BUSCA PELA CATEGORIA "BRASIL"

  • Andressa Urach acorda e diz que não sente dores, mas permanece na UTI

    Foto: Reprodução / Rede Record

    A modelo Andressa Urach continua hospitalizada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Conceição, em Porto Alegre, após enfrentar complicações decorrentes da aplicação de hidrogel. De acordo com informações divulgadas em suas contas nas redes sociais, a modelo acordou e afirmou não sentir mais dores nas pernas. No entanto, ainda não há previsão de alta. 

     
     



  • Expectativa de vida do brasileiro sobe para 74,9 anos

    População brasileira (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

    A expectativa de vida do brasileiro subiu para 74,9 anos, segundo cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2013, a expectativa era 74,6 anos. A Tábua Completa da Mortalidade do IBGE foi publicada na edição desta segunda-feira (1º) do Diário Oficial da União. A tabela mostra a expectativa de vida para todas as idades até os 80 anos. Uma criança de dez anos de idade, por exemplo, tem a expectativa de viver até os 76,3 anos. Um jovem de 18 anos deve viver, em média, até os 76,6 anos. Uma pessoa de 40 anos tem a expectativa de vida de 78,5 anos. Aqueles que têm 80 anos ou mais têm expectativa média de viver mais 9,2 anos.



  • Ex-mulher de Collor diz que ele fez magia negra para não concorrer às eleições com Silvio Santos

    Collor ao lado de Rosane após deixar a Presidência da República em 1992

    A ex-mulher de Fernando Collor de Melo, Rosane Malta (ex Rosane Collor) lançará, no próximo dia 4 em Maceió, livro sobre o período que viveu a ascensão e a queda do político. Em entrevista à jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, ela revelou algumas histórias que conta no livro - com grande potencial de se tornar mais um escândalo envolvendo o ex-presidente e hoje senador pelo PTB de Alagoas. 

    O livro Tudo o que Vi e Vivi, da editora Leya, tem 222 páginas. Entre as temáticas, volta à cena as informações sobre os rituais de magia negra. Em uma das partes, ela descreve o “trabalho” que teria sido encomendado a uma mãe de santo alagoana para que o apresentador Silvio Santos não fosse concorrente de Collor na disputa à Presidência nas eleições de 1989.

    Em um dos trechos citados na entrevista da ex-primeira-dama, o ritual é descrito da seguinte maneira: “consistia em colocar uma espécie de amuleto, que chamam de azougue, dentro da boca de sete defuntos recém-enterrados”.

    Silvio Santos tentou ser candidato à Presidência em 1989 pelo PMB (Partido Municipalista Brasileiro). Mas a alguns dias da eleição, foi constatado que seu registro tinha irregularidades e a candidatura foi impugnada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

    Collor e Rosane ficaram casados durante 22 anos, mas tiveram uma separação conturbada. Por ter casado em regime de separação total de bens, ela não teve direito ao patrimônio do ex-presidente.

    No livro, ela aborda a riqueza do ex-marido após o impeachment e diz que ele possui automóveis esportivos das marcas Ferrari e Maserati, além de um Porsche novo. Rosane ainda alfineta afirmando que o lucro das empresas de Collor e o salário de senador não seriam capazes de alavancar o padrão de vida do político.

    Impeachment

    No dia 2 de outubro de 1992, Collor foi afastado da Presidência até que o Senado concluísse o processo de impeachment. No primeiro capítulo do livro, Rosane descreve a cena na qual ela e o ex-presidente descem de mãos dadas a rampa do Palácio do Planalto deixando para trás o cargo para o qual foi eleito apenas três anos antes. 

    Segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, Rosane escreve “Levante a cabeça. Seja Forte” sobre o diálogo que teve com o ex-presidente neste dia.

    Hoje, Rosane diz que virou evangélica  e se afastou completamente da magia negra. Ela diz que escapou da “maldição do impeachment”.

    Desde que o processo foi concluído, pessoas morreram ou perderam a sua riqueza. Por exemplo, Pedro Collor, irmão e autor das denúncias que deram início à investigação contra o irmão Fernando Collor, teve câncer no cérebro e morreu no dia 19 de dezembro de 1994. A mãe dos dois, Leda Collor, teve uma parada cardíaca chegou a ficar mais de dois anos em coma e morreu em 25 de fevereiro de 1995. O tesoureiro da campanha do ex-presidente nas eleições de 1989 e grande pivô da CPI que culminou com o impeachment, Paulo Cesar Farias, o PC, também morreu assassinado ao lado da namorada em um episódio cercado até hoje de muitas dúvidas.

    Sem filhos

    Após a morte da mãe, Collor e Rosane foram morar em Miami. Tempos depois ao vender a mansão nos Estados Unidos, ele não deu metade do dinheiro a ex-mulher, quebrando, segundo ela, um acordo entre os dois.

    Os dois nunca tiveram filhos. Rosane conta que chegou a fazer tratamento com Roger Abdelmassih, especialista em reprodução assistida e que hoje está preso condenado por crimes sexuais contra pacientes. Ela conta que entrou em depressão após sofrer um aborto de uma gravidez de gêmeos.

    Rosane Malta foi a segunda esposa de Fernando Collor. Antes, ele havia casado com a socialite Lilibeth Monteiro de Carvalho, herdeira do Grupo Monteiro Aranha, e teve dois filhos. Em 2006, o ex-presidente voltou a casar novamente com a arquiteta Caroline Medeiros e tem duas filhas gêmeas com ela.   (Wilson Pedrosa/Estadão Conteúdo)

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  • Black Friday movimenta R$ 497 milhões e bate recorde de faturamento

    Até as 21h de ontem, sexta-feira (28), a Black Friday no Brasil já movimentou R$ 497 milhões apenas nas vendas pela internet. O resultado supera as cifras do ano passado, quando o faturamento chegou a R$ 424 milhões, o que faz dessa data a mais quente para o comércio eletrônico brasileiro.

    Foram realizados mais de 1,2 milhão de negócios (1.245.056), com valor médio de R$ 399,50 por compra. O valor considera o período entre as 20h de quinta-feira (27) — quando alguns lojistas deram início às promoções — até as 21h de hoje. Os números são do site Busca Descontos, que organiza o evento, e da Clear Sale, especializada na prevenção de fraudes.

    Segundo o levantamento, a categoria mais procurada pelos consumidores é a dos eletrônicos, com mais de 42,27% da preferência. Em seguida aparecem esporte e lazer (15,04%), informática (10,96%), viagens (10,65%) e moda (7,3%). Ainda segundo a ClearSale, foram evitadas R$ 1.775.121 em fraudes.

    Data tradicional do comércio norte-americano, a Black Friday acontece nos EUA um dia após o feriado de Ação de Graças, abrindo a temporada de compras do Natal.

    O evento chegou ao Brasil em 2010, exclusivamente pela internet, mas, a partir do ano seguinte, foi adotado também por lojas físicas. Neste ano, grandes redes varejistas fizeram sucesso ao dar início às promoções ainda na quinta-feira.



  • Resultado da Mega-Sena: apostadores do PR e RJ dividem prêmio de R$ 135 mi

    Dezenas sorteadas foram: 07 - 24 - 28 - 46 - 53 - 56

    Duas apostas, uma de Cianorte (PR) e outra do Rio de Janeiro, vão dividir o prêmio de R$ 135 milhões do sorteio 1655 da Mega-Sena. As dezenas sorteadas no concurso 1.655 da Mega-Sena, neste sábado (22), foram  07 - 24 - 28 - 46 - 53 - 56 . 

    Ao todo 704 apostas conseguiram acertar a Quina da Mega, cada uma levando R$ 16.384,73. Na Quadra, foram 39.616 os premiados, com R$ 415,95 para cada.

    A aposta mínima é de R$ 2,50 e pode ser feita até as 19h do dia do sorteio em qualquer uma das mais de 12 mil lotéricas do Brasil.



  • Mega-Sena sorteia R$ 135 mi neste sábado; veja os dez maiores prêmios

    Em Brumado - Bahia faça o seu jogo Nova União Loterias, Avenida Mourão Guimarães em frente ao Derba.

    O sorteio do concurso 1.655 da Mega-Sena, que será realizado neste sábado (22), pode pagar R$ 135 milhões para a aposta que acertar as seis dezenas - este é o maior prêmio da história dos concursos regulares. O sorteio será realizado em Macatuba (SP), a partir das 20h (horário de Brasília).

    De acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF), com este valor, o ganhador poderá comprar 38 imóveis de R$ 3,5 milhão cada, ou ainda uma frota de 900 carros de luxo. Se quiser investir, aplicando o prêmio de R$ 135 milhões na poupança, poderá se aposentar com uma renda de de R$ 820 mil por mês, o equivalente a R$ 27 mil por dia.

    Probabilidades
    A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas 6 dezenas, com preço de R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 12.512,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

    Maiores prêmios da história
    O maior prêmio pago por um concurso regular da Mega-Sena, até então, foi o do concurso 1.220, sorteado em 06/10/2010, que pagou mais de R$ 119 milhões a um apostador de Fontoura Xavier (RS). Já o maior prêmio, considerando os concursos especiais, foi o do concurso 1455 da Mega da Virada, sorteado em 31/12/2012, que pagou R$ 244.784.099,16 e foi rateado para três ganhadores. Confira abaixo a tabela com os 10 maiores prêmios registrados pela Caixa.



  • Fernando Baiano será ouvido pela Polícia Federal nesta quarta-feira

    Ele é apontado como 'operador' do PMDB em esquema de corrupção.
    Três executivos da Camargo Correia também serão ouvidos nesta quarta.

    A Polícia Federal (PF) do Paraná informou que o lobista Fernando Soares Lemos, conhecido como “Fernando Baiano”, será ouvido nesta quarta-feira (19) na carceragem em Curitiba. Soares é um dos investigados da sétima fase da Operação Lava Jato, que investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro. Ele é apontado pelo doleiro Alberto Youssef como “operador” do PMDB no esquema de corrupção da Petrobras.

    O lobista estava foragido desde sexta-feira (14) e se entregou na terça (18) à Polícia Federal em Curitiba. Ao todo, 24 pessoas já foram presas nesta fase da operação. Adarico Negromonte Filho, irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte (PP-BA) está foragido. Onze investigados, que estavam presos desde sexta, foram libertados por volta das 22h30 de terça. Eles foram colocados em liberdade por decisão do juiz federal Sergio Moro, responsável pelo processo da Lava Jato na primeira instância.

     

    o processo da sétima fase da Lava Jato que tramita na Justiça Federal, os procuradores da República afirmam que algumas das maiores empreiteiras do país, reunidas em um cartel, combinavam quem ganharia as licitações para obras da Petrobras. Nessas concorrências, ressaltou o Ministério Público Federal, as empresas cobravam o preço máximo previsto nas licitações e depois distribuíam propina em valores correspondentes a 2% ou 3% do contrato a dirigentes da estatal do petróleo.

    Ainda na noite de terça, o juiz Sergio Moro também determinou ao Banco Central a quebra de sigilo bancário de 16 dos investigados e de três empresas. Entre os suspeitos que terão as contas bancárias devassadas estão o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e executivos de algumas das principais empreiteiras do país.

    Os depoimentos estão sendo realizados desde sábado (15). Nesta quarta, também serão ouvidos os três executivos ligados à empreiteira Camargo Corrêa. São eles: o presidente da empresa, Dalton dos Santos Avancini, do vice-presidente, Eduardo Hermelino Leite, e do presidente do Conselho de Administração da companhia, João Ricardo Auler.

    Esses três executivos tiveram os mandados de prisão expedidos pela Justiça Federal do Paraná na na sexta, mas só se apresentaram no sábado, em São Paulo.

    Apesar de o prazo das prisões temporárias de Avancini e Auler se encerrar nesta quarta, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, decretou, na terça, a prisão preventiva dos dois executivos. Com isso, não há prazo para a soltura deles. Aos jornalistas, os advogados dos três executivos garantiram que eles não permanecerão em silêncio durante os depoimentos.

    Prisão preventiva
    Além de decretar a prisão preventiva de Dalton dos Santos Avancini e João Auler, o juiz Sérgio Moro converteu a prisão temporária de outros quatro presos na sétima fase da Operação Lava Jato: Renato Duque, ex-diretor da Petrobras; Ricardo Ribeiro, presidente da UTC; José Aldemário Pinheiro Filho, presidente da OAS; Mateus Coutinho de Sá Oliveira, funcionário da OAS.

    Não podem deixar o país
    As 11 pessoas que foram libertadas na terça devem seguir algumas restrições impostas pelo juiz Sergio Moro: eles estão proibidos de mudança de endereço sem prévia autorização judicial e de deixar o país.

    Eles também devem entregar os passaportes brasileiros e, eventualmente, de passaportes estrangeiros à Justiça no prazo de cinco dias, além de comparecer "a todos os atos processuais e ainda, perante a autoridade policial, MPF [Ministério Público Federa] e mesmo perante este Juízo mediante intimação por qualquer meio, inclusive telefone", diz um trecho da decisão. O descumprimento das medidas cautelares poderá causar a renovação da prisão cautelar.

    Lava Jato
    A operação investiga um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões e provocou desvio de recursos da Petrobras, segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Na primeira fase da operação, deflagrada em março deste ano, foram presos, entre outras pessoas, o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.

    A nova fase da operação policial teve como foco executivos e funcionários de nove grandes empreiteiras que mantêm contratos com a Petrobras que somam R$ 59 bilhões. Parte desses contratos está sob investigação da Receita Federal, do MPF e da Polícia Federal. Ao todo, foram expedidos, nesta sétima etapa, 85 mandados em municípios do Paraná, de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Pernambuco e do Distrito Federal.

    Conforme balanço divulgado pela PF, além das 23 prisões, foram cumpridos 49 mandados de busca e apreensão. Também foram expedidos nove mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a ir à polícia prestar depoimento), mas os policiais conseguiram cumprir seis. (Fonte: G1)

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  • Crise na Petrobrás afeta cotação de dívida brasileira

    A crise na Petrobrás já começa a pesar nos títulos de dívida brasileiros, tanto os emitidos pelo governo quanto os das empresas privadas. Com o receio de que a crise na estatal traga perdas financeiras para o governo, o mercado começou a embutir nos preços dos bônus brasileiros o aumento do risco. O maior temor é uma eventual perda do grau de investimento do Brasil, nota de classificação de crédito considerada segura pelo mercado, caso o governo tenha de aportar recursos na petroleira. “O mercado está fechado para a Petrobrás e o impacto nos bônus brasileiros pode ser maior se o governo tiver de colocar recursos para que a empresa dê continuidade às suas operações e investimentos”, disse o responsável por renda fixa da corretora Andbank, em Miami, Carlos Gribel. “As agências de rating (classificação de risco) já vêm questionando os gastos públicos e deram um respiro para ver se o Brasil coloca suas contas em ordem. Uma eventual decisão de aporte de recursos aumenta a chance de o risco soberano ser rebaixado e os preços começam a mostrar esse temor”, acrescentou Gribel.

    “As agências de rating (classificação de risco) já vêm questionando os gastos públicos e deram um respiro para ver se o Brasil coloca suas contas em ordem. Uma eventual decisão de aporte de recursos aumenta a chance de o risco soberano ser rebaixado e os preços começam a mostrar esse temor”, acrescentou Gribel. Segundo ele, os bônus do Itaú com vencimento em 2023, considerados uma referência do risco corporativo brasileiro, caíram quase 2% de quinta-feira, um dia antes de a Petrobrás confirmar que não divulgaria o balanço do terceiro trimestre, até esta segunda-feira. O papel da dívida soberana brasileira com vencimento em 2024, emitido recentemente, caiu 1,2%. Gribel disse que os bônus da Petrobrás não perderam o viés de baixa com a conferência com investidores realizada nesta segunda-feira. Mas observou que os comentários ajudaram a pelo menos sustentar os preços nos níveis de sexta-feira. “Todos estão basicamente na expectativa do balanço, para calcular o impacto dos números sobre os investimentos. Claramente, a Petrobrás não vai atingir as metas de produção e não se sabe como ficarão os investimentos no pré-sal”, afirmou. Na conferência, o diretor financeiro da Petrobrás, Almir Barbassa, informou que a companhia tem caixa para garantir a operação da estatal por pelo menos seis meses sem acessar nenhum mercado de dívida. Barbassa disse ainda que a companhia precisa do aval dos auditores independentes nos resultados financeiros para realizar qualquer emissão internacional e que a estatal está correndo para obter uma carta dos auditores. Dívida externa. O executivo da Petrobrás admitiu que pode haver aumento da dívida externa se a companhia não entregar os números do terceiro trimestre, mesmo que não auditados, até o final do ano, conforme previsto nas cláusulas de obrigação de uma quantidade pequena de bônus emitidos lá fora. A companhia estima que fará essa apresentação de resultado no dia 12 de dezembro, mesmo que não auditado. (Fonte: Estadão)
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  • Delatores dizem ter pago R$ 154 mi de propina a operadores de PT e PMDB

    Presos da Lava Jato são conduzidos em vans para fora da Superintendência da PF em Curitiba (Foto: Filipe Matoso / G1)

    Na denúncia do Ministério Público Federal (MPF) que embasou as novas prisões da Operação Lava Jato, os procuradores da República detalham depoimentos de dois delatores que afirmam ter pago, ao menos, R$ 154 milhões em propina a pessoas apontadas como operadores do PT e do PMDB dentro da Petrobras. O suborno foi usado para garantir que grandes empreiteiras do país executassem obras bilionárias em, pelo menos, seis projetos da estatal do petróleo. As informações repassadas pelo MPF à Justiça Federal do Paraná foram relatadas pelos executivos Júlio Camargo e Augusto Ribeiro, da Toyo Setal. Eles fizeram acordo de delação premiada para tentar garantir uma eventual redução de pena.

    Os dois delatores disseram que os pagamentos de propina tinham como destinatários o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, indicado pelo PT para o cargo de alto escalão, e o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, apontado como operador da cota do PMDB no esquema de corrupção que tinha tentáculos na petroleira. Duque foi preso na última sexta-feira (14) e está detido na Superintendência da PF em Curitiba. Fernando Baiano é um dos últimos dois foragidos da Lava Jato. Júlio Camargo e Augusto Ribeiro narraram em seus depoimentos como funcionava o esquema de corrupção abastecido com dinheiro pago por empresas que formaram um cartel para dividir entre si projetos da Petrobras, cobrando o valor máximo previsto nas licitações e pagando suborno equivalente a 3% dos contratos. As empreiteiras eram chamadas de "clube" pelo ex-diretor de Serviços da estatal. Os delatores revelaram, por exemplo, como o dinheiro era desviado da petroleira e detalhes do pagamento das propinas no Brasil e no exterior. Segundo Camargo, ele pagou US$ 40 milhões (equivalentes a R$ 104 milhões) ao lobista Fernando Baiano para garantir que uma empresa sul-coreana fornecesse à Petrobras sondas de perfuração para serem usadas na África e no Golfo do México. Ao depor à PF e ao Ministério Público Federal em outubro, o doleiro Alberto Youssef, considerado um dos líderes da organização criminosa desarticulada pela Lava Jato, disse à Justiça Federal do Paraná que Fernando Baiano operava a cota do PMDB no esquema de corrupção. Na ocasião, o doleiro afirmou ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo processo na primeira instância, que o lobista fazia a ponte entre a construtora Andrade Gutierrez com a estatal do petróleo. A assessoria de Michel Temer, presidente nacional do PMDB e vice-presidente da República, informou nesta sexta que o lobista “nunca teve contato institucional com o partido". Já Augusto Mendonça Neto relatou aos procuradores da República que, entre 2008 e 2011, pagou entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões em propina ao ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque. Os valores teriam sido pagos em espécie no Brasil e por meio de contas bancárias na Suíça e no Uruguai. O delator disse ao Ministério Público que Renato Duque exigia que o suborno do "clube" fosse pago a ele. Ao MPF, o executivo Júlio Camargo afirmou que era ele quem negociava e pagava as propinas ao ex-diretor de Serviços da petroleira. Ele relatou que, em alguns casos, a propina era paga com parte do dinheiro que ele recebia por supostamente prestar serviços de "consultoria" às empreiteiras. O delator afirmou, no entanto, que a construtora Camargo Corrêa cuidava do suborno destinado a Paulo Roberto Costa. Segundo o executivo, o vice-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo Leite – preso na nova etapa da Lava Jato –, controlava as propinas cobradas por Paulo Roberto Costa. Segundo Júlio Camargo, parte do dinheiro para o pagamento dos subornos feitos no exterior a Renato Duque e ao então gerente da estatal Pedro Barusco, que atuava ao lado do ex-diretor de Serviços, saiam de contas que ele mantinha em bancos do Uruguai e da Suíça em nome de empresas off-shore. Já os pagamentos ao ex-diretor de Abastecimento eram feitos por meio do doleiro Alberto Youssef, apontado pela Polícia Federal como um dos líderes da organização criminosa que também atuava na Petrobras. Em outubro, o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa contou à Justiça Federal do Paraná que diretorias comandadas por PT, PMDB e PP recolhiam propinas de 3% sobre todos os contratos da petroleira. Costa integrou a diretoria da estatal entre 2004 e 2012, nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Veja quais são os projetos da Petrobras citados pelos delatores como alvo de corrupção: Compra de sondas de perfuração Júlio Camargo afirmou em depoimento do MPF que, em 2005, atuou como agente de uma empresa sul-coreana para oferecer à Petrobras sondas de perfuração que seriam usadas na África e no Golfo do México. Para fechar o negócio, ele aceitou pagar propina de US$ 15 milhões (correspondentes a R$ 39 milhões) ao lobista Fernando Baiano. Ele disse que procurou Baiano porque sabia de seu "bom relacionamento" com a área internacional da Petrobras, à época comandada por Nestor Cerveró. Camargo ressaltou que, até então, nunca tinha feito qualquer negociação com o lobista. De acordo com o executivo, antes que a negociação comercial fosse concluída, Fernando Baiano o procurou para combinar o valor da propina. Ele contou que o dinheiro do suborno saiu dos US$ 20 milhões que ele recebeu de comissão de comissão para intermediar o negócio. O valor foi pago por meio de uma conta bancária que ele mantinha no Uruguai e, posteriormente, foi transferido para “inúmeras” contas no exterior indicadas por Soares. Dois meses depois, destacou Camargo, Fernando Baiano o procurou para tratar do fornecimento da segunda sonda, que seria usada no Golfo do México. Desta vez, observou o delator, o lobista cobrou US$ 25 milhões (correspondentes a R$ 65 milhões) para viabilizar a operação. No total, ele diz ter pago US$ 40 milhões ao lobista. Revap Aos procuradores, Júlio Camargo disse ter pago R$ 6 milhões em propina à Diretoria de Serviços da Petrobras para que o consórcio que ele representava, integrado pelas construtoras Camargo Corrêa e OAS, executassem as obras de uma das unidades da Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos, no interior paulista. O contrato firmado entre a Petrobras com as empreiteiras, em 2007, somou R$ 1 bilhão. O delator contou que a Camargo Corrêa pagou R$ 23,3 milhões a uma de suas empresas, a Treviso, para ele intermediar o negócio. Com o dinheiro da comissão de sua empresa, disse Camargo, ele repassou a propina cobrada por Renato Duque e Pedro Barusco. A maior parte do suborno, detalhou, foi paga no exterior em contas indicadas pelos dirigentes da petroleira. O restante, disse o empresário, foi paga em reais no Brasil. No depoimento, Camargo afirmou ao MPF que o vice-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo Hermelino Leite – um dos 23 presos pela nova etapa da Lava Jato –, participou do contrato e controlava o pagamento das propinas aos funcionários da estatal. Cabiúnas 2 Júlio Camargo também revelou que houve pagamento de propina de R$ 3 milhões para o consórcio TSGás executar o gasoduto Cabiúnas 2. A consórcio era integrado pela Toyo JP e pela SOG, em 2007. De acordo com ele, houve dispensa de licitação para contratar as empresas, sob a justificativa de que havia urgência na produção de gás. O delator disse que coube a ele, no papel de "consultor", viabilizar a contratação do consórcio por parte da Petrobras. Para formalizar a intermediação, o consórcio TSGás contratou outra de suas empresas, a Treviso Empreendimentos. Segundo o empresário, os dirigentes da Toyo JP e da SOG não sabiam que ele iria pagar propina a Renato Duque e Pedro Barusco. Parte do suborno, segundo Camargo, foi paga no exterior e o restante no Brasil. Repar Júlio Camargo e Augusto Ribeiro também revelaram que, em 2009, houve pagamento de aproximadamente R$ 20 milhões em propina ao diretor de Serviços da Petrobras durante a obra de construção de uma unidade da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no município de Araucária, no Paraná. O empreendimento foi executado pelo consórcio Interpar, formado pelas empresas SOG, Mendes Júnior e MPE Engenharia. Inicialmente, havia sido acertada uma propina de R$ 12 milhões. Mais tarde, contudo, elevou-se o valor do suborno em mais R$ 8 milhões por conta da assinatura de um aditivo à obra. O consórcio que realizou o empreendimento contratou uma das empresas de Júlio Camargo, a Auguri Empreendimentos, para oficializar o pagamento da comissão correspondente à intermediação do negócio. Camargo admitiu que ele pagou no exterior a propina a Duque e Barusco, com parte do dinheiro que recebeu para intermediar a operação. Repar (anexo 2) Em outra obra dentro do complexo da Repar, em 2009, houve, mais uma vez, pagamento de propina a Duque, revelou Júlio Camargo. Desta vez, o consórcio CCPR-Repar (Camargo Corrêa e Promon Engenharia) pagou R$ 12 milhões ao então diretor de Serviços. Urucu-Manaus Em depoimento, Júlio Camargo afirmou ainda que intermediou o pagamento de R$ 2 milhões em propina a Renato Duque e Pedro Barusco, pelo contrato firmado pela Camargo Corrêa para executar trecho da obra do gasoduto Urucu-Manaus, controlado pela Petrobras. Segundo ele, o contrato assinado somava R$ 427 milhões. A propina, disse o delator, saiu dos R$ 15 milhões que sua empresa, a Piemonte, recebeu, em 2010, de comissão por prestar consultoria à Camargo Correia. Comperj Em 2012, de acordo com Júlio Camargo, ele intermediou a contratação do consórcio TUC (Toyo JP, UTC Engenharia e Odebrecht) pela Petrobras para a construção de uma unidade de hidrogênio do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Para autorizarem a contratação, informou o delator, Paulo Roberto Costa, Renato Duque e Pedro Barusco cobraram propina. O empresário disse que não sabe quanto foi pago de suborno porque a operação teria sido gerenciada pelo presidente da UTC, Ricardo Ribeiro Pessoa, e pelo executivo da Odebrecht Márcio Farias.
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  • Rui faltou a 66% das sessões deliberativas na Câmara desde abril

    Destaquebahia / Informações Correio / Foto: Reprodução

    Desde que reassumiu o mandato na Câmara dos Deputados em 1º de abril, o governador eleito, Rui Costa (PT), só compareceu a 15 dos 45 dias com sessões deliberativas realizadas na Casa até ontem. A última vez em que o petista compareceu ao batente no Congresso Nacional foi em 4 de junho, às vésperas do início oficial da corrida pelo Palácio de Ondina. Das 30 faltas registradas este ano no cartão de ponto de Rui, 26 foram justificadas como “atendimento a obrigação político-partidária” e outra por missão autorizada em 7 de outubro. Na data, ele, o governador Jaques Wagner e o senador eleito Otto Alencar (PSD) foram a Brasília discutir com a presidente Dilma Rousseff estratégias para a campanha no segundo turno. Para as outras três faltas restantes - dias 4, 5 e 6 últimos -, Rui não apresentou justificativas. É que, no período, ele entrou em férias pós-eleitoral. 
     



  • Operação contra jogo do bicho prende 36 pessoas em 13 estados; quatro na Bahia

    Parte do grupo fornecia máquinas caça-níqueis para Pernambuco e outros estados brasileiros, assim como para o Exterior
     

    Mais de 30 pessoas foram presas em uma operação de combate ao jogo do bicho e uso de máquinas caça-níqueis em 13 estados brasileiros nesta quarta-feira (12). De acordo com a Polícia Federal, os envolvidos atuavam através de loterias estaduais, que arrecadavam valores que eram repassados a entidades filantrópicas de fachada, e posteriormente repassados ao grupo.

    Parte do grupo, que atuava em São Paulo, fornecia máquinas caça-níqueis para Pernambuco e outros estados brasileiros, assim como para o Exterior. Outro ramo atuava como uma instituição financeira de seguros, que tinha inúmeros bancas de jogo do bicho no Nordeste. 

    A parte principal da organização, ainda segundo a PF, registrou uma movimentação financeira ilegal que ultrapassou bilhões de reais. Eles atuavam no jogo do bicho e na comercialização de bilhetes de loterias fantasiados de títulos de capitalização, e se apropriavam dos valores que seriam destinados a instituições beneficentes ou revertidos em capitalização.

    A Operação Trevo atua simultaneamente nos estados da Bahia, Pernambuco Alagoas, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Amazonas, Minas Gerais, Goiás, Pará, Piauí, Paraíba, Rio Grande do Sul e São Paulo. Na Bahia, quatro mandados de busca, três de prisão preventiva e um de prisão temporária já foram cumpridos.

    Ao todo, 12 mandados de prisão temporária, 24 de prisão preventiva, 57 de busca e apreensão e 47 mandados de sequestro de valores, sequestros de bens imóveis e de veículos de luxo estão sendo cumpridos desde esta madrugada.

    As pessoas investigadas pela polícia podem responder pelo crime de contrabando, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, envolvimento com jogos de azar e lavagem de dinheiro. Caso seja comprovado o envolvimento deles com os crimes, as penas somadas podem chegar a 30 anos de prisão. (Fonte: Correio24horas)



  • Uma pessoa é assassinada a cada 10 minutos no Brasil, aponta estudo

    Apresentação do 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública / Destaquebahia / informações e foto G1 São Paulo

    Aconteceu em São Paulo nesta terça-feira (11), o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O evento marcou a divulgação da 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Conforme levantamento feito pelo Fórum, uma pessoa é assassinada a cada dez minutos no Brasil. No total, 50.806 pessoas foram vítimas de homicídios dolosos no Brasil no ano passado. Isso corresponde a 5,8 pessoas assassinadas a cada hora. O índice ficou em 25,2 vítimas para cada grupo de 100 mil pessoas.  Em comparação com 2012, quando a taxa de homicídios era de 25,9, houve redução de 2,6%. Mas, de acordo com o levantamento, houve aumento do número de vítimas. Em 2012, eram 50.241. Em 2013, a Bahia foi o estado com maior número de mortos: 5.440 (taxa de 36,1 a cada grupo de 100 mil pessoas). Alagoas registrou a pior taxa do país no período: 64,7 vítimas a cada 100 mil pessoas. Rio Grande do Norte teve o maior crescimento na taxa de vítimas por 100 mil pessoas: 93,2% em 2013 ante 2012, com taxa saltando de 11,4 para 22,1 assassinatos a cada 100 mil habitantes. Segundo o fórum, negros são 30,5% mais vítimas de homicídios no Brasil. 

     



  • Friboi rompe contrato de R$ 45 milhões com cantor Roberto Carlos

    Foto: Reprodução

    O grupo JBS, responsável pelas marcas Friboi e Swift, rompeu um contrato de R$ 45 milhões com o cantor Roberto Carlos,. A empresa justifica ter feito uma aposta ambiciosa, que não deu certo. De acordo com informações do jornal Folha de São Paulo, a rescisão do contrato gerou uma briga na Justiça em função do valor a ser pago de indenização, no caso de cancelamento do contrato. O “rei” Roberto Carlos pede R$ 7 milhões, no entanto a Friboi aceita pagar R$ 3,2 milhões pela cláusula. 

     

    A contratação de Roberto Carlos foi anunciada em fevereiro deste ano. Os executivos da empresa descobriram que o cantor havia voltado a comer carne, após quase 30 anos, e resolveram fazer o convite ao ídolo. O cantor ia ser a segunda estrela contratada pelo grupo para protagonizar as campanhas publicitárias, depois dos bons resultados obtidos com Tony Ramos, como garoto-propaganda da Friboi.

     

    Nos comerciais do grupo frigorífico o cantor aparecia em um restaurante, com um prato com bifes na frente dele, e contava que tinha voltado a comer carne, embalado pelo refrão da música “O Portão” , com destaque para a frase “Eu voltei”. Como a propaganda não fez muito sucesso e ainda ganhou rejeição e virou alvo de piadas nas redes sociais, porque vários internautas duvidaram das declarações de Roberto, os dirigentes optaram por cancelar o contrato. A propaganda não voltou a ser exibida.



  • Babá que começou a estudar com 45 anos faz Enem para tirar diploma

    Foto: Reprodução

    O sorriso tímido de Maria das Neves enquanto esperava, ao lado da amiga Maria de Lurde, para entrar na Universidade Presbiteriana Mackenzie e fazer o primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no sábado (8), esconde uma longa história de vida que ela só revela aos poucos. Neves, como a chamam, é uma de mais de 900 mil jovens e adultos inscritos no Enem 2014 para tentar tirar o certificado de conclusão do ensino médio. As razões de quem abandonou os estudos na infância e adolescência variam, mas, no caso de Neves, o caminho é o contrário: ela só se tornou uma estudante, no sentido formal, em 2010, aos 45 anos. 

     

    Hoje com 50, ela acumula 44 anos de experiência em trabalho de casa, na roça ou como babá, e o diploma do ensino fundamental conquistado em 2012. Em 2013, ela fez o Enem pela primeira e conseguiu nota suficiente para eliminar todas as matérias exigidas para ter o diploma do ensino médio. Na redação, sua nota foi 590. Mas, como ela não tinha assinalado, no formulário de inscrição do Enem, que queria usar as notas para tirar o certificado, Neves está refazendo o exame neste ano. "Fiz mais pela experiência, mas passei em todas as provas. Só que vou ter que fazer de novo", disse. Informações G1. 



  • Impostos pagos pelos brasileiros este ano chegam a R$ 1,4 trilhão

    Foto: Reprodução

    O valor pago pelos brasileiros em impostos federais, estaduais e municipais desde o início do ano alcançou R$ 1,4 trilhão neste domingo (9), por volta das 7h, segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Em 2013, essa marca foi alcançada somente no dia 16 de novembro.

     

    O painel eletrônico que calcula a arrecadação em tempo real está instalado na sede da associação, na Rua Boa Vista, região central da capital paulista.

     

    "A arrecadação de impostos vem crescendo num ritmo mais lento neste ano devido ao baixo nível da atividade econômica, que afeta, inclusive, a rentabilidade das empresas e o movimento das vendas. Mesmo assim, a arrecadação cresce mais do que a própria economia", observa o presidente da ACSP, Rogério Amato, em nota.

     

    O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do Impostômetro. Na ferramenta, criada em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), é possível acompanhar quanto o país, os estados e os municípios estão arrecadando em impostos.

     

    Também se pode fazer comparações do que os governos poderiam fazer com o dinheiro arrecadado, como quantas cestas básicas se poderia fornecer e quantos postos de saúde poderiam ser construídos. O Impostômetro encerrou o ano de 2013 com a marca recorde de R$ 1,7 trilhão. Informações, G1 São Paulo.



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