BUSCA PELA CATEGORIA "MUNDO"

  • EUA poderiam deter míssil intercontinental da Coreia do Norte? ENTENDA

    Kim Jong-un comemora lançamento de míssil intercontinental (Foto: KCNA/Reuters)

    Dando um grande passo em seu programa de mísseis, a Coreia do Norte testou na terça-feira o lançamento de um míssil balístico intercontinental que especialistas acreditam poder alcançar o Alasca, mas não os estados americanos mais ao sul do continente. Pyongyang diz que o míssil pode carregar uma grande ogiva nuclear.

    Na eventualidade de um artefato como esse efetivamente ser lançado contra os Estados Unidos, a maior potência militar do planeta teria como pará-lo?

    O Pentágono garante que sim, de acordo com a resposta de um porta-voz do país nesta quarta-feira (5).

    Em maio, as forças armadas dos Estados Unidos lançaram um interceptador de mísseis disparados da base aérea de Vandenberg, na Califórnia, que pela primeira vez interceptou de maneira bem-sucedida um alvo semelhante a um míssil intercontinental.

    EUA poderiam deter míssil intercontinental da Coreia do Norte? ENTENDA

    (Foto: Arte/G1)

    "Temos confiança em nossa capacidade de nos defender contra esta ameaça limitada", afirmou o capitão de navio Jeff Davis, referindo-se ao interceptador.

     

    Interceptador

     

    O interceptador testado em maio derrubou um míssil que foi lançado das Ilhas Marshall, no centro do Oceano Pacífico, e o teste teve êxito.

    O objetivo era que o equipamento, lançado a partir da base Vandenberg, na Califórnia, sobrevoasse o Oceano Pacífico, lançasse um "veículo matador", que por sua vez derrubaria o míssil lançado das Ilhas Marshall. O veículo usa energia cinética (movimento) para destruir o objeto que vem na sua direção.O exercício testou o desempenho do sistema de "defesa em terra na metade do percurso" (GMD, na sigla em inglês), que teve alguns problemas em testes anteriores. A tecnologia que move o GMD é extremamente complexa e o sistema utiliza sensores dispostos globalmente para detectar e rastrear ameaças de mísseis balísticos.

    Os registros de teste da Agência de Defesa de Mísseis dos EUA (MDA), encarregada de desenvolver e testar o sistema de defesa de mísseis balísticos, mostra resultados mistos.

    Os sistemas da MDA têm múltiplas camadas e intervalos e usam sensores no espaço no mar e em terra que, em conjunto, formam uma defesa para diferentes regiões e territórios dos EUA.

    Um componente, o GMD demonstrou uma taxa de sucesso acima de 55%. Um segundo componente, o sistema Aegis, implantado a bordo dos navios da Marinha dos EUA e em terra, teve uma taxa de sucesso de 83%, de acordo com a agência.

    Especialistas ouvidos pela Reuters advertem que as defesas de mísseis dos EUA estão agora orientadas para derrubar um, ou talvez um pequeno número de mísseis. Se a tecnologia e a produção da Coreia do Norte continuassem avançando, as defesas dos EUA poderiam ser vencidas, a menos que acompanhem a ameaça.

    "Nos próximos quatro anos, os Estados Unidos devem aumentar a capacidade atual dos sistemas implantados, pressionar agressivamente para uma implantação cada vez mais rápida", disse Riki Ellison, fundador de um grupo de defesa do desenvolvimento de um sistema antimísseis.

     

    O míssil norte-coreano

     

    Inicialmente, o Pentágono havia afirmado que o míssil norte-coreano tinha um alcance médio. No entanto, análises posteriores demonstraram que sua capacidade de alcance poderia passar dos 6 mil quilômetros, trajetória que poderia alcançar o Alasca. Com isso, a denominação passou para "míssil balístico intercontinental" (ICBM, na sigla em inglês).

    David Wright, cientista sênior entrevistado pelo "Washington Post", publicou uma análise em seu site e diz que o Hwasong-14 poderá atingir um trajeto de mais de 6.700 quilômetros, ou 4.100 milhas lineares, caso a angulação do lançamento seja modificada. Essa distância é suficiente para atingir o Alasca, mas não os outros estados dos Estados Unidos.

    "Esta trajetória não seria suficiente para alcanção os 48 estados ou as grandes ilhas do Havaí, mas permitiria que ele atingisse o Alasca", disse ao jornal.

    No teste desta terça-feira (3), o míssil atingiu uma altura de 2.802 km acima da superfície da Terra, ultrapassando a atmosfera, e ficou 37 minutos no ar.(G1)

     
     
     
     

     

     
    CONTINUE LENDO


  • Crise da Coreia do Norte pode 'sair do controle', diz China na ONU

    Yahoo Noticias

    O embaixador da China na segunda-feira advertiu sobre as consequências "desastrosas" se as potências mundiais não conseguirem encontrar uma maneira de aliviar as tensões com a Coreia do Norte, que ele disse que poderia "sair do controle". 

    O embaixador Liu Jieyi se pronuncia um dia depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou por telefone com o líder chinês Xi Jinping sobre a ameaça representada pelos mísseis da Coreia do Norte e testes nucleares.

    "Atualmente, as tensões são altas e certamente gostaríamos de ver uma melhora", disse Liu em entrevista coletiva na sede da ONU, onde a China assumirá a presidência do Conselho de Segurança em julho.

    "Se as tensões só aumentam, mais cedo ou mais tarde nós perderemos o controle e as consequências serão desastrosas", disse.

    A China tem pedido negociações sobre o desbaratamento do programa nuclear norte-coreano, depois que seu aliado na Ásia realizou dois testes nucleares no ano passado e uma série de testes balísticos neste ano.

    A proposta de Pequim para um congelamento dos programas militares de Pyongyang em troca de uma suspensão dos exercícios militares EUA-Coreia do Sul não conseguiu ganhar força.

    Os Estados Unidos afirmam que negociarão com a Coreia do Norte caso o país interrompa seus testes nucleares e de mísseis.

    Descrevendo a crise com a Coreia do Norte como "muito, muito séria", Liu disse que "outras partes" devem ser "mais estar mais próximas de aceitar e apoiar essas propostas".

    "Nós não podemos esperar por muito tempo sem diálogo", acrescentou.(AFP)

     

    CONTINUE LENDO


  • Decreto que barra cidadãos de 6 países entra em vigor nos EUA

    (Foto: Reprodução/ TV Globo)

    Entrada de viajantes e refugiados de 6 países de maioria muçulmana será barrada. Exceção será para quem comprovar relação com familiar próximo ou entidade nos EUA.

    O decreto imigratório do presidente Donald Trump entrou parcialmente em vigor às 21h (horário de Brasília) desta quinta-feira (29) nos Estados Unidos. Ele atinge imigrantes e refugiados de seis países de maioria muçulmana: Síria, Sudão, Somália, Líbia, Irã e Iêmen.

     

    •  

    Decreto que barra cidadãos de 6 países entra em vigor nos EUA

    Países afetados pelo decreto migratório de Donald Trump (Foto: Reprodução/ TV Globo)

    O decreto passa a valer parcialmente – e não totalmente – por conta da decisão da Suprema Corte do país, na última segunda-feira, que estabeleceu que o decreto não poderia ser aplicado àqueles que tivessem "uma reivindicação crível de uma relação de boa-fé com uma pessoa ou entidade nos Estados Unidos". O decreto estabelecia o veto total a esses imigrantes, o que para Trump seria uma forma de proteger o país do terrorismo.

    Por conta da decisão da Suprema Corte, o Departamento de Estado dos EUA distribuiu na noite desta quarta a postos consulares novos critérios para a concessão de vistos para os cidadãos desses seis países.

     

    Saiba o que muda a partir de agora para os imigrantes dos 6 países que queiram entrar nos EUA:

     

     

    • Viajantes: por 90 dias, só terão vistos concedidos se comprovarem ter “relação de boa-fé” com uma pessoa que vive nos EUA ou com uma instituição de ensino ou trabalho do país. Nos outros casos, serão barrados. Atuais portadores de visto e de green card (visto permanente), além de cidadãos com dupla nacionalidade, não serão afetados.
    • Refugiados: por 120 dias, não serão aceitos, com exceção daqueles que já tiveram o pedido de refúgio aprovado para viajar até 6 de julho.

      O Havaí questinou nesta quinta na justiça as limitações da definição de "familiar próximo" considerada pela administração Trump e pediu esclarecimentos. Um juiz federal do estado deve emitir uma decisão.

      O documento distribuído a embaixadas e consulados define um relacionamento familiar próximo como ser pai, mãe, esposo(a), filho(a), genro, nora ou irmão(ã), incluindo meio irmão(ã). Segundo o texto, família próxima "não inclui avós, netos, tios, sobrinhos, primos, cunhados, noivos e outros membros da família 'distante'". Os vistos que já foram aprovados não serão revogados.Em relação a vínculos com entidades, o visto poderá ser concedido a jornalistas, estudantes, funcionários ou palestrantes com convites válidos ou contratos empregatícios. Patrocínios e convites de ONG não serão aceitos.

      Uma relação de "boa-fé" com uma entidade do país deve ser formal e documentada. "Uma reserva em um hotel, paga ou não, não constitui uma relação de boa-fé com uma entidade dos EUA", observa o documento.

      A mesma regra vale para refugiados daquelas nacionalidades que aguardam a concessão do refúgio pelos EUA.

       

      Batalha legal

       

      A decisão da Suprema Corte de autorizar que o decreto imigratório entre parcialmente em vigor marcou uma vitória significativa para Trump. O decreto tinha sido barrado em algumas instâncias inferiores de Justiça, por ter sido considerado uma medida discriminatória e inconstitucional.No entanto, a batalha legal continua. A decisão da Suprema Corte vale até outubro, quando o caso será discutido pelos magistrados e a defesa e os argumentos do governo Trump serão ouvidos. Então será tomada uma decisão definitiva sobre o decreto imigratório de Trump.(G1)

    CONTINUE LENDO


  • Com Temer, chanceler da Noruega cita Lava Jato e pede 'limpeza'

    O presidente Michel Temer se encontrou com a primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, em Oslo. (Foto: Håkon Mosvold Larsen / NTB scanpix / AFP Photo) MICHEL TEMER NORUEGA

    A crise política acompanha o presidente Michel Temer na viagem à Noruega. Na manhã desta sexta-feira (23), a primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, afirmou que a Lava Jato preocupa e que é preciso achar uma solução para a corrupção.

    Ao lado de Temer, em Oslo, a chanceler norueguesa disse: "Estamos muito preocupados com a Lava Jato. É importante fazer uma limpeza".

    Durante o encontro, Temer e a primeira-ministra da Noruega conversaram sobre comércio e meio ambiente.

    No discurso na conferência de imprensa após encontro com a primeira-ministra da Noruega, o presidente disse que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário funcionam com uma "liberdade extraordinária". “A democracia no Brasil é algo plantado formalmente pela Constituição de 1988, mas praticada na realidade, ou seja, há uma coincidência absoluta entre a Constituição formal, ou seja, aquilo que está escrito e a Constituição real, ou seja, aquilo que se passa no país”, afirmou.

    Durante o discurso, o presidente cometeu uma gafe. Disse que iria se reunir com o "rei da Suécia" e não da Noruega. A falha foi corrigida na versão oficial do discurso enviada pelo Palácio do Planalto à imprensa.

    Corte para a Amazônia

     

    O governo da Noruega anunciou na quinta-feira (22) que deve cortar pela metade o repasse ao Fundo Amazônia previsto para o ano que vem, de acordo com informações do Jornal Nacional. Serão R$ 200 milhões a menos para a proteção da floresta brasileira.

    O país nórdico já investiu quase R$ 3 bilhões em projetos de preservação e proteção de povos indígenas e da Amazônia -- o Brasil recebia o equivalente a R$ 400 milhões por ano. Mas, há cerca de três anos, os índices de desmatamento passaram a aumentar e os noruegueses começaram a questionar as políticas de conservação.

    No discurso, Temer falou sobre a importância das contribuições da Noruega para o Fundo da Amazônia. “Ela [contribuição] é que tem permitido um policiamento, digamos assim, mais efetivo, policiamento administrativo, no sentido de evitar o desmatamento no nosso país, já que, sem dúvida alguma, o Brasil é uma das grandes, senão a maior reserva ambiental do mundo”, disse.

     

    'Quase semiparlamentarista'

     

    Temer falou ainda sobre o apoio do Congresso Nacional às reformas, pois, segundo ele, o diálogo tem sido um dos suportes do governo, que é “quase semiparlamentarista”. “Não é sem razão que, ao levarmos adiante as chamadas reformas que estamos fazendo no país, nós temos muito apoio do Congresso Nacional. Eu devo dizer que, embora se trate de um presidencialismo, o nosso governo faz um governo, vamos dizer assim, quase semiparlamentarista. Porque tem uma parceria muito grande com o Congresso Nacional”, disse.

    Um grupo fez uma manifestação em Oslo, na frente ao prédio onde Temer e Erna se reuniram, exibindo cartazes pedindo respeito à democracia, aos direitos humanos e aos direitos indígenas.(G1)

    CONTINUE LENDO


  • EUA se preparam para raro eclipse total do Sol

    Os Estados Unidos se preparam para observar, no próximo 21 de agosto, um eclipse total do Sol de uma costa a outra do país, um fenômeno que não acontece desde 1918. 

    Um eclipse solar total sobre uma parte mais limitada do país ocorreu em 1979.

    Na segunda-feira 21 de agosto, a Lua passará entre o Sol e a Terra e produzirá uma sombra de cerca de 110 km de largura que se deslocará de Oregon, no noroeste do país, até a Carolina do Sul, no outro extremo, atravessando 14 estados em quase duas horas.

    Os observadores ficarão em plena escuridão no meio do dia durante mais de dois minutos, e poderão ver as estrelas e planetas no céu, assim como a coroa solar, normalmente invisível.

    Cerca de 12 milhões de americanos moram no espaço que ficará à sombra da Lua em pleno dia, e provavelmente outros milhões que desejam admirar o espetáculo se somarão a eles.

    Estima-se que dois terços da população do país moram a um dia de estrada deste corredor onde o eclipse solar será total, indicou na quarta-feira Martin Knopp, funcionário do Departamento de Transportes.

    O resto dos Estados Unidos presenciará um eclipse solar parcial, explica o astrônomo Rick Fienberg, porta-voz da Sociedade Astronômica Americana.

    Os Estados Unidos serão o único país em que o eclipse de 21 de agosto será visível.

    Os espectadores do mundo todo e os cientistas terão acesso a imagens que serão registradas por 11 aviões, mais de 50 balões, satélites e inclusive pelos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS).

    A televisão da Nasa transmitirá ao vivo as imagens do eclipse.

    Os astrônomos alertam sobre o risco para a visão de olhar para o Sol sem lentes especiais durante o eclipse parcial.

    Mais de dois milhões de óculos "especiais para eclipse" são distribuídos gratuitamente nas bibliotecas públicas dos Estados Unidos.

    Outro eclipse total do Sol ocorrerá em 8 de abril de 2024, do Texas até o Maine, e o seguinte de uma costa a outra, da Califórnia até a Flórida, em 12 de agosto de 2045. (MSN Noticías)

    CONTINUE LENDO


  • Atropelamento próximo a mesquita de Londres deixa um morto

    Uma van avançou contra fiéis que saíam de uma mesquita de Londres na madrugada desta segunda-feira (19), deixando um morto e dez feridos, informou a Polícia Metropolitana da capital britânica.

    O incidente ocorreu pouco depois da meia-noite, na Seven Sisters Road, perto da mesquita de Finsbury Park. A polícia informou ter prendido um suspeito, um homem de 48 anos cuja identidade não foi revelada.

     

    "O motorista da van foi encontrado detido pelas pessoas que estavam no local e foi preso em conexão com o incidente", informou a polícia em comunicado.

    Ainda não está claro se foi um ato deliberado ou um acidente. A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse que a polícia trata o incidente como possível "ataque terrorista", e o caso é investigado pelo Comando de Contraterrorismo.

    May qualificou de "terrível" o incidente ocorrido perto da mesquita de Finsbury Park, uma das mais importantes do Reino Unido, e expressou sua solidariedade às vítimas e a suas famílias. O ataque ocorreu durante o Ramadã, mês sagrado do calendário muçulmano, quando as pessoas vão às mesquitas fazer orações à noite.

    O prefeito de Londres, Sadiq Khan, disse que um número adicional de policiais havia sido mobilizado para tranquilizar as comunidades, especialmente aquelas que observam o Ramadã, descrevendo o ataque como um "um assalto aos nossos valores compartilhados de tolerância, liberdade e respeito".

    Ataque deliberado

    O secretário-geral do Conselho Muçulmano Britânico (MCB, na sigla em inglês), Harun Khan, descreveu o incidente como a "mais violenta manifestação de islamofobia até hoje" e pediu que as autoridades façam mais para "combater o aumento dos crimes de ódio". Kahn disse que o atropelamento parece ter sido intencional.

    A mesquita de Finsbury Park já foi associada à ideologia islamista radical no passado. Seu antigo imame, Abu Hamza, foi preso no Reino Unido por incitar violência racial e ódio antes de ser extraditado para Nova York, onde foi condenado à prisão perpétua por terrorismo em 2015.

    Mas a imagem da mesquita mudou depois que ela foi fechada e reabriu sob o comando de uma nova equipe de administrativa e religiosa. O templo não é associado a visões extremistas há mais de uma década.

    Londres está sob tensão após oito pessoas terem sido mortas em um ataque com uma van e a faca na Ponte de Londres e no Borough Market no início do mês. Em março, um homem jogou um veículo contra um grupo de pedestres nos arredores do Parlamento britânico, em Londres, matando quatro pessoas e deixando 50 feridas.

    Em 23 de maio, um britânico de origem líbia fez um ataque suicida em Manchester, durante o show da cantora Ariana Grande. A explosão deixou 22 mortos e mais de 60 feridos. Mais da metade das vítimas era menor de 16 anos. Foi o ataque terrorista mais mortal no Reino Unido desde os atentados de 7 de julho de 2005, em Londres.(dw.com)

    CONTINUE LENDO


  • Londres: Sobe para 17 número de mortos após incêndio em prédio

    Foto: Reprodução / UOL

    Subiu para 17 o número de mortos no incêndio que atingiu na madrugada desta quarta-feira (14) um prédio de 24 andares em Londres, na Inglaterra. Segundo informações do portal G1, o último balanço foi divulgado pela polícia na manhã desta quinta-feira (15). As investigações não apontam indícios de que as chamas tenham sido provocadas em ação terrorista. De acordo com o comandante da polícia, Stuart Cundy, dos 78 feridos, 37 ainda estão internados, sendo 17 em estado crítico. O edifício que sofreu o incêndio foi construído em 1974 e fica em North Kensington, a 2,7 km da residência do príncipe William e da sua mulher, Kate Middleton. A primeira-ministra britânica, Theresa May, visitou o prédio nesta manhã – a construção havia passado por uma reforma em 2016. Os bombeiros chegaram a informar que a estrutura do edifício poderia cair, mas o risco já foi descartado. 



  • Intoxicação alimentar afeta 800 refugiados em abrigo no Iraque

    Centenas de moradores de um campo de refugiados perto de Mossul, no Iraque, sofreram uma forte intoxicação alimentar na noite dessa segunda-feira. Segundo o ministro da Saúde iraquiano, uma criança e uma mulher morreram e mais 200 pessoas foram hospitalizados em estado grave. Uma investigação tenta descobrir se a comida foi envenenada.

    A refeição servida na segunda-feira após o fim do jejum – no Ramadã, o mês sagrado do Islã, os muçulmanos jejuam durante o dia – foi oferecida por uma organização não-governamental e consistia de uma porção de arroz, feijão e carne, além de iogurte e água. Pouco depois, os refugiados começaram a vomitar e sentir fortes dores de estômago.

    A Organização das Nações Unidas informou que, ao todo, 752 pessoas foram afetadas pela intoxicação.

    Veja também
    • Atentado em casamento deixa 26 mortos no Iraque

    A ONG britânica Help the Needy Charitable Trust informou que cerca de 2.000 refeições foram distribuídas no campo de refugiados na segunda-feira. Eles responsabilizaram um restaurante local pela qualidade dos alimentos.

    A Acnur, agência para refugiados da ONU, informou que está providenciando um carregamento extra de água potável e aguarda uma investigação policial para esclarecer o incidente, reportou o jornal britânico The Guardian.

    Desde o início da ofensiva iraquiana contra os extremistas do Estado Islâmico, em outubro do ano passado, mais de 800.000 moradores foram forçados a abandonar suas casas. No campo de Hasansham U2, a 20 quilômetros de Mossul, vivem mais de 6.000 refugiados.(veja)

    CONTINUE LENDO


  • Melania Trump e seu filho deixam Nova York e se mudam para Casa Branca

    Washington, 11 jun (EFE).- A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, e seu filho Barron, se instalaram neste domingo em definitivo na Casa Branca, após terem morado até agora em Nova York, para que o garoto encerrasse o ano escolar.

    "Ansiosa para as memórias que faremos na nossa nova casa! #diademudanca", escreveu hoje na sua conta do Twitter, a primeira-dama americana, com uma foto da vista através de uma das janelas da Casa Branca.

    Melania e Barron permaneceram na sua residência da Torre Trump, em Nova York, em vez de seguirem para Washington quando o presidente Donald Trump assumiu o cargo, em janeiro deste ano.

    Neste domingo, os três retornaram juntos para a Casa Branca, após passarem o final de semana no clube de golfe de Trump em Bedminster (Nova Jersey).

    Os pais de Melania, Amalija e Viktor Knavs, também passaram o dia com a família do presidente americano e deverão se tornar figuras frequentes em Washington, de acordo com a imprensa local.

    O casal Knavs estava morando com Melania e Barron na sua residência de Nova York.

    No mês de janeiro, Melania Trump quebrou a tradição ao não se mudar imediatamente para Casa Branca e ficar no seu luxuoso apartamento da Torre Trump, em Manhattan, enquanto o filho Barron terminava o período escolar.

    Barron Trump, de 11 anos, é o filho mais novo do presidente e o único com a primeira-dama, Melania Trump, que é a sua terceira esposa.

    Ele será a primeira criança do sexo masculino na Casa Branca desde John-John, filho do ex-presidente John F. Kennedy (1961-1963). (EFE Brasil)

    Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2015, todos os direitos reservados

    CONTINUE LENDO


  • Trump chama ex-diretor do FBI de

    O GLOBO

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou nesta sexta-feira o ex-diretor do FBI James Comey de "vazador", um dia depois de Comey acusar Trump de tentar anular uma investigação e de mentir sobre ele e sobre o FBI, durante depoimento ao Congresso dos EUA.

    Apesar de tantas declarações falsas e mentiras, defesa total e completa... Comey é um vazador", escreveu Trump no Twitter em seu primeiro comentário desde a audiência do Comitê de Inteligência do Senado, na quinta-feira.

    O ex-diretor do FBI James Comey disse nesta quinta-feira que ficou perturbado pelas tentativas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que encerrasse um inquérito sobre um ex-assessor de segurança nacional, mas não afirmou se acha que o presidente tentou obstruir a Justiça.

    Comey afirmou a parlamentares, na mais aguardada audiência do Congresso dos Estados Unidos nos últimos anos, que o governo Trump disse mentiras e o difamou depois que o presidente o demitiu da direção da Polícia Federal norte-americana no dia 9 de maio. 

    Em depoimento escrito divulgado na última quarta-feira, Comey disse que Trump pediu em fevereiro que ele encerrasse uma investigação do FBI sobre o ex-assessor de segurança nacional Michael Flynn como parte do inquérito sobre a alegação de intervenção russa na eleição presidencial norte-americana de 2016.

    "Eu não acho que seja para eu dizer se a conversa que tive com o presidente foi um esforço para obstruir. Eu considerei muito perturbadora, muito preocupante", disse Comey aos parlamentares.

    A audiência pode ter repercussões significativas para Trump, à medida que vários comitês do Congresso investigam os supostos esforços russos para influenciar as eleições presidenciais de 2016 e se a campanha de Trump estava envolvida.

    Trump desencadeou uma tempestade política quando demitiu Comey. O ex-diretor do FBI disse que o governo o difamou em comentários feitos depois de sua demissão.

    "Embora a lei não exija nenhum motivo para dispensar o diretor do FBI, o governo então escolheu me difamar e, mais importante, o FBI, dizendo que a organização estava foram de ordem, que a força de trabalho perdeu a confiança em seu líder", disse Comey. "É mentira".(Reuters)

     

    CONTINUE LENDO


  • Cruz Vermelha: Show beneficente arrecadou 10 milhões de libras

    veja

    O showbeneficente conduzido em Manchester pela cantora Ariana Grande neste domingo arrecadou mais de 10 milhões de libras (cerca de 40 milhões de reais), segundo informou a Cruz Vermelha britânica. Os recursos foram destinados a um fundo emergencial para atendimento das vítimas de um ataque que matou 22 pessoas durante outro show da mesma cantora, realizado em maio.

    Ariana Grande retornou a Manchester para um tributo repleto de estrelas da música pop. Justin Bieber, Katy Perry e Liam Gallagher estiveram no espetáculo que ocorreu duas semanas após o bombardeio suicida em uma arena na qual a cantora se apresentava.

    Veja também

    “Manchester, eu te amo com todo o meu coração”, disse Ariana antes da performance de “Over the Rainbow”, com a qual encerrou a apresentação de mais de três horas. Ela chorou no palco ao final da canção enquanto o público a aplaudia.O evento em Manchester ocorreu um dia depois de ataques no coração de Londres terem deixado sete mortos. Autoridades disseram que o ataque começou com uma van que avançou em direção a pedestres e depois envolveu três homens usando facas e atacando pessoas em bares, restaurantes e num mercado próximo.(O ESTADÃO)



  • Astronautas chegam à Terra após 200 dias em estação espacial

    O astronauta francês Thomas Pesquet e seu colega russo Oleg Novitski retornaram nesta sexta-feira (2) à Terra após passarem 200 dias na Estação Espacial Internacional (ISS).

    Pesquet e Novitski se despediram nesta sexta-feira (2) dos dois astronautas - um americano e um russo - que permanecem na Estação Espacial Internacional (ISS), a 400 km da Terra, e se dirigiram para a nave Soyuz MS-03, a mesma que os levou ao espaço na noite de 17 de novembro de 2016.

     

    "Vou sentir falta" da ISS, tuitou o astronauta francês, que falou desta experiência como "a aventura mais intensa" de sua vida. O desacoplamento da Soyuz da base ISS aconteceu às 10h50 GMT (07h50 de Brasília), segundo previsto pelo Centro de Controle de voos espaciais. Segundo imagens ao vivo da Agência Espacial Europeia, a nave, a partir deste momento, se afastou da ISS em direção à Terra.

    Os dois astronautas necessitaram de três horas e 20 minutos para "descer" à Terra, aterrissando às 14H10 GMT (11h10 de Brasília), no Cazaquistão. Duas horas e meia depois do desacoplamento da ISS, os motores principais foram ativados durante pouco menos de cinco minutos para a manobra de "desorbitação", segundo a 

    Agência Espacial Europeia. Isso permitiu que a nave Soyuz iniciasse sua descida.

    O módulo com os dois astronautas enfrentou temperaturas de até 1.600ºC devido ao atrito da atmosfera com o escudo térmico. Depois de seis meses e meio sem gravidade, os astronautas sentiram o seu peso quadruplicar durante a desaceleração. Quando o módulo tocou enfim o solo da Terra, equipes de recuperação e socorro se dirigiram imediatamente ao local da aterrissagem.As naves Soyuz são, atualmente, o único meio para transportar tripulações à ISS.

     
    CONTINUE LENDO


  • Explosão em bairro de embaixadas mata 80 e fere 300 em Cabul

    Homem ferido se arrasta após explosão no bairro das embaixadas em Cabul, no Afeganistão, nesta quarta-feira (31) (Foto: Omar Sobhani/ Reuters)

    Um atentado com caminhão-bomba nesta quarta-feira (31) em Cabul, capital do Afeganistão, deixou ao menos 80 mortos e mais de 300 feridos em uma área de alta segurança, perto do Palácio Presidencial, de várias embaixadas e edifícios do governo. Nenhum grupo reivindicou o ataque, mas o Talibã negou qualquer envolvimento.

    O porta-voz do ministério afegão da Saúde, Waheed Majroh, informou que, entre as vítimas, estão mulheres e crianças e que o balanço ainda pode aumentar pois corpos ainda estão sendo retirados dos escombros. A BBC diz que 350 ficaram feridos.

    Um motorista da BBC morreu e quatro jornalistas ficaram feridos no ataque, que aconteceu por volta das 8h25 (horário local, 0h55 de Brasília), no Distrito Policial 10, perto da Praça Zanbaq.

    Explosão em bairro de embaixadas mata 80 e fere 300 em Cabul

    Um cão corre perto de local de explosão em Cabul (Foto: Shah Marai / AFP Photo)

    A explosão aconteceu perto da Embaixada da Alemanha, que ficou danificada, mas as equipes de segurança e o governo alemão ainda acham que é cedo para dizer que o imóvel era o alvo do ataque. O ministro de relações exteriores alemão, Sigmar Gabriel, afirmou que a equipe de segurança afegã que trabalhava no prédio está provavelmente entre os mortos e que algumas pessoas ficaram feridas, mas a maioria sem gravidade.

    Os prédios da França e da Turquia também foram afetados. O governo da Turquia garantiu que seus funcionários não se feriram. A ministra francesa de negócios europeus, Marielle de Sarnez, afirmou que até o momento não há relato de pessoas machucadas na embaixada francesa.

    A explosão foi tão violenta que abalou parte da cidade, quebrando vidraças e gerando pânico entre a população. Testemunhas relataram que 30 carros que circulavam na região ficaram destruídos. Uma densa coluna de fumaça podia ser vista à distância.

    Após o atentado, muitas pessoas tentavam desesperadamente entrar na área isolada para saber notícias de familiares e amigos, constatou a France Presse (AFP). “Graças a Deus, o pessoal da embaixada indiana está são e salvo após a enorme explosão em Cabul”, tuitou a chefe da diplomacia indiana, Sushma Swaraj.O presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, condenou fortemente o ataque “covarde no mês sagrado do Ramadã que visou civis inocentes", segundo a BBC. Na semana passada, ele tinha pedido que todos os grupos insurgentes respeitassem a comemoração do mês sagrado e interrompessem suas ações armadas.

    Caminhão com explosivos

     

    O porta-voz da polícia de Cabul disse que as primeiras investigações apontam que o veículo, um pequeno caminhão do serviço de rede de esgoto, foi carregado de explosivos. "O alvo não está ainda claro, mas foi perto da Embaixada da Alemanha", afirmou Basir Mujahid. A área foi isolada e as investigações continuam.

    Até o momento, o ataque não foi reivindicado, mas a explosão ocorre logo após o anúncio da “ofensiva de primavera” dos talibãs. O grupo Estado Islâmico (EI) comete atentados regulares contra Cabul.

    No entanto, no domingo (28), os talibãs provocaram uma explosão com um carro-bomba, em um ponto de ônibus em Khost, no sudeste do país, deixando 13 mortos e oito feridos, no primeiro dia do Ramadã.

    O chefe do Pentágono, Jim Mattis, declarou recentemente que esperava “mais um ano difícil” para o Exército afegão e os soldados estrangeiros no Afeganistão.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, analisa o envio de mais militares ao Afeganistão para resolver o impasse. Os EUA têm 8.400 militares no território afegão, apoiados por 5 mil homens de países aliados da Otan. A principal missão deste contingente é treinar e aconselhar os soldados locais.(G1)

    CONTINUE LENDO


  • Polícia britânica acredita ter identificado autor de ataque em Manchester

    Foto: Reprodução / Twitter Sapo

    A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse nesta terça-feira (23) que a polícia britânica e profissionais de segurança da cidade de Manchester acreditam ter identificado o aparente homem-bomba que atacou pessoas que saíam de um show da cantora americana Ariana Grande em um estádio local ontem à noite. O nome do possível autor do ataque, porém, não será revelado por enquanto. Durante pronunciamento em Londres, May referiu-se ao ataque como uma "covardia espantosa e doentia". A premiê também afirmou que o ataque à bomba, que matou ao menos 22 pessoas e deixou 59 feridos, foi um dos piores já sofridos pelo Reino Unido.



  • Trump pede a países muçulmanos que isolem o Irã

    O presidente americano Donald Trump, em viagem à Arábia Saudita, discursou neste domingo (21) diante de representantes de cinquenta nações muçulmanas, entre eles 37 chefes de Estado ou governo.

    A fala de Trump, esperada ansiosamente no Oriente Médio, evitou as expressões mais agressivas que o presidente já usou nos Estados Unidos quando se referia aos muçulmanos, sobretudo durante a sua campanha eleitoral.

    Em Riad, capital saudita, o presidente abriu seu discurso alegando que era portador de uma mensagem de "amizade, esperança e

    amor". O terrorismo e o Irã, porém, foram os temas principais da sua fala.

    Paz e amor, menos com o Irã

    Num momento mais contundente, o presidente pediu a todos os países que trabalhem juntos para isolar o Irã, acusando Teerã de "alimentar os incêndios dos conflitos sectários e o terrorismo".

    "Até que o regime iraniano se mostre disposto a ser um parceiro a favor da paz, todas as nações com consciência devem trabalhar juntas para isolá-lo", concluiu Trump.

    “Batalha entre o bem e o mal”

     

    Trump fez um apelo à luta contra o "extremismo islâmico", ressaltando que a guerra contra o terrorismo "não é uma batalha entre religiões" ou “diferentes civilizações”. Mas, sim, “uma batalha entre criminosos bárbaros que tentam destruir a vida humana e pessoas de bem de todas as religiões que buscam protegê-la. É uma batalha entre o bem e o mal", disse o presidente norte-americano.

    O presidente pediu aos países muçulmanos que se recusem a se tornar "santuários de terroristas", e anunciou um acordo com os países do Golfo para lutar contra o financiamento do terrorismo.(MSN Notícias)

    CONTINUE LENDO


Estamos nas redes sociais