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  • Eleito por unanimidade, Eduardo Salles assume presidência da Comissão de Agricultura da ALBA

    Foto: Divulgação

    O deputado estadual Eduardo Salles foi eleito, por unanimidade, nesta terça-feira (14), presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa da Bahia. O parlamentar assume o posto ao lado do também deputado estadual Fábio Souto, que ocupa a vaga de vice-presidente da comissão.

    Ao tomar posse, Eduardo Salles destacou que ter sido eleito como presidente da Comissão é um grande marco em sua trajetória política. “Passei dois anos presidindo a Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público e recebi essa nova missão dos colegas. Acredito que farei um bom trabalho pela agropecuária baiana, tendo em vista que sempre tive minha vida ligada ao campo”, afirmou o parlamentar.

    O deputado sugeriu aos demais parlamentares o aprimoramento das atividades da comissão, a partir da elaboração de um projeto de resolução que atualize e amplie as ações do regimento. “Pretendemos levar a votação e inserir a pecuária, aquicultura e pesca no nome da Comissão para que consigamos atender demandas e efetivar as necessidades do setor. Nosso objetivo é modernizar as ações da comissão e discutir assuntos como irrigação e agroindustrialização”, destacou Eduardo Salles.

    O deputado ressaltou a urgência em tratar com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, sobre a seca que tem castigado todo o estado e chega ao sexto ano. “Estamos passando por um momento difícil com uma seca sem precedentes e que tem prejudicado a agropecuária baiana. Todo o nosso rebanho está sendo dizimado em diversas regiões na Bahia e precisamos da ajuda do governo. Além disso, iremos discutir a renegociação das dívidas dos produtores”.

    Também ficou autorizado o convite aos secretários estaduais de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Vitor Bonfim e Jerônimo Rodrigues, respectivamente, para que integrem, juntamente com os deputados, a comitiva que irá a Brasília se reunir com o ministro.

    “Vamos levantar também a questão do milho subsidiado para reativar o Programa Venda Balcão, que comercializa milho subsidiado em municípios do semiárido e permite que o produto seja adquirido mais barato. A ideia é que o produtor consiga alimentar seu rebanho durante a estiagem”, disse o parlamentar.

    Estiveram presentes na Comissão os deputados Antônio Henrique, Carlos Ubaldino, Jika Lopes, Heber Santana, Neuza Cardore, Pedro Tavares, Marquinho Viana, Roberto Carlos, Zó e Zé Neto.

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  • FHC vai depor como testemunha de defesa em processo contra Lula nesta quinta

    Foto: Reprodução / Pragmatismo Político

    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso vai prestar depoimento como testemunha de defesa de Paulo Okamoto, presidente do Instituto Lula. O depoimento será feito a partir das 9h da manhã desta quinta-feira (9) por meio de videoconferência, segundo informações da Folha de S. Paulo. Na oportunidade, os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderão fazer perguntas a FHC. Okamoto é réu no processo que apura o transporte do acervo presidencial de Lula depois que ele deixou o cargo na Presidência da República. Já o petista é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro. O Ministério Público afirma que o montante, pago pela empreiteira OAS, veio de propina. Ainda de acordo com a publicação, os advogados de Lula tentaram adiar a audiência, em decorrência do período de luto com a morte da ex-primeira-dama, Marisa Letícia. A missa de sétimo dia, inclusive, também será celebrada amanhã. Mas o juiz Sergio Moro, condutor do processo, recusou o pedido.



  • Eduardo Salles afirma que Eures Ribeiro é o candidato mais preparado para assumir a UPB

    Foto: Divulgação

    “Eures Ribeiro é a melhor opção para dirigir a UPB (União dos Municípios da Bahia). Seu currículo é muito mais extenso que o de seu adversário. Há uma diferença enorme entre um e outro”, garante o deputado estadual e ex-secretário estadual de Agricultura, Eduardo Salles, em defesa à candidatura do prefeito de Bom Jesus da Lapa na eleição de quarta-feira (25) para presidente da entidade.

    “Em seu primeiro mandato, Eures Ribeiro arrumou administrativamente e financeiramente Bom Jesus da Lapa e conseguiu, mesmo nesta crise econômica, inaugurar diversas obras que melhoraram a vida da população. Não foi à toa que conseguiu sua reeleição com 76% dos votos válidos. Já provou que conhece as necessidades para lutar pelas causas municipalistas”, acrescentou o deputado estadual.

    Outro ponto destacado por Eduardo Salles é a passagem de Eures Ribeiro pela Assembleia Legislativa. “Isso oferece a ele uma maior capacidade de articulação política na Bahia e em Brasília para defender os interesses dos municípios baianos”, comparou o parlamentar.

    Em contrapartida, conforme Eduardo Salles, o adversário, Luciano Pinheiro, prefeito de Euclides da Cunha, não tem no currículo a experiência de Eures Ribeiro e precisa estar presente no seu município, que sofre devido às consequências da grave seca.

    “Acredito ser uma temeridade prefeitos cogitarem apoiar à presidência da UPB um gestor eleito pela primeira vez em um importante município do sertão baiano, que infelizmente vive sérias dificuldades devido a uma seca terrível, principalmente por causa do momento econômico difícil. Esse prefeito vai poder se ausentar boa parte do tempo para estar em Salvador e Brasília gerindo e defendendo com a competência necessária os destinos desta entidade que representa os 417 municípios baianos?”, questiona Eduardo Salles.

    “Das duas uma: ou ele vai abandonar o povo que o elegeu em Euclides da Cunha e cuidar da UPB, ou vai honrar os votos que teve e gerir com competência seu município e abandonar a gestão da UPB”, acredita o parlamentar.

    “Conheço a forma de Eures Ribeiro trabalhar e não tenho dúvida que ele está preparado para ser um grande presidente da UPB”, concluiu o deputado estadual.

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  • Rui empina pipa e evita comentar escolha de secretários: ‘Hoje de tarde tem posse’

    Foto: Luana Ribeiro / Bahia Notícias

    O governador Rui Costa (PT) aproveitou o momento de entrega de encostas na Avenida Heitor Dias, na manhã desta segunda-feira (23), para empinar pipa com a população local. Em seu primeiro evento público depois da reforma administrativa, Rui evitou comentar os critérios que levaram à escolha dos novos nomes. “Hoje de tarde, às 16h, tem posse. A gente fala mais sobre o secretariado hoje à tarde”, limitou-se Rui. Apesar da postura, o governador elogiou o ex-governador e ex-ministro, Jaques Wagner (PT), nomeado secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE). “Resolvi reforçar a busca e captação com investidores nacionais e estrangeiros para nosso estado. O ex-governador e ministro tem perfil. Ele tem profundo relacionamento e conhecimento de uma rede grande de investidores e empresários, não só no Brasil como no exterior. Alguém com esse conhecimento para que possamos aumentar nossa possibilidade de captação de investimentos na Bahia. A crise nos faz rever formas e estratégias para que a gente continue atraindo empresários para nosso estado”, justificou.



  • Temer e Gilmar Mendes discutem quadro político em jantar no Jaburu

    Foto: Reprodução / TV Globo

    O presidente Michel Temer recebeu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, para um jantar na noite deste domingo (22), no Palácio do Jaburu. Segundo o Broadcast Político apurou, os dois conversaram sobre a morte trágica do ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Operação Lava Jato no STF. Durante o jantar, Gilmar e Temer também falaram sobre o quadro político atual. O encontro não constava na agenda oficial da Presidência, que, segundo a assessoria de imprensa do Planalto, só traz compromissos públicos de Temer, o que não seria o caso dessa visita. De acordo com a assessoria do ministro, Gilmar teve uma "conversa de rotina" com Temer. O convite para o jantar partiu do próprio presidente, segundo fontes. Gilmar é responsável por definir a pauta de julgamento do TSE e será um dos sete integrantes da Corte Eleitoral que votará neste ano no processo que pode levar à cassação da chapa de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB), reeleita em 2014. No início deste mês, o ministro disse que tem "relações de companheirismo e diálogo" com Temer há mais de 30 anos.
     



  • Segundo mais bem votado para vereador em Aracatu, brumadense tomará posse dia 1º

    Foto: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    No dia 1º de Janeiro 2017, os candidatos eleitos para prefeito, vice e vereadores estarão sendo empossados em Aracatu. Este ano, uma das grandes revelações do meio político aracatuense, foi a vitória do brumadense, Bismarc Machado, que aos 24 anos, foi o segundo vereador mais bem votado no município.
    Bismarc é estudante e terá a oportunidade de mostrar trabalho em prol da população aracatuense a partir de 1º de janeiro de 2017.



  • Nilo desiste de buscar vaga no Senado em 2018 e coloca culpa no PSD e no PP

    Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

    Diante da movimentação nos bastidores em torno da presidência da Assembleia Legislativa da Bahia, que por sua vez já está relacionada aos possíveis cenários para 2018, o presidente da Casa, Marcelo Nilo (PSL), declarou que não se candidatará ao Senado nas próximas eleições, como cogitava no início do ano (veja aqui). O anúncio foi feito em almoço realizado por ele na AL-BA para fazer o balanço das atividades. “Não sou candidato a senador em 2018. Serei candidato a deputado federal. Eu não quero ser candidato a senador”, disse, jogando a responsabilidade para o senador Otto Alencar (PSD) e para o vice-governador João Leão (PP). Ambos compõem a banca de apostas para o Senado em 2018, e os dois partidos lançaram candidatos para disputar com Nilo a presidência: Ângelo Coronel (PSD) e Luiz Augusto (PP). Os resultados das eleições municipais (clique aqui) temperam as negociações, já que o PSD liderou em número de prefeitos eleitos (83), seguido pelo PP (55), o que acirrou a concorrência. "Já formei a minha chapa para a Assembleia e não tem vaga para PSD e para o PP. Mesmo que o governador Rui Costa peça", destacou, atribuindo o atual panorama a uma combinação entre Otto e Leão. "Os presidentes do PSD e do PP se juntaram para me derrotar", declarou. Nilo diz já ter o apoio do PT na corrida, a quem reservou a vice-presidência. A Mesa Diretora será composta ainda pelo PDT – Pastor Sargento Isidório e Roberto Carlos decidem quem assume a cadeira – e três vagas ficam selecionadas para a oposição. Há rumores, porém, de que a oposição pleiteia 4 das 9 vagas disponíveis. 



  • Senado aprova projeto que regulamenta supersalários do funcionalismo

    O Plenário do Senado aprovou na noite desta terça-feira (13) três projetos elaborados pela comissão especial dos supersalários para cortar despesas que inflam os contracheques e vencimentos dos servidores e aposentados administração direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. A restrição atinge magistrados, chefes dos poderes, servidores de estatais e militares. 

    De acordo com os projetos aprovados, o limite de vencimentos mensais passará a ser a soma das verbas recebidas por uma mesma pessoa, ainda que os recursos sejam oriundos de mais de um cargo ou emprego, aposentadoria ou pensão, ou qualquer combinação possível entre esses rendimentos. 

    São considerados como rendimentos os salários, soldos e subsídios, verbas de representação, parcelas de equivalência ou isonomia, abonos, prêmios e adicionais. As parcelas de indenização previstas em lei não sujeitas aos limites de rendimento estão no extrateto. Se enquadram neste item as ajudas de custo para mudanças de sede por interesse na administração e diárias em viagens realizadas a trabalho. 

    O projeto prevê também que todos os portais da transparência sigam o formato do Ministério Público Federal (MPF), divulgando nomes dos agentes públicos, CPFs, valores, salários, férias, décimo terceiro e auxílios, além da descrição de vantagens pessoais, como o que foi pago a título de adicional de insalubridade, periculosidade ou hora extra.

    Durante a sessão, o presidente do Senado, Renan Calheiros, anunciou que os próximos passos serão as aprovações do projeto para a devolução de recursos recebidos acima dos R$ 33,7 mil por servidores dos Três Poderes nos últimos cinco anos, além da proposta de limitar um teto para servidores de empresas concessionárias de serviço público.  (Correio24horas)

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  • Datafolha: Lula lidera cenários em primeiro turno; Marina vence em segundo

    Fotos: Divulgação / Montagem BN

    A ex-senadora Marina Silva (Rede) lidera os cenários de segundo turno para eleição presidencial de 2018, de acordo com pesquisa de intenção de voto do Datafolha divulgado nesta segunda-feira (12) pelo jornal Folha de S. Paulo. Já no primeiro turno, Lula fica à frente.

    No cenário 1, com Aécio Neves (PSDB), Lula fica em primeiro com 25% das intenções, seguido de Marina (15%), do senador tucano (11%), Bolsonaro (9%), Ciro Gomes (5%), Michel Temer (4%), Luciana Genro (2%), Ronaldo Caiado (2%), Eduardo Jorge (1%). Brancos e nulos somam 20%; 6% não souberam ou não opinaram. No cenário 2, com Geraldo Alckmin (PSDB), Lula alcançou 26%. Na sequência vem Marina (17%), Aécio (8%), Alckmin (8%), Ciro (6%), Temer (4%), Luciana Genro (2%), Ronaldo Caiado (2%) e Eduardo Jorge (1%). Brancos e nulos totalizam 20% e 6% não souberam ou não opinaram. No cenário 3, com José Serra, Lula prossegue na liderança, com 25%, seguido de Marina (16%), Serra (9%), Bolsonaro (9%), Ciro Gomes (6%), Michel Temer (4%), Luciana Genro (2%), Ronaldo Caiado (2%), Eduardo Jorge (1%). Brancos e nulos somam 20%; 6% não souberam ou não opinaram. Com os três tucanos na disputa e incluindo o juiz federal Sérgio Moro, a presidente do STF Carmen Lúcia, e o apresentador e empresário Roberto Justus, a situação de Lula permanece estável. Marina, por sua vez, empata com Moro, 11%. Aécio fica com 7%, seguido de Bolsonaro (6%), Alckmin (5%), Serra (4%), Ciro (4%), Temer (2%), Luciana Genro (2%), Roberto Justus (2%), Ronaldo Caiado (2%), Carmen Lúcia (1%) e Eduardo Jorge (1%). No segundo turno, Lula fica à frente caso seu adversário seja Aécio Neves: ele obtém 38% contra 34%. Brancos e nulos somam 25%; 3% não souberam ou não opinaram. Lula também vence Alckmin (38% a 34%), mas perde para Marina (43% a 34%). Marina ainda vence Alckmin (48% a 25%); Serra (47% a 27%). O embate entre Lula e Serra resulta em empate técnico, considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais: o primeiro à frente, com 37%, e o segundo com 35%. A consulta foi realizada nos dias 7 e 8 de dezembro, com 2.828 pessoas maiores de 16 anos. O nível de confiança é de 95%.

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  • Odebrecht delata caixa dois para Lula

    Delatores da Odebrecht afirmaram em depoimento que as campanhas presidenciais de Lula tiveram caixa dois em 2002 e 2006. Nos dois casos foram pedidos pessoais de Lula para Emílio Odebrecht. Os repasses ilegais foram coordenados pelos tesoureiros das campanhas.



  • Marcelo cuidava de propina em plano nacional; interlocutor de Lula era Emílio, diz coluna

    Foto: Reprodução Istoé | Instituto Lula

    Os depoimentos da delação premiada da Odebrecht mostram que Marcelo Odebrecht tratava apenas das contas de propina da empreiteira em âmbito nacional. Segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, as demais contas, destinadas ao suborno de governadores e prefeitos, eram gerenciadas por executivos da empreiteira. Marcelo cuidava da conta relacionada ao PT e ao governo federal. Inicialmente, de acordo com os relatos, o interlocutor era o ex-ministro Antonio Palocci, sendo substituído pelo também ex-ministro Guido Mantega. Ainda segundo os depoimentos, apesar dos recursos dessa espécie de “conta-mãe” ter atendido a pedidos ou necessidades que ambos atribuíam a Lula, o ex-presidente não trataria dos recursos diretamente com o Marcelo. As informações dão conta, inclusive, que eles não se gostavam. O interlocutor de Lula na empresa era o pai de Marcelo, Emílio Odebrecht, mas eles não conversavam sobre a conta. A expectativa é de que a delação revele detalhes sobre a reforma do sítio de Atibaia, benefícios a terceiros pagos pela empreiteira, além de doações de campanha atribuídos a Lula. Palocci e Mantega negam ter tratado de propina com a Odebrecht. Marcelo ficará dez anos sem sair aos fins de semana e feriados, mesmo quando passar para o regime semiaberto de prisão.



  • Lídice defende Câmara dos Deputados e critica postura do MP: ‘Vem assustando o Congresso’

    Foto: Rebeca Menezes / Bahia Notícias

    A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) defendeu a votação realizada pela Câmara dos Deputados, na madrugada da última quarta-feira (30), sobre o pacote anticorrupção. A socialista explicou que o horário da votação não pode servir de argumento de acusação, já que outras matérias foram aprovadas no período, em outras ocasiões. “É o ritmo da Câmara, que começa votação em torno de 20h. Numa casa com 500 membros, essas votações se estendem normalmente até tarde da noite. (...) Não creio que a condenação deve ser porque votou de madrugada, porque muitas coisas importantes são votadas de madrugada”, defendeu a senadora que, por outro lado, considerou pertinentes as críticas ao conteúdo aprovado. A baiana acredita que os deputados poderiam ter “amadurecido mais” a proposta e construído um texto melhor do que aquele aprovado. Presente na entrega das estações Acesso Norte 2, Detran e Rodoviária, nesta segunda-feira (5), Lídice aproveitou para criticar o Ministério Público Federal por “assustar” o Congresso. “Quando se vincula todo e qualquer recebimento de recursos na campanha, às vezes inclusive recurso legal, com a criminalização, isso assusta. Tem muita gente no parlamento com corrupção? Acho que pode ter, mas não é a maioria, não é a totalidade do Congresso. E essa generalização contra o político e o parlamento vem assustando o Congresso”, declarou. 



  • Ao lado de Moro, Renan defende 'negociação' em projeto sobre abuso de autoridade

    Foto: Dida Sampaio/Estadão. Apesar de publicamente favorável ao projeto, presidente do Senado mantém postura institucional na sessão.

    O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), abriu nesta quinta-feira, 1, a sessão de debate sobre o projeto que trata de abuso de autoridade, com a presença do juiz federal Sérgio Moro, que conduz a Operação Lava Jato em 1ª instância e o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No início do discurso, Renan defendeu o consenso e "as soluções negociadas". Publicamente favorável ao projeto, ele manteve postura institucional durante a sua fala, como haviam antecipado seus assessores. Ao lado de Moro, Renan fez uma ampla defesa do projeto que trata de abuso de autoridade e defendeu que a proposta é “amena”.

    Segundo ele, o projeto não visa punir “autoridades”, mas sim o “abuso”. “Lançar mão do abuso de autoridade para desvendar crimes é psicopatia”, disse. O presidente do Senado defendeu ser “equivocado navegar em águas das teorias conspiratórias” quando se debate o assunto.

     

    Renan afirmou que o projeto está em debate desde 2009 e que a representação da proposta foi feita “às claras, a céu aberto”. “O Congresso não pode ser omisso neste momento histórico”, afirmou. Segundo ele, o Senado está aberto a sugestões, mas tem de se posicionar porque não pode ter “conivência com atentados à liberdade”.

    "O consenso supera o confronto, a concórdia prevalece sobre o dissenso. As soluções negociadas para as divergências são sempre possíveis, por mais distantes que possam parecer", discursou Renan. "Nas mais variadas vertentes da vida, existe espaço para a convergência de opiniões".

    "O diálogo é sempre preferivel à hostilidade", disse Renan, que ainda citou Tancredo Neves para dizer: "Não são os homens que brigam, são as ideias".

    Ele, que é alvo da Lava Jato, também afirmou considerar as investigações “sagradas”, pois a operação “pode contribuir para o fim da impunidade, que é uma grande chaga”.

    O debate sobre o projeto ocorre um dia depois de o Senado tentar votar a toque de caixa o pacote anticorrupção aprovado pela Câmara e que desagradou a força-tarefa da Lava Jato.

    Também participam do debate o juiz federal Silvio Luis ferreira da Rocha, da Justiça Federal de São Paulo, e o senador Roberto Requiao (PMDB), relator do projeto sobre abuso de autoridade.

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  • De Salvador, Geddel envia carta de demissão à Presidência

    Foto: Agência Brasil

    O ministro da Secretaria do Governo, Geddel Vieira Lima, já entregou a carta de demissão à Presidência da República. A informação foi confirmada por assessor da Presidência pela Globo News. Na manhã desta sexta-feira (25), já era especulada (clique aqui e aqui) a saída do peemedebista, após o agravamento da crise gerada pelas denúncias do ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, que pediu demissão na última sexta-feira (18), alegando que Geddel o tinha pressionado para atuar junto ao Iphan para liberar parecer favorável à construção do empreendimento La Vue, na Ladeira da Barra, em Salvador.  Na carta, Geddel afirma que voltará à Bahia "diante da dimensão das interpretações dadas" e pede desculpas a Temer "aos que estão sendo por elas alcançados". 

    De Salvador, Geddel envia carta de demissão à Presidência


  • Deputados articulam derrubar pacote anticorrupção no plenário da Câmara

    Relatório de Onyx Lorenzoni (DEM-RS) deverá ser derrubado em votação na Casa hoje. Texto deverá incluir dois pontos polêmicos. Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

    pós a aprovação do pacote de medidas contra a corrupção na comissão especial da Câmara, líderes de praticamente todos os partidos, com exceção da Rede e do PSOL, vão tentar derrubar o texto do relator Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e aprovar um projeto substitutivo no plenário da Casa.

    A votação está prevista para ocorrer na manhã desta quinta-feira (24). O novo texto deverá incluir as duas medidas que ficaram de fora do pacote aprovado nesta quarta: a anistia à prática do caixa 2 nas campanhas eleitorais e a previsão de punir magistrados e integrantes do Ministério Público Federal por crime de responsabilidade.

    "Vamos votar um substitutivo que muda bastante o conteúdo do texto, muda quase tudo, cerca de 70%", disse o deputado Vicente Cândido, vice-líder do PT e próximo ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    Relatório de Onyx Lorenzoni (DEM-RS) deverá ser derrubado em votação na Casa hoje. Texto deverá incluir dois pontos polêmicos Luis Macedo / Câmara dos Deputados

    Segundo o deputado, há um acordo para que o texto siga, "de imediato", para ser apreciado no Senado, para, em seguida, ser sancionado pelo presidente Michel Temer. Cândido, no entanto, negou que a pressa exista por conta da expectativa da homologação das delações dos executivos da Odebrecht, no âmbito da Operação Lava Jato.

    Para justificar a aprovação de um texto mais favorável à classe política, deputados alegam que o relator das medidas anticorrupção descumpriu o acordo com os líderes e votou um texto diferente do que foi acertado com as bancadas.

    O presidente da Câmara deixou a Casa por volta das duas da manhã dizendo que não conhecia o texto aprovado e que, por isso, não sabia dizer o que iria acontecer durante a votação do pacote no plenário. "Eu não vi o texto, então não posso dizer o que vai ser aprovado."

    Maia também negou que haverá uma anistia aos políticos que praticaram caixa 2 e defendeu a tese de que, como o crime passará a ser tipificado somente após a aprovação da proposta, não há como punir quem praticou atos dessa natureza antes.

    O pacote das medidas anticorrupção foi aprovado por unanimidade na comissão (30 a 0). A votação foi concluída somente depois da meia noite. Por conta do horário, Maia desistiu de votar o texto no plenário na madrugada desta quinta.

    A sessão foi suspensa, mas os principais líderes da Casa continuaram no gabinete de Maia discutindo que estratégia adotar diante do texto que foi aprovado no colegiado.

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