Um deles é o pequeno Miquéias, de sete meses, que desde que nasceu está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), por conta de um problema no coração. A mãe dele, Renata Oliveira, está desesperada.
"Eu quero que eles deem uma resposta, porque meu filho vai ficar aí. Ele vai ter que morrer para depois eles darem uma resposta? Não adianta", desabafou. Ela conta que já procurou o Ministério Público para pedir ajuda, mas que não obteve resposta.
Os pais de Noemi, de apenas 29 dias, também estão angustiados com a situação da filha. Paloma Silva, mãe da menina descobriu com cinco meses de gestação que a filha nasceria com um problema no cérebro.
O bebê, que também está no Hospital Esaú Matos, precisa com urgência de uma cirurgia, que também não é feita em Vitória da Consquista. "Foi encaminhado aqui para o hospital para fazer o encaminhamento, mas até agora eles alegam que não tem vaga para fazer a cirurgia", diz a mãe.
O pai da criança, Joelson Silva, conta que também procurou o poder público, mas não obteve sucesso. "Fui no Ministério Público, levei todos os laudos dela, levei as tomografias e as fotos. Eles pediram para eu aguardar. Disseram que iriam entregar para a juiza e que eu ficasse aguardando. Faz dez dias e até agora nada".
A Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) confirmou a solicitação de transferência dos dois bebês e disse que a Central de Regulação da cidade de Vitória da Conquista está buscando vagas em hospitais que tenham atendimento adequado para tratar os problema das crianças.

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