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  • Emirados Árabes estudam construir montanha para aumentar chuvas

    Mulher olha para prédios de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos (Foto: Flávia Mantovani/G1)

    Os Emirados Árabes Unidos planejam construir uma montanha artificial para aumentar as precipitações de chuvas no país, de acordo com uma reportagem da revista local "Arabian Business". Especialistas da Corporação Universitária para Pesquisas Atmosféricas (UCAR), dos Estados Unidos, são os responsáveis pelo projeto, que ainda está em fase de estudos.

    “Estamos avaliando os efeitos sobre o clima pelo tipo de montanha, quão alta ela deve ser e qual o melhor tipo de declive, contou Roelof Bruintjes, pesquisador da UCAR, à revista. A montanha deve forçar o ar a subir, criando nuvens, que então serão semeadas. A semeadura de nuvens é um processo de modificação da quantidade ou tipo de precipitação meteorológica por meio da dispersão de substâncias nas nuvens.

    O local onde a montanha deve ser instalada ainda não foi definido. Os pesquisadores ainda estão testando diferentes localidades dentro dos Emirados Árabes.

    "Se o projeto é demasiadamente caro para o governo, logicamente ele não será realizado, mas isso poderá dar uma ideia das alternativas que existem a longo prazo", disse Bruintjes. "Se isso se concretizar, a segunda fase seria procurar uma empresa de engenharia e decidir se a construção é viável ou não”.

    Localizados no sudeste da Península Arábica, os Emirados Árabes Unidos têm precipitação média mensal de 5,7 mm, de acordo com dados do Banco Mundial -- a título de exemplo, uma região como o Rio de Janeiro tem média 20 vezes maior.

    (Fonte:G1).



  • ONG aponta que nove das dez cidades mais violentas do mundo estão na América Latina

    Foto: Raphael Alves/ TJAM

    No ano passado, nove das dez cidades mais violentas no mundo estavam na América Latina, segundo levantamento feito pela ONG Segurança, Justiça e Paz (SJP), do México. O topo da lista é ocupado por Caracas, capital da Venezuela, com 119,87 mortes violentas por cada 100 mil habitantes. Apesar da divulgação do número, a organização critica em seu relatório a transparência do governo venezuelano. "Representa um grande desafio determinar a incidência real dos homicídios nesse país (Venezuela), pois os governantes, em lugar de transparência e prestação de contas, preferem o ocultamento ou a propaganda, muitas vezes baseada em mentiras", aponta o documento. Depois de Caracas, aparecem no ranking as cidades de San Pedro Sula, em Honduras, com 111,03 mortes violentas por 100 mil habitantes; San Salvador, em El Salvador, com 108,54; e Acapulco, no México, com 104,73. Completam a lista Maturín (Venezuela), Distrito Central (Honduras), Valência (Venezuela), Palmira (Colômbia), Cali (Colômbia) e Cidade do Cabo (África do Sul), a única fora da América Latina.(Fonte:Bahianoticia)



  • Novo terremoto de magnitude 5,8 atinge costa do Equador

    Novo tremor atinge costa do Equador (Foto: Serviço Geológico dos Estados Unidos)

    O Equador foi atingido por um novo tremor de magnitude 5,8 graus na escala Richter na noite desta sexta-feira (22), segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos. O tremor voltou a acontecer na costa do país, mas agora um pouco mais distante, a cerca de 26 quilômetros da cidade de Muisne, a uma profundidade de 10 quilômetros.

    No último sábado, um terremoto de magnitude 7,8, o pior em quase sete décadas, deixou 602 mortos, 12.492 feridos e 130 desaparecidos, afirmaram as autoridades de gestão de emergência em um boletim.

    Os sobreviventes ficaram abalados novamente na quinta-feira (21) à noite, quando um terremoto de magnitude 6,0 atingiu a costa do Equador, cerca de 100 km a norte-noroeste de Portoviejo, e a uma profundidade de 10 km.

    "Quando começou a tremer na noite passada nós começamos a rezar", disse Alex Bachón, de 43 anos, um operário que trabalha na reparação de danos causados ​​pelo terremoto de sábado em um hotel de Guayaquil. "Eu nunca vi nada parecido com isso, foi muito ruim."

    Houve mais de 70 tremores secundários desde quinta, segundo o instituto de geologia do país. Desde o terremoto de sábado, um total de 700 tremores secundários ocorreu no Equador.

    Os tremores vão continuar por várias semanas, alertou a autoridade de emergência Ricardo Peñaherrera nesta sexta-feira, pedindo aos equatorianos para ficarem calmos.fONTE:G1.



  • Dilma não cita golpe, mas usa final do discurso na ONU para falar de 'grave momento' no Brasil

    A presidente Dilma Rousseff durante seu discurso na sede da ONU - Mark Lennihan / AP Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/dilma-nao-cita-golpe-mas-usa-final-do-discurso-na-o

    NOVA YORK - A presidente Dilma Rousseff usou parte do seu discurso na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), no qual apresentou as medidas tomadas pelo governo brasileiro no acordo climático, para citar o "grave momento que vive o Brasil". A presidente discursou por pouco mais de oito minutos. Sua fala sobre a situação política do Brasil durou menos de um minuto. Ela não usou, em seu discurso, a palavra "golpe" ou "impeachment". E o público presente na ONU reagiu com normalidade, aplaudindo a presidente apenas no final de sua fala. 

    - A despeito disso quero dizer que o Brasil é um grande país, que soube superar o autoritarismo e construiu uma pujante democracia. O nosso povo é trabalhador e com grande apreço pela liberdade, e saberá impedir quaisquer retrocessos. Sou grata a todos os líderes que expressaram a mim sua solidariedade - disse Dilma.

    Na entrevista que dará a seis veículos de imprensa internacional, logo mais à tarde, a presidente deve explorar com mais detalhes o discurso de que foi vítima de um golpe.

    Antes de citar o momento político, Dilma disse em seu discurso que tem orgulho de seu governo, que vai lutar para que o acordo climático seja implementado o mais rápido possível e que assinar este acordo é a parte mais fácil, que a sua implementação exigirá esforços.


     

    Ela repetiu as metas de redução de emissões e de queda de desmatamento na Amazônia. A presidente disse na ONU que o país vai ampliar o uso de energia renovável e que os impactos negativos das mudanças climática afetam mais aos pobres. Ao fim do discurso, Dilma voltou à Assembléia da ONU, onde foi assinar o acordo climático.

    Os deputados da oposição encaminhados pela Câmara dos Deputados a Nova York aprovaram as palavras de Dilma Rousseff. José Carlos Aleluia (DEM-BA) e Luiz Lauro (PSB-SP), cuja missão era contrapor para a mídia e as autoridades estrangeiras a visão de ‘golpe’ que Dilma supostamente defenderia no evento, disseram que o discurso da chefe de Estado não comprometeu a imagem do país. Um efeito também, segundo eles, da intimidação de sua viagem aos EUA, ideia do próprio presidente da Casa, Eduardo Cunha.

    O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), elogiou o “bom senso” da presidente ao não usar a palavra “golpe” para tratar do tema de impeachment na tribuna da ONU. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por sua vez, divulgou nota em dois idiomas – português e inglês – para negar que o processo seja um “golpe”. Já o senador petista Jorge Viana (AC) afirmou que Dilma agiu como “grande estadista”.

    APOIO INTERNACIONAL

    Ela foi recebida em Nova York, na noite de quinta-feira, com flores por um grupo de 50 pessoas, à porta da residência oficial do embaixador Antonio Patriota, em uma manifestação contra o impeachment.

    Dilma sentou-se ao lado do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e à frente do embaixador Antonio Patriota. Deputados da oposição também viajaram aos Estados Unidos.

    Além de sustentar a versão do 'golpe' no ambiente internacional, a viagem e o discurso de Dilma ao encontro da ONU sobre o clima representam uma tentativa do governo brasileiro de emplacar uma agenda positiva em meio à crise política do país. A presidente decidiu participar da reunião pouco mais de 24h antes de embarcar. Receosa em deixar o Brasil, Dilma confirmou sua ida a Nova York a partir da avaliação de que os veículos de imprensa de fora têm dado mais espaço para a defesa da presidente.

    Dilma Rousseff deverá exaltar as propostas dos negociadores brasileiros na COP 21, em dezembro passado, decisivas no acordo fechado por 195 países em Paris, no qual o mundo concordou em caminhar para uma economia de baixo carbono.

    O discurso de Dilma foi o sexto depois da apresentação inicial do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Depois dele, foi a vez do presidente francês François Hollande discursar. Seguiram a ordem o secretário-geral da Assembleia da ONU, o presidente do Peru, Alan García; do Congo, Denis Sassou Nguesso; da Bolívia, Evo Morales, e, enfim, a presidente do Brasil.

    ACORDO RECORDE

    A ONU informou que hoje, dia da Terra, será o recorde de países assinando, em um mesmo dia, um acordo da organização. No total, 165 nações vão chancelar o acordo de Paris sobre mudanças climáticas. O recorde anterior foi registrado em 1982, quando 119 nações assinaram no mesmo dia um acordo sobre o mar. Os demais países, dos 193 que fazem parte da ONU, terão até 17 de abril de 2017 para assinar o documento. O acordo de Paris entrará em vigor quando o documento for ratificado por países que representem até 55% das emissões de gases causadores do efeito estufa. Nove chefes de estado devem discursar no evento da ONU nesta sexta-feira em Nova York, incluindo Dilma Rousseff.


    A cerimônia para a assinatura do Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas começou com a apresentação musical, um trecho de "Quatro Estações", de Vivaldi, e de um jovem alertando para os riscos das mudanças climáticas. Depois, em seu dicurso, Ban Ki-Moon, secretário geral da ONU, comemorou o recorde de países assinando um acordo em um mesmo dia. Ele disse que quando assumiu o cargo tinha priorizado a questão do meio ambiente e que está feliz pelo acordo obtido em dezembro em Paris. Ele pediu para que os países convertam os acordos de Paris em ações.
     

    Acabou a época de consumo sem consequencias. Tempos que reforçar nossos esforços para "descarbonizar" nossas economias. - disse o secretário. - As medidas para o clima não é um carga, mas nos oferece muitos benefícios, pode nos ajudar a reduzir a pobreza e gerar emprego verde — disse.

    O presidente da França, François Hollande, afirmou, em seu discurso de abertura da cerimônia da ONU para assinatura do acordo sobre Mudanças Climáticas, lembrou que até o último minuto da conferência do Clima de Paris havia dúvidas da obtenção de um acordo, mas que os países conseguiram superar suas dificuldades e chegaram a um consenso importante. Ele afirmou que a humanidade pode estar orgulhosa do acordo alcançado e citou que o contexto do acordo de Paris era "dramático" dias após os fortes atentados terroristas na capital francesa, sendo um "marco simbólico" para o resto do mundo.

    — Os meses antes da assinatura do clima foram os mais quentes da história, foram registradas mais catástrofes em diversos países - disse o presidente francês, citando alguns problemas ambientais ocorridos no mundo nos últimos tempos. (Fonte: O Globo)


     

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  • Mulher negra abolicionista vai substituir presidente escravocrata na nota de US$ 20

    Simulação mostra como deve ficar a nota | Foto: Divulgação/Women on 20s

    O departamento do Tesouro dos Estados Unidos divulgou na tarde desta quarta-feira (20) que Harriet Tubman vai substituir o ex-presidente Andrew Jackson e vai passar a ter sua imagem estampada nas notas de US$ 20. Tubman foi uma mulher negra que ajudou escravos a conseguir a liberdade no século 19, enquanto Jackson apoiava a escravidão. Desde o ano passado uma campanha na internet pedia a inclusão de Tubman e uma das notas em circulação nos Estados Unidos. A americana nasceu em 1822 e foi escrava até 1849. Depois de conseguir a liberdade, ela também lutou pelo voto feminino.



  • Desabamento de ponte deixa mortos e centena de soterrados na Índia

    Ponte desabou parcialmente em Calcutá, no leste da Índia, nesta quinta-feira (31) (Foto: Rupak De Chowdhuri/Reuters )

    O desabamento parcial de uma ponte em Calcutá, no leste da Índia, deixou pelo menos 10 mortos e mais de uma centena de soterrados na manhã desta quinta-feira (31), segundo a CNN. As equipes de resgate trabalham para encontrar as pessoas que permaneciam sob escombros.

    A Reuters estima que 150 pessoas foram soterradas. De acordo com a agência Efe, a ponte estava em construção no momento do desmoronamento.

    Além da polícia e dos serviços de emergências, as pessoas que passavam pela área tentavam levantar os blocos de cimento e de metal para resgatar os sobreviventes, segundo a France Presse.

    As quedas de infraestruturas são frequentes na Índia, devido ao estado precário das mesmas e pela falta de manutenção, fatores alimentados pela corrupção e outras práticas ilegais que dominam o setor da construção, segundo a Efe.

    Em setembro do ano passado, dois trabalhadores foram resgatados após nove dias presos em um túnel que colapsou por cerca de 47 metros no estado de Himachal Pradesh, no norte do país.Fonte:G1.

    Caminhões ficaram presos após colapso de ponte em Calcutá, na Índia, na manhã desta quinta-feira (31) (Foto: ANI via Reuters )



  • Homem sequestra avião no Egito e desvia voo para o Chipre

    Um homem sequestrou um avião no Egito e desviou o voo para o Chipre durante a manhã desta terça-feira (29). Ele forçou o Airbus A320 a pousar em uma área isolada do aeroporto de Larnaca, o maior do país, e mantém parte dos ocupantes da aeronave reféns. Entre passageiros e tripulantes, 81 pessoas embarcaram no voo da Egyptair, que iria de Alexandria para Cairo. O presidente cipriota descarta que o ato esteja ligado a alguma organização terrorista e alega que o sequestro foi motivado por razões pessoais. Suspeitas apontam que o nome do sequestrador é Seif Eldin Mustafa. Ele pede que uma carta de quatro páginas seja entregue para a sua ex-esposa, que vive no Chipre. O sequestrador alega ter um cinto com explosivos preso ao corpo, mas a informação ainda não foi confirmada por autoridades.



  • Bélgica identifica três suspeitos de participar de ataque terrorista em aeroporto

    Foto: Reprodução RTBF/Interpol

    A rede de televisão estatal belga RTBF divulgou nesta quarta-feira (23) a imagem de dois irmãos suspeitos de participar do ataque terrorista no aeroporto de Zavantem, em Bruxelas, nesta terça (22). Identificados como Khalid e Ibrahim El Bakraoui, eles já têm passagem pela polícia, mas não por crimes ligados ao terrorismo e não levantavam suspeita de relação com extremismo religioso. O terceiro suspeito de participar dos ataques no aeroporto é Najim Laachraui, de 24 anos, que também está desaparecido e é procurado em diferentes operações sigilosas. Suspeitas indicam que Khalid alugou um apartamento em Bruxelas com uma identidade falsa. Na semana passada, o imóvel foi revistado e foram encontrados um rifle, uma bandeira do Estado Islâmico (EI). A polícia também identificou impressões digitais de Salah Abdeslam, suspeito de participar do atentado em Paris em novembro do ano passado e que foi preso na última sexta-feira (18). Os ataques na capital belga atingiram o aeroporto de Zaventem e a estação de metrô de Maalbeek. A imprensa local estima que 34 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas em decorrência das explosões. O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou a autoria do atentado.Fonte:Bahianoticia.



  • Avião da Flydubai cai durante pouso e mata 62 na Rússia

    Veículos de bombeiros e de equipes de emergência entre destroços do avião da Flydubai (Foto: vk.com / Rostovnadonu / via AP Photo)

    Um Boeing da companhia aérea Flydubai, com 62 pessoas a bordo, caiu e pegou fogo quando tentava pousar no aeroporto de Rostov-on-Don, no sul da Rússia neste sábado (19). O Ministério para Situações de Emergência russo russo informou que ninguém sobreviveu.

    No Boeing 738 havia 55 passageiros - 18 homens, 33 mulheres e quatro crianças - e sete tripulantes, que morreram na hora quando a aeronave se chocou violentamente contra o solo por volta das 3h40 locais (21h40 de sexta, 18, em Brasília) a cerca de 250 metros da pista de aterrissagem, segundo as autoridades aeroportuárias.

    A aeronave, que realizou seu primeiro voo comercial em dezembro de 2010, sofreu o acidente em sua segunda tentativa de aterrissagem devido, previsivelmente, à falta de visibilidade provocada por um denso nevoeiro, pela chuva incessante e fortes ventos.

    O avião da FlyDubai tentou aterrissar à 1h30 local (20h30 de Brasília), e, depois, ficou mais de duas horas circulando em espera antes de iniciar uma nova tentativa de pousar em Rostov-on-Don.

    Na segunda tentativa, segundo as imagens captadas e testemunhas, o avião se chocou contra o solo, e, em seguida, ocorreu uma forte explosão.

    Até então, o voo tinha transcorrido sem incidentes, segundo fontes aeroportuárias.

    Avião da Flydubai cai durante pouso e mata 62 na Rússia

    Imagem de um vídeo de câmera de segurança mostra fogo após queda de avião em aeroporto russo (Foto: Câmera do aeroporto Rostov-on-Don / via AP Photo)

    Quase todos os passageiros do voo FZ 981 eram cidadãos russos, em alguns casos famílias inteiras, com a exceção de três ucranianos, um indiano e um uzbeque, que tinham passado férias em Dubai, a cidade mais importante dos Emirados Árabes Unidos, enquanto seis dos sete tripulantes eram dos Emirados.

    "Era um voo turístico. Quase todos os passageiros eram turistas", disse Irina Tiurina, porta-voz da União de Operadores Turísticos da Rússia.

    As autoridades descartam um possível incêndio como causa do acidente e o Comitê de Instrução da Rússia confirmou que a explosão aconteceu quando o Boeing se chocou contra a pista de aterrissagem, por isso, um possível atentado terrorista foi descartado.

    Contudo, o Comitê de Instrução abriu um processo penal por violação das normas de segurança, no qual são ventiladas duas causas para o acidente: as condições climatológicas e falha humana.

    Cerca de 50 equipes dos serviços de emergência russos foram enviados ao local do acidente para extinguir o incêndio e buscar possíveis sobreviventes. Os agentes encontraram entre os destroços da aeronave restos mortais de passageiros e tripulantes, mas ainda não se depararam com as caixas-pretas.

    O governador de Rostov informou ao presidente russo Vladimir Putin sobre o acidente e o andamento das investigações.

    O aeroporto de Rostov-on-Don, um dos maiores do sul da Rússia, fechou suas portas logo após o acidente, por isso os voos que deveriam aterrissar em suas instalações foram desviados para a cidade de Krasnodar.

    A FlyDubai é uma companhia de baixo custo fundada em 2009 pelas autoridades dos Emirados Árabes e realiza rotas entre Dubai e quase 100 cidades asiáticas e do leste da Europa, entre elas Moscou, Kiev (Ucrânia), Sófia (Bulgária) e Belgrado (Sérvia).

    Tanto a companhia aéra quanto a Boeing abriram suas próprias investigações para esclarecer as causas da catástrofe.Fonte:G1

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  • Assassino norueguês faz saudação nazista ao entrar em tribunal

    Assassino norueguês faz saudação nazista ao entrar em tribunal (Foto: Lise Aserud/NTB scanpix/AP)

    O norueguês Anders Behring Breivik, militante de ultradireita que assassinou 77 pessoas naNoruega em 2011, fez a saudação nazista nesta terça-feira (15) ao entrar no tribunal que julga uma demanda que apresentou contra o Estado por suas condições de detenção.

    Breivik, com a cabeça totalmente raspada, vestido com um terno preto, entrou no ginásio da prisão de Skien (sul), transformado em sala de audiências e, olhando para o local onde a imprensa estava, fez a saudação nazista.

    Em 27 de outubro de 2014, em uma carta enviada à AFP, Breivik, de 37 anos, anunciou que aderia ao "nacional-socialismo".

    A justiça norueguesa deve se pronunciar sobre uma demanda de Breivik contra o Estado norueguês, acusado de violar duas disposições da Convenção Europeia de Direitos Humanos, que proíbe o tratamento desumano ou degradante e que garante o "direito ao respeito da vida privada" e "à correspondência".

    Em 22 de julho de 2011, Breivik matou 77 pessoas, oito delas detonando uma bomba perto da sede do governo em Oslo e 69, em sua maioria adolescentes, a tiros em um acampamento da juventude socialista na ilha de Utoya.

    Em 2012, Breivik foi condenado a 21 anos de prisão, pena que pode ser prolongada se a justiça considerar que continua sendo um homem perigoso.Fonte:G1

    Assassino norueguês faz saudação nazista ao entrar em tribunal

    Anders Behring Breivik reclama das suas condições de detenção (Foto: Lise Aserud/NTB scanpix/AP)



  • EUA investigam 14 casos de zika transmitida pelo sexo

    O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) divulgou nesta terça-feira (23) que investiga 14 novos casos de transmissão do Zika Vírus. De acordo com a CNN, o órgão informou que a maioria dos casos envolvem mulheres grávidas, apesar de não especificar quantos. Dois dos casos teriam como única possibilidade de contágio a relação sexual com parceiros que exibiam os sintomas após estarem em áreas infectadas. O CDC não informou onde as mulheres infectadas residem porque o risco afeta “todas as mulheres dos EUA”. “Os novos registros sugerem que a transmissão sexual pode ser um meio de transmissão mais provável do que o considerado anteriormente”, avaliou o órgão. “Nós ficamos um pouco surpresos com o número de casos suspeitos que nós recebemos”, confessou a gerente do CDC, Jennifer MCQuiston.



  • Em visita ao México, papa Francisco se irrita ao ser puxado e quase cair em fiéis; assista

    Foto: Reprodução / TV Globo

    O Papa Francisco demonstrou irritação nesta terça-feira (16) durante a sua passagem pela cidade de Morélia, no México, e discutiu com um fiel que acompanhava a visita. Enquanto cumprimentava uma multidão em um estádio, ele foi puxado e caiu sobre um cadeirante que acompanhava a cerimônia. "Isso não se faz. Você não pode ser egoísta", disse Francisco à pessoa que o desequilibrou. O Papa passou por algumas das regiões mais violentas do México e encerra sua visita ao país nesta quarta-feira (17). Assista ao momento em que o pontífice é puxado:Fonte:Bahianoticia.



  • OMS defende teste com mosquito transgênico e bactéria contra o zika

    Gaiola com mosquitos transgênicos machos da empresa britânica Oxitec (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou apoio nesta terça-feira (16) a testes com mosquitos geneticamente modificados e com uma bactéria que infecta insetos como possíveis armas importantes para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor de zika, dengue, chikungunya e febre amarela. "Diante da magnitude da crise de zika, a OMS encoraja os países afetados e seus parceiros a aumentar o uso tanto de antigas como de novas formas de controle de mosquito como a mais imediata linha de defesa", disse a OMS em comunicado.

    A entidade também destacou o potencial da liberação no ambiente de mosquitos machos esterilizados por irradiação. Para proteger reservatórios de água, a OMS ainda mencionou o uso de peixes que se alimentam da larva do Aedes aegypti como uma boa alternativa. Apesar de estimular as novas tecnologias no combate ao mosquito, a OMS ressalta a importância de continuidade dos métodos tradicionais de combate ao inseto. Métodos tradicionais "A OMS ressalta que a eliminação dos focos de procriação do mosquito é a intervenção mais eficiente para proteger populações", disse o novo comunicado. O documento foi elaborado após uma reunião de um comitê especial de aconselhamento sobre controle de vetores (transmissores) de doenças. Na visão dos especialistas, ações como essa, aliadas à aplicação direcionada de inseticidas, foi o que praticamente eliminou epidemias de dengue e febre amarela entre os anos 1940 e 1960. A OMS considera a ressurgência da dengue, junto da chikungunya e da zika, a consequência de décadas de relaxamento nas medidas de contenção, aliada a um crescimento urbano e rural desordenado em muitas regiões da América Latina, dificultando o combate a focos de procriação do inseto. "Comparada com a situação há 50 anos, a incidência global de dengue se multiplicou por 30", diz o novo documento. Insetos estéreis Ao recomendar mosquitos transgênicos, a OMS menciona o sucesso de testes que foram feitos com a tecnologia da empresa britânica Oxitec nas ilhas Cayman, mas não menciona estudos de campo realizados no Brasil. O animal geneticamente modificado -- machos esterilizados -- fecunda as fêmeas no ambiente e as impede de copular com machos saudáveis selvagens. "Para mosquitos geneticamente modificados, o grupo de aconselhamento da OMS recomendou mais testes de campo e avaliação de risco para averiguar o impacto dessa nova tecnologia na transmissão de doenças", disse o relatório. O documento não menciona testes já feitos em Juazeiro (BA) e em Piracicaba (SP), onde a técnica conseguiu reduzir a população de mosquitos em mais de 80%. A técnica de uso de mosquitos machos afetados por radiação usa uma lógica semelhante, mas os insetos são esterelizados por radioatividade em vez de modificação genética. Ainda não há testes de campo maiores feitos para avaliar essa estratégia, mas FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) e pela Agência Internacioanl de Energia Atômica já empregam a técnica para controle de insetos que atacam plantações. Duas bactérias O comunicado da OMS pareceu particularmente mais favorável ao uso da bactéria Wolbachia como método inovador de controle, que defendeu como "promissor". O novo comunicado da OMS cita dois tipos de patógeno antimosquito sendo usados. Uma das Wolbachias se dirige a suprimir a reprodução do mosquito. Quando machos infectados pela bactéria copulam com fêmeas, os ovos resultantes do encontro não vingam. Outra variedade mais comum de Wolbachia se destina a atrapalhar a habilidade dos mosquitos de passar adiante o vírus da dengue durante a picada, pois cientistas descobriram que insetos com a bactéria possuem carga viral menor. "Mosquitos carregando a Wolbachia já foram liberados em diversos lugares, incluindo Austrália, Brasil, Indonésia e Vietnam como parte de estratégias de controle da dengue", disse o documento. A OMS diz que testes de campo de grande escala "vão começar em breve". No Brasil, um teste organizado pela Fiocruz, na verdade, já começou em três municípios do Rio de Janeiro. Nesse caso, a ideia é soltar um número relativamente pequeno de insetos com a intenção de infectar a maior proporção possível da população local de Aedes. O uso de peixes contra larvas do Aedes, diz a OMS, já começou a ser usado de forma piloto em reservatórios de água em El Salvador.
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  • Febre amarela, transmitida pelo Aedes aegypti, mata 51 em Angola

    Água se acumula em lixo abandonado durante chuva em Luanda (Foto: Herculano Corarado/Reuters)

    Cinquenta e uma pessoa morreram até agora em Angola numa epidemia de febre amarela que já dura dois meses, afirma a direção nacional de saúde do país.

    Médicos afirmam que o surto, iniciado na capital Luanda, foi amplificado por um colapso dos serviços de saneamento e coleta de lixo em algumas cidades. O problema levou a uma proliferação dos mosquitos Aedes aegypti, que transmitem a doença.

    Um total de 240 pessoas foram infectadas até agora, disse Adelaide de Carvalho, ministra de saúde do país, no final de semana. Mais de 450 mil pessoas foram vacinadas na capital, mas a meta era de 1,6 milhão.

    A coleta de lixo sofreu corte de verbas por causa de uma crise orçamentária, resultando em montes de lixo se acumulando nas periferias mais pobres, incluindo Viana, onde o primeiro caso de febre amarela foi relatado em dezembro.

    Autoridades sanitárias também registraram aumento no número de casos de malária, cólera e diarreia crônica.

    Muitas das empresas responsáveis pela coleta dizem não ter sido pagas e afirma estar com dificuldade para importar equipamento em razão de problemas no comércio exterior.

    Normalmente, cerca de 95% da receita de exportação de Angola sai do petróleo, mas uma queda de 70% no preço do barril desde o meio de 2014 abalou a economia do país, a terceira maior da África, fazendo a moeda local, o kwanza, se desvalorizar.

    Os sintomas de febre amarela incluem dor de cabeça severa, náusea, vômito e fadiga.Fonte:(G1)



  • Grandes potências acertam plano para romper impasse na Síria

    Chanceler da Rússia, Sergey Lavrov (à esqueda) e secretário de Estado dos EUA, Jonh Kerry (Foto: Matthias Schrader/AP)

    As grandes potências concordaram na sexta-feira (12, no horário local) com um plano destinado a quebrar o impasse na Síria através da introdução de um fim gradual das hostilidades e de ajuda humanitária rápida, de forma a criar condições para a retomada das negociações de paz. O grupo, porém, não estabeleceu uma data para um cessar-fogo completo.

    O acordo surgiu a partir de um encontro realizado nesta quinta-feira (11) em Munique, na Alemanha, do Grupo Internacional de Apoio à Síria, do qual participam representantes dos Estados Unidos, da Rússia e de outros 12 países.

    Segundo o secretário de Estado americano, John Kerry, o acordo determina a "cessação de hostilidades" na Síria, a começar em uma semana. A medida não inclui os ataques contra o Estado Islâmico ou outros gupos terroristas que atuam na Síria.

    Divergências
    O anúncio do acordo não significa o fim das divergências entre as potências sobre o caminho para a paz na Síria.

    Kerry cobrou a saída do presidente Bashar al-Assad, ao dizer que "sem transição política, não é possível alcançar a paz." A Rússia, entretanto, não mostrou até o momento interesse em que o governante deixe o poder, segundo diplomatas.

    O chanceler russo, Sergei Lavrov, também ressaltou que o país vai manter os ataques áreos em território sírio que, segundo Moscou, têm como alvo o Estado Islâmico e outros grupos terroristas. Para os EUA, entretanto, esses golpes têm atingido grupos de oposição a Assad e que são apoiados por países ocidentais.

    O ministro das relações exteriores da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, afirmou que os Estados Unidos e a Rússia devem coordenar de maneira mais próxima as ações militares no país.Fonte:G1.

    Grandes potências acertam plano para romper impasse na Síria

    Sírios se reúnem em uma rua destruída por uma bomba em Aleppo, na Síria (Foto: Sana/AP)



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