• ONG lança serviço de checagem de dados sobre câncer para combater notícias falsas nas redes

    A disseminação de notícias falsas sobre câncer pode impactar de forma negativa pacientes em tratamento. Para combater a divulgação de informações erradas sobre a doença nas redes sociais, o Instituto Oncoguia, organização que dá apoio a pacientes com câncer, lançou um serviço de checagem de informações ao qual os internautas podem recorrer antes de compartilhar uma notícia sobre o tema.

    Funciona assim: ao se deparar com uma notícia sobre um novo tratamento ou uma nova forma de prevenção contra câncer nas redes sociais ou aplicativos de mensagem, a pessoa interessada pode encaminhá-la para o instituto para checar se aquela informação realmente procede. Basta enviar o link da notícia ou uma foto do texto que descreve o tratamento por WhatsApp para o instituto, no número (11) 98790-0241.

     

    O instituto encaminha aquela dúvida para médicos associados e responde, em até 48 horas, se aquela notícia é verdadeira ou falsa. Caso seja verdadeira, o internauta pode compartilhá-la com a hashtag #oncoguiaconfirma. Se for falsa, ele poderá avisar quem encaminhou a informação que aquilo não procede.

    A psicóloga Luciana Holtz, presidente do Oncoguia, diz que a circulação de notícias falsas sobre o câncer provoca confusão e pode levar a impactos graves no tratamento de um paciente e até fazê-lo consumir produtos que podem interagir com o medicamento oficial.

    “O paciente com câncer enfrenta em seu dia a dia uma batalha contra o tempo. Toda mensagem que aponta para uma cura vai impactar. Por mais que se tente ser racional e se questione se aquilo é verdade, isso mexe muito”, diz Luciana, que avalia que a disseminação de informações falsas sobre câncer tem aumentado com a popularização das redes sociais.

    Ela cita o caso do boato que circulou por WhatsApp e Facebook de que casos de câncer de tireoide em mulheres estariam aumentando por causa da realização de mamografias e radiografias odontológicas. A informação falsa foi divulgada em um vídeo e atribuída ao médico Drauzio Varella que, posteriormente, criticou a disseminação da história e destacou os prejuízos que o boato poderia ter na prevenção de câncer. (Fonte: Bem Estar)

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  • Acabou de chegar na Taisan Auto: Amarok Highline 2013/2014 completa

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  • Homem ameaça divulgar vídeos íntimos e é morto queimado pela amante na Bahia

    Foto: Ilustrativa

    Uma mulher foi presa, na sexta-feira (5), pelo assassinato do amante, morto queimado em Rio Real, a 200 km da capital baiana. Vítima teria ameaçado divulgar vídeos íntimos do casal.
    Investigadores da DT (Delegacia Territorial) de Rio Real cumpriram o mandado de prisão de Regivânia Moreira de Souza. A suspeita se relacionava com Antônio Roque Silva de Oliveira há dois anos.
    O delegado Jobson Lucas Marques, apurou que Regivânia e a vítima mantinham um relacionamento extraconjugal e, quando a relação acabou, Antônio não aceitou. Passou, então, a fazer ameaças de que divulgaria vídeos íntimos do casal nas redes sociais, caso não reatasse o caso, o que teria levado a mulher a atacá-lo.

    ​A mulher chegou a ser interrogada sobre o crime na DT, mas negou que soubesse alguma coisa, mudando a versão quando foi confrontada com as provas colhidas durante a investigação. Segundo o delegado, Regivânia ligou para a vítima marcando um encontro minutos antes do crime. Ela será encaminhada ao sistema prisional. (R7/Bahia)

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  • Lula 'tinha conhecimento de tudo', diz ex-diretor da Petrobras a Moro

    Foto e fonte: G1

    O ex-diretor da Petrobras Renato Duque acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter recomendado que destruísse provas da propina recebida por petistas fora do Brasil no escândalo do Petrolão. Em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro nesta sexta-feira (5), ele também relatou três encontros com o ex-presidente, entre 2012 e 2014, quando já não trabalhava mais na estatal e Lula não era mais presidente.

    De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, Duque foi indicado pelo Partido dos Trabalhadores para a diretoria de Serviços, área responsável por grande parte da propina de contratos da Petrobras destinada ao partido. Até esta sexta, Duque havia se mantido em silêncio sobre seu papel na estatal. Foi a primeira vez que ele falou sobre o esquema a Moro.

    Duque disse que encontrou Lula em 2012, 2013 e 2014. “Nessas três vezes, ficou claro, muito claro pra mim, que ele tinha o pleno conhecimento de tudo e detinha o comando”, afirmou Duque.

    Os advogados do ex-presidente Lula afirmam que o depoimento de Renato Duque é uma tentativa de fabricar acusações ao ex-presidente. "Como não conseguiram produzir nenhuma prova das denúncias levianas contra o ex-presidente, depois de dois anos de investigações, quebra de sigilos e violação de telefonemas, restou aos acusadores de Lula apelar para a fabricação de depoimentos mentirosos". Leia a nota completa no fim da reportagem.

    O ex-diretor de Serviços da Petrobras foi ouvido pelo juiz Sérgio Moro em uma ação penal da Operação Lava Jato que apura se o ex-ministro Antonio Palocci recebeu propina para atuar a favor da Odebrecht. A denúncia trata de pagamentos feitos para beneficiar a empresa SeteBrasil, que fechou contratos com a Petrobras para a construção de 21 sondas de perfuração no pré-sal.

    Duque já foi condenado a mais de 50 anos de prisão em quatro ações da Lava Jato e é réu em pelo menos outros seis processos decorrentes da operação que estão em andamento na 13ª Vara Federal de Curitiba.

    Como réu neste processo, ele havia ficado em silêncio durante interrogatório realizado em 17 de abril e pediu para ser interrogado novamente pelo juiz.

    Segundo Duque, no último encontro, em julho de 2014, já com a Lava Jato em andamento, Lula perguntou se ele tinha recebido algum dinheiro das sondas no exterior. O ex-presidente teria alertado a ele: “Presta atenção no que eu vou te dizer: Se tiver alguma coisa, não pode ter. Não pode ter nada no teu nome, entendeu?”.

    Ainda conforme o réu, o ex-presidente perguntou se ele tinha recebido valores da empresa SBM em uma conta na Suíça, relatando que a ex-presidente Dilma Rousseff tinha a informação que um ex-diretor da Petrobras teria recebido dinheiro no exterior.

    Duque negou ter recebido dinheiro da SBM. Lula então perguntou se Duque recebeu dinheiro das sondas. Ao juiz, Duque afirmou que tinha recebido, mas que, no encontro, negou a Lula que tivesse recebido valores.

    Segundo Duque, Lula disse ainda que a ex-presidente estava preocupada com o assunto e que iria tranquilizá-la.

    “Teve um segundo encontro que, da mesma maneira, fez perguntas sobre sondas, porque não estava recebendo até então, em 2013. Ele perguntou se eu sabia por que as empresas não estavam pagando. Eu não soube responder também, porque não acompanhava isso”, contou.

    Os encontros foram todos a pedido de Duque, para agradecer a Lula o período que permaneceu na Petrobras.

    Arrecadação de propina

    Duque afirmou que Lula determinou, por meio do ex-ministro Paulo Bernardo, que, a partir de 2007, a arrecadação de propina ao PT por meio de contratos da Petrobras fosse negociada com João Vaccari.

    O ex-presidente, ainda de acordo com Duque, era chamado de Chefe, Grande Chefe ou Nine nas conversas, segundo o ex-diretor de Petrobras.

    “Eu fui chamado a Brasília e essa pessoa [Paulo Bernardo] falou: ‘Olha, você conhece uma pessoa indicada pelo...’. Ele fazia esse movimento [Duque passa a mão no queixo], não citava o nome. O presidente Lula era chamado como Chefe, Grande Chefe, Nine ou esse movimento com a mão. Você vai receber uma pessoa que está sendo indicada e ele vai conversar com você. Ele vai ser, agora, quem vai atuar junto às empresas que trabalham para a Petrobras. Foi quando eu conheci o Vaccari, em 2007”. 

    Negociação de valores

    Renato Duque descreveu ao juiz Sérgio Moro como foi a negociação da divisão dos valores das propinas pagas pelos estaleiros entre os funcionários da estatal, que eles chamavam de “casa” e o partido. Segundo ele, normalmente os pagamentos ilícitos eram divididos meio a meio entre casa e partido. No entanto, nesses contratos, houve uma definição diferente com atuação do ex-ministro Antonio Palocci.

    “O desdobramento, pela primeira vez em todos esses anos, o Vaccari não deu uma posição final. O Vaccari falou assim: olha, nesse assunto específico, eu vou consultar o Antonio Palocci. Ele citou como doutor, se referia a Palocci como doutor ou doutor Antonio, nunca como Palocci, porque o Lula encarregou o Palocci de cuidar desse assunto”, explicou Duque.

    Após conversar com Palocci, provavelmente em novembro de 2012 segundo o réu, Vaccari retornou e disse a Duque e Barusco que, nesse caso, os valores seriam divididos em 1/3 para a casa e 2/3 para o partido.

    O ex-diretor afirmou ao juiz Sérgio Moro que recebeu aproximadamente 3,8 milhões no Banco Kramer, sem especificar a moeda. Segundo o acusado, o valor total da propina seria maior, pois o acordo era para que ela fosse paga ao longo da obra.

    Duque informou, ainda, que chegou a calcular que o total destinado a ele, de 1/6 do valor da propina, somaria aproximadamente US$ 33 milhões. “Então, se multiplicar isso por seis, vai dar quase US$ 200 milhões”, pontuou. Dessa forma, de acordo com as contas de Duque, o PT receberia mais de US$ 130 milhões referentes aos contratos.

    Moro perguntou a Duque como ficou definido o pagamento de propina ao partido político pelos estaleiros. “Os 2/3 do partido político, Vaccari me informou que iriam para o Partido dos Trabalhadores, para José Dirceu e para Lula. Sendo que a parte do Lula seria gerenciada por Palocci”, detalhou.

    Conforme o réu, ele saiu da Petrobras em 2012 e não tinha relação com a SeteBrasil. No entanto, ele recebeu dinheiro referente a esse contrato porque Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras e delator da Operação Lava Jato, pediu para usar a conta dele e, para isso, pagaria um percentual sobre os valores depositados.

    Indicação de José Dirceu

    Duque afirmou que foi o ex-ministro José Dirceu quem decidiu escolhê-lo para a Diretoria de Serviços, após embate entre os ex-tesoureiros do PT Delúbio Soares e Silvio Pereira. Delúbio defendia a indicação de Irani Varella, enquanto Pereira preferia Duque.

    "O José Dirceu, então ministro, foi chamado para dar uma decisão. A decisão dele foi clara. Ele falou: ‘Não, o PSDB já está contemplado na diretoria da Petrobras, e eu não vou atender a um pedido do doutor Aécio Neves. Então, quem vai ficar na diretoria é Renato Duque”.

    O ex-diretor da Petrobras disse que se arrependeu de receber tanto dinheiro de propina. “Quando atingiu determinado valor, aquilo para mim era mais do que suficiente. Para que você vai querer juntar dinheiro? Eu não usei esse dinheiro. Quando atingiu 10 milhões de dólares, eu falei: é muito mais do que eu preciso para viver e minha terceira geração”.

    Em nota, a assessoria do senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse que a afirmação de Duque "já foi desmentida duas vezes". "O lobista Fernando Moura afirmou textualmente em seu depoimento que, no caso mencionado por Renato Duque, Delúbio Soares usou indevidamente o nome do senador Aécio Neves para esconder uma indicação feita, na verdade, por ele próprio", diz o texto. Leia a nota completa no fim da reportagem.

    Ao final do interrogatório, Duque afirmou que se sente mais leve por ter falado. “Eu cometi ilegalidades. Quero pagar pelas ilegalidades, mas quero pagar pelas ilegalidades que eu cometi”.

    O réu fez um comparativo da situação que vive com uma peça de teatro. “Eu sou um ator, tenho um papel de destaque nesta peça, mas eu não fui e não sou nem o diretor nem o protagonista desta história. Eu quero pagar pelo o que eu fiz”.

    O ex-diretor da Petrobras ainda se colocou a disposição para esclarecer fatos e disponibilizar as provas que tiver. “Estou aqui para passar esta história a limpo”.

    Ele disse que nunca tratou com o Palocci as questões das sondas.

    O que dizem as defesas

    A defesa de Antonio Palocci afirmou que as afirmações de Duque são "uma tentativa desesperada, uma bala de prata para tentar minimizar a sua condenação. A bala de prata é o último recurso".

    O advogado de José Dirceu, Roberto Podval, afirmou que ainda não tomou conhecimento do depoimento de Renato Duque.

    Verônica Sterman, responsável pela defesa do ex-ministro Paulo Bernardo, informou que a alegação de Renato Duque é mentirosa e totalmente fora de contexto. "Paulo Bernardo nunca esteve com Renato Duque", diz a defesa.

    O advogado de Vaccari, Luiz Flávio Borges D'Urso, afirmou: "As declarações do Sr. Renato Duque com respeito ao Sr. Vaccari não são verdadeiras. Trata-se de manifestação de alguém que está, há muito tempo, negociando delação premiada. Dessa forma, este depoimento deve ser recebido com total desconfiança e reservas."

    G1 tenta contato com os outros citados na reportagem.

    Veja a íntegra da nota da defesa de Lula:

    O depoimento do ex-diretor da Petrobras Renato Duque é mais uma tentativa de fabricar acusações ao ex-presidente Lula nas negociações entre os procuradores da Lava Jato e réus condenados, em troca de redução de pena. Como não conseguiram produzir nenhuma prova das denúncias levianas contra o ex-presidente, depois de dois anos de investigações, quebra de sigilos e violação de telefonemas, restou aos acusadores de Lula apelar para a fabricação de depoimentos mentirosos.

    O desespero dos procuradores aumentou com a aproximação da audiência em que Lula vai, finalmente, apresentar ao juízo a verdade dos fatos. A audiência de Lula foi adiada em uma semana sob o falso pretexto de garantir a segurança pública. Na verdade, como vinha alertando a defesa de Lula, o adiamento serviu unicamente para encaixar nos autos depoimentos fabricados de ex-diretores da OAS (Leo Pinheiro e Agenor Medeiros) e, agora, o de Renato Duque.

    Os três depoentes, que nunca haviam mencionado o ex-presidente Lula ao longo do processo, são pessoas condenadas a penas de mais de 20 anos de prisão, encontrando-se objetivamente coagidas a negociar benefícios penais. Estranhamente, veículos da imprensa e da blogosfera vinham antecipando o suposto teor dos depoimentos, sempre com o sentido de comprometer Lula.

    O que assistimos nos últimos dias foi mais uma etapa dessa desesperada gincana, nos tribunais e na mídia, em busca de uma prova contra Lula, prova que não existe na realidade e muito menos nos autos.

    Veja a íntegra da nota de Aécio Neves:

    Essa afirmação já foi desmentida duas vezes. O lobista Fernando Moura afirmou textualmente em seu depoimento que, no caso mencionado por Renato Duque, Delúbio Soares usou indevidamente o nome do senador Aécio Neves para esconder uma indicação feita, na verdade, por ele próprio. Também o ex-chefe da Casa Civil José Dirceu declarou recentemente, em seu depoimento, que Aécio Neves não fez qualquer indicação de nomes para Furnas ou cargos na administração do PT.

    Importante notar que Renato Duque afirma ter ouvido dizer essa informação a posteriori. Ou seja, trata-se de mais uma falsa afirmação feita com base apenas no “ouvir dizer”.

    Segue para conhecimento trecho da delação de Fernando Moura sobre o caso mencionado por Duque. “...quando foi questionado sobre quem tava indicando o Varela, o Delúbio não podia falar que era ele e disse que foi indicação do Aécio Neves”.

    Segue para conhecimento trecho da transcrição da Polícia Federal do depoimento de José Dirceu:

    “Que não tem notícia de nenhuma indicação política realizada por Aécio Neves ao presidente Lula; Que Aécio Neves nunca solicitou ao declarante a condução ou permanência de qualquer pessoa a algum cargo durante o governo do PT.”

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  • Colisão entre moto e ônibus da Novo Horizonte deixa uma vítima fatal em Rio de Contas

    Um grave acidente ocorrido no Trevo que dá acesso ao Distrito de Marcolino Moura, em Rio de Contas, Chapada Diamantina, deixou como vítima fatal na tarde desta sexta – feira (05), João Chaves Pierote, de 50 anos, morador da comunidade de Casa de Telha.

    Ele pilotava uma moto Yamaha, YBR – 125, quando colidiu com um ônibus da Novo Horizonte. João morreu na hora com o impacto da batida frontal. A Polícia Técnica esteve no local realizando a perícia no intuito de apontar as possíveis causas do acidente e, em seguida, encaminhou o corpo ao IML (Instituto Médico Legal) de Brumado para ser necropsiado e posteriormente liberado para os familiares realizarem os procedimentos fúnebres.



  •  Estudantes de Rio do Antônio tem a vida colocadas em risco ao serem transportados em ‘pau de arara’

    Foto e fonte: Informe Rio do Antônio

    Estudantes do município de Rio do Antônio foram flagrados, na manhã desta sexta-feira (05/05), sendo transportados em veículo conhecido popularmente como “pau de arara”, que estava, inclusive, plotado com o nº 55, utilizado pela coligação Força do Povo, a qual elegeu o atual prefeito José Souza Alves, o Deca. Vale ressaltar, que o Código de Trânsito brasileiro estabelece requisitos mínimos para o transporte escolar. “Art. 136. Os veículos especialmente destinados à condução coletiva de escolares somente poderão circular nas vias com autorização emitida pelo órgão ou entidade executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal, exigindo-se, para tanto: I – registro como veículo de passageiros; II – inspeção semestral para verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança;  IV – equipamento registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo;  VI – cintos de segurança em número igual à lotação; (...)”, destacando-se, ainda,  a obrigatoriedade de o veículo ser de passageiro (art. 136, inciso I), sendo proibido, então caminhão, caminhonetes ou mesmo motocicletas. A reportagem do  Informe Rio do Antônio, falou com o chefe de gabinete do prefeito, Nailton, o mesmo relatou que o os alunos foram transportados em carro aberto porque o ônibus em que eles [alunos] estavam acabou quebrando e o motorista usou o seu veículo particular para fazer o transporte; mas que a prefeitura repudia a atitude e que não o autorizou a fazer isso, por isso, estará adotando as providências cabíveis. Quem presenciou o fato ficou indignado ao vê os alunos tendo suas vidas em risco da maneira que foram transportadas até a escola em Ibitira.



  • Trecho entre Malhada de Pedras e o trevo da BR -

    Foto: Fabiano Neves/Destaquebahia

    A fim de proporcionar aos moradores de Malhadas de Pedras e região melhores condições de trafegabilidade, o Governo do Estado da Bahia, através da empresa Pav Service, está realizando o recapeamento asfáltico do trecho situado entre o município e o trevo com a BR-030. A execução do serviço teve início na manhã desta sexta-feira (05/05) e atende, principalmente, aos anseios da comunidade local que há muito tempo tem solicitado melhoras na via. O trecho é bastante movimentado e serve de ligação entre o município e as principais cidades da região.



  • Barra da Estiva: Casal é brutalmente agredido durante assalto na zona rural

    A máscara usada por um dos bandidos foi apreendida juntamente com o veículo que havia sido levado.

    Na noite da última quarta-feira (03/05), por volta das 20h, o lavrador Florisvaldo da Silva Santos estava em sua residência situada na Fazenda Barra da Estiva Velha, na zona rural do município de Barra da Estiva, na companhia da esposa, quando teve o imóvel invadido por quatro indivíduos encapuzados e portando armas de fogo. Os criminosos agiram com extrema agressividade, dando chutes e coronhadas nas vítimas, exigindo dinheiro. Devido as sucessivas agressões, o lavrador chegou a cair e desmaiar e a senhora ficou bastante ferida. Os bandidos roubaram R$ 400 em espécie, 02 aparelhos celulares ( LG e Samsung), 2 receptores, bijuterias (cordões, anéis) e o automóvel Fiat Uno de cor verde, placa JMD0614, com o qual fugiram em direção a zona urbana de Barra da Estiva, e que foi recuperado pela polícia na tarde de ontem (05). O caso foi registrado na delegacia local e a polícia já iniciou as diligências a fim de identificar e localizar os criminosos.



  • Morango de Barra da Estiva poderá ter escoamento aérea através da Latam

    Foto e fonte: Informe Barra

    A senhora Thábata Passo, representante comercial de cargas Salvador – Porto Seguro da empresa LATAM linhas aéreas esteve hoje (4 de abril de 2017) em Barra da Estiva para participar de reunião com a ASPROMH (Associação de Produtores de Morango e Hortifruti da Chapada Diamantina). A representante da LATAM apresentou à Associação uma proposta de escoamento do morango através de suas linhas aéreas de transporte para a região norte do Brasil, mais especificamente para a capital Manaus. Participaram da reunião o senhor Pedro Meloni, consultor do SEBRAE, o senhor José Henrique Tinoco, coordenador técnico da ASPROMH, e também o senhor Mauro Bannach, representante da Bahia Fruit.



  • Arrombadores são detidos pela PM em Brumado com os produtos furtados

    Foto: PM

    Por volta das 5h desta quinta-feira, dia 04/05, a guarnição da 34ª CIPM/RP foi acionada através da central de operações dando conta de que houve dois arrombamentos no bairro Santa Tereza, em dois estabelecimentos comerciais, um bar e uma loja de cosméticos.
           
    Ao proceder com diligências a Guarnição da PM localizou os suspeitos com os produtos furtados (Cosméticos,  roupas e dimheiro). 
    Os indivíduos e objetos apreendidos foram apresentados na delegacia de polícia.



  • Greve dos Correios entra no 8º dia sem acordo nas negociações

    Viaturas que fazem entrega do Sedex dos Correios estacionadas no centro de distribuição, em Campinas (Foto: Erlin Schimidt / EPTV)

    A greve dos Correios entrou em seu 8º dia nesta quinta-feira (4) com o impasse nas negociações entre a estatal e os representantes sindicais dos trabalhadores.

    Está prevista para esta quinta-feira uma reunião entre a direção da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) e o presidente dos Correios, Guilherme Campos.

    Veja o que fazer para evitar problemas durante a greve dos Correios

    Nesta quarta, reunião entre os Correios e as representações sindicais no Tribunal Superior do Trabalho (TST) terminou sem acordo.

    Os Correios informaram que a paralisação, ainda que parcial, acarreta um potencial de perda de aproximadamente R$ 6,5 milhões por dia aos cofres da estatal.

    Segundo a estatal, integrantes da Fentect bloquearam na quarta-feira o acesso ao edifício-sede da empresa em Brasília, tentando impedir a entrada de funcionários.

    Proposta de negociação apresentada pelos Correios no dia 1º foi levada para assembleias dos sindicatos dos trabalhadores filiados à Fentect, que orientou pela rejeição da proposta e continuidade da greve.

    No momento, somente os estados do Amapá, Roraima e Rio Grande do Sul continuam fora da greve. De acordo com a Fentect, a adesão à paralisação envolve carteiros, atendentes, administrativos, técnicos e trabalhadores de nível superior.

    Os funcionários das agências franqueadas, que são terceirizados, não participam da greve. A empresa possui atualmente cerca de 6.500 agências próprias, além de mais de 1 mil franqueadas.

    Segundo a estatal, a paralisação concentra-se principalmente, na área operacional, sendo que 86,31% do efetivo total no Brasil está presente e trabalhando.

     

    Reivindicações

     

    Os representantes dos trabalhadores pedem a retirada da mediação do TST sobre os planos de saúde, revogação da suspensão das férias, debate sobre a situação econômica da empresa, revogação da entrega alternada e otimização de atividade interna, suspensão das ameaças de demissão motivada e privatização, suspensão do fechamento das 250 agências e a criação de comissão com a participação dos trabalhadores para tratar sobre o tema.

    A estatal tenta implantar um novo formato para o plano de saúde dos funcionários, o Postal Saúde. A empresa alega que esse custeio é o responsável pela maior parte do déficit registrado nos últimos anos na estatal. Hoje a estatal arca com 93% dos custos dos planos de saúde e os funcionários com 7%.

    Quanto ao plano de saúde, os Correios propõem que os sindicatos apresentem uma contraproposta. Caso haja acordo, os Correiosretirarão a solicitação de mediação que haviam feito junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

    Os Correios voltaram atrás em relação à decisão de suspender as férias dos trabalhadores. A estatal prevê a revogação da medida por 90 dias e disse que pagará até R$ 3,5 mil para os empregados que forem tirar férias em maio, junho e julho. O restante dos valores será parcelado. Os sindicatos querem que as férias sejam mantidas.

    A estatal também disse que vai descontar as faltas dos funcionários na última sexta-feira (28) e exigirá compensação dos funcionários que faltaram nos últimos dias.

    Os Correios informaram que se dispuseram a suspender as novas implantações de medidas operacionais como a distribuição domiciliária alternada, entrega matutina e organização das atividades internas e que essas medidas serão negociadas em comissão a ser formada com essa finalidade. Os casos locais e os que apresentarem maior dificuldade serão prioridade na negociação.

     

    Crise nos Correios

     

    Os Correios enfrentam uma severa crise econômica e medidas para reduzir gastos e melhorar a lucratividade da estatal estão em pauta.

    Nos últimos dois anos, os Correios apresentaram prejuízos que somam, aproximadamente, R$ 4 bilhões. Desse total, 65% correspondem a despesas de pessoal.

    Em 2016, os Correios anunciaram um Programa de Demissão Incentivada (PDI) e pretendia atingir a meta de 8 mil servidores, mas apenas 5,5 mil aderiram ao programa.

    Os Correios planejam também fechar cerca de 200 agências neste ano, além de uma série de medidas de redução de custos e de reestruturação da folha de pagamentos. Segundo os Correios, o fechamento dessas agências acontecerá sobretudo nos grandes centros urbanos.

    No dia 20 de abril, o presidente dos Correios, Guilherme Campos, afirmou que a demissão de servidores concursados está na pauta e vem sendo estudada. Segundo ele, os Correios não têm condições de continuar arcando com sua atual folha de pagamento e contratou um estudo para calcular quantos servidores teriam que ser demitidos para que o gasto com a folha fosse ajustado.

    Nesta quinta-feira, no entanto, foi anunciada a escolha da organizadora do próximo concurso dos Correios para as áreas de saúde, segurança e engenharia para os cargos de auxiliar de enfermagem do trabalho júnior, técnico de segurança do trabalho júnior, enfermeiro do trabalho júnior, engenheiro de segurança do trabalho júnior e médico do trabalho júnior. O número de vagas e salários não foram divulgados.

    O último concurso dos Correios foi realizado em 2011 para 9,1 mil vagas.

    SAIBA MAIS

    • TST apresenta nova proposta à Federação dos empregados dos Correios

    • Federação dos empregados dos Correios orienta pela continuidade da greve

    • Correios fazem proposta aos trabalhadores para tentar encerrar greve

    • Correios dizem que 20% dos funcionários aderiram à greve da categoria

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  • Homem é morto a pauladas na passarela do metrô na região do Iguatemi

    Foto: Reprodução / Google Street View

    Um homem foi morto a pauladas na noite desta quarta-feira (4) na passarela de acesso ao metrô na altura do Shopping da Bahia, na região do Iguatemi, por volta das 19h30. Segundo informações da Central de Polícia, a vítima, ainda não identificada, é apontada como um assaltante que costuma realizar roubos nas imediações. Ele foi espancado e apresentava sinais dos golpes em várias partes do corpo. O autor das agressões também não foi identificado e seria um morador de rua. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investigará o crime.(Bahia Notícias).



  • Lava Jato: Polícia Federal cumpre quatro mandados de prisão

    Quatro pessoas já foram presas na manhã desta quinta-feira (4) durante a Operação Asfixia, como foi batizada a 40ª fase da Operação Lava Jato, por crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, entre outros crimes. Foram cumpridos dois mandados de prisão temporária (duração de cinco dias) e uma de prisão preventiva (sem duração pré-determinada). A Polícia Federal ainda cumpre cinco mandados de condução coercitiva e 16 de busca e apreensão, com alvos nas cidades de Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Niterói (RJ), Duque de Caxias (RJ) e Rio de Janeiro (RJ). Segundo a PF, o nome da operação faz menção a uma tentativa de cessar as fraudes e o desvio de recursos públicos nas áreas da Petrobras destinadas a produção, distribuição e comercialização de gás combustível. Nesta etapa, são investigadas empresas que realizaram repasses ilegais em troca de obtenção de contratos com a petrolífera, e seus sócios. 



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  • Invasão do plenário interrompe votação da reforma da Previdência na comissão

    Dezenas de agentes penitenciários invadiram na noite desta quarta-feira (3) o plenário onde deputados da comissão especial votavam os destaques (propostas de alteração) ao relatório da reforma da Previdência.

    A invasão durou cerca de 30 minutos e resultou na suspensão da sessão, na qual os deputados já tinham aprovado o texto-base do projeto. Após a saída dos manifestantes, os deputados também deixaram a comissão, sem previsão de quando a votação será retomada.

    A Polícia Legislativa usou spray de pimenta para conter os manifestantes, que reivindicavam a inclusão dos agentes penitenciários numa categoria de aposentadoria especial. Devido ao gás de pimenta, vários deputados, assessores e jornalistas, com dificuldades para respirar, tossiam e levaram lenços ao nariz.

     

    No momento da invasão dos agentes, por volta das 22h45, instalou-se um tumulto no plenário da comissão. Os manifestantes interperlavam aos gritos os deputados e bradavam palavras de ordem contra eles. Os agentes permaneceram no plenário durante cerca de 30 minutos.

    Logo após a invasão, ouviu-se um estrondo semelhante ao da explosão de uma bomba. Segundo informou um policial legislativo, tratava-se de uma bomba de efeito moral com o objetivo de dispersar os manifestantes.

    O que motivou a invasão

    Mais cedo, o relator da reforma da Previdência na Câmara, o deputado Arthur Maia (PPS-BA), recuou e desistiu contemplar em seu parecer os agentes penitenciários entre os beneficiários de aposentadoria especial.

    A mudança havia sido incluída no texto, diante da pressão de representantes da categoria e de parte dos deputados, mas foi retirada.

    A invasão se deu logo depois que os deputados da comissão decidiram não votar uma emenda que reintroduzia os agentes penitenciários na categoria de aposentadoria especial (55 anos, em vez de 65, como os demais trabalhadores). (G1)

    Inicialmente, o PSDB, partido que integra a base do governo, havia orientado os deputados da bancada a votar a favor da emenda, o que desagradaria o Palácio do Planalto.

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