espaço com as gigantes do segmento. Apesar das incertezas sobre os rumos da economia e do turbilhão que afeta o mundo político, construtoras menores estão criando estratégias para ocupar o vácuo deixado pelas grandes empreiteiras, abatidas pelo maior escândalo de corrupção do País.

    A Racional Engenharia é uma das que estão de olho na virada do mercado - e na máxima de que é na crise que surgem as grandes oportunidades. "Foi assim nos últimos 46 anos", diz o presidente da companhia, Newton Simões. Criada em 1971, numa sala alugada no centro de São Paulo, a empresa focou seus esforços no setor industrial durante o regime militar. Ao longo do tempo, no entanto, diversificou a atividade em outros setores, como shopping centers e edificações (hospitais e hotéis, por exemplo), o que ajudou a empresa a resistir às inúmeras crises e mudanças de moedas nas últimas décadas. Hoje, com as principais empreiteiras no olho do furacão por causa da Lava Jato, a Racional quer apostar em obras de infraestrutura e criar um novo braço de negócios na empresa. A primeira experiência com o setor veio com a construção das obras no Aeroporto de Confins, em Minas Gerais. Depois disso, a empresa estudou os quatro aeroportos que foram concedidos para a iniciativa privada neste ano e foi contratada pela suíça Zurich Airport para construir as obras em Florianópolis. O próximo passo é montar uma equipe para explorar as obras no setor portuário, como já ocorreu com o segmento de aeroportos. "Antes da Lava Jato não conseguíamos entrar como concorrente em algumas áreas. A situação mudou." Com faturamento de R$ 986,7 milhões em 2016, ele diz que a receita do grupo deve cair este ano, para se estabilizar nos próximos anos e só depois voltar a crescer. A empresa viveu seu auge em 2013, quando as receitas superaram os R$ 2 bilhões e passou a figurar entre as nove maiores construtoras do País. "Entre 2006 e 2013, a empresa cresceu quase 30% ao ano. Era um festival de boas notícias", lembra. Mas a história mudou e hoje o País vive uma escassez de novos investimentos. Neste momento, diz o empresário, a estratégia é estudas novas áreas para futuros negócios. "Comecei no início dos anos 1970, quando o País vivia uma euforia e a gente crescia em ritmo chinês. Passamos por diversas crises, como a do petróleo (no fim dos anos 1970) e tivemos de nos reinventar", conta. A história se repete agora. "A nosso favor temos o fato de a Racional estar capitalizada, sem depender de bancos para tocar nossas atividades", diz Simões, destacando que a empresa tem um estoque de obras de um ano e meio. Seguindo os passos da Racional, a Concremat - controlada desde o fim do ano passado pela chinesa CCCC, que comprou 80% do negócio - também quer avançar em infraestrutura. No caso dos chineses (que antes de comprarem a Concremat chegaram a olhar a construtora Camargo Corrêa), a ideia é tocar as obras dos investimentos do grupo, como a do porto de São Luís, e replicar o modelo nos países da América do Sul, dizem fontes a par do assunto. Outra empresa com capacidade para ocupar espaço na construção é a Toniolo Busnelo. Em 2015, as receitas da empresa tiveram aumento de 18% e alcançaram R$ 720 milhões - montante que rendeu nove posições no ranking da construção. Apesar da falta de obra no País, a construtora tem conseguido manter as receitas com obras do setor privado, como a construção de túneis no Rodoanel de São Paulo e projetos no setor de mineração. "Com esses contratos vamos manter o faturamento de 2016 (de R$ 680 milhões)", afirma diretor da construtora, Humberto Cesar Busnello. Apesar do momento delicado, o setor da construção vive o início de uma nova configuração, com a perda de poder das grandes empreiteiras. Ainda é cedo para dizer se as empresas médias vão se consolidar como grandes players do setor, mas a aposta é que haja menos concentração. Segundo o professor de infraestrutura do Insper, Eduardo Padilha, o "modus operandi" das grandes construtoras no País não é o modelo universal. "Historicamente no Brasil as construtoras viveram como concessionárias. O natural é que construtora seja construtora e os fundos de investimentos aportem recursos nas obras."(Bahia Notícias)

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  • Operação Manus: PF investiga corrupção nas obras da Arena das Dunas

    A operação deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (6), que prendeu o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), tem como foco os crimes de corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, em Natal (RN). De acordo com a PF, o superfaturamento das obras alcança R$ 77 milhões. Além de Alves, também são cumpridos outros cinco mandados de prisão preventiva – um deles contra o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – seis de condução coercitiva e 22 de busca e apreensão no Rio Grande do Norte e no Paraná. A apuração tem baase nas provas obtidas com a Operação Lava Jato, que indicam pagamento de propina a ex-parlamentares que atuavam politicamente para favorecer duas grandes construtoras envolvidas na construção do estádio. Entre os elementos de prova, estão delações premiadas, quebras de sigilos fiscal, bancário e telefônico dos envolvidos. A PF identificou diversos valores recebidos entre os anos de 2012 e 2014 como doação eleitoral oficial – os repasses, na verdade, serviram como pagamento de propina. Ainda de acordo com os investigadores, foi identificado que os valores supostamente doados para a campanha eleitoral em 2014 de um dos investigados foram desviados para benefício pessoal. A operação desta terça foi batizada de Manus, em menção a expressão em latim “Manus Manum Fricat, Et Manus Manus Lavat” (“Uma mão esfrega a outra; uma mão lava a outra”). Os investigados responderão, considerando suas participações, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, e lavagem de dinheiro.(Bahia Notícias)



  • Justiça obriga Danilo Gentili tirar do ar vídeos com ofensas a Maria do Rosário

    O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) determinou que o apresentador Danilo Gentili tire do ar os vídeos com ofensas à deputada Maria do Rosário (PT-RS). Nas imagens, publicadas nas redes sociais do apresentador na segunda-feira (29) ele aparece rasgando uma notificação extrajudicial para parar de postar notícias falas a respeito da filha da parlamentar, menor de idade. Depois de rasgar os papéis, ele os coloca dentro das calças e, em seguida, novamente no envelope. O pedido dos advogados da deputada para a retirada das imagens foi deferido pelo desembargador Túlio Martins, da 10ª Câmara Cível do TJRS na sexta-feira, 2. 

    Em nota publicada pelo tribunal neste sábado, 3, Martins afirmou que as imagens veiculadas nas redes sociais são de natureza misógina, "representando agressão despropositada a uma parlamentar e às instituições, materializando-se virtualmente em crime que, se for o caso, deverá ser apurado em instância própria." Os vídeos devem ser retirados em até 24h. Caso contrário, Gentili deverá pagar multa diária no valor de R$ 500,00, sem limitação máxima de dias. "Impossível aceitarmos desrespeito e humilhação contra ser humano. Decisão é vitória das mulheres que desejam uma sociedade livre do ódio", escreveu Maria do Rosário no Twitter. Até a publicação desta nota, o apresentador não havia se expressado abertamente sobre a decisão, mas postou as seguintes mensagens em seu perfil do Twitter na tarde de sábado, 2: "1) Se estiver do lado 'incorreto' a imprensa condena na manchete sua piada como ofensa, seu protesto como crime e sua censura como justiça. 2) Porém se estiver do lado 'correto' você pode até explodir uma criança na Europa que imprensa te chama apenas de suspeito."(Bahia Notícias)

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  • PF cumpre mandado de prisão em desdobramento da Lava Jato no Rio

    Vagner RosárioA Polícia Federal (PF)

    A Polícia Federal realiza hoje mais uma fase da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, denominada de Ratatouille. O objetivo da operação é desarticular um esquema criminoso de desvio de recursos destinados ao fornecimento de merenda escolar e alimentação de detentos nos presídios no estado do Rio de Janeiro, tendo como contrapartida o pagamento de propina a autoridades públicas.

    O foco da ação são as empresas Mazan e Milano, que pertencem ao mesmo grupo familiar. Elas forneciam também alimentação para hospitais públicos do estado e para o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) durante os Jogos Olímpicos do ano passado. Nos últimos dez anos, as duas empresas tiveram contratos superiores a 700 milhões de reais com o governo do Rio de Janeiro.

    Os policiais federais cumprem um mandado de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, 7ª Vara Federal Criminal do Rio, nos bairros da Barra da Tijuca, do centro da cidade, em Ipanema e no Leblon, no município do Rio, e nas cidades de de Mangaratiba e Duque de Caxias.

    As investigações, iniciadas há seis meses, indicam o pagamento de pelo menos 12,5 milhões de reais em vantagens indevidas a autoridades públicas por um empresário do ramo de alimentação que mantinha contratos com o governo do Estado do Rio.

    O foco da ação são as empresas Mazan e Milano, que pertencem ao mesmo grupo familiar. Elas forneciam também alimentação para hospitais públicos do estado e para o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) durante os Jogos Olímpicos do ano passado. Nos últimos dez anos, as duas empresas tiveram contratos superiores a 700 milhões de reais com o governo do Rio de Janeiro.

    Os policiais federais cumprem um mandado de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, 7ª Vara Federal Criminal do Rio, nos bairros da Barra da Tijuca, do centro da cidade, em Ipanema e no Leblon, no município do Rio, e nas cidades de de Mangaratiba e Duque de Caxias.

    As investigações, iniciadas há seis meses, indicam o pagamento de pelo menos 12,5 milhões de reais em vantagens indevidas a autoridades públicas por um empresário do ramo de alimentação que mantinha contratos com o governo do Estado do Rio.

    De acordo com a PF, “o nome da operação remete a um prato típico da culinária francesa, em referência a um jantar em restaurante de alto padrão em Paris, no qual estavam presentes diversas autoridades públicas e empresários que possuíam negócios com o estado”.

    A operação é feita em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal.(veja)

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  • Irmão de Suzane vivia longe dos holofotes e cogitou deixar o país

    Veja

    Andreas Albert von Richthofen, irmão mais novo de Suzane von Richthofen, condenada em 2006 pelo assassinato dos pais, sempre se manteve longe dos holofotes, evitando exposição e a imprensa. Ele tinha apenas 15 anos quando se tornou órfão. Nesta terça-feira, aos 29, foi internado em um hospital na Zona Sul de São Paulo, após ser abordado por policiais, na zona sul, desorientado, com as roupas rasgadas e ferimentos no corpo.

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    Após o crime da irmã, perpetrado na casa da família, no bairro do Brooklin, em São Paulo, Andreas foi morar com um tio, o médico ginecologista Miguel Abdalla Neto, que manteve a guarda do sobrinho até que ele atingisse a maioridade. O jovem formou-se em Farmácia e fez doutorado em Química Orgânica na Universidade de São Paulo (USP).

    Andreas quebrou o silêncio em entrevista para a Rádio Estadão, em 2015, quando contou que vivia bem, sem namorada e sem filhos. À época, afirmou que pensava em deixar o Brasil, devido ao peso do sobrenome Richthofen. Ele então se recusou a comentar o crime de sua irmã, executado junto com os irmãos Christian e Daniel Cravinhos, mas disse que se sentia “ferido” quando a imprensa tratava do tema ou dos “assassinos” de seus pais.

    Por meio da Rádio Estadão, Andreas também divulgou uma carta endereçada ao promotor Nadir de Campos Jr., que havia afirmado em uma entrevista ao programa SuperPop, da RedeTV!, que Manfred tinha desviado recursos durante as obras do trecho Oeste do Rodoanel, feitas pela Dersa, onde ele 

    trabalhava. Na carta, ele pedia que Campos Jr. apresentasse provas que corroborassem as acusações feitas durante o programa ou então que se calasse, “para não permitir que a baixeza e crueldade deste crime manche erroneamente a reputação de pessoas que nem aqui mais estão para se defender”. Na carta, Andreas também dizia entender que a “raiva e indignação” do promotor “para com estes três assassinos seja imensa”. “Muito da sociedade compartilha esse sentimento. E eu também. É nojento.”

    Também em 2015, chegou ao fim a ação que tratava da herança de Manfred e Marísia. Andreas foi confirmado como o único herdeiro – o juiz José Ernesto de Souza Bittencourt Rodrigues, da 1ª Vara da Família e Sucessões de São Paulo, considerou Suzane “indigna” do direito à herança. Na época do crime, a herança foi avaliada em 3 milhões de reais, mas em valores atualizados em 2015 era estimada em 10 milhões de reais.

    Recentemente, Andreas foi visto frequentando a Cracolândia e chegou a ser abordado por equipes de Saúde da Prefeitura, que ofereceram cuidados e tratamento médico, que ele recusou, segundo o site do jornal O Estado de S.Paulo.

     

    Arquivado em:Brasil

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  • Com taxa de R$ 10,3 bilhões, J&F fecha maior acordo de leniência com MPF

    Foto: Divulgação

    Após cinco rodadas de negociação sem sucesso, o grupo J&F fechou um acordo de leniência com o Ministério Público Federal (MPF) de R$ 10,3 bilhões. Segundo informações de O Globo, o MPF afirmou que o documento, onde o grupo empresarial que controla a JBS vai detalhar fatos investigados em cinco operações – Greenfield, Sépsis, Cui Bono, Carne Fraca e Bullish –, será assinado nos próximos dias. Do montante, R$ 8 bilhões serão distribuídos entre Funcef (25%), Petros (25%), BNDES (25%), União (12,5%), FGTS (6,25%) e Caixa Econômica Federal (6,25%). Os R$ 2,3 bilhões serão pagos via projetos sociais, nas áreas de educação, saúde e prevenção da corrupção. O MPF destaca que este montante "é o maior decorrente de acordos de leniência já firmados no Brasil e no mundo". De acordo com a publicação, a primeira parcela será debitada em dezembro. A previsão de conclusão do pagamento será de 25 anos, mas como nesse período, os valores serão corrigidos pela inflação, o MPF pode elevar o valor total para R$ 20 bilhões.(Bahia Notícías)



  • Sisu: Inscrições para segunda edição de 2017 começa nesta segunda

    Foto: Agência Brasil

    As inscrições para a segunda edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam nesta segunda-feira (29) e encerram na próxima quinta-feira (1º). O candidato deve se inscrever no portal do Sisu, fornecendo apenas seu número de inscrição e senha cadastrados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016. Os participantes podem selecionar até dois cursos e cadastrar a 1ª e 2ª opção por ordem de preferência. A escolha do cursos no qual disputará vaga pode ser trocada até o fim do período de inscrição. O candidato também deve definir se concorrerá às vagas na categoria de ampla concorrência ou pelo sistema de cotas para estudantes oriundos de escolas públicas ou ainda vagas destinadas às demais políticas afirmativas das instituições. As notas de corte são divulgadas uma vez por dia e a classificação parcial do candidato. Nesta edição serão oferecidas 51.913 vagas em 1.462 cursos de 63 instituições de ensino, entre universidades e institutos federais e instituições estaduais. (Bahia Notícias)



  • Com crimes não contemplados na delação premiada, Joesley tem medo de ser preso

    Foto: Reprodução / iG

    Apesar de ter fechado um acordo de delação premiada para evitar sua prisão, o empresário Joesley Batista está amedrontado com a possibilidade de ir parar na cadeia. Segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, a JBS acredita que juízes de diferentes comarcas, que atendem processos em outras áreas, como a ambiental, vão fazer de tudo para condená-lo. Isso porque os benefícios garantidos a Joesley pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deixou setores do Judiciário e até membros do Supremo Tribunal Federal (STF) perplexos.



  • Polícia cumpre 13 mandados judiciais nesta sexta pela 41ª fase da Operação Lava Jato

    Foto: Divulgação

    A Polícia Federal cumpre 13 mandados judiciais nesta sexta-feira (26) pela 41ª fase da Operação Lava Jato. Foram emitidos oito mandados de busca e apreensão, um de prisão preventiva, um de prisão temporária e três mandados de condução coercitiva, no Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo. Segundo a Folha, um dos alvos é Fernanda Luz, ligada ao lobista Jorge Luz, preso em Curtiba. Batizada de 'Poço Seco', a operação investiga operações financeiras realizadas a partir da aquisição, por parte da Petrobras, de direitos de exploração de petróleo em Benin, na África. O intuito era o de disponibilizar recursos para o pagamento de vantagens indevidas a ex-gerente da área de negócios internacionais da empresa. Os investigados devem responder pela prática dos crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.(Bahia Notícias)



  • Ministério do Trabalho é evacuado após ameaça de bomba; PF está no local

    Foto: Beatriz Pataro / G1

    A Defesa Civil do Distrito Federal evacuou o prédio do Ministério do Trabalho e pediu para que as pessoas se afastassem do edifício após a identificação de uma suspeita de bomba no 9º andar, na manhã desta quinta-feira (25). Segundo informação do portal G1, a Polícia Federal e o Esquadrão Antibombas já estão no local, enquanto o Exército faz uma barreira em frente a sede do ministério para impedir a aproximação das pessoas. Um servidor do MTE, Flávio Lopes, relatou que os funcionários estavam trabalhando normalmente quando foram comunicados por brigadistas e seguranças sobre a ameaça de bomba. Eles passaram pelos andares e pediram para que os todos descessem.



  • PF prende filho e braço-direito de Fernandinho Beira-Mar em operação nesta quarta

    Foto: Reprodução / Globo News

    A Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira (24) o filho e o braço-direito do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. As prisões respondem a alguns dos 35 mandados de prisão, 27 de condução coercitiva e 86 de busca e apreensão, que alcança o Rio de Janeiro, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Ceará e Distrito Federal. De acordo com o G1, a irmã de Beira-Mar, Alessandra da Costa, também é alvo de um mandado de prisão por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Uma investigação da PF descobriu que o traficante, preso na Penitenciária Federal de Porto Velho (RO), expandiu os negócios. Além do tráfico, o criminoso controla máquinas de caça-níquel, venda de botijões de gás, cesta básica, mototáxi, venda de cigarros e abastecimento de água. Na denúncia que deu origem à investigação, foi descoberto que há uma grande quadrilha liderada pelo traficante que, mesmo preso, coordena o grupo por meio de mensagens escritas no papel e no celular. Beira-Mar acumula penas que somam quase 320 anos de prisão em crimes como tráfico de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e homicídio. 



  • Polícia prende número 1 do tráfico na Cracolândia

    A Polícia Civil garante que prendeu o chefe número 1 do tráfico de drogas na Cracolândia, região central de São Paulo, durante megaoperação realizada neste domingo (21) que contou com 900 agentes de segurança e foi liderada pelo Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc).

    Fábio Lucas dos Santos, mais conhecido como “FB”, é apontado como uma das lideranças da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e tido como o responsável por coordenar o comércio de crack no centro da cidade. Ele foi preso com 300 gramas de cocaína em sua residência, um condomínio fechado em Caraguatatuba, no Litoral Norte. Depois, acabou sendo conduzido para o Denarc.

    O número 2 do tráfico no pedaço também foi preso na operação em um hotel no centro. Trata-se de Leonardo Monteiro Moja, o “Leo do Moinho”, que é dono de uma pensão nas redondezas da Cracolândia. Ele é suspeito de ter matado o socorrista Bruno de Oliveira que havia entrado  no fluxo, nome que dá ao aglomerado de usuários, no início de maio para resgatar uma mulher de 27 anos a pedido da mãe da garota. “Após uma investigação intensa de oito meses estamos desmantelando as principais cabeças do tráfico daquele pedaço”, disse a VEJA SÃO PAULO o diretor do Denarc, Ruy Ferraz.

    Outras quarenta pessoas também foram detidas na ação deste domingo, entre eles homens e mulheres apontados como atacadistas e varejistas do comércio de droga. Eles eram responsáveis pelas trinta barracas de venda de entorpecentes no local.  A estimativa é que comercializavam diariamente 20 quilos de crack, o que renderia 8,4 milhões de reais por mês.

    O Denarc não conseguiu prender ainda outra figura importante do pedaço: o atirador 

    Anderson Alves, que é desertor do Exército, especialista em sniper. Anderson integrou a organização criminosa com a finalidade de fazer a segurança no espaço. Ele dava “expediente” na cobertura dos hotéis da área ou sob os andares mais altos fazendo vigília. Em foto encontrada pela polícia nas redes sociais do bandido é possível ler uma postagem dele chamando sua metralhadora de “Lurdinha”, ao lado de um pit bull.

    Na ação de hoje que começou por volta das 6h30, equipes da prefeitura e da segurança pública desmantelaram o “feirão” de drogas do pedaço. Apreenderam uma quantidade de produtos ainda não informada, como crack, cocaína, LSD e Skunk, e ao menos três fuzis. Todas as barracas montadas com lonas vieram abaixo. Caminhões com retroescavadeira também iniciaram a demolição de áreas abandonadas que serviam de QG para os traficantes. Os usuários se dispersaram e uma parte deles ainda era vista no final deste domingo entre a Alameda Dino Bueno esquina com a rua Helvétia. Agentes da Guarda Civil Metropolitana e da Polícia Militar ficarão instalados no local para proibir o retorno dos usuários.

    O governador Geraldo Alckmin (PSDB), o prefeito João Doria (PSDB) e o secretário de segurança pública Mágino Alves foram conferir de perto o andamento da operação e garantiram tratamento aos usuários por meio do projeto Redenção. Ele substituirá o Braços Abertos, um dos carros-chefes da gestão do antecessor Fernando Haddad (PT), baseado na redução de danos. Na operação de hoje na Cracolândia, Doria recebeu aplausos de alguns seguranças particulares, mas ouviu também pessoas o acusando de fazer a “higienização” do local.

    “Vamos fazer uma grande trabalho de reurbanização na área, demolindo os hotéis do crack e os usuários que quiserem serão encaminhados para tratamento”, prometeu o prefeito. “Os moradores de rua irão para centros de acolhimento”, completou.(MSN Notícias)

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  • PF dá início a análise de áudio da conversa de Temer com Joesley Batista

    Foto: Divulgação/ PF

    A Polícia Federal recebeu hoje a gravação entregue pelos executivos da Holding J&F à Procuradoria-geral da República na qual o presidente Michel Temer aparece em conversa no Palácio do Jaburu com o empresário Joesley Batista. Em nota divulgada no início da noite, a PF confirmou o recebimento dos áudios e dos quesitos apresentados pela PGR e pela defesa do Presidente Temer. Esses quesitos são questionamentos que a PGR e a defesa do presidente pretendem fazer sobre possíveis edições e falhas na gravação. A perícia foi solicitada após a defesa de Temer, baseada em perícias divulgadas por jornais, contestar a autenticidade da gravação. O perito extrajudicial e judicial Marcelo Carneiro de Souza afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo ter identificado "fragmentações" em 14 momentos na gravação. "Em análise técnica preliminar, o Instituto Nacional de Criminalística apontou que é fundamental ter acesso ao equipamento que realizou as gravações originais. Por esse motivo, a PF oficiou à PGR, solicitando o aparelho. Não há prazo inicial estipulado para conclusão dos trabalhos periciais, especialmente diante da necessidade apontada de perícia também no equipamento", afirma a PF.(Bahia Notícias)



  • Eike Batista pode voltar à prisão se não pagar fiança de R$ 52 mi nesta quarta

    Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

    O empresário Eike Batista poderá voltar à prisão, se não pagar a fiança de R$ 52 milhões até esta quarta-feira (17). Alvo da Operação Eficiência, Eike cumpre prisão domiciliar e corre risco de ser detido novamente no Presídio Bandeira Stampa, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro. O advogado Fernando Martins, que representa o empresário, disse ao G1 que a situação ficou mais complicada depois que a Justiça Federal determinou o aumento do bloqueio de bens, de R$ 162 milhões para cerca de R$ 900 milhões. "Existe, sim [a possibilidade de prisão]. É muito difícil esse pagamento. Todos os bens dele estão bloqueados. Vamos encaminhar pedido de reconsideração para que possamos reverter. (...) Parece que existe uma intenção de que ele fique preso. É uma expropriação isso que está sendo feito", avaliou o advogado. O reexame do bloqueio de bens foi feito pela juíza federal Rosália Monteiro Figueira, da 3ª Vara Federal Criminal, na última sexta-feira (12). A magistrada argumentou que os artigos pelos quais Eike responde estabelecem pena de multa de até três vezes o montante da vantagem ilícita obtida por causa do crime. "A pena de multa alcançará em tese o montante de R$ 750.341.982 (insider trading entre as datas de 24/05/2013 a 10/06/2013), e o valor de R$ 120.391.995, no período de 28/08/2013 a 03/09/2013", diz o documento, segundo o G1. Para outro delito, a pena de multa em tese alcançaria o valor de R$ 26.162.730. Na mesma sexta-feira, o juiz Marcelo Bretas determinou o pagamento da fiança, para que o empresário voltasse para casa em até três dias. Eike é réu no processo da Operação Eficiência, desdobramento da Operação Lava Jato, na 7ª Vara Federal Criminal. O empresário é acusado de pagar US$ 16,5 milhões em propina a Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro.



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